Zukerman Eliova El At (19)
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7. Craniectomia e durotomia no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

7

Craniectomia e durotomia no AVCI

Reynaldo André Brandt

Hallim Feres Júnior

Eduardo Urbano da Silva

Uma das mais graves complicações dos infartos cerebrais é a hipertensão intracraniana severa consequente ao edema que se desenvolve entre o primeiro e o quinto dias após o acidente vascular cerebral isquêmico

(AVCI). Ocorre nos infartos cerebrais extensos do território da artéria cerebral média. O seu prognóstico é particularmente sombrio, com mortalidade de 80% em séries de pacientes atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI), não havendo tratamento clínico satisfatório para esses casos. Por essa razão, recebem o rótulo de infartos malignos da artéria cerebral média, constituindo um grupo específico de pacientes com

AVCI. Caracterizam-se por hipodensidade extensa do tecido cerebral no território da artéria cerebral média, avaliado por tomografia computadorizada (TC) do crânio, com rápida expansão volumétrica desse território, com hérnias inter-hemisféricas e transtentoriais. Trabalhos recentes na literatura neurológica e neurocirúrgica mostraram o efeito benéfico da craniectomia extensa com durotomia na descompressão intracraniana, melhorando consideravelmente o prognóstico desses infartos, com redução significativa tanto da mortalidade quanto da morbidade dos mesmos.

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8. Neuroimagem no AVCI agudo

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Neuroimagem no AVCI agudo

Edson Amaro Junior

Marcelo de Maria Félix

Introdução

Técnicas de neuroimagem no acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo desempenham um papel importante no manejo do paciente desde o advento de imagem por tomografia computadorizada

(TC), e hoje são fundamentais. Passos críticos na tomada de decisão são baseados em resultados de exames de imagem, e continuam a trazer mais informação relevante de acordo com a evolução tecnológica. E não apenas em aplicações individuais, já que a maioria dos desenhos experimentais e ensaios clínicos a respeito de diagnóstico, prognóstico e verificação de resultados terapêuticos tem como variáveis de desfecho parâmetros de neuroimagem.

Por outro lado, não é de longe uma tarefa simples e padronizada a interpretação das imagens, mesmo que hajam escalas para facilitar a utilização das informações1-4. Existe grande variabilidade de apresentação por imagem dos vários mecanismos de lesão cerebral na isquemia aguda.

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18. Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Tania Ol iveira Lopes

Introdução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental, social, e não meramente a ausência de uma doença ou enfermidade. A manutenção e a promoção da saúde baseiam-se na compreensão do conhecimento psicossocial, cultural e econômico do paciente até as mudanças produzidas pela doença. Os profissionais de saúde devem conhecer os fatores de risco reais e potenciais que predispõem um indivíduo ou um grupo a uma doença.

A ciência, com constantes pesquisas e geração de novos conhecimentos, tem contribuído para garantir intervenções mais adequadas e o alcance de resultados estabelecidos. A assistência de enfermagem orientada para promoção da saúde e prevenção de doenças pode ser compreendida, em termos de atividades, em três diferentes níveis. Esses níveis compreendem medidas preventivas primárias, secundárias e terciárias:

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19. Escalas para avaliação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Escalas para avaliação do paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Gisele Sampaio Silva

Neste capítulo, serão discutidas as principais escalas utilizadas para avaliação de gravidade, prognóstico e resultado do tratamento para pacientes com acidente vascular cerebral (AVC).

Escalas para avaliação inicial

Escala de coma de Glasgow

Desenvolvida na década de 1970, é a escala utilizada para avaliação da gravidade do coma em pacientes, mais difundida para avaliação dos pacientes com traumatismos encefálicos.

A escala (Tabela 1) avalia a melhor resposta frente aos seguintes parâmetros neurológicos: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.

Pacientes entubados ou sedados são de difícil avaliação pois a alteração do nível de consciência pode não ser consequência da doença neurológica primária e sim da sedação ou dificuldade de comunicação.

