Zukerman Eliova El At (19)
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10. Protocolo de acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH)

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Protocolo de acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH)

Ana Cláudia Ferraz de Almeida

Antonio Capone Neto

Fernando Morgadinho Santos Coelho

Paulo Hélio Monzillo

Gisele Sampaio Silva

Introdução

A hemorragia intracerebral espontânea ou acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH) é definida como um sangramento espontâneo resultante da ruptura de pequenas artérias cerebrais penetrantes em diferentes localizações. De todos os acidentes vasculares cerebrais, 10 a 15% correspondem ao AVCH, representando, nos Estados Unidos da América, cerca de 50 mil novos casos por ano. A mortalidade dessa doença é de cerca de 35 a 56% ao final de 30 dias e somente 20% dos sobreviventes estarão independentes em 6 meses. Nesses pacientes, o volume do hematoma intracerebral é um importante preditor de morbidade e mortalidade.

Hematomas com volume maior que 30 cm3 se associam com prognósticos desfavoráveis e aqueles com volume maior que 60 cm3 geralmente são fatais. Sabe-se que em até 1/3 dos casos, os hematomas podem aumentar seu volume após o evento inicial, especialmente nas primeiras 3 a 6 horas, ocasionando deterioração neurológica progressiva.

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11. Protocolo de ataque isquêmico transitório

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Protocolo de ataque isquêmico transitório

Fernando Morgadinho Santos Coelho

Sílvia de Barros Ferraz

Pedro Paulo Porto Junior

Gisele Sampaio Silva

Introdução

O ataque isquêmico transitório (AIT) é definido como um episódio transitório de disfunção neurológica causado por isquemia focal do encéfalo, medula espinhal ou retina na ausência de infarto agudo. No passado, AIT foi definido arbitrariamente como qualquer evento isquêmico focal com duração inferior a 24 horas. Recentemente, diversos estudos demonstraram que essa definição não é ideal, uma vez que 30 a 50% dos pacientes classicamente definidos como tendo um AIT apresentam lesão isquêmica intracraniana detectada pela sequência de difusão da ressonância magnética (RM). Estudos demonstram que há um risco superior a 10% de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo no período de 90 dias após um AIT. O risco é particularmente elevado nos primeiros dias após o evento, sendo que até 1/4 dos AVCIs ocorrem nos primeiros dois dias após o AIT. A incidência de AIT é maior no território carotídeo, com uma taxa anual estimada de 110 por 100 mil quando comparada com uma taxa de 30 por 100 mil no território vértebro-basilar. A determinação da presença de fatores de risco para AVC e a introdução de tratamento apropriado nesses pacientes reduzem o risco de morte e

105

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12. Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Marcelino de Souza Durão Júnior

Antonio Capone Neto

Ruy Guilherme Rodrigues Cal

Alexandre Rodrigues Marra

Ana Cláudia Ferraz de Almeida

Este capítulo aborda os principais protocolos clínicos de suporte para o tratamento do paciente neurológico.

Nomograma de Heparina para pacientes neurológicos

Doses fixas de heparina podem levar a estados de coagulação variáveis; dependendo do paciente, vários fatores estão envolvidos nesta terapia que intervêm na meia-vida da droga. Clinicamente, esses fatores dificultam o objetivo terapêutico atingindo níveis inferiores ou superiores de anticoagulação.

O risco de sangramentos é controverso, estudos não demonstraram que o risco de sangramento ocorre com maior frequência, porém pacientes com subdose apresentam eventos embólicos recorrentes. Portanto, um método para controle fidedigno da anticoagulação, evitando doses não terapêuticas oferece benefícios para a prática da terapia endovenosa de heparina.

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13. Avaliação pelo fisiatra do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Avaliação pelo fisiatra do paciente com AVC

Rebeca Boltes Cecatto

Sonia Teresa Akopian

Cícero José Nunes Vaz

Cristiane Isabela de Almeida

Introdução

Estima-se que 10% dos pacientes que sobrevivem a uma lesão potencialmente incapacitante não apresentam sequela, 40% são levemente incapacitados, 40% apresentam incapacidade moderada e 10% são gravemente incapacitados, necessitando de cuidados permanentes no longo prazo.

A reabilitação de pacientes portadores de lesões encefálicas adquiridas é um processo que visa à recuperação precoce dos déficits, à reintegração na vida em comunidade com o melhor resultado funcional possível e à qualidade de vida de pacientes e familiares. A reabilitação deve ser realizada por uma equipe interdisciplinar experiente e especializada.

Estudos demonstram que as unidades de tratamento especializado em reabilitação podem promover um retorno funcional mais rápido e maior do que os serviços não especializados. Operacionalmente, envolve um amplo aparato médico, educacional, social e de intervenções vocacionais.

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14. A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Renata Matulja Soneghet

Cristiane Isabela de Almeida

Fisioterapia

A atuação fisioterapêutica aos pacientes pós-AVC inicia-se no momento de sua admissão na UTI e estende-se até o momento final de sua reabilitação. Estudos mostram que 70 a 80% do tempo destinado à reabilitação é utilizado pela fisioterapia.

Existem evidências de que a reabilitação precoce e com profissionais especializados favorece o retorno funcional. Sob essa perspectiva funcional, o modelo atual da OMS-CIF (Organização Mundial da Saúde

– Classificação Internacional de Funcionalidade) enfatiza e valoriza o que o paciente pode realizar, e não mais a que o paciente está incapacitado. A intervenção terapêutica, a partir desse modelo, é direcionada para capacitar ou otimizar as funções ao paciente. A OMS define função, de maneira geral, como o bom funcionamento do corpo em atividades dentro do ambiente necessário para conviver em sociedade. O aspecto mais relevante, nesse modelo, é que a deficiência (alterações nas funções e estruturas do corpo) deve ser analisada em conjunto com as categorias de atividade e participação. A atividade é definida como a execução da

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Zatsiorsky Vladimir M (2)
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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Zaitz Clarisse (44)
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Medium 9788527716109

10 Imunologia das Micoses

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

10

Imunologia das Micoses

Eva Burger

AĕėĊĘĊēęĆİģĔ

Em uma definição imunológica, micoses são condições nas quais os fungos ultrapassam as barreiras de resistência de animais e estabelecem infecções, compreendendo doenças com manifestações clínicas bastante variadas.

Neste capítulo, abordaremos os mecanismos de resistência de hospedeiros para controlar infecções ou doenças causadas por fungos, levando em conta que a evolução de uma doença é o resultado dos mecanismos patogênicos do fungo e dos de resistência do hospedeiro, levando ao controle da infecção ou à sua progressão, dependendo do equilíbrio que se estabelece em cada situação.

IēęėĔĉĚİģĔ

Os agentes etiológicos de micoses são organismos eucarióticos que não segregam em um grupo taxonômico, mas sim estão espalhados pelo Reino Micota, o qual compreende um número de espécies que estão associadas a

10-Clarisse.indd 108

um amplo espectro de doenças em humanos e animais, incluindo manifestações alérgicas, autoimunes e infecções que ameaçam a vida.

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11 Micologia Médica Molecular: Impacto na Epidemiologia Eecologia dos Fungos

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

11

Micologia Médica Molecular:

Impacto na Epidemiologia e

Ecologia dos Fungos

Eduardo Bagagli • Sílvio Alencar Marques

IēęėĔĉĚİģĔ

A micologia médica, semelhantemente a outras áreas da biologia e da medicina, vem se beneficiando enormemente dos avanços da biologia molecular. Uma compreensão muito mais clara sobre o grupo dos fungos está emergindo, com esclarecimentos de suas origens evolutivas, relações filogenéticas, conceitos de espécies, organização dos genomas, manipulação de genes de interesse e desenvolvimento de novos alvos terapêuticos, com importantes repercussões e/ou consequências na atuação clínica.

A constatação de que os fungos representam um grande reino de organismos, filogeneticamente mais próximos dos animais que dos vegetais, longe de ser uma mera curiosidade acadêmica, forneceu as bases biológicas para um correto entendimento da grande dificuldade de tratamento das infecções sistêmicas. A razão fundamental de existirem poucas drogas, e muitas delas serem tóxicas ao hospedeiro humano, se deve exatamente

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12 Micoses: Classificação Clínica

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12

Micoses: Classif icação Clínica

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

São encontradas na literatura diversas formas de classificação clínica das micoses, agrupando-as de acordo com a localização da infecção, estado imunológico do hospedeiro, gênero dos fungos envolvidos, entre outras.1

A classificação clínica proposta por Odds e cols. em 1992,2 baseada na recomendação da Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM), é apropriada, por englobar as infecções ocasionadas por fungos, actinomicetos e algas.

Classificação das micoses (Odds e cols.)

I. Micoses superficiais

II. Micoses profundas

III. AcƟnomicoses e nocardioses

IV. Prototecoses e infecções por Chlorella spp.

V. Infecções oportunistas

VI. Doenças respiratórias por fungos e acƟnomicetos

VII. MiceƟsmo

VIII. Micotoxicoses

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Neste Compêndio, propomos uma classificação bastante didática, que é baseada na classificação recomendada pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal

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13 Micotoxicoses Humanas e Micetismos

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13

Micotoxicoses Humanas e Micetismos

Benedito Corrêa

MĎĈĔęĔĝĎēĆĘ Ċ ĒĎĈĔęĔĝĎĈĔĘĊĘ

Introdução

Micotoxina é palavra originária da língua grega que se compõe dos termos mikes (fungos) e toxikon (toxina ou veneno). Constitui, portanto, metabólito secundário, tóxico, produzido por fungo filamentoso (bolor), por cuja ingestão, contato ou inalação se contraem doenças ou mesmo se chega à morte. São produzidas por fungos passíveis de contaminar alimentos de origem vegetal, tais como grãos de cereais, por exemplo, desde o cultivo, passando pela colheita, pelo transporte, até o armazenamento, lembrando que devem ser satisfeitas as condições ideais de umidade e de temperatura ambientes para a proliferação desses fungos.

Estima-se a existência de 100.000 espécies fúngicas; considera-se que, dessas, somente 250 sejam capazes de produzir micotoxinas. Em geral, são fungos ubiquitários, e as doenças por eles produzidas são observadas

13-Clarisse.indd 141

em todas as partes do mundo. De tal informação, pode-se inferir a presença de diversos fatores responsáveis pela presença de micotoxinas, destacando-se os fatores climáticos, as técnicas agrícolas regionais e as práticas de armazenagem; essas últimas são as mais importantes. No Brasil, as micotoxinas mais detectadas em alimentos são as af latoxinas, as fumonisinas, a zearalenona, as ocratoxinas e o deoxinivalenol.

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14 Micoses em Imunodeprimidos

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

14

Micoses em Imunodeprimidos

Sinésio Talhari • Carolina Chrusciak Cortez Talhari

IēęėĔĉĚİģĔ

MĎĈĔĘĊĘ ĘĚĕĊėċĎĈĎĆĎĘ

No homem, as principais causas de imunodepressão são a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), as doenças linfoproliferativas (linfomas, leucemias), corticoterapia, tratamentos com drogas citostáticas, diabetes, cânceres sólidos, alcoolismo, desnutrição, uso de drogas endovenosas e outras.

Neste capítulo, serão abordados os aspectos relacionados às micoses superficiais e profundas em doentes HIV-positivos, evoluindo para AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida) ou que já definiram critérios para serem classificados como portadores de

AIDS.

De acordo com o CDC (Centers for Diseases

Control and Prevention, dos Estados Unidos), são condições definidoras de AIDS: presença de contagem de linfócitos T-CD4-positivos inferior a 200 células/mm3 ou porcentagem do número total de células T-CD4-positivas inferior a 14 ou condição definidora de

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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Medium 9788520433188

1. Aleitamento materno

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

1

2

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2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

1

7

8

ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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3. Esquema alimentar no primeiro ano de vida

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Esquema alimentar no primeiro ano de vida

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Introdução

Se a criança estiver em aleitamento materno ou usando fórmula infantil, a introdução de sucos e papa salgada deverá ser feita no sexto mês. Caso a criança seja alimentada com leite de vaca, a introdução da alimentação complementar será feita a partir do segundo mês.

Se o bebê for alimentado com leite materno ou fórmula infantil…

Por que agora meu filho precisa de outros ­alimentos e não só do leite materno ou da fórmula infantil?

Quando seu bebê atinge o sexto mês de vida, o processo de crescimento se acelera e ele precisa comer outros alimentos, porque o leite materno ou a fórmula infantil já não dão mais conta de alimentá-lo adequadamente. Porém, o leite materno ou a fórmula não devem ser trocados por essas novas refeições. Se o bebê estiver em aleitamento materno, o ideal é mantê-lo até os dois anos.

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4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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5. Dúvidas frequentes

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CAPÍTULO 5

Dúvidas frequentes

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Andréa Gislene do Nascimento

Existe algum alimento que ainda está proibido para o meu bebê?

Sim. Nos primeiros anos de vida, é importante evitar:

• irritantes gástricos: chá (mate e preto) e café, refrigerante;

• frituras e alimentos muito gordurosos;

• leite de vaca e derivados (especialmente no primeiro ano de vida, exceto pela falta de opção em virtude da condição socioeconômica), queijo tipo “petit suisse” e outros derivados com muito açúcar e/ou corantes artificiais;

• alimentos salgados: enlatados, embutidos, condimentados, apimentados, salgadinhos, queijos, macarrão instantâneo, água de coco, temperos prontos e outros com muito sal;

• alimentos ricos em fibras: farinhas integrais, farelo de trigo e cereais integrais;

• açúcar, doces, chocolate, balas, mel, biscoitos recheados, sorvetes, goma de mascar;

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Wolf Heidegger (12)
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Índice de Epônimos

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Índice de Epônimos

444

Índice de Epônimos

Índice Alfabético de Epônimos Comumente Usados

Epônimos são termos compostos por nomes de pessoas que, normalmente, primeiro descreveram as estruturas em questão. Freqüentemente, os epônimos são utilizados na linguagem clínica e, geralmente, são preferidos em relação aos termos anatômicos. Por essa razão, os nomes usados nos epônimos mais comuns foram colocados, no decorrer

Epônimo em Inglês

deste atlas, entre parênteses, após os termos anatômicos. São descritos, a seguir, os epônimos e os termos anatômicos correspondentes, além de serem listados também alguns dados biográficos das pessoas mencionadas nos epônimos. Apenas são considerados os epônimos citados com grande freqüência na literatura.

Termo Anatômico

Nome e Dados Relacionados

ACHILLES (AQUILES), Tendão de

Tendão do calcâneo

Denominado por causa de Aquiles (homem legendário grego, herói da

Ilíada de Homero). Ele foi morto por Páris que atingiu seu calcanhar, o único ponto vulnerável de seu corpo.

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Medium 9788527711395

Órgão Vestibulococlear

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

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Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Órgãos Visuais e

Cavidade da Órbita

396

Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita a

Supercílio

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Pálpebra superior

(Parte supratarsal) –

(Parte tarsal) –

(Rafe palpebral lateral)

Comissura medial das pálpebras

Ângulo medial do olho

Rima das pálpebras

Cílios

Prega palpebronasal

Pálpebra inferior

b

Supercílio

Pálpebra superior

– (Parte supratarsal)

– (Parte tarsal)

(Sulco palpebral superior)

Túnica conjuntiva do bulbo

Papila lacrimal (superior)

Ponto lacrimal

Cílios

Comissura medial das pálpebras

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Ângulo medial do olho

Pálpebra inferior

Prega semilunar da conjuntiva

Limbo anterior da pálpebra

Papila lacrimal (inferior)

Limbo posterior da pálpebra

Pupila

c

Limbo anterior da pálpebra

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Anatomia Geral

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Anatomia Geral

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6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 2

6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 3

6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

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Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

290

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos a

M. levantador do ânus

M. puborretal –

M. pubococcígeo –

M. iliococcígeo –

Sínfise púbica

Hiato urogenital

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

Canal obturatório

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Ílio

Linha arqueada

Espinha isquiática

(Forame infrapiriforme)

M. isquiococcígeo

M. piriforme

Ílio

Linha arqueada

Promontório

Sacro

Base do sacro

Vértebra lombar V

b

Promontório

Sacro

Vértebra sacral II

Ílio

Linha arqueada

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Canal obturatório

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

M. piriforme

Espinha isquiática

M. isquiococcígeo

M. levantador do ânus

– M. iliococcígeo

– M. pubococcígeo

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