Valdir Cechinel Filho Camile Cecconi Cechinel Zanchett (10)
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9 - Plantas alimentícias não convencionais (PANCs)

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Muitas vezes vistas como pragas ou ervas daninhas, diversas espécies denominadas vulgarmente como “matinhos” podem ser utilizadas na alimentação, agregando valor à culinária de forma sustentável. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos, levando o leitor à valorização dessas plantas muitas vezes ignoradas, mas de alto valor terapêutico e nutricional.

Desde a antiguidade, o homem lança mão das plantas com as mais distintas finalidades, incluindo a alimentícia. As plantas alimentícias não convencionais, mais comumente conhecidas como PANCs, estão ganhando adeptos de forma notável nos últimos anos. Anteriormente mais conhecidas e exploradas pelas comunidades rurais, gerando emprego e renda e contribuindo com a economia regional, atualmente vêm se popularizando não apenas no meio urbano, mas também em casas de culinária, mesmo com a tendência pelos fast foods em função da publicidade e praticidade.1

Cabe destacar algumas vantagens para o uso das PANCs. Além dos altos valores nutritivos e terapêuticos, que serão abordados ao longo do capítulo, inclui-se o baixo impacto na agricultura e na conservação ambiental, a facilidade de cultivo (muitas podem ser cultivadas em casa ou até mesmo em apartamentos), a diversidade alimentar (via saudável de alimentação) e as diferentes possibilidades de preparo na culinária, muitas delas podendo ser consumidas in natura.

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3 - Principais classes de princípios ativos naturais: métodos de obtenção e ações biológicas/farmacológicas

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, serão abordadas as principais classes de princípios ativos encontrados nos fitoterápicos, incluindo especialmente os flavonoides, além de alcaloides e terpenos, abrangendo aspectos gerais, ocorrência, principais métodos de extração, além de exemplos práticos de substâncias marcantes nas áreas farmacêuticas e médicas.

Desde a antiguidade, a biodiversidade, especialmente as floras terrestre e marinha, tem sido de fundamental importância para a saúde da humanidade, produzindo substâncias das mais variadas classes e estruturas, dotadas de potencial terapêutico, seja de forma pura, em misturas ou servindo de inspiração para a síntese de moléculas com maior poder terapêutico. Acredita-se que cerca de 70% de todo o arsenal terapêutico disponível no mercado farmacêutico esteja relacionado, de forma direta ou indireta, com os produtos naturais.1,2

Portanto, é surpreendente quão pródiga é nossa natureza, que fornece substâncias tanto de estruturas simples (p. ex., o resveratrol) quanto de estruturas mais complexas (p. ex., o taxol), algumas inimagináveis pela mente humana, capazes de curar ou minimizar doenças que afligem a humanidade, das mais comuns às mais graves, como o câncer.

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8 - Fitoterapia e nutracêuticos na saúde da mulher e do homem: distúrbios endócrinos

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, serão abordados os principais fitoterápicos e nutracêuticos indicados para a saúde da mulher e do homem no tratamento de infertilidade, libido, síndrome pré-menstrual, climatério e distúrbio da próstata.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde,1 a infertilidade é um distúrbio do sistema reprodutor caracterizado pela incapacidade de um casal obter a gravidez clínica após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares desprotegidas. Estima-se que a infertilidade atinja cerca de 10% das mulheres no mundo.

O número absoluto de casais afetados pela infertilidade aumentou de 42 milhões em 1990 para cerca de 48,5 milhões em 2010, sendo quase metade desses casos devido à infertilidade masculina.2

Diversos fatores podem ser relacionados à infertilidade feminina, sendo os mais comuns os distúrbios ovulatórios, infertilidade tubária, endometriose e infertilidade inex­plicada.3 A idade da mulher também é importante, pois, especialmente a partir dos 30 anos, as chances de engravidar diminuem e os riscos são maiores, principalmente aqueles relacionados ao desenvolvimento de diabetes e hipertensão.4

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7 - Fitoterapia nos ciclos da vida: da gestação à terceira idade

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Muitas são as dúvidas quanto ao uso de plantas medicinais na infância, na gestação e no envelhecimento. Neste capítulo, serão abordadas as principais diferenças fisiológicas dessas fases e o modo de utilização da fitoterapia de forma segura e eficaz em cada uma delas.