223

Protocolos Gerenciados do HIAE

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14. A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Renata Matulja Soneghet

Cristiane Isabela de Almeida

Fisioterapia

A atuação fisioterapêutica aos pacientes pós-AVC inicia-se no momento de sua admissão na UTI e estende-se até o momento final de sua reabilitação. Estudos mostram que 70 a 80% do tempo destinado à reabilitação é utilizado pela fisioterapia.

Existem evidências de que a reabilitação precoce e com profissionais especializados favorece o retorno funcional. Sob essa perspectiva funcional, o modelo atual da OMS-CIF (Organização Mundial da Saúde

– Classificação Internacional de Funcionalidade) enfatiza e valoriza o que o paciente pode realizar, e não mais a que o paciente está incapacitado. A intervenção terapêutica, a partir desse modelo, é direcionada para capacitar ou otimizar as funções ao paciente. A OMS define função, de maneira geral, como o bom funcionamento do corpo em atividades dentro do ambiente necessário para conviver em sociedade. O aspecto mais relevante, nesse modelo, é que a deficiência (alterações nas funções e estruturas do corpo) deve ser analisada em conjunto com as categorias de atividade e participação. A atividade é definida como a execução da

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Zatsiorsky Vladimir M (30)
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Medium 9788527723671

24 Mecanismos de Lesão Musculoesquelética

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 24

Mecanismos de Lesão

Musculoesquelética

R.F. ZERNICKE E W.C. WHITING

Introdução

Leonardo da Vinci observou que “todas as lesões deixam dor na memória” e, para os atletas de nível olímpico, a memória com freqüência não se limita à lesão propriamente dita, mas em geral inclui a dor permanente da oportunidade perdida. A lesão pode afetar o pico de desempenho — pela perda de um milímetro ou de uma fração de segundo — e pode ser o fator decisivo na seleção para participar de uma equipe olímpica ou para ganhar uma medalha olímpica. Tão trágico quanto uma lesão pode ser negar ao atleta a felicidade da competição, de forma que a história olímpica está repleta de histórias de atletas corajosos que superaram a lesão para alcançar a glória duradoura do sucesso. Al Oerter, por exemplo, nas Olimpíadas de Tóquio em 1964, ganhou a terceira de suas quatro medalhas de ouro ao ignorar a dor de uma vértebra cervical deslocada e uma lesão da cartilagem costal, e lançou o disco em uma distância olímpica recorde de 60,54 m.

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22 Arremesso de Martelo: Problemas e Perspectivas

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 22

Arremesso de Martelo: Problemas e

Perspectivas

K. BARTONIETZ

By hammer and hand

All arts do stand.*

[Lema no Smith’s Hall, Newscastle, 1771]

A primeira seção deste capítulo fornece uma breve revisão da história do evento de arremesso de martelo, focando o desenvolvimento da técnica e os aspectos biomecânicos. Mais informações sobre a história do arremesso de martelo podem ser encontradas em Bartonietz (1985), Voronkin e Limar (1989), Dunn e

McGill (1994) e Black (1999). Seguem uma revisão das relações entre os fatores que determinam a distância arremessada e uma descrição de transferência de energia e coordenação do movimento (padrão de movimento) no arremesso de martelo em níveis diferentes de desempenho entre atletas, tanto homens como mulheres. Em seguida, há uma análise da técnica de arremesso dos arremessadores de martelo de classe mundial. Os achados sobre os efeitos de treinamento usando martelos de diferentes pesos e distâncias são então apresentados. O material fornecido

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5 Ciclo de Alongamento-Encurtamento da Função Muscular

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Ciclo de Alongamento-encurtamento da Função Muscular

