Zukerman Eliova El At (19)
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7. Craniectomia e durotomia no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

7

Craniectomia e durotomia no AVCI

Reynaldo André Brandt

Hallim Feres Júnior

Eduardo Urbano da Silva

Uma das mais graves complicações dos infartos cerebrais é a hipertensão intracraniana severa consequente ao edema que se desenvolve entre o primeiro e o quinto dias após o acidente vascular cerebral isquêmico

(AVCI). Ocorre nos infartos cerebrais extensos do território da artéria cerebral média. O seu prognóstico é particularmente sombrio, com mortalidade de 80% em séries de pacientes atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI), não havendo tratamento clínico satisfatório para esses casos. Por essa razão, recebem o rótulo de infartos malignos da artéria cerebral média, constituindo um grupo específico de pacientes com

AVCI. Caracterizam-se por hipodensidade extensa do tecido cerebral no território da artéria cerebral média, avaliado por tomografia computadorizada (TC) do crânio, com rápida expansão volumétrica desse território, com hérnias inter-hemisféricas e transtentoriais. Trabalhos recentes na literatura neurológica e neurocirúrgica mostraram o efeito benéfico da craniectomia extensa com durotomia na descompressão intracraniana, melhorando consideravelmente o prognóstico desses infartos, com redução significativa tanto da mortalidade quanto da morbidade dos mesmos.

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8. Neuroimagem no AVCI agudo

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Neuroimagem no AVCI agudo

Edson Amaro Junior

Marcelo de Maria Félix

Introdução

Técnicas de neuroimagem no acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo desempenham um papel importante no manejo do paciente desde o advento de imagem por tomografia computadorizada

(TC), e hoje são fundamentais. Passos críticos na tomada de decisão são baseados em resultados de exames de imagem, e continuam a trazer mais informação relevante de acordo com a evolução tecnológica. E não apenas em aplicações individuais, já que a maioria dos desenhos experimentais e ensaios clínicos a respeito de diagnóstico, prognóstico e verificação de resultados terapêuticos tem como variáveis de desfecho parâmetros de neuroimagem.

Por outro lado, não é de longe uma tarefa simples e padronizada a interpretação das imagens, mesmo que hajam escalas para facilitar a utilização das informações1-4. Existe grande variabilidade de apresentação por imagem dos vários mecanismos de lesão cerebral na isquemia aguda.

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18. Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Tania Ol iveira Lopes

Introdução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental, social, e não meramente a ausência de uma doença ou enfermidade. A manutenção e a promoção da saúde baseiam-se na compreensão do conhecimento psicossocial, cultural e econômico do paciente até as mudanças produzidas pela doença. Os profissionais de saúde devem conhecer os fatores de risco reais e potenciais que predispõem um indivíduo ou um grupo a uma doença.

A ciência, com constantes pesquisas e geração de novos conhecimentos, tem contribuído para garantir intervenções mais adequadas e o alcance de resultados estabelecidos. A assistência de enfermagem orientada para promoção da saúde e prevenção de doenças pode ser compreendida, em termos de atividades, em três diferentes níveis. Esses níveis compreendem medidas preventivas primárias, secundárias e terciárias:

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19. Escalas para avaliação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Escalas para avaliação do paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Gisele Sampaio Silva

Neste capítulo, serão discutidas as principais escalas utilizadas para avaliação de gravidade, prognóstico e resultado do tratamento para pacientes com acidente vascular cerebral (AVC).

Escalas para avaliação inicial

Escala de coma de Glasgow

Desenvolvida na década de 1970, é a escala utilizada para avaliação da gravidade do coma em pacientes, mais difundida para avaliação dos pacientes com traumatismos encefálicos.

A escala (Tabela 1) avalia a melhor resposta frente aos seguintes parâmetros neurológicos: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.

Pacientes entubados ou sedados são de difícil avaliação pois a alteração do nível de consciência pode não ser consequência da doença neurológica primária e sim da sedação ou dificuldade de comunicação.

223

Protocolos Gerenciados do HIAE

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14. A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Renata Matulja Soneghet

Cristiane Isabela de Almeida

Fisioterapia

A atuação fisioterapêutica aos pacientes pós-AVC inicia-se no momento de sua admissão na UTI e estende-se até o momento final de sua reabilitação. Estudos mostram que 70 a 80% do tempo destinado à reabilitação é utilizado pela fisioterapia.

Existem evidências de que a reabilitação precoce e com profissionais especializados favorece o retorno funcional. Sob essa perspectiva funcional, o modelo atual da OMS-CIF (Organização Mundial da Saúde

– Classificação Internacional de Funcionalidade) enfatiza e valoriza o que o paciente pode realizar, e não mais a que o paciente está incapacitado. A intervenção terapêutica, a partir desse modelo, é direcionada para capacitar ou otimizar as funções ao paciente. A OMS define função, de maneira geral, como o bom funcionamento do corpo em atividades dentro do ambiente necessário para conviver em sociedade. O aspecto mais relevante, nesse modelo, é que a deficiência (alterações nas funções e estruturas do corpo) deve ser analisada em conjunto com as categorias de atividade e participação. A atividade é definida como a execução da

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Zatsiorsky Vladimir M (2)
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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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Medium 9788527708869

7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Zaitz Clarisse (42)
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40 Rinosporidiose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

40

Rinosporidiose

Iphis Campbell

CĔēĈĊĎęĔ

Rinosporidiose é infecção granulomatosa de evolução crônica causada pelo patógeno Rhinosporidium seeberi, que afeta preferencialmente as mucosas nasais e as conjuntivas do homem e de animais. Com menor frequência, pode afetar laringe, faringe, úvula, palato mole, duto de glândula parótida, traqueia, brônquios, ouvido, uretra, vagina, reto, pele e ossos. São raríssimos os relatos de infecção visceral e generalizada. É doença infectiva, pois as lesões tissulares estão sempre associadas à presença do patógeno, não havendo evidências de que seja também infecciosa, uma vez que não existe documentação de transmissão entre humanos e animais.1

EĈĔđĔČĎĆ

A rinosporidiose tem distribuição universal, já tendo sido descrita esporadicamente em cerca de 70 países com diversas características geográficas. No entanto, é endêmica no sul da Ásia, especialmente sudeste da Índia e Sri

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Lanka. A América do Sul apresenta número significativo de casos, que, juntamente com os da Índia e do Sri Lanka, constituem mais de

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35 Blastomicose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

35

Blastomicose

Sílvio Alencar Marques

IēęėĔĉĚİģĔ

Blastomicose é infecção aguda ou crônica causada pelo Blastomyces dermatitidis, um fungo dimórfico capaz de provocar doença no homem e em animais. É enfermidade endêmica de regiões específicas dos Estados

Unidos e do Canadá, mas também diagnosticada nas Américas Central e do Sul, África e

Ásia.2,11,14,25 Como sinonímias, são utilizadas as denominações blastomicose norte-americana e doença de Gilchrist.

HĎĘęŘėĎĈĔ

A enfermidade foi descrita em 1894 por Gilchrist, a partir da observação de paciente com lesão cutânea.17 Em 1896, Gilchrist e Stokes relataram o segundo caso clínico, cultivaram o agente causal à temperatura ambiente e o denominaram Blastomyces dermatitidis.18 Em

1907, demonstrou-se o dimorfismo térmico do

B. dermatitidis.20 Até 1951, acreditava-se que a blastomicose teria um padrão clínico dis-

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tinto caso a infecção fosse pulmonar e outro padrão caso o inóculo primário fosse cutâneo, mas Schwartz e Baum demonstraram que, com frequência, os quadros cutâneos crônicos apresentavam lesão pulmonar concomitante ou precedente e que todos os casos de blastomicose tinham origem nos pulmões, à semelhança das demais micoses sistêmicas.32 Em

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27 Dermatoses Relacionadas às Leveduras do Gênero Malassezia

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

27

Dermatoses Relacionadas às

Leveduras do Gênero Malassezia

Valéria Maria de Souza Framil

IēęėĔĉĚİģĔ

O agente etiológico da pitiríase versicolor foi isolado por Eichstedt em 1846, e também por

Sluyter em 1847. Esses autores denominaram a doença, porém não propuseram nome ao fungo. Malassez, em 1874, enfatizou a etiologia fúngica, caracterizando-o como “semelhante à levedura”, e em sua homenagem Bailion, em

1889, denominou-o Malassezia furfur. Vários autores isolaram o mesmo fungo e propuseram outros nomes, como Pityrosporum ovale e

Pityrosporum orbiculare.

Malassezia furfur, levedura antropofílica lipodependente, pode apresentar-se na forma oval ou cilíndrica. A primeira é denominada

Pityrosporum ovale e a segunda, Pityrosporum orbiculare. Gueho e Meyer, em 1989, passaram a considerar a inclusão dessas formas dentro de uma única espécie: Malassezia furfur. O gênero Malassezia foi recentemente estudado, e várias espécies foram descritas na literatura. Gueho e cols. reconheceram sete espécies distintas do gênero Malassezia: M.

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22 Micetomas Eumicóticos

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 5

FĚēČĔĘ ĈĔĒ CĆėĆĈęĊėŃĘęĎĈĆĘ PĆėęĎĈĚđĆėĊĘ

22

Micetomas Eumicóticos

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Micetoma é infecção crônica de pele e tecido subcutâneo, causada pela inoculação direta do agente por trauma. Clinicamente, caracteriza-se pela tríade aumento de volume do membro ou região afetada, formação de fístulas e drenagem de grãos. Os agentes etiológicos dos micetomas são os actinomicetos

(actinomicetomas) e os fungos (micetomas eumicóticos ou eumicetomas).1,2 O micetona eumicótico é infecção em que predominam fibrose e fistulização, com escassa drenagem de pus. Afeta mais os pés, e não há comprometimento do estado geral.

HĎĘęŘėĎĈĔ

Em 1842, John Gill descreveu clinicamente o

“pé de Madura” na região de Madura, Índia.

O termo micetoma foi utilizado pela primeira vez em 1860, por Vandyke Carter,3 para denominar tumores produzidos por fungos.

Somente em 1913 Pinoy4 fez a diferenciação

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20 Mucormicose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 4

FĚēČĔĘ FĎđĆĒĊēęĔĘĔĘ CĊēĔĈŃęĎĈĔĘ

(ZĎČĔĒĎĈĔĘĊĘ)

20

Mucormicose

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Zigomicose é infecção causada por diferentes espécies de fungos da classe Zygomycetes. O termo zigomicose foi proposto por Ajello, e hoje é consagrado pelos taxonomistas modernos.1 É uma micose rara, e os micro-organismos envolvidos são sapróbios do solo, insetos e alguns répteis e anfíbios. No hospedeiro, formam micélio cenocítico, isto é, com raros ou nenhum septo. Entomophthorales e Mucorales são as ordens da classe Zygomycetes que dão nome aos dois grupos de zigomicose: entomoftoromicose e mucormicose.2

Organização taxonômica dos zigomicetos:

Phylum Zygomycota

Classe Zygomycetes

Ordem Entomophthorales

Ancylistaceae

Conidiobolus: C. coronatus, C. incongruous,

C. lamprauges (patógeno animal)

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Basidiobolaceae

Basidiobolus: B. ranarum

Ordem Mucorales

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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Medium 9788520433188

1. Aleitamento materno

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

1

2

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Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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3. Esquema alimentar no primeiro ano de vida

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Esquema alimentar no primeiro ano de vida

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Introdução

Se a criança estiver em aleitamento materno ou usando fórmula infantil, a introdução de sucos e papa salgada deverá ser feita no sexto mês. Caso a criança seja alimentada com leite de vaca, a introdução da alimentação complementar será feita a partir do segundo mês.

Se o bebê for alimentado com leite materno ou fórmula infantil…

Por que agora meu filho precisa de outros ­alimentos e não só do leite materno ou da fórmula infantil?

Quando seu bebê atinge o sexto mês de vida, o processo de crescimento se acelera e ele precisa comer outros alimentos, porque o leite materno ou a fórmula infantil já não dão mais conta de alimentá-lo adequadamente. Porém, o leite materno ou a fórmula não devem ser trocados por essas novas refeições. Se o bebê estiver em aleitamento materno, o ideal é mantê-lo até os dois anos.

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Medium 9788520433188

6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

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2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

1

7

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ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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Yao Fun Sun F Artusio Joseph Francis (59)
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CAPÍTULO 62 – Obesidade Mórbida e Apnéia Obstrutiva do Sono

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 62

Capítulo 62

Obesidade Mórbida e Apnéia Obstrutiva do Sono

759

Obesidade Mórbida e

Apnéia Obstrutiva do Sono

JON D. SAMUELS • FUN-SUN F. YAO

UMA MULHER DE 46 ANOS tem agendada uma gastrectomia tubular laparoscópica eletiva. A paciente tem uma história pregressa de obesidade mórbida (OM) (altura, 1,62 m; peso, 176 kg; índice de massa corporal [IMC], 66,6 kg/m2), biotipo de

Pickwick, artrite reumatóide leve, osteoartrite, asma leve, hipertensão, diabetes mellitus do adulto, úlcera péptica com refluxo gastroesofágico grave e apnéia obstrutiva do sono. Apresenta sonolência diurna, ronco intenso

à noite, e dorme sentada há 2 anos. Andava dentro de casa com a ajuda de uma bengala, mas não conseguia subir escadas. Foi realizada uma polissonografia (PSG) diagnóstica pré-operatória, e o índice apnéia-hipopnéia calculado foi 42. Duas semanas antes da cirurgia, havia sido instituída oxigenioterapia doméstica com pressão positiva bifásica nas vias respiratórias, que propiciou melhora sintomática, com a seguinte configuração: FIO2 de 0,35, freqüência respiratória de 10 incursões por minuto, pressão inspiratória positiva nas vias respiratórias

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CAPÍTULO 60 – Cirurgia Ambulatorial

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

736

Capítulo 60

Cirurgia Ambulatorial

C APÍTU LO 60

Cirurgia Ambulatorial

KATHRYN E. MCGOLDRICK • MATTHEW C. GOMILLION

UMA MULHER DE 40 ANOS que deseja esterilidade permanente tem agendada uma ligadura tubária laparoscópica bilateral na sala de cirurgia ambulatorial. O questionário pré-operatório ambulatorial indica história de glaucoma. Além disso, ela foi submetida a cirurgia há 3 semanas, sob anestesia geral, para correção de descolamento de retina, e a evolução pós-operatória foi complicada por náuseas e vômitos graves no pós-operatório (NVPO). Ela tem 1,60 m de altura, pesa 86 kg, e se queixa de fadiga crônica. O único medicamento usado é o colírio.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Quais são as implicações anestésicas do glaucoma?

2. Quais são os efeitos colaterais e as interações anestésicas importantes associadas ao colírio usado no tratamento do glaucoma?

3. Os medicamentos usados no tratamento do glaucoma devem ser interrompidos antes da cirurgia eletiva?

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CAPÍTULO 55 – Queimaduras

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 55

Capítulo 55

Queimaduras

681

Queimaduras

MICHAEL TJEUW

UM HOMEM DE 45 ANOS que estava fumando na cama sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em 40% do corpo, com acometimento do rosto, pescoço, tórax e membros superiores. Ele é obeso e tinha história de hipertensão, angina e angioplastia da artéria coronária direita 1 ano antes. Fuma três maços de cigarro por dia há 20 anos e bebe todos os dias. O desbridamento da escara está agendado para o terceiro dia. Pressão arterial, 190/100 mm Hg; freqüência cardíaca, 120 batimentos por minuto; e peso, 110 kg.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1.

2.

3.

4.

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8.

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14.

15.

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Como são classificadas as queimaduras?

Como é representada a extensão da queimadura?

Deve-se usar a “regra dos nove” em crianças?

Qual é a definição de uma grande queimadura de acordo com a American Burn Association?

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CAPÍTULO 47 – Trauma Ocular Aberto

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 47

Capítulo 47

Trauma Ocular Aberto

615

Trauma Ocular Aberto

THERESA T. KUDLAK

UM HOMEM DE 28 ANOS, SAUDÁVEL, chegou ao serviço de emergência com um anzol alojado no olho. Ele havia feito uma refeição completa logo antes do acidente.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Por que esse paciente representa um desafio para o aneste2.

3.

4.

5.

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7.

8.

9.

10.

siologista?

Quais são os determinantes da pressão intra-ocular (PIO) em circunstâncias normais? Quais são os valores normais? Qual era a PIO no olho ferido?

Como o humor aquoso é produzido e eliminado?

Como a pressão intra-ocular (PIO) é afetada pela PCO2 arterial, pressão arterial sistêmica, tosse e vômito, inspiração profunda e hipoxemia?

Qual é o papel do sistema nervoso central (SNC) na pressão intra-ocular (PIO)?

O que é glaucoma?

A pré-medicação com atropina é contra-indicada em pacientes com glaucoma?

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CAPÍTULO 43 – Apendicectomia em Paciente Grávida

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 43

Capítulo 43

Apendicectomia em Paciente Grávida

577

Apendicectomia em

Paciente Grávida

FARIDA GADALLA

UMA MULHER DE 25 ANOS com 32 semanas de gestação chegou à sala de emergência com dor abdominal direita vaga. Ela relatava perda de apetite e dois episódios de vômito. A temperatura era de 37,5°C; pulso, 100 batimentos/min; hematócrito, 34%; e leucócitos, 15.000/µL.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Qual é o diagnóstico diferencial nessa paciente?

2. Como você tentaria fazer o diagnóstico clínico de apendicite aguda?

3. Qual é a incidência de apendicite durante a gravidez?

4. Por que a incidência de gangrena do apêndice é maior em mulheres grávidas do que fora da gravidez?

5. O que é o sinal de Alder?

6. Qual é a incidência de perfuração do apêndice, e em que

7.

8.

9.

10.

11.

12.

43-Yao.indd 577

trimestre é mais provável?

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