William E Prentice (15)
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Capítulo 5 - Princípios Básicos da Eletricidade e de Correntes de Estimulação Elétrica

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

5

Princípios Básicos da Eletricidade e de Correntes de

Estimulação Elétrica

Daniel N. Hooker e Wiliam E. Prentice

O B J ET I VO S k k k k k k k k

k

k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir a terminologia mais comum relacionada à eletricidade; diferenciar correntes monofásicas, bifásicas e pulsadas; categorizar várias formas de onda e características de pulsação; contrastar os vários tipos de modulação de corrente; discriminar disposições de circuito em série e paralelos; explicar o fluxo de corrente através de vários tipos de tecido biológico; explicar as respostas celulares musculares, nervosas e não excitatórias à estimulação elétrica; discutir os vários parâmetros de tratamento, incluindo frequência, intensidade, duração e polaridade que devem ser considerados com correntes de estimulação elétrica; diferenciar as várias correntes que podem ser selecionadas em muitos geradores modernos, incluindo de alta voltagem, bifásica, microcorrente, Russa, interferencial, interferencial pré-modulada e de baixa voltagem; comparar técnicas para modulação da dor por meio do uso de neuroestimuladores elétricos transcutâneos; criar um ambiente seguro ao utilizar o equipamento elétrico.

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Capítulo 3 - O Papel das Modalidades Terapêuticas na Cicatrização da Ferida Cutânea

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

3

O Papel das Modalidades

Terapêuticas na

Cicatrização da

Ferida Cutânea

Pamela E. Houghton

O B J ET I VO S k

k

k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: explicar as ações celulares e fisiológicas das modalidades comumente utilizadas na cicatrização da ferida. Revisar a evidência de pesquisa clínica sobre a efetividade das modalidades para feridas com cicatrização retardada ou não cicatrizadas; descrever as técnicas de aplicação, os parâmetros de estímulo e os esquemas de tratamento comumente empregados ao se tratarem feridas crônicas com essas modalidades; rever indicações, contraindicações e riscos potenciais de cada uma das modalidades; utilizar a informação fornecida neste capítulo para selecionar a melhor modalidade para um tipo particular de ferida crônica.

INTRODUÇÃO

Os processos celulares e fisiológicos desencadeados pela lesão tecidual são, muitas vezes, divididos em três fases, a saber: fases de inflamação, de proliferação e de remodelamento (consultar o Capítulo 2). Brevemente, logo após a lesão, a perda sanguínea é minimizada pelas mudanças hemostáticas que envolvem uma cascata de eventos envolvendo a plaqueta que resulta em formação de coágulo de fibrina. Os mediadores químicos liberados pela plaqueta ativada e pelo trauma mecânico atraem leucócitos, incluindo macrófagos e neutrófilos, para o local da lesão onde eles saem dos vasos sanguíneos e entram no tecido lesionado. As atividades fagocíticas dessas células inflamatórias agem para debridar material necrótico e estranho presente no tecido danificado. Os leucócitos também liberam fatores de crescimento que têm potentes propriedades mitogênicas e quimioatrativas, que são responsáveis pela mediação da migração e proliferação de fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Os fibroblastos e as células endoteliais direcionam síntese de colágeno e angiogênese, respectivamente, e migração e proliferação de células epiteliais resultam na formação de uma nova barreira epidérmica. Durante a fase de remodelamento final, o turnover e a reorganização de colágeno e de outros componentes da matriz extracelular otimizam a integridade e a força do tecido e ajudam a prevenir uma futura quebra da ferida.

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Capítulo 4 - Tratamento da Dor com Modalidades Terapêuticas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

4

Tratamento da Dor com Modalidades

Terapêuticas

Craig R. Denegar e William E. Prentice

O B J ET I VO S k k k k k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: comparar os vários tipos de dor e avaliar seus efeitos positivos e negativos. escolher uma técnica para avaliar a dor; analisar as características dos receptores sensoriais; examinar como o sistema nervoso retransmite informação sobre estímulos dolorosos; distinguir os diferentes mecanismos neurofisiológicos de controle da dor para as modalidades terapêuticas utilizadas pelos terapeutas; predizer como a percepção da dor pode ser modificada por fatores cognitivos.

ENTENDIMENTO SOBRE A DOR

A International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da

Dor) define dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano

1 real ou potencial ao tecido ou descrita com relação a tal dano”. A dor é uma sensação subjetiva com mais de uma dimensão e com abundância de descritores de suas qualidades e características.

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Capítulo 10 - Ultrassom Terapêutico

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

10

Ultrassom Terapêutico

David O. Draper e William E. Prentice

O B J ET I VO S k k k k k k

Após o término deste capítulo, o estudante de fisioterapia será capaz de: analisar a transmissão de energia acústica nos tecidos biológicos em relação ao formato de onda, frequência, velocidade e atenuação; analisar a física básica envolvida na produção de um feixe de ultrassom terapêutico; comparar os efeitos fisiológicos térmicos e não térmicos do ultrassom terapêutico; avaliar as técnicas específicas de aplicação de ultrassom terapêutico e como elas podem ser modificadas para se atingirem os objetivos do tratamento; escolher os usos mais adequados e clinicamente efetivos para o ultrassom terapêutico. Explicar a técnica e a aplicação clínica da fonoforese; identificar as contraindicações e as precauções que devem ser observadas em relação ao ultrassom terapêutico.

Na comunidade médica, o ultrassom é uma modalidade utilizada para inúmeros objetivos, incluindo diagnóstico, destruição de tecido e como agente terapêutico. O ultrassom diagnóstico

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Medium 9788580552713

Capítulo 16 - Massagem Terapêutica

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

16

Massagem Terapêutica

Wiliam E. Prentice

O B J ET I VO S k k k k k k k k

Após a conclusão deste capítulo, o estudante de fisioterapia estará apto a: discutir os efeitos fisiológicos da massagem fazendo a diferenciação entre efeitos reflexivos e mecânicos; aplicar as diretrizes e considerações de tratamento específicas ao administrar a massagem; demonstrar os vários movimentos envolvidos na massagem de Hoffa Clássica; descrever a massagem no tecido conectivo; explicar como a massagem nos pontos-gatilhos é mais efetivamente utilizada; explicar como a liberação miofascial pode ser utilizada para se restaurarem os padrões de movimento funcionais normais; explicar como técnicas de tensão/contratensão, liberação posicional e liberação ativa podem ser utilizadas para tratar pontos-gatilhos miofasciais; contrastar as técnicas de massagem especiais, incluindo Rolfing e Trager.

EFEITOS FISIOLÓGICOS DA MASSAGEM

A massagem é uma estimulação mecânica dos tecidos por meio de pressão ritmicamente apli1 cada e alongamento. No decorrer dos anos, muitas alegações têm sido feitas em relação aos benefícios terapêuticos da massagem nos pacientes, embora poucos sejam com base em estu2–11 dos cuidadosamente controlados e projetados. Os pacientes têm utilizado a massagem para aumentar a flexibilidade e coordenação, bem como para aumentar seu limiar à dor; diminuir a excitabilidade neuromuscular no músculo massageado; estimular a circulação, melhorando, assim, o transporte de energia ao músculo; facilitar a cicatrização e restaurar a mobilidade articu3,6,12–16,112,114

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Warren Levinson (77)
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Medium 9788580555561

Capítulo 46 - Patógenos Virais de Menor Importância

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

46

Patógenos Virais de

Menor Importância

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

VÍRUS DE MENOR IMPORTÂNCIA MÉDICA

Astrovírus

Vírus BK

Vírus Borna

Vírus do Vale de Cache

Vírus Chikungunya

Vírus Ebola

Hantavírus

Vírus Heartland

Vírus Hendra

Herpes-vírus B

Bocavírus humano

Herpes-vírus simples 6

Metapneumovírus humano

Vírus Jamestown Canyon

Vírus da encefalite japonesa

Vírus da febre de Lassa

Vírus Lujo

Vírus da coriomeningite linfocitária

Vírus Marburg

Vírus Nipah

Vírus Powassan

Poxvírus de origem animal

Espumavírus

Vírus do complexo Tacaribe

Vírus Whitewater Arroyo

Vírus Zika

Aplique seu conhecimento

Resumos dos organismos

Questões para autoavaliação

VÍRUS DE MENOR IMPORTÂNCIA MÉDICA

Esses vírus são apresentados em ordem alfabética, listados na Tabela 46-1, de acordo com seu ácido nucleico e a presença de um envelope.

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Capítulo 25 - Clamídias

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

25

Clamídias

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

Introdução

Aplique seu conhecimento

Chlamydia trachomatis

Resumos dos organismos

Chlamydia pneumoniae

Questões para autoavaliação

Chlamydia psittaci

INTRODUÇÃO

As clamídias são parasitas intracelulares obrigatórios, isto é, crescem somente no interior de células. São os agentes de doenças sexualmente transmissíveis comuns, como uretrite e cervicite, bem como outras infecções, como pneumonia, psitacose, tracoma e linfogranuloma venéreo.

Doenças

A Chlamydia trachomatis causa infecções oculares (conjuntivite, tracoma), dos tratos respiratório (pneumonia) e genital (uretrite, linfogranuloma venéreo). C. trachomatis é a causa mais comum de doenças sexualmente transmissíveis nos Estados Unidos.

Infecções por C. trachomatis também estão associadas com a síndrome de Reiter, uma doença autoimune.

A Chlamydia pneumoniae (anteriormente denominada linhagem TWAR) causa pneumonia atípica. A Chlamydia psittaci causa a psitacose (Tabela 25-1).

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Capítulo 68 - Imunodeficiência

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

68

Imunodeficiência

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

Introdução

Imunodeficiências congênitas

Imunodeficiências adquiridas

Deficiências de células B

Deficiências de células B

Deficiências de células T

Deficiências de células T

Deficiências do complemento

Deficiências combinadas de células B e T

Deficiências de fagócitos

Deficiências do complemento

Aplique seu conhecimento

Deficiências de fagócitos

Questões para autoavaliação

Deficiência do receptor de reconhecimento de padrão

INTRODUÇÃO

Imunodeficiências podem ocorrer em qualquer um dos quatro componentes principais do sistema imune: (1) células B (anticorpos), (2) células T, (3) complemento e (4) fagócitos. Essas deficiências podem ser congênitas ou adquiridas (Tabela 68-1).

Clinicamente, infecções recorrentes ou oportunistas são comumente observadas. Infecções recorrentes por bactérias piogênicas (p. ex., estafilococos) indicam uma deficiência de células

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Medium 9788580555561

Capítulo 4 - Genética

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

4

Genética

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

Introdução

3. Transformação

Mutações

Recombinação

Transferência de DNA dentro das células bacterianas

Conceitos-chave

Transferência de DNA entre células bacterianas

Aplique seu conhecimento

1. Conjugação

Questões para autoavaliação

2. Transdução

INTRODUÇÃO

O material genético de uma bactéria típica, Escherichia coli, consiste em uma única molécula de DNA circular com peso molecular de cerca de 2 3 109, sendo composta por aproximadamente

5 3 106 pares de bases. Essa quantidade de informação genética

é capaz de codificar cerca de 2 mil proteínas com peso molecular médio de 50 mil. O DNA do menor organismo de vida livre, a bactéria desprovida de parede Mycoplasma, exibe peso molecular de 5 3 108. O DNA de células humanas contém cerca de 3 3 109 pares de bases e codifica aproximadamente 100 mil proteínas.

Observa-se que as bactérias são haploides; em outras palavras, possuem um único cromossomo e, portanto, uma única cópia de cada gene. As células eucarióticas (como as células humanas) são diploides, significando que apresentam um par de cada cromossomo e, assim, possuem duas cópias de cada gene.

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Capítulo 31 - Classificação dos Vírus de Importância Médica

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

31

Classificação dos Vírus de

Importância Médica

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

Princípios de classificação

Vírus de DNA

Parvovírus

Poliomavírus

Papilomavírus

Adenovírus

Hepadnavírus

Herpes-vírus

Poxvírus

Vírus de RNA

Picornavírus

Hepevírus

Calicivírus

Reovírus

Flavivírus

Togavírus

Retrovírus

Ortomixovírus

Paramixovírus

Rabdovírus

Filovírus

Coronavírus

Arenavírus

Buniavírus

Deltavírus

Conceitos-chave

Questões para autoavaliação

PRINCÍPIOS DE CLASSIFICAÇÃO

Parvovírus

A classificação dos vírus é baseada em critérios químicos e morfológicos. Os dois principais componentes dos vírus usados para classificação são (1) o ácido nucleico (seu peso molecular e sua estrutura) e (2) o capsídeo (seu tamanho e sua simetria e se ele

é envelopado). Um esquema de classificação baseado nesses fatores é ilustrado nas Tabelas 31-1 e 31-2 para vírus de DNA e

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Valdir Cechinel Filho Camile Cecconi Cechinel Zanchett (10)
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Medium 9786581335144

9 - Plantas alimentícias não convencionais (PANCs)

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Muitas vezes vistas como pragas ou ervas daninhas, diversas espécies denominadas vulgarmente como “matinhos” podem ser utilizadas na alimentação, agregando valor à culinária de forma sustentável. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos, levando o leitor à valorização dessas plantas muitas vezes ignoradas, mas de alto valor terapêutico e nutricional.

Desde a antiguidade, o homem lança mão das plantas com as mais distintas finalidades, incluindo a alimentícia. As plantas alimentícias não convencionais, mais comumente conhecidas como PANCs, estão ganhando adeptos de forma notável nos últimos anos. Anteriormente mais conhecidas e exploradas pelas comunidades rurais, gerando emprego e renda e contribuindo com a economia regional, atualmente vêm se popularizando não apenas no meio urbano, mas também em casas de culinária, mesmo com a tendência pelos fast foods em função da publicidade e praticidade.1

Cabe destacar algumas vantagens para o uso das PANCs. Além dos altos valores nutritivos e terapêuticos, que serão abordados ao longo do capítulo, inclui-se o baixo impacto na agricultura e na conservação ambiental, a facilidade de cultivo (muitas podem ser cultivadas em casa ou até mesmo em apartamentos), a diversidade alimentar (via saudável de alimentação) e as diferentes possibilidades de preparo na culinária, muitas delas podendo ser consumidas in natura.

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Medium 9786581335144

3 - Principais classes de princípios ativos naturais: métodos de obtenção e ações biológicas/farmacológicas

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, serão abordadas as principais classes de princípios ativos encontrados nos fitoterápicos, incluindo especialmente os flavonoides, além de alcaloides e terpenos, abrangendo aspectos gerais, ocorrência, principais métodos de extração, além de exemplos práticos de substâncias marcantes nas áreas farmacêuticas e médicas.

Desde a antiguidade, a biodiversidade, especialmente as floras terrestre e marinha, tem sido de fundamental importância para a saúde da humanidade, produzindo substâncias das mais variadas classes e estruturas, dotadas de potencial terapêutico, seja de forma pura, em misturas ou servindo de inspiração para a síntese de moléculas com maior poder terapêutico. Acredita-se que cerca de 70% de todo o arsenal terapêutico disponível no mercado farmacêutico esteja relacionado, de forma direta ou indireta, com os produtos naturais.1,2

Portanto, é surpreendente quão pródiga é nossa natureza, que fornece substâncias tanto de estruturas simples (p. ex., o resveratrol) quanto de estruturas mais complexas (p. ex., o taxol), algumas inimagináveis pela mente humana, capazes de curar ou minimizar doenças que afligem a humanidade, das mais comuns às mais graves, como o câncer.

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Medium 9786581335144

8 - Fitoterapia e nutracêuticos na saúde da mulher e do homem: distúrbios endócrinos

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, serão abordados os principais fitoterápicos e nutracêuticos indicados para a saúde da mulher e do homem no tratamento de infertilidade, libido, síndrome pré-menstrual, climatério e distúrbio da próstata.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde,1 a infertilidade é um distúrbio do sistema reprodutor caracterizado pela incapacidade de um casal obter a gravidez clínica após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares desprotegidas. Estima-se que a infertilidade atinja cerca de 10% das mulheres no mundo.

O número absoluto de casais afetados pela infertilidade aumentou de 42 milhões em 1990 para cerca de 48,5 milhões em 2010, sendo quase metade desses casos devido à infertilidade masculina.2

Diversos fatores podem ser relacionados à infertilidade feminina, sendo os mais comuns os distúrbios ovulatórios, infertilidade tubária, endometriose e infertilidade inex­plicada.3 A idade da mulher também é importante, pois, especialmente a partir dos 30 anos, as chances de engravidar diminuem e os riscos são maiores, principalmente aqueles relacionados ao desenvolvimento de diabetes e hipertensão.4

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Medium 9786581335144

7 - Fitoterapia nos ciclos da vida: da gestação à terceira idade

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Muitas são as dúvidas quanto ao uso de plantas medicinais na infância, na gestação e no envelhecimento. Neste capítulo, serão abordadas as principais diferenças fisiológicas dessas fases e o modo de utilização da fitoterapia de forma segura e eficaz em cada uma delas.

O uso de recursos naturais, especialmente de plantas medicinais para prevenção e tratamento em crianças, é frequente e tradicional no Brasil e no mundo, sendo algo cultural, e, principalmente no cuidado primário, é utilizado para tratar distúrbios nas vias respiratórias, para aliviar cólicas ou para tranquilizar as crianças.1

A prática “cuidativa” das mães envolvendo esse recurso baseia-se em saberes repassados de geração a geração, com caráter preventivo e curativo. Em nível internacional, são poucos os estudos investigativos com populações representativas sobre o uso de produtos à base de plantas medicinais em crianças.2

Nos primeiros anos de vida, as crianças são acometidas por doenças corriqueiras, por isso os pais e/ou cuidadores utilizam terapias complementares, em especial a fitoterapia. Essa prática é influenciada por pessoas próximas, familiares ou amigos que já obtiveram resultados positivos e que, de forma empírica, vão repassando esses conhecimentos.3

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Medium 9786581335144

10 - Fitoterapia na saúde pública: panorama atual

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

A utilização de plantas medicinais e seus produtos (fitoterápicos) na saúde pública tem aumentado consideravelmente no Brasil nos últimos anos, especialmente pela adoção de políticas públicas, comprovação da eficácia e segurança diante das mais diferentes patologias e maior difusão das informações. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos práticos e cuidados inerentes ao uso desses produtos.

Desde a antiguidade, a biodiversidade, especialmente a de plantas superiores, é utilizada pela humanidade como alternativa para o tratamento de patologias, das mais simples às mais complexas. Muitos medicamentos, alguns utilizados atualmente, provêm daquela época, como a emetina (1817), a colchicina (1820), a quinina (1820), a atropina (1831), a morfina (1832), a efedrina (1887), etc.1

Nos tempos atuais, com a modernização e o aperfeiçoamento dos estudos científicos a partir da implantação de novas e efetivas técnicas experimentais e de equipamentos cada vez mais resolutivos, a biodiversidade continua a ser explorada como potencial fonte de novos agentes terapêuticos. Acredita-se que cerca de 70% de todos os medicamentos disponíveis no mercado farmacêutico mundialmente estão relacionados, direta ou indiretamente, com os produtos naturais, sobretudo plantas terrestres.2-4

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Val Rio Cynthia Americano Rubia (21)
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Medium 9788581140568

Capítulo 8 - Acidente vascular cerebral isquêmico e hemorrágico

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Acidente vascular cerebral isquêmico e hemorrágico

Elizabeth Batista

Ana Carolina Gomes Baltar

Introdução

O acidente vascular cerebral ou encefálico (AVC/AVE) representa uma doença de alta prevalência e morbidade, que determina incapacidade permanente e constitui a terceira causa mais comum de mortalidade em países desenvolvidos, atrás, apenas, de doenças cardiovasculares e do câncer. É também o segundo motivo mais comum de demência, epilepsia no idoso e depressão. Além disso, estatísticas recentes mostram que, no Brasil, o AVC é a razão mais frequente de óbitos e representa, ainda, a principal causa de incapacidade neurológica grave em adultos. 1

O AVC/AVE é definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “sinais clínicos de instalação rápida que indicam a presença de distúrbio focal (ou global, em caso de coma) da função encefálica, com duração superior a 24 h ou que leve ao óbito sem causa aparente, a não ser a origem vascular”. A ocorrência do infarto cerebral agudo – lesão parenquimatosa – é o marcador do evento. O termo “acidente vascular cerebral” ou “acidente vascular encefálico”, portanto, abrange os três principais distúrbios cerebrovasculares: acidente vascular isquêmico, hemorragia intraparenquimatosa primária e hemorragia subaracnóidea espontânea.

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Medium 9788581140568

Capítulo 3 - Síndromes coronarianas agudas

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Síndromes coronarianas agudas

Erika Vidal

Ana Cristina Batista da Silva Figueiredo

Introdução

A síndrome coronariana aguda (SCA) representa uma condição clínica ampla e de apresentação heterogênea, a qual engloba desde pacientes com desconforto torácico atípico, eletrocardiograma inespecífico e biomarcadores cardíacos normais até aqueles com grande elevação do segmento ST, infarto do miocárdio e choque cardiogênico.

A abordagem inicial diante da suspeição clínica de SCA requer o diagnóstico da doença, a estratificação do risco, a decisão terapêutica e o monitoramento da resposta ao tratamento.

Fisiopatologia

A dor torácica de origem coronariana ocorre quando há desbalanço entre a oferta e o consumo de oxigênio pelo miocárdio. A presença de uma placa aterosclerótica no leito vascular coronariano epicárdico e sua ruptura é a base fisiopatológica para a SCA: o rompimento de uma placa instável inicia um processo pró-trombótico, com liberação de substâncias vasoativas e inflamatórias, agregação plaquetária e consequente formação trombótica. Quando o trombo é oclusivo total, temos, habitualmente, a apresentação clínica e eletrocardiográfica do infarto agudo do miocárdio (IAM) com supra do segmento ST (IAMCSST); porém, quando o trombo é oclusivo parcial, podemos ter a apresentação clínica de angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem elevação do segmento ST (IAMSSST). Nesses casos, a dosagem dos biomarcadores cardíacos definirá o diagnóstico.

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Capítulo 1 - Choque hipovolêmico e cardiogênico

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Choque hipovolêmico e cardiogênico

Gabriel Kubrusly Benoliel

Rogério Dantas

Introdução

O choque é uma síndrome comum nas Emergências e Unidades de Terapia Intensiva de nossos hospitais, sendo de suma importância seu pronto reconhecimento e correta abordagem pelo médico-assistente. É caracterizado por má perfusão tecidual generalizada e baixo aporte de oxigênio às células. Se a privação de oxigênio for prolongada, haverá disfunção orgânica, com rebaixamento do nível de consciência e dificuldade cada vez maior na manutenção dos sinais vitais.

Apesar de a hipotensão arterial ser uma das características do choque, pode não estar necessariamente presente, já que não é fundamental para o seu diagnóstico. Por isso, é sempre importante a pesquisa de sinais que indiquem má perfusão tecidual, como alterações neurológicas, cianose de extremidades, taquicardia, oligúria etc.

Classificação

Existem três tipos principais de choque: hipovolêmico, cardiogênico e distributivo.

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Capítulo 21 - Farmacodermias

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 21

Farmacodermias

Flávia Estrela Maroja Marinho

Pedro Etienne Arreguy R. Silva

João Carlos Regazzi Avelleira

Introdução

O termo “droga” é definido como qualquer substância química ingerida, injetada, inalada, inserida, instilada ou aplicada topicamente na pele ou na mucosa.1 Ter uma reação adversa a drogas corresponde a toda consequência não terapêutica decorrente do uso das mesmas, à exceção de abuso, envenenamento e falência terapêutica, segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O problema pode atingir diferentes órgãos ou sistemas do corpo, mas a pele é o mais comumente acometido. O número de casos tem aumentado consideravelmente devido ao surgimento de novos agentes terapêuticos, variando de 10 a 30% a incidência em pacientes hospitalizados, dos quais 2 a 3% apresentam reações cutâneas.2

Farmacodermia é um quadro particular de reação adversa às drogas, definido como qualquer efeito indesejável na estrutura ou na função da pele, nos anexos cutâneos ou nas mucosas. Nesse caso, as manifestações cutâneas podem assumir múltiplos aspectos clínicos, desde lesões solitárias até males generalizados e fatais. Os principais medicamentos aplicados nesse tipo de reação são as sulfas, os antibióticos, os analgésicos, os tranquilizantes e os anticonvulsivantes.1,3

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Capítulo 16 - Abordagem da ascite e suas complicações

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 16

Abordagem da ascite e suas complicações

Pedro Antônio Ramon Haddad

Andréa Paranhos Araujo

Carlos Terra

Introdução e definição

Ascite vem do grego askites e significa saco ou bolsa. É o acúmulo patológico de líquido na cavidade peritoneal. Fisiologicamente, podemos encontrar até 50 mA de líquido na cavidade peritoneal – sem qualquer significado patológico – cuja função básica é de lubrificação das porções parietal e visceral do peritônio.

A cirrose hepática é responsável por 80% dos casos de ascite, sendo esse achado a sua complicação mais frequente. A simples presença de ascite é indicador de pior prognóstico em pacientes cirróticos, com sobrevida média de 50% em 1 ano.

Fisiopatologia

Existem basicamente dois mecanismos de acúmulo do líquido ascítico. No paciente com cirrose, ocorre uma vasodilatação esplâncnica devido à produção endotelial de óxido nítrico que, somada à hipertensão portal, altera a permeabilidade capilar, resultando em extravasamento de linfa para a cavidade peritoneal. Uma das consequências é a diminuição do volume arterial efetivo, ativando assim o sistema renina-angiotensinaaldosterona, o qual contribui ainda mais para o extravasamento de linfa esplâncnica.

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Trisha Greenhalgh (19)
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Capítulo 16 - Aplicando as evidências aos pacientes

Trisha Greenhalgh Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Aplicando as evidências aos pacientes

A perspectiva do paciente

Não existe a perspectiva do paciente – e esta é, precisamente, a essência deste capítulo. Em alguma ocasião da nossa vida, muitas vezes com maior frequência à medida que envelhecemos, todos somos pacientes. Alguns de nós também são profissionais de saúde – mas quando a decisão diz respeito à nossa saúde, à nossa medicação,

à nossa cirurgia, aos efeitos colaterais que nós podemos ou não experimentar com determinado tratamento, encaramos essa decisão de maneira diversa do que quando tomamos o mesmo tipo de decisão em nosso papel profissional.

Como você deve saber agora, se tiver lido os capítulos anteriores deste livro, a medicina baseada em evidências (MBE) trata principalmente do uso de algum tipo de média da população – uma odds ratio, um número necessário para tratar, uma estimativa do tamanho médio do efeito e assim por diante – para informar decisões.

Porém, muito poucos de nós se comportarão exatamente como o ponto médio no gráfico: alguns serão mais suscetíveis ao benefício e outros serão mais suscetíveis ao dano de determinada intervenção. Poucos de nós valorizarão determinado desfecho na mesma proporção que uma média de grupo sobre (digamos) uma pergunta de escolha pela chance (ver seção “Como podemos ajudar a garantir que as diretrizes baseadas em evidências sejam seguidas?”).

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Capítulo 13 - Artigos que relatam pesquisas por questionário

Trisha Greenhalgh Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Artigos que relatam pesquisas por questionário

Ascensão crescente da pesquisa por questionário

Quando e onde foi a última vez que você preencheu um questionário? Eles entram pela porta e aparecem em nossos escaninhos no trabalho. São enviados como anexo de mensagens eletrônicas ou encontrados na sala de espera do dentista. As crianças os trazem da escola para casa, e não é raro que acompanhem a conta de um restaurante. Recentemente, encontrei alguém em uma festa que se descreveu como

“anotador de questionários” – seu trabalho era parar as pessoas na rua e anotar suas respostas a uma série de perguntas sobre renda, gostos, preferência de compras e sabe-se lá o que mais.

Este capítulo tem como base uma série de artigos que editei para o British

Medical Journal e que foram escritos por uma equipe coordenada pela minha colega

Boynton [1–3]. Petra ensinou-me muito sobre esta técnica de pesquisa amplamente usada, inclusive o fato de que, provavelmente, existem mais pesquisas por questionários malfeitas na literatura do que em qualquer outro delineamento de estudo.

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Capítulo 2 - Pesquisando a literatura

Trisha Greenhalgh Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Pesquisando a literatura

As evidências acumulam-se mais rapidamente do que nunca, e estar atualizado é essencial para a qualidade da atenção ao paciente.

Estudos e revisões de estudos sobre o comportamento de busca de informações dos médicos confirmam que os livros-texto e os contatos pessoais continuam a ser as fontes prediletas para informações clínicas, seguidas por artigos de periódicos

(ver, p. ex., [1]). O uso da internet como fonte de informação aumentou acentuadamente nos últimos anos, em especial via PubMed/Medline, mas a sofisticação da busca e a eficiência ao encontrar respostas não cresceu no mesmo ritmo. Pergunte a qualquer bibliotecária com experiência na área médica e escutará histórias de questões clínicas importantes sendo respondidas usando buscas não sistemáticas no Google. Embora a necessidade de informação da melhor qualidade pelos profissionais de atenção à saúde nunca tenha sido maior, existe uma abundância de barreiras: falta de tempo, falta de instalações, falta de habilidades de pesquisa, falta de motivação e (talvez, a pior de todas), sobrecarga de informações [2].

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Apêndice 2 - Avaliando os efeitos de uma intervenção

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Apêndice 2

Avaliando os efeitos de uma intervenção

Evento-desfecho

Total

Sim

Não

Grupo-controle

a

b

a+b

Grupo experimental

c

d

c+d

Se o evento-desfecho for indesejável (p. ex., óbito)

Taxa do evento-controle (TEC) = risco de desfecho indesejável no grupo-controle

= a/(a + b)

Taxa do evento experimental (TEE) = risco de desfecho indesejável no grupo experimental = c/(c + d)

Risco relativo de evento indesejável no grupo experimental versus grupo-controle

= TEE/TEC

Redução do risco absoluto no grupo tratado (RRA) = TEC – TEE

Número necessário para tratar (NNT) = 1/RRA = 1/(TEC – TEE)

Se o evento-desfecho for desejável (p. ex., cura)

TEC = risco de desfecho desejável no grupo-controle = a/(a + b)

TEE = risco de desfecho desejável no grupo experimental = c/(c + d)

Aumento de benefício relativo no grupo tratado versus grupo-controle = TEE/TEC

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Capítulo 9 - Artigos que resumem outros artigos (revisões sistemáticas e metanálises)

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Capítulo 9

Artigos que resumem outros artigos

(revisões sistemáticas e metanálises)

Quando uma revisão é sistemática?

Você lembra-se dos trabalhos que costumava escrever quando entrou para a universidade? Você perambulava pela biblioteca, procurando nos índices de livros e periódicos. Quando achava um parágrafo que parecesse relevante, você copiava-o e, se algo não se encaixasse na teoria que estava propondo, você deixava-o de fora. Isso, mais ou menos, constitui a revisão jornalística – uma visão geral de estudos primários que não foram identificados ou analisados de modo sistemático (i.e., padronizado e objetivo). Os jornalistas são pagos pelo número de páginas que escrevem e não pela quantidade de coisas que leem ou pelo grau de crítica com que processam a informação, o que explica por que a maioria das “descobertas científicas” que você leu nos jornais de hoje provavelmente será desmentida antes do fim do mês. Uma variação comum da revisão jornalística é a revisão a convite, redigida quando um editor solicita a um de seus amigos que escreva algo, reúne os trechos e diz: “Revisão a convite? Ou, meu campo, a partir de meu ponto de vista, elaborada por mim usando somente meus dados e minhas ideias e citando apenas as minhas publicações”

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