P.V. KOMI E C. NICOL

Introdução

Os exercícios musculares têm sido classificados tradicionalmente nos tipos estáticos e dinâmicos. Entretanto, mesmo se esta classificação for adicionalmente ampliada para abranger as formas isoladas de ações musculares isométrica, concêntrica e excêntrica, isto não descreve corretamente a natureza verdadeira da função muscular e suas formas de contração. Os exercícios musculares raramente, ou nunca, envolvem formas puras de tipos de contração isoladas. Isto porque os segmentos do corpo são periodicamente sujeitos a forças de alongamento ou impacto. A corrida, a marcha e o saltitar são exemplos típicos de como as forças externas (por exemplo, gravidade) alongam o músculo. Nesta fase particular, o músculo está atuando excentricamente, e uma ação concêntrica se segue (encurtamento). De acordo com a definição de ação excêntrica, os músculos devem estar ativos durante o alongamento. Estas combinações de ações excêntrica e concêntrica formam um tipo natural de função do músculo chamado de ciclo de alongamento-encurtamento, ou CAE (Norman

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17 Determinantes da Execução Bem-sucedida do Salto com Esquis

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 17

Determinantes da Execução

Bem-sucedida do Salto com Esquis

P.V. KOMI E M. VIRMAVIRTA

Introdução

Salto com esquis é um esporte excitante que requer habilidades complexas e envolve várias fases — aproximação, propulsão, vôo e preparação para aterrizagem — cada uma das quais tem importância para o comprimento do salto. Em geral a execução inclui tanto fatores balísticos quanto aerodinâmicos (Fig. 17.1).

Os fatores balísticos incluem a velocidade e a posição de liberação a partir da rampa de propulsão, ao passo que os fatores aerodinâmicos durante a propulsão e o vôo influenciam as propriedades de deslizamento do sistema saltador/esqui (velocidade, trajes, área de superfície, postura do saltador/esqui, turbulência e forças de resistência e de elevação). É importante perceber que tanto os fatores balísticos quanto os aerodinâmicos exigem necessidades especiais do saltador, de modo que ele possa maximizar de modo ótimo a elevação vertical e minimizar as forças de arrasto.

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Medium 9788527723671

29 Propulsão Manual da Cadeira de Rodas

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 29

Propulsão Manual da Cadeira de Rodas

L.H.V. VAN DER WOUDE, H.E.J. VEEGER E A.J. DALLMEIJER

Introdução

Entre os esportes olímpicos para indivíduos com deficiência, os esportes em cadeiras de rodas tomaram, historicamente, uma posição central. Além das provas de atletismo, os esportes típicos em cadeiras de rodas incluem tênis, basquete e rúgbi quadrangular. Os esportes em cadeiras de rodas desenvolveram-se de modo acentuado desde a Segunda Guerra Mundial.* Simultaneamente, o desempenho no esporte evoluiu dramaticamente durante essas décadas e, conseqüentemente, os níveis de competição melhoraram de modo extraordinário.

No decorrer dos anos, as cadeiras de rodas usadas em eventos esportivos passaram de, no início da década de 1960, cadeiras de rodas banhadas em cromo, projetadas para o uso diário, para os atuais equipamentos de alta tecnologia, específicos para o esporte. Inicialmente, os próprios atletas realizavam alterações no projeto e aprimoravam os procedimentos de encaixe. Posteriormente, os fabricantes de cadeiras de rodas assumiram esse processo, e agora cadeiras de rodas personalizadas, adequadas com precisão ao indivíduo, bem como às condições do uso das mesmas, estão disponíveis para todas as modalidades esportivas

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Zaitz Clarisse (44)
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Medium 9788527716109

40 Rinosporidiose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

40

Rinosporidiose

Iphis Campbell

CĔēĈĊĎęĔ

Rinosporidiose é infecção granulomatosa de evolução crônica causada pelo patógeno Rhinosporidium seeberi, que afeta preferencialmente as mucosas nasais e as conjuntivas do homem e de animais. Com menor frequência, pode afetar laringe, faringe, úvula, palato mole, duto de glândula parótida, traqueia, brônquios, ouvido, uretra, