Conrad Phillip Kottak (12)
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Capítulo 13 - O papel da antropologia em um mundo globalizado

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O PAPEL DA ANTROPOLOGIA

EM UM MUNDO GLOBALIZADO

Globalização: seus significados e sua natureza

Mudança climática global

Antropologia ambiental

Ataques globais à autonomia local

Desmatamento

Contato interétnico

Imperialismo cultural

Fazendo e refazendo cultura

Indigenizando a cultura popular

Este capítulo aplica uma perspectiva antropológica a questões globais contemporâneas. Começamos examinando diferentes significados do termo globalização. O fato de que certos riscos agora têm implicações globais leva a uma discussão das mudanças climáticas, ou seja, do aquecimento global.

A seguir, retomamos questões de desenvolvimento, dessa vez, junto com uma filosofia de intervenção que pretende impor a moralidade ecológica global sem a devida atenção à variação e à autonomia culturais.

Também se examina a ameaça que o desmatamento representa para a biodiversidade global. A segunda metade deste capítulo passa da ecologia aos fluxos contemporâneos de pessoas, tecnologia, finanças, informações, imagens e ideologia, que contribuem para uma cultura global de consumo.

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Capítulo 8 - Gênero

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GÊNERO

Sexo e gênero

Padrões de gênero recorrentes

Papéis de gênero e estratificação por gênero

Redução de estratificação por gênero – sociedades matrilineares-matrilocais

Matriarcado

Maior estratificação de gênero – sociedades patrilinearespatrilocais

Por estudar biologia, sociedade e cultura, os antropólogos estão em uma posição única para comentar a questão da natureza (predisposições biológicas) e da criação (ambiente) como determinantes do comportamento humano. As atitudes, os valores e o comportamento humanos são limitados não apenas por nossas predisposições genéticas – as quais, muitas vezes, são difíceis de identificar – mas também por nossas experiências durante a enculturação. Nossos atributos como adultos são determinados tanto por nossos genes quanto por nosso ambiente durante o crescimento e o desenvolvimento.

SEXO E GÊNERO

Na discussão sobre papéis de sexo/gênero e sexualidade humanos surgem questões relacionadas a natureza e criação. Homens e

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Capítulo 7 - Famílias, parentesco e casamento

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FAMÍLIAS, PARENTESCO E CASAMENTO

Famílias

Famílias nucleares e extensivas

Industrialismo e organização familiar

Alterações no parentesco norte-americano

Aplicando a antropologia à cultura popular: famílias televisivas

A família entre os forrageiros

Descendência

Grupos de descendência

Linhagens, clãs e regras de residência

Casamento

Exogamia e incesto

O incesto é uma realidade

Endogamia

Direitos conjugais e o casamento entre pessoas do mesmo sexo

O casamento em diferentes culturas

Dote e preço ou riqueza da noiva

Alianças duradouras

Divórcio

Casamentos plurais

Poliginia

Poliandria

Antropologia hoje: cinco esposas e

55 filhos

Embora ainda seja uma espécie de ideal em nossa cultura, a família nuclear (pais e filhos) responde atualmente por menos de um quarto de todos os lares nos Estados

Unidos. Expressões tradicionais no país, como “amor e casamento”, “casamento e família” e “mamãe e papai”, já não se aplicam à maioria dos lares norte-americanos.

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Capítulo 4 - Linguagem e comunicação

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LÍNGUA E COMUNICAÇÃO

Língua

Comunicação de primatas não humanos

Sistemas de chamamento

Língua de sinais

A origem da língua

Comunicação não verbal

Aplicando a antropologia à cultura popular: Facebook e

Twitter

A estrutura da língua

Sons da fala

Os norte-americanos têm certos estereótipos sobre como falam as pessoas de diversas regiões. Alguns desses estereótipos, difundidos pelos meios de comunicação de massa, são mais generalizados do que outros. A maioria das pessoas acha que sabe imitar o

“sotaque sulista” dos Estados Unidos. Estereotipam a fala de Nova York (a pronúncia de coffee, p. ex.), de Boston (“I pahked the kah in Hahvahd Yahd”) e do Canadá (“oot” para “out”).

Às vezes se pensa que o Meio-Oeste dos Estados Unidos não tem sotaque. Essa crença vem do fato de que os dialetos dessa região não têm muitas variantes linguísticas estigmatizadas – padrões de fala que as pessoas em outras regiões reconhecem e menosprezam, como não pronunciar o ‘r’ e dizer ‘d’ em lugar de ‘th’, como em dem, dese e dere (em vez de them, these e there).

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Capítulo 1 - O que é antropologia?

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O QUE É ANTROPOLOGIA?

Adaptabilidade humana

Adaptação, variação e mudança

Antropologia geral

As forças culturais formam a biologia humana

As subdisciplinas da antropologia

Antropologia cultural

Antropologia arqueológica

“É apenas natureza humana.” “As pessoas são praticamente as mesmas em todo o mundo.” Esse tipo de opinião, que ouvimos em conversas, nos meios de comunicação de massa e em muitas cenas na vida cotidiana, promove a ideia equivocada de que as pessoas de outros países têm os mesmos desejos, sentimentos, valores e aspirações que nós. Essas afirmações proclamam que, como são em essência as mesmas, as pessoas estão ávidas por receber ideias, crenças, valores, instituições, práticas e produtos de uma cultura norte-americana que se dissemina em todas as partes do globo terrestre.

Muitas vezes, esse pressuposto acaba se revelando equivocado.

A antropologia oferece uma visão mais ampla – uma perspectiva comparativa diferenciada e intercultural. A maioria das pessoas pensa que os antropólogos estudam as sociedades não industriais, e eles o fazem.

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