Wolf Heidegger (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527711395

Membro Inferior

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Membro Inferior

b1-183-202_portugisisch.indd 183

6/29/12 10:10:28 AM

184

Membro Inferior

Vértebras lombares IV e V

Osso do quadril

Articulação sacroilíaca

Sacro

Cóccix

Articulação do quadril

Sínfise púbica

Fêmur

Patela

Articulação do joelho

Articulação tibiofibular

Tíbia

Fíbula

Articulação talocrural

Ossos tarsais

Ossos metatarsais

Articulações do pé

Ossos dos dedos do pé

184 Membro inferior (20%)

Vista ventral

b1-183-202_portugisisch.indd 184

6/29/12 10:10:32 AM

185

Membro Inferior

Vértebras lombares IV e V

Articulação sacroilíaca

Sacro

Articulação do quadril

Cóccix

Sínfise púbica

Fêmur

Articulação do joelho

Articulação tibiofibular

Tíbia

Fíbula

Ossos dos dedos do pé

Articulação talocrural

Osso metatarsal V

Ossos tarsais

Articulações do pé

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Órgão Vestibulococlear

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Índice de Epônimos

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Índice de Epônimos

444

Índice de Epônimos

Índice Alfabético de Epônimos Comumente Usados

Epônimos são termos compostos por nomes de pessoas que, normalmente, primeiro descreveram as estruturas em questão. Freqüentemente, os epônimos são utilizados na linguagem clínica e, geralmente, são preferidos em relação aos termos anatômicos. Por essa razão, os nomes usados nos epônimos mais comuns foram colocados, no decorrer

Epônimo em Inglês

deste atlas, entre parênteses, após os termos anatômicos. São descritos, a seguir, os epônimos e os termos anatômicos correspondentes, além de serem listados também alguns dados biográficos das pessoas mencionadas nos epônimos. Apenas são considerados os epônimos citados com grande freqüência na literatura.

Termo Anatômico

Nome e Dados Relacionados

ACHILLES (AQUILES), Tendão de

Tendão do calcâneo

Denominado por causa de Aquiles (homem legendário grego, herói da

Ilíada de Homero). Ele foi morto por Páris que atingiu seu calcanhar, o único ponto vulnerável de seu corpo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

290

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos a

M. levantador do ânus

M. puborretal –

M. pubococcígeo –

M. iliococcígeo –

Sínfise púbica

Hiato urogenital

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

Canal obturatório

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Ílio

Linha arqueada

Espinha isquiática

(Forame infrapiriforme)

M. isquiococcígeo

M. piriforme

Ílio

Linha arqueada

Promontório

Sacro

Base do sacro

Vértebra lombar V

b

Promontório

Sacro

Vértebra sacral II

Ílio

Linha arqueada

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Canal obturatório

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

M. piriforme

Espinha isquiática

M. isquiococcígeo

M. levantador do ânus

– M. iliococcígeo

– M. pubococcígeo

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Membro Superior

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Membro Superior

b1-085-133_portugisisch.indd 85

6/29/12 9:56:28 AM

86

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação esternoclavicular

Clavícula

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

Costelas

Esterno

Úmero

Vértebras lombares

I e II

Articulação do cotovelo

– Articulação umeroulnar

– Articulação umerorradial

– Articulação radiulnar proximal

Rádio

Ulna

­ rticulação

A radiulnar distal

Ossos carpais

Articulação radiocarpal

Articulações carpometacarpais

Ossos metacarpais

Articulações metacarpofalângicas

Falanges

Articulações interfalângicas

86 Membro superior e tórax (25%)

Vista ventral

b1-085-133_portugisisch.indd 86

6/29/12 9:56:32 AM

87

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Wilton C Levine (41)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527718998

40 Questões Éticas e Relacionadas com o Fim da Vida

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

40

Questões Éticas e Relacionadas com o Fim da Vida

Sheri Berg e Rae M. Allain

Este capítulo explora questões éticas com as quais o anestesiologista se depara com frequência. Costumes, leis, convicções éticas e práticas religiosas variam nas diferentes culturas e sociedades. O capítulo descreve a prática corrente no Massachusetts General Hospital em Boston, Massachusetts.

I. DECISÕES RELATIVAS AO TRATAMENTO

A. A autonomia do paciente (i. e., o respeito pelas preferências do in­di­ví­duo) é um princípio éti-

co norteador valorizadíssimo na medicina norte-americana. Pacientes adultos competentes podem aceitar ou recusar tratamentos médicos. Quando há dúvidas sobre sua competência, o paciente deve ser avaliado por um psiquiatra, que verifica se ele é capaz de tomar decisões. Para isso, é necessária a faculdade de receber e compreender as informações médicas, discernir as várias opções apresentadas e escolher uma conduta com base nas informações oferecidas e nos próprios valores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718998

20 Anestesia para Cirurgia Abdominal

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

20

Anestesia para Cirurgia Abdominal

Emily A. Singer e John J. A. Marota

I. CONSIDERAÇÕES PRÉ-ANESTÉSICAS

Os pacientes candidatos a cirurgia abdominal devem ser submetidos a anam­ne­se e exame físico completos, conforme a descrição no Capítulo 1. Também é preciso analisar os seguintes pontos:

A. Avaliação Pré-operatória do Estado de Hidratação. A afecção cirúrgica pode perturbar gravemente a homeostase de volume, produzindo hipovolemia e anemia. As principais causas de déficit de líquidos são aporte inadequado, sequestro de água e eletrólitos nas estruturas abdominais e perda de líquidos.

1. Mecanismos de perda de líquido a. A ingestão pode ter sido diminuí­da ou interrompida por perío­dos va­riá­veis antes da in-

tervenção. O Quadro 1.1, no Capítulo 1, apresenta a revisão das diretrizes de jejum.

A obstrução gastrintestinal impede a ingestão adequada. A anorexia em doentes crônicos pode reduzir a ingestão por um longo perío­do. b. O vômito ou a drenagem gástrica podem ocasionar perdas significativas de líquido, sobretudo em pacientes com obstrução intestinal. É preciso avaliar a quantidade, a qualidade (presença de sangue), a duração e a frequência dos vômitos. c. Pode haver sequestro de líquido para o lúmen intestinal, no íleo adinâmico, ou para o interstício, na peritonite. d. A hemorragia gastrintestinal pode ser causada por úlceras, neo­pla­sias, varizes esofágicas, divertículos, angiodisplasia e hemorroidas. Todos podem provocar anemia normovolêmica ou hipovolêmica; a hemoconcentração acarreta falsa elevação do hematócrito. e. A diarreia decorrente de doen­ça intestinal, infecção ou preparo intestinal com catárticos causa acen­tuada perda de líquido extracelular. f. A febre aumenta as perdas insensíveis de líquido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718998

12 Bloqueio Neuromuscular

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

12

Bloqueio Neuromuscular

Oleg V. Evgenov e Peter F. Dunn

O principal efeito farmacológico dos bloqueadores neuro­muscula­res (BNM) é interromper a trans­ missão sináptica de sinais na junção neuro­muscular (JNM) mediante interação com o receptor nicotínico da acetilcolina (AChR).

I. JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

A. A JNM (Figura 12.1) é uma sinapse quí­mica localizada no sistema nervoso periférico. É constituí­ da pela terminação pré-sináptica neuronal, na qual a acetilcolina (ACh) é armazenada em organe­ las especializadas conhecidas como ve­sículas sinápticas, e pela célula ­muscular pós-sináptica

(placa terminal motora), que tem alta densidade de AChR (até 10.000/µm2 na sinapse).

Axônio do nervo

Bainha de mielina

Vesículas com ACh

Mitocôndrias

Fenda sináptica

Zona ativa

Membrana muscular

ACh esterase

Receptores de ACh

Mitocôndrias

Miofibrilas

FIGURA 12.1 A junção neuro­muscular.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718998

1 Avaliação do Paciente Antes da Anestesia

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

ParTE I: avaliação do paciente antes da anestesia

1

Avaliação do Paciente Antes da Anestesia

Alla Tauber e Mary Kraft

I. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Os objetivos da avaliação pré-anestésica são o estabelecimento da relação médico-paciente, a

familiarização com a afecção cirúrgica e os distúrbios clínicos coexistentes, a elaboração da estratégia de gestão dos cuidados anestésicos perioperatórios e a obtenção do consentimento livre e esclarecido para o plano de anestesia. O anestesiologista emite o parecer detalhado por escrito no prontuário do paciente e conclui apresentando as opções anestésicas e os riscos e benefícios associados a elas. As metas gerais da avaliação pré-operatória são reduzir a morbidade e a mortalidade perioperatórias e aliviar a ansiedade do paciente.

II. ANAMNESE

A análise do prontuário seguida por entrevista do paciente permite obter informações relevantes. O prévio conhecimento da história do paciente ao iniciar a entrevista tranquiliza o paciente ansioso. Quando o prontuário não está disponível, pode-se complementar a história relatada pelo paciente com a discussão direta com outros médicos que o assistam. Ainda que a idade do paciente e a Classificação do Estado Físico da American Society of Anesthesiologists (ASA) sejam preditores mais precisos de resultados adversos, o conhecimento das atividades cotidianas do paciente, entre elas o nível máximo de atividade, ajuda a prever o desfecho geral no período perioperatório.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718998

Apêndice A: Informações Farmacológicas Complementares

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

A

a p ê n d ic e

Informações Farmacológicas

Complementares

Bishr Haydar

ABCIXIMABE (REOPRO)

Indicações

Evita a formação de trombos após intervenção coronariana percutâ­nea (ICP).

Dosagem

Administração de bolo (0,25 mg/kg) 10 a 60 min antes da ICP, seguido por

Efeito

Depuração

Comentários

infusão IV de 10 µg/min.

Inibe a glicoproteí­na IIB/IIIA; evita a adesão e a agregação plaquetária.

Rápida diminuição da concentração decorrente da ligação às plaquetas; pos­ sibilidade de transferência do medicamento plaqueta a plaqueta. Em geral, há recupe­ração da função em 48 h, mas pode permanecer na circulação por até 10 dias.

Pode haver anafilaxia; hipotensão na administração em bolo. As complicações hemorrágicas e a trombocitopenia são efeitos colaterais comuns. Contraindi­ cações: hemorragia interna ativa ou AVC recente.

ACETATO DE DESMOPRESSINA (DDAVP)

Indicações

1. Tratamento da coagulopatia na doen­ça de von Willebrand, hemofilia A (mas contraindicado se a atividade do fator VIII > 5%), insuficiên­cia renal. 2. Dia­

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Wilson Mathias Junior Jeane Mike Tsutsui Rodrigo Tonan (15)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432112

Seção I – Princípios de ecocardiografia

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Princípios de ecocardiografia

1 Princípios físicos do ultrassom........................................................................................... 3

2 Projeções básicas da ecocardiografia transtorácica e anatomia normal......................... 29

3 Modo M............................................................................................................................. 54

4 Parâmetros para a aquisição da imagem em modo bidimensional.................................. 61

5 Princípios físicos do estudo Doppler: Doppler pulsátil, Doppler contínuo, mapeamento de fluxo em cores e Doppler tecidual............................................................................... 67

6 Doppler tecidual................................................................................................................ 77

7 Speckle tracking................................................................................................................ 85

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432112

Seção V – Pericardiopatias

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Pericardiopatias

1 Pericardite aguda........................................................................................................... 395

2 Tamponamento cardíaco................................................................................................ 400

3 Pericardite constritiva.................................................................................................... 406

4 Biópsia endomiocárdica guiada pela ecocardiografia bidimensional........................... 417

V

1

Pericardite aguda

Wilson Mathias Jr.

Jeane Mike Tsutsui

Victoria Yezenia Cómina de La Cruz

Anatomia e fisiologia do pericárdio

O pericárdio é uma estrutura fibrosa e relativamente avascular, que reveste o coração. É composto de duas camadas: visceral e parietal. A camada visceral é constituída por células mesoteliais aderidas ao epicárdico e aposta lateralmente às superfícies pleurais, ligando-se inferiormente ao tendão central do diafragma. Próximo aos ventrículos esquerdo e direito e ao

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432112

Seção II – Quantificação das cavidades, da função sistólica global e regional dos ventrículos e avaliação hemodinâmica

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Quantificação das cavidades, da função sistólica global e regional dos ventrículos e avaliação hemodinâmica

1 Quantificação das cavidades cardíacas.......................................................................... 147

2 Avaliação da função sistólica e hemodinâmica cardiovascular..................................... 183

3 Avaliação da motilidade regional do ventrículo esquerdo............................................. 192

4 Avaliação da função ventricular direita.......................................................................... 196

5 �Papel da ecodopplercardiografia na avaliação da hipertensão arterial pulmonar......... 215

II

Quantificação das cavidades cardíacas

1

João César Nunes Sbano

Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva

Introdução

Durante as últimas décadas, a ecocardiografia tem se aperfeiçoado e expandido de maneira extraordinária em todo o mundo. Houve melhorias significativas na qualidade da imagem, como resultado da introdução de transdutores de alta frequência, imagem harmônica, equipamentos digitais, agentes de contraste e outros avanços tecnológicos. Além disso, o ecocardiograma tornou-se a técnica de imagem cardíaca predominante e que, devido à sua portabilidade e versatilidade, está sendo cada vez mais utilizado na rotina da cardiologia ambulatorial, nas unidades de emergência e de cuidados intensivos e centros cirúrgicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432112