O uso de recursos naturais, especialmente de plantas medicinais para prevenção e tratamento em crianças, é frequente e tradicional no Brasil e no mundo, sendo algo cultural, e, principalmente no cuidado primário, é utilizado para tratar distúrbios nas vias respiratórias, para aliviar cólicas ou para tranquilizar as crianças.1

A prática “cuidativa” das mães envolvendo esse recurso baseia-se em saberes repassados de geração a geração, com caráter preventivo e curativo. Em nível internacional, são poucos os estudos investigativos com populações representativas sobre o uso de produtos à base de plantas medicinais em crianças.2

Nos primeiros anos de vida, as crianças são acometidas por doenças corriqueiras, por isso os pais e/ou cuidadores utilizam terapias complementares, em especial a fitoterapia. Essa prática é influenciada por pessoas próximas, familiares ou amigos que já obtiveram resultados positivos e que, de forma empírica, vão repassando esses conhecimentos.3

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10 - Fitoterapia na saúde pública: panorama atual

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

A utilização de plantas medicinais e seus produtos (fitoterápicos) na saúde pública tem aumentado consideravelmente no Brasil nos últimos anos, especialmente pela adoção de políticas públicas, comprovação da eficácia e segurança diante das mais diferentes patologias e maior difusão das informações. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos práticos e cuidados inerentes ao uso desses produtos.

Desde a antiguidade, a biodiversidade, especialmente a de plantas superiores, é utilizada pela humanidade como alternativa para o tratamento de patologias, das mais simples às mais complexas. Muitos medicamentos, alguns utilizados atualmente, provêm daquela época, como a emetina (1817), a colchicina (1820), a quinina (1820), a atropina (1831), a morfina (1832), a efedrina (1887), etc.1

Nos tempos atuais, com a modernização e o aperfeiçoamento dos estudos científicos a partir da implantação de novas e efetivas técnicas experimentais e de equipamentos cada vez mais resolutivos, a biodiversidade continua a ser explorada como potencial fonte de novos agentes terapêuticos. Acredita-se que cerca de 70% de todos os medicamentos disponíveis no mercado farmacêutico mundialmente estão relacionados, direta ou indiretamente, com os produtos naturais, sobretudo plantas terrestres.2-4

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Rildo Pereira Barbosa Paulo Roberto Barsano (74)
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PARA EXERCITAR

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

FIGURA 6.6  �Incentivar a plantar é uma atividade saudável e que ajuda a natureza.

158

Meio Ambiente

Guia Prático e Didático

PARA EXERCITAR

1

Trabalho em grupo. Cada aluno do grupo deve escolher um dos 10 princípios de orientação do Pacto Global e escrever suas conclusões quanto ao princípio escolhido no contexto do desenvolvimento sustentável.

2

Casos de trabalho escravo e infantil são uma realidade em algumas regiões remotas de nosso planeta, infelizmente. Pesquise casos do tipo, inclusive, relacionando os produtos, as atividades e como a situação foi resolvida. É importante lembrar a importância de se boicotar e denunciar empresas e serviços que comprovadamente exerçam essa prática em seus negócios.

3

Pesquise corporações que foram agraciadas com certificados oficiais de responsabilidade social e quais foram as suas contribuições para que conseguissem a certificação. Escreva os principais pontos.

4

A finalidade dos relatórios da GRI é: a) Adotar a coleta seletiva no lixo doméstico. b) Financiar o desenvolvimento da sustentabilidade. c) Declaração Universal dos Direitos Humanos. d) Desenvolver relatórios de sustentabilidade.

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9.5 Destinação de resíduos de saúde

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c) os recipientes sejam constituídos de material lavável, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados e que sejam resistentes ao tombamento; d) os recipientes sejam identificados e sinalizados segundo as normas da ABNT.

32.5.3.1 Os recipientes existentes nas salas de cirurgia e de parto não necessitam de tampa para vedação.

32.5.3.2 Para os recipientes destinados à coleta de material perfurocortante, o limite máximo de enchimento deve estar localizado 5 cm abaixo do bocal.

32.5.3.2.1 O recipiente para acondicionamento dos perfurocortantes deve ser mantido em suporte exclusivo e em altura que permita a visualização da abertura para descarte.

32.5.4 O transporte manual do recipiente de segregação deve ser realizado de forma que não exista o seu contato com outras partes do corpo, sendo vedado o arrasto.

32.5.5 Sempre que o transporte do recipiente de segregação possa comprometer a segurança e a saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios técnicos apropriados, de modo a preservar a sua saúde e integridade física.

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7.1 Introdução

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7.1  Introdução

A gestão ambiental é a ciência que estuda e administra o exercício das atividades econômicas e sociais tendo em vista o uso racional dos recursos naturais, renováveis ou não, de modo a se preservar o meio ambiente saudável para todas as gerações. Essa ciência deve almejar o uso de práticas que garantam a conservação e a preservação da biodiversidade, a reciclagem das matérias-primas e a redução do impacto ambiental das atividades humanas sobre os recursos naturais.

Também fazem parte dos conhecimentos associados à gestão ambiental:

�� técnicas para a recuperação de áreas degradadas (solos improdutivos, por exemplo);

�� técnicas de reflorestamento;

�� métodos para a exploração sustentável de recursos naturais;

�� estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de atividades produtivas;

�� reaproveitamento de resíduos inservíveis (pneus, pilhas e baterias, entulho etc.).

FIGURA 7.1  �A gestão ambiental tem o objetivo de ordenar as atividades humanas para que estas não agridam o meio ambiente. Na foto, observa-se a melhoria das práticas agrícolas, que, além da atividade econômica, preservam o solo e melhoram a qualidade da água.

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PARA EXERCITAR

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

�� Grupo I – materiais compostos de cimento, cal, areia e brita: concreto, argamassa, blocos de concreto.

�� Grupo II – materiais cerâmicos: telhas, manilhas, tijolos, azulejos.

Os resíduos não recicláveis pertencem ao grupo:

�� Grupo III: materiais como solo, gesso, metal, madeira, papel, plástico, matéria orgânica, vidro, isopor etc. Desse grupo, alguns materiais são passíveis de seleção e encaminhamento para outros usos.

Por exemplo, papel, papelão, madeira, vidro e metal podem ser recolhidos para reutilização ou reciclagem.

7.6.2.5  Reciclagem de pilhas e baterias

O descarte inadequado de pilhas e baterias em lixões ou aterros sanitários libera componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d’água e os lençóis freáticos de maneira ampla. Ao serem lançados na natureza, esses resíduos afetam violentamente a flora e a fauna das regiões circunvizinhas com suas substâncias tóxicas, causando graves sequelas no meio ambiente.

Compostagem

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9.3 Classificação de resíduos

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

9.1  Introdução

Resíduos

Sobras ou restos excedentes do processo produtivo ou de consumo que podem ser reutilizados ou reciclados.

Este capítulo aborda a questão do gerenciamento dos resíduos, suas características, destinação e complicações para o meio ambiente de forma geral.

Abrange as principais legislações que regulamentam o tema, como a Norma Regulamentadora (NR) 25, do Ministério do Trabalho, que regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais; a NR-32, que regulamenta a Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde; e, finalmente, a Resolução Conama nº 358, de 29 de abril de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.

FIGURA 9.1  �Aterro sanitário em Barueri, em São Paulo.

9.2  Resíduos industriais

A NR-251 do Ministério do Trabalho regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais, abordando sua definição, uso e destinação final.

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Michael L Cain William D Bowman Sally D Hacker (27)
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Capítulo 17. Mudanças em comunidades

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

17

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 17.1  Agentes de mudança atuam sobre comunidades ao longo de múltiplas escalas temporais e espaciais.

CONCEITO 17.2  Sucessão

é a mudança na composição de espécies ao longo do tempo em resposta a agentes de mudança abióticos e bióticos.

CONCEITO 17.3 

Experimentos mostram que os mecanismos de sucessão são diversos e dependentes do contexto.

CONCEITO 17.4 

Comunidades podem seguir caminhos sucessionais diferentes e apresentar estados alternativos.

Mudanças em comunidades

Um experimento natural de proporções montanhosas: Estudo de Caso

A erupção do Monte Santa Helena foi um momento determinante para ecólogos interessados em catástrofes naturais. O Monte Santa Helena, situado no estado de Washington, é parte da geologicamente ativa Cordilheira Cascade, localizada na região do Noroeste Pacífico, na América do

Norte (Figura 17.1). A montanha de topo coberto por neve tinha uma rica diversidade de comunidades ecológicas. Se você tivesse visitado o Monte

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Capítulo 24. Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

24

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 24.1  A ecologia da paisagem examina padrões espaciais e suas relações com os processos ecológicos.

 CONCEITO 24.2  Perda e fragmentação de hábitat diminuem as áreas de hábitat, isolam populações e alteram condições nas bordas dos hábitats.

 CONCEITO 24.3 

A biodiversidade pode ser mais bem preservada por grandes reservas conectadas através da paisagem e protegidas de áreas de uso humano intenso.

 CONCEITO 24.4  O manejo

de ecossistemas é um processo colaborativo cuja meta principal é a manutenção da integridade ecológica em longo prazo.

Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas

Lobos na paisagem de Yellowstone:

Estudo de Caso

Imagine que você tenha caminhado com calçados de neve até um local estratégico para observar a vida selvagem na parte norte do Parque Nacional de Yellowstone. Você tem seu binóculo apontado para um bando um tanto espalhado de alces que atravessa um campo congelado, afastando a neve com os cascos para alcançar tufos de grama encoberta. De repente, você percebe alguns animais erguendo a cabeça e dirigindo a atenção para o leste. Você olha para a mesma direção e percebe que uma matilha de lobos está se aproximando. O bando de alces se reúne e começa a se mover, fugindo descampado abaixo. Um jovem macho em más condições de saúde fica para trás, separa-se do bando e é cercado por lobos que pulam sobre seus quartos traseiros e pescoço. Ele cai e é rapidamente morto.

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Capítulo 11. Dinâmica de populações

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

11

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 11.1  Padrões

de crescimento populacional abrangem crescimento exponencial, crescimento logístico, flutuações e ciclos regulares.

CONCEITO 11.2 

Dependência da densidade atrasada pode causar flutuações no tamanho das populações.

CONCEITO 11.3  O risco de extinção aumenta muito em populações pequenas.

CONCEITO 11.4  Nas metapopulações, grupos de populações espacialmente isoladas estão conectados pela dispersão.

Dinâmica de populações

Um mar em perigo: Estudo de Caso

Em 1980, a noz-do-mar (Mnemiopsis leidyi) (Figura 11.1) foi introduzida no Mar Negro, provavelmente pelo despejo de água de lastro de navios cargueiros. O momento dessa invasão dificilmente poderia ter sido pior.

Naquela época, o ecossistema do Mar Negro já estava em declínio devido aos elevados aportes de nutrientes como o nitrogênio de esgotos, fertilizantes e efluentes industriais (e, como veremos nas p. 266-267, a sobrepesca também pode ter contribuído para o declínio do ecossistema). O elevado aporte de nutrientes teve efeitos devastadores no norte do Mar Negro, onde as águas são rasas (menos de 200 m de profundidade) e susceptíveis a problemas causados pela eutrofização (um aumento desregulado na proporção de nutrientes de um ecossistema). À medida que foi aumentando a concentração de nutrientes nessas águas rasas, a abundância de fitoplâncton cresceu, a transparência da água reduziu, a concentração de oxigênio caiu e as populações de peixes sofreram mortalidades em massa.

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Capítulo 7. Histórias de vida

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

7

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 7.1  Os padrões

de histórias de vida variam entre espécies e dentro da mesma espécie.

CONCEITO 7.2  Os padrões reprodutivos podem ser classificados ao longo de vários contínuos.

CONCEITO 7.3  Existem compensações (trade-offs) entre as características de histórias de vida.

CONCEITO 7.4  Os organismos enfrentam diferentes pressões seletivas nos diferentes estágios do ciclo de vida.

Histórias de vida

A história do Nemo: Estudo de Caso

As aves, as abelhas e até as pulgas adestradas produzem proles que perpetuam suas espécies. Contudo, além dessa regra básica da vida, a prole produzida pelos diferentes organismos varia enormemente. Uma gramínea produz sementes de poucos milímetros de comprimento, capazes de esperarem enterradas por muitos anos até que as condições para a germinação sejam favoráveis. Uma estrela-do-mar lança centenas de milhares de ovos microscópicos que se desenvolvem ao sabor das correntes oceânicas. Um rinoceronte produz apenas um filhote por gestação, que se desenvolve no útero por 16 a 18 meses e é capaz de caminhar bem vários dias depois do nascimento, mas necessita de mais de um ano de cuidado antes de se tornar totalmente independente (Figura 7.1).

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Capítulo 13. Predação e herbivoria

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

13

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 13.1  A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas.

CONCEITO 13.2 

Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas.

CONCEITO 13.3 

A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro.

CONCEITO 13.4  Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias.

Predação e herbivoria

Os ciclos da lebre-americana:

Estudo de Caso

Em 1899, um comerciante de peles de Ontário, no Canadá, relatou para a Companhia Hudson’s Bay: “Os índios estão trazendo poucas caças.

Eles passaram fome durante toda primavera. Os coelhos estão escassos”

(Winterhalder, 1980). As “caças” referem-se a peles de castores e outros animais com peles de valor comercial, capturados por membros da tribo

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Lincoln Taiz Eduardo Zeiger Ian Max M Ller Angus Murphy (24)
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Capítulo 3 - Água e Células Vegetais

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

3

Água e Células

Vegetais

A

água desempenha um papel fundamental na vida da planta. A fotossíntese exige que as plantas retirem dióxido de carbono da atmosfera e, ao mesmo tempo, as expõe à perda de água e à ameaça de desidratação.

Para impedir a dessecação das folhas, a água deve ser absorvida pelas raízes e transportada ao longo do corpo da planta. Mesmo pequenos desequilíbrios entre a absorção e o transporte de água e a perda desta para a atmosfera podem causar déficits hídricos e o funcionamento ineficiente de inúmeros processos celulares. Portanto, equilibrar a absorção, o transporte e a perda de

água representa um importante desafio para as plantas terrestres.

Uma grande diferença entre células animais e vegetais, e que tem um impacto imenso sobre suas respectivas relações hídricas, é que as células vegetais têm paredes celulares. As paredes celulares permitem às células vegetais desenvolverem enormes pressões hidrostáticas internas, denominadas pressão de turgor. A pressão de turgor é essencial para muitos processos fisiológicos, incluindo expansão celular, abertura estomática, transporte no floema e vários processos de transporte através de membranas. A pressão de turgor também contribui para a rigidez e a estabilidade mecânica de tecidos vegetais não lignificados. Neste capítulo, considera-se de que forma a água se movimenta para dentro e para fora das células vegetais, enfatizando as suas propriedades moleculares e as forças físicas que influenciam seu movimento em nível celular.

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Capítulo 7 - Fotossíntese: Reações Luminosas

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

7

Fotossíntese: Reações

Luminosas

A

vida na Terra depende, em última análise, da energia vinda do sol.

A fotossíntese é o único processo de importância biológica que pode aproveitar essa energia. Uma grande fração dos recursos energéticos do planeta resulta da atividade fotossintética em épocas recentes ou passadas (combustíveis fósseis). Este capítulo introduz os princípios físicos básicos que fundamentam o armazenamento de energia fotossintética, bem como os conhecimentos recentes sobre a estrutura e a função do aparelho fotossintético.

O termo fotossíntese significa, literalmente, “síntese utilizando a luz”.

Como será visto neste capítulo, os organismos fotossintetizantes utilizam a energia solar para sintetizar compostos carbonados complexos. Mais especificamente, a energia luminosa impulsiona a síntese de carboidratos e a liberação de oxigênio a partir de dióxido de carbono e água:

6 CO2

Dióxido de carbono

+

6 H2O

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Capítulo 11 - Translocação no Floema

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

11

Translocação no Floema

A

sobrevivência no ambiente terrestre impôs sérios desafios às plantas, principalmente quanto à necessidade de obter e de reter a água.

Em resposta a essas pressões ambientais, as plantas desenvolveram raízes e folhas. As raízes fixam as plantas e absorvem água e nutrientes; as folhas absorvem luz e realizam as trocas gasosas. À medida que as plantas crescem, as raízes e as folhas tornam-se gradativamente separadas no espaço. Assim, os sistemas evoluíram de forma a permitir o transporte de longa distância e a tornar eficiente a troca dos produtos da absorção e da assimilação entre a parte aérea e as raízes.

Os Capítulos 4 e 6 mostraram que, no xilema, ocorre o transporte de

água e sais minerais desde o sistema de raízes até as partes aéreas das plantas. No floema, dá-se o transporte dos produtos da fotossíntese – particularmente os açúcares – das folhas maduras para as áreas de crescimento e armazenamento, incluindo as raízes.

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Capítulo 24 - Estresse Abiótico

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

24

Estresse Abiótico

A

s plantas crescem e se reproduzem em ambientes adversos, que contêm uma multiplicidade de fatores abióticos (não vivos) químicos e físicos, que variam conforme o tempo e a localização geográfica. Os parâmetros ambientais abióticos primários que afetam o crescimento vegetal são luz (intensidade, qualidade e duração), água (disponibilidade no solo e umidade), dióxido de carbono, oxigênio, conteúdo e disponibilidade de nutrientes no solo, temperatura e toxinas (i.e., metais pesados e salinidade). As flutuações desses fatores ambientais fora de seus limites normais em geral têm consequências bioquímicas e fisiológicas negativas para as plantas. Por serem sésseis, as plantas são incapazes de evitar o estresse abiótico simplesmente pelo deslocamento para um ambiente mais favorável. Como alternativa, elas desenvolveram a capacidade de compensar as condições estressantes, mediante alteração dos processos fisiológicos e de desenvolvimento para manter o crescimento e a reprodução.

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Capítulo 2 - Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

2

Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

O

fenótipo de uma planta é o resultado de três fatores principais: seu genótipo (todos os genes, ou alelos, que determinam as caracterí caracte sticas da planta), o padrão de modificações epigenéticas de seu

DNA (grupos químicos ligados a algumas das bases nitrogenadas do DNA

(gru

(g que afetam a atividade gênica) e o ambiente em que vive. No Capítuaf lo o 1,

1 foram revisados a estrutura fundamental e a função do DNA, seu se empacotamento dentro de cromossomos e as duas fases principais da expressão gênica: transcrição e tradução. Neste capítulo,

é discutido como a composição do genoma, além de seus genes, influencia a fisiologia e a evolução do organismo. Primeiro, são examinados a estrutura e a organização do genoma nuclear e os elementos extragene que ele contém. Em seguida, volta-se para os genomas citoplasmáticos que estão contidos dentro das mitocôndrias e dos plastídios. Também se discute sobre a maquinaria celular necessária para transcrever e traduzir os genes em proteínas funcionais, e é visto como a expressão gênica é regulada p tanto tan transcricional como pós-transcricionalmente. Por fim, são introduzidas algumas das ferramentas utilizadas para estudar a função tro odu gênica, com uma discussão sobre o uso da engenharia genética gênica a, concluindo c na pesquisa pesq qui e na agricultura.

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