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Medium 9788536510903

Agora é com você!

Sérgio Tomaz Natale Editora Saraiva PDF Criptografado

Agora é com você!

1) O que significa hematopoiese?

2) Por que pessoas eram contaminadas, principalmente pelo elemento à base de rádio, e, mais tarde, manifestavam necrose óssea e câncer?

3) Qual dos órgãos tem característica de manifestar catarata após receber doses de radiação ionizante?

4) Qual órgão é responsável pela absorção da maior parte da água utilizada durante o processo de digestão?

5) Qual é o órgão que, após doses únicas de 500 a 600 r, chega à esterilidade permanente?

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Proteção Radiológica e Dosimetria

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Medium 9788595150089

18. DEPRESSÃO SUBSINDRÔMICA

Ivan Aprahamian, Marina Maria Biella, Joaquim Cerejeira, Tânia Corrêa de Toledo Ferraz Alves Grupo Gen PDF Criptografado

DEPRESSÃO

SUBSINDRÔMICA

18

Marina Maria Biella / Ivan Aprahamian / Marcus Kiiti Borges

INTRODUÇÃO

Termos como “subclínico”, “sublimiar” e “subsindrômico” são amplamente utilizados na medicina para denominar os indivíduos que estão no processo inicial de uma doença ou que perfazem alguns dos critérios diagnósticos de determinada doença, sem completá-los naquele momento. Essa fase, pode ser chamada também de prodrômica, e antecede o processo da doença estabelecida. Tal reconhecimento permite não só identificar populações de alto risco, como também realizar intervenções preventivas ou até mesmo curativas. Entretanto, quando se trata da denominada depressão subsindrômica (DSS), a psiquiatria diverge quanto às definições e às classificações aplicadas ao termo. De fato, a atual nosologia psiquiátrica, em parte, é responsável por essa pluralidade, considerando-se que os sistemas de classificação em psiquiatria são fortemente baseados em descrições subjetivas dos sintomas e na análise do fenômeno.

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Medium 9788527731300

PARTE 13: 137 - Tromboembolectomia, Artéria Mesentérica Superior

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

137

Tromboembolectomia, Artéria

Mesentérica Superior

INDICAÇÕES Pode haver desenvolvimento de isquemia mesentérica aguda por cima de isquemia mesentérica crônica, devido a uma lesão aterosclerótica subjacente; entretanto, pode também ocorrer de novo, em consequência de um evento embólico. Nos casos típicos, isso resulta de disfunção cardíaca, incluindo infarto agudo do miocárdio, aneurisma cardíaco e disritmia. A apresentação habitual é de “dor desproporcional aos achados físicos”, em que o paciente queixa-se da pior dor abdominal que jamais teve; entretanto, o exame físico revela um abdome macio, sem áreas de hipersensibilidade. A isquemia mesentérica aguda é uma emergência cirúrgica, em que o tempo é fundamental para evitar a ocorrência de necrose intestinal em toda a espessura e até mesmo morte.

PREPARO PRÉ-OPERATÓRIO  Com frequência, o diagnóstico é estabelecido na angiotomografia (ATC), na qual se observa a ausência de contraste em um ou mais dos vasos mesentéricos. A artéria mesentérica superior é mais comumente afetada, e, com frequência, o trombo aloja-se no local do primeiro ramo. As artérias devem ser examinadas à procura de qualquer sinal de aterosclerose, e deve-se examinar o intestino à procura de qualquer espessamento, indicando isquemia precoce ou evidência de necrose em toda a espessura. Tão logo seja estabelecido o diagnóstico, deve-se administrar heparina intravenosa em bólus, e deve-se tomar as providências para transferir o paciente para o centro cirúrgico. Enquanto isso, o paciente deve ser hidratado, devem-se administrar antibióticos profiláticos, e deve-se efetuar um monitoramento hemodinâmico.

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Medium 9788577260126

Capítulo 5 Potenciais de ação

David Landowne Grupo A PDF Criptografado

Potenciais de ação

5

OBJETIVOS

Descrever a ativação dos potenciais de ação.

Explicar a propagação dos potenciais de ação.

Descrever as correntes da membrana subjacentes aos potenciais de ação.

Descrever a atividade dos canais que produzem os potenciais de ação.

Explicar o fundamento da membrana com relação ao limiar do potencial de ação e do período refratário.

Explicar as ações do cálcio, anestésicos locais e neurotoxinas nos potenciais de ação.

Descrever a relação entre a atividade do canal e a contração do músculo cardíaco.

Descrever o fundamento da membrana com relação aos marca-passos cardíacos intrínsecos.

Descrever os efeitos da acetilcolina e NE nos potenciais de ação cardíacos.

O PAPEL DOS CANAIS DE SÓDIO SENSÍVEIS À VOLTAGEM

Os potenciais de ação constituem alterações no potencial de membrana que se propagam ao longo da superfície das células excitáveis. São mais conhecidos nas células nervosas e musculares, mas também ocorrem em algumas outras células, como as células-ovo associadas à fertilização e as células das plantas. Diferentemente de algumas outras alterações no potencial de membrana, os potenciais de ação caracterizam-se como sendo “tudo-ou-nada”; possuem um limiar para excitação e uma duração estereotipada.

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Medium 9788536327655

Capítulo 180 - Problemas nas unhas

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 180

PROBLEMAS NAS UNHAS

Rafaela Aprato Menezes

Aspectos-chave

O organismo mais frequentemente associado com paroníquia aguda é o Staphylococcus aureus.

A psoríase de unhas pode apresentar aspecto muito semelhante à paroníquia crônica.

A extração da unha encravada deve ser evitada, pois quando ela voltar a crescer terá uma grande probabilidade de encravar novamente.

Caso clínico

Elizabeth, 57 anos, vai à consulta para acompanhamento da diabetes melito, na sua Unidade Básica de Saúde. Faz consultas frequentes, mas não está apresentando um bom controle da doença. Refere que não segue a dieta conforme orientada e mantem-se sedentária, apesar do uso regular dos medicamentos. No exame clínico, ao avaliar as pernas e braços, seu médico encontra alterações nas unhas de ambas as mãos. Elas apresentam inflamação das pregas ungueais proximais, com discreto edema, sem secreção purulenta ou calor local. Não apresenta espessamento ungueal. Quando questionada sobre o tempo de evolução deste problema, a senhora Elizabeth refere que há muitos meses percebeu esta alteração e que no início do quadro teve um pouco de dor, mas que agora não apresenta desconforto no local. Ela atualmente trabalha em serviços gerais e diz que, em dias em que tem muito contato com produtos de limpeza e água, as lesões nos dedos e unhas pioram. Já tentou tratamentos anteriores, sem melhora duradoura.

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