Seção VI – Cardiomiopatias

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Cardiomiopatias

1 Cardiomiopatia dilatada..................................................................................................429

2 Utilidade da ecocardiografia e Doppler na doença de Chagas......................................442

3 Cardiomiopatia hipertrófica............................................................................................453

4 Cardiomiopatia restritiva................................................................................................467

5 �Cardiomiopatia do estresse (síndrome de Takotsubo)....................................................474

6 Outras cardiomiopatias: displasia arritmogênica ventricular direita, ventrículo esquerdo não compactado e cardiomiopatia periparto.................................................................478

VI

1

Cardiomiopatia dilatada

Marta Fernandes Lima

Cardiomiopatias

O termo cardiomiopatia é utilizado para designar o acometimento primário do músculo cardíaco e exclui o envolvimento indireto decorrente de valvopatias, isquemia, hipertensão e cardiopatia congênita. A grande diversidade de causas dificulta a elaboração de uma classificação de cardiomiopatias capaz de contemplar, em uma grade, aspectos etiológicos, anatômicos e fisiopatológicos. No momento, a classificação mais utilizada é a proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Sociedade e Federação Internacional de Cardiologia, publicada por Richardson et al.,1 em 1996 (Tabela 1.1), que agrupa as cardiomiopatias de acordo com aspectos relacionados à fisiopatologia predominante e ao fator etiológico desencadeante da disfunção miocárdica, quando identificado. Porém, ressalta-se que essas classificações não são excludentes. A maioria das cardiomiopatias específicas, ou seja, aquelas com etiologia definida, manifesta-se clinicamente na forma dilatada, e mesmo dentro de uma mesma classificação pode ocorrer sobreposição de morfologias, sobretudo nas formas dilatadas e restritivas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432112

Seção VIII – Ecocardiografia contrastada

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Ecocardiografia contrastada

1 Princípios da ecocardiografia contrastada...................................................................... 579

2 Instrumentação e técnicas de exame para realização de ecocardiografia contrastada..................................................................................................................... 588

3 Aplicações da ecocardiografia de contraste na avaliação da borda endocárdica......... 599

4 Ecocardiografia contrastada para análise da perfusão miocárdica............................... 607

5 �Perfusão miocárdica nas síndromes coronarianas agudas............................................ 615

VIII

Princípios da ecocardiografia contrastada

1

Ana Cristina Camarozano

INTRODUÇÃO

A imagem utilizando o ultrassom tornou-se uma modalidade de grande impacto na área de radiologia e cardiologia, por ser um método não invasivo, oferecer imagens diagnósticas em tempo real e não envolver radiação ionizante.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Wilson Galv O Naressi Eliel Soares Orenha Suely Carvalho Mutti Naressi (7)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536701790

Capítulo 6 - Ergonomia odontológica: situação atual, desafios, propostas e metas

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

6

Ergonomia odontológica: situação atual, desafios, propostas e metas

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

A ergonomia tem grande potencial de contribuição à concepção de todos os tipos de sistemas com pessoas (sistema de trabalho, sistema de produtos e serviços), mas encara desafios no imediatismo de seus mercados e no suprimento de aplicações de alta qualidade.

Para que a ergonomia atinja seus objetivos, é necessário que os detentores do poder de decisão sejam conscientizados dos benefícios proporcionados por ela.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conscientizar-se da necessidade de incorporar a ergonomia à atividade odontológica

A literatura internacional relata que o exercício da profissão odontológica carece de maior efetivação dos conhecimentos ergonômicos existentes. Para que haja alteração desse quadro, é necessária a implantação de um programa amplo de adequação ergonômica voltado à odontologia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536701790

Capítulo 1 - Histórico e definições

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

1

Histórico e definições

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Desde o despontar da história, o homem vem lutando para aliviar o fardo de seus esforços diários. Considerada a longa extensão do percurso feito, seu progresso tem sido constante e seguro.

O aperfeiçoamento de ferramentas para cortar, amassar, raspar e perfurar tem facilitado ao ser humano a execução de suas tarefas diárias desde a Idade da Pedra. Este aperfeiçoamento contínuo e o acúmulo de conhecimentos têm potencializado a evolução da humanidade e, na atualidade, têm permitido uma melhor interação do homem com todo o ambiente, tanto durante a realização das tarefas quanto nas horas de lazer.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Entender o que é ergonomia e suas funções

• Compreender de que forma   a ergonomia pode trazer melhorias para o trabalho do cirurgião-dentista

Histórico da ergonomia

No século XVIII, Ramazzini apresentou e discutiu as relações entre as condições ambientais e as características das ferramentas e dos equipamentos, além dos problemas de saúde decorrentes do seu uso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536701790

Capítulo 3 - Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas (doenças ocupacionais)

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

3

Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas

(doenças ocupacionais)

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

Epidemiologia das Tecnopatias

A adequação entre operador, equipamento e instrumental frequentemente não é observada na realização do procedimento, e o profissional assume posturas inadequadas de trabalho.

Consequentemente, na execução da tarefa, haverá somatória de traumatismos que poderão originar as tecnopatias odontológicas.1,2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo foi realizado um estudo para avaliar a postura adotada por 1.250 cirurgiões‑dentistas durante a execução de procedimentos odontológicos, denominado Projeto

Sonde.2 Os autores concluíram que elevadas porcentagens de desvios em relação à postura de trabalho adequada são praticadas pelos profissionais:

• Entender as agressões aos aparelhos visual, respiratório   e auditivo a que está sujeito o cirurgião-dentista e conhecer o cuidado que se deve ter com substâncias químicas e radiações

Ver todos os capítulos
Medium 9788536701790

Capítulo 7 - Biossegurança

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

7

Biossegurança

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

“Evitar doenças por meio da contenção da disseminação de infecções

é um esforço tão antigo quanto a própria história. Em termos de biossegurança, todos os cuidados deverão ser tomados para que o paciente não se torne portador de novas doenças ao ser tratado.”1

Nas últimas décadas houve grande avanço no conhecimento e na implantação de medidas de biossegurança, permitindo a elaboração de protocolos pelos centros ligados a hospitais e universidades.2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conhecer normas de biossegurança associadas  

à odontologia

• Saber como implantar   a biossegurança em sua atividade, nos equipamentos   e no contato com o paciente

Biossegurança: diferencial e necessidade

A biossegurança é assunto de preocupação mundial em todos os serviços de saúde de boa qualidade.

Em relação às formas de contágio, muitas doenças são transmitidas por via bucal. O contágio pode ser direto (beijo, mordedura de animais, contato sexual) e indireto (fômites,   ou à distância, como poeiras, etc.).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536701790

Capítulo 2 - Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

2

Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Neste capítulo serão apresentadas somente as funções que interessam

à ergonomia e influem no desempenho do trabalho:

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Aprender sobre aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais que interferem   na ergonomia

função neuromuscular; coluna vertebral; visão; audição; propriocepção.

Tais conhecimentos são essenciais para o desenvolvimento   dos próximos capítulos.

• Entender o funcionamento neuromuscular

• Compreender o funcionamento da coluna vertebral e como prevenir lesões

• Entender o funcionamento   da visão e da audição, e como evitar que sejam prejudicadas no cotidiano de trabalho

Função neuromuscular

O corpo humano apresenta alta capacidade de mobilidade, a qual é exercida por contrações musculares. Os músculos são comandados pelo sistema nervoso central, interagindo com estímulos ambientais.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Williams Wilkins Lippincott Lillian Sholtis Brunner Doris Smith Suddarth (20)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | D

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

D

 Densidade

Urina

e Osmolalidade,

Valores de Referência

Densidade: 1,005 a 1,035.

o aporte é limitado, passam a excretar menos água. O teste de concentração e de diluição avalia a capacidade renal de concentrar a urina em resposta à privação de

água ou de diluí-la em resposta a uma sobrecarga hídrica. Esse exame também pode ser denominado teste de sobrecarga de água ou teste de privação de água.

Osmolalidade: 300 a 900 mOsm/kg.

Teste de Concentração da Urina

Densidade: 1,025 a 1,032; osmolalidade superior a 800 mOsm/kg de água (SI, superior a 800 mmol/kg) no paciente com função renal normal. Razão entre urina e soro de 1:1 a 3:1.

Teste de Diluição da Urina

Densidade inferior a 1,003; osmolalidade inferior a 100 mOsm/kg em pelo menos uma amostra; 80% ou mais da água ingerida são eliminados em 4 h.

Achados Anormais

Níveis Diminuídos

• Lesão do epitélio tubular, diminuição do fluxo sanguíneo renal, perda de néfrons funcionais ou disfunção hipofisária ou cardíaca (diminuição da capacidade renal de concentração da urina em resposta à privação de água, ou de diluir a urina em resposta à sobrecarga hídrica).

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | T

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

T

 Tempo

de Coagulação Ativado

Valores de Referência

Paciente não anticoagulado: 107 s, mais ou menos 13 s

(SI, 107 mais ou menos 13 s).

Durante derivação (bypass) cardiopulmonar: 400 a 600 s

(SI, 400 a 600 s).

Durante a oxigenação por membrana extracorpórea

(OMEC): 220 a 260 s (SI, 220 a 260 s).

Achados Anormais

• Tempos de coagulação fora da faixa normal durante a derivação (bypass) cardiopulmonar ou OMEC.

• Deficiência de fatores da coagulação.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Durante a derivação cardiopulmonar, a heparina deve ser titulada para manter um tempo de coagulação ativado de 400 a 600 s (SI, 400 a

600 s).

Finalidades

• Monitorar o efeito da heparina.

• Monitorar o efeito do sulfato de protamina na neutralização da heparina.

• Detectar deficiências graves nos fatores da coagulação (exceto fator VII).

Descrição

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | M

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

M

 Magnésio,

Soro

Valores de Referência

Adultos: 1,8 a 2,6 mg/d (SI, 0,74 a 1,07 mmol/).

Crianças: 1,7 a 2,1 mg/d (SI, 0,70 a 0,86 mmol/).

Recém-nascidos: 1,5 a 2,2 mg/d (SI, 0,62 a 0,91 mmol/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Insuficiência renal.

• Administração ou ingestão de magnésio.

• Insuficiência suprarrenal (doença de Addison).

Implicações de Enfermagem

• Observar o paciente à procura de letargia, rubor, diaforese, diminuição da pressão arterial, pulso arterial lento e fraco, fraqueza muscular, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e respiração superficial e lenta.

• Registrar as alterações eletrocardiográficas (ECG)

(como prolongamento do intervalo PR, complexo

QRS largo, ondas T elevadas, bloqueio atrioventricular (BAV), extrassístoles).

Níveis Diminuídos

• Alcoolismo crônico.

• Síndrome de má absorção.

• Diarreia.

• Absorção deficiente depois de ressecção intestinal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | H

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

H

 Hematócrito

Valores de Referência

Mulheres: 36 a 48% (SI, 0,36 a 0,48).

Homens: 42 a 52% (SI, 0,42 a 0,52).

Crianças, 1 ano: 29 a 41% (SI, 0,29 a 0,41).

Crianças, 10 anos: 36 a 40% (SI, 0,36 a 0,4).

Lactentes de 1 mês: 37 a 49% (SI, 0,37 a 0,49).

Lactentes, 3 meses: 30 a 36% (SI, 0,30 a 0,36).

Recém-nascidos, 1 semana: 47 a 65% (SI, 0,47 a 0,65).

Recém-nascidos, mais de 1 semana: 55 a 68% (SI, 0,55 a 0,68).

Valores Críticos

Inferiores a 20% (SI, inferior a 0,20) ou superiores a

60% (SI, superiores a 0,60).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Policitemia.

• Hemoconcentração causada por perda de sangue ou por desidratação.

• Condições patológicas, tais como enfisema nos estágios avançados, ataque isquêmico transitório

(AIT), eclampsia, traumatismo, intervenções cirúrgicas e queimaduras.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | I

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

I

 Imunocomplexos

Quantificação

Circulantes,

Valores de Referência

Ausentes no soro.

Achados Anormais

• Imunocomplexos detectáveis, indicando glomerulonefrite (GN) por imunocomplexos (tipo III), endocardite bacteriana, hepatite C, doença de

Hodgkin ou lúpus eritematoso sistêmico (LES).

Implicações de Enfermagem

• Para um diagnóstico definitivo, o achado desses imunocomplexos tem de ser combinado com os resultados de outros exames.

• Estar atento para o fato de que, no LES, os imunocomplexos estão associados a títulos elevados de anticorpos circulantes antinucleares e anticorpos circulantes contra o ácido desoxirribonucleico nativo.

• Saber que a biopsia renal consegue detectar a presença de imunocomplexos e fornecer evidências conclusivas de glomerulonefrite por imunocomplexos (tipo III), diferenciando-a de outros tipos de glomerulonefrite.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico e da necessidade de outros exames, quando apropriado.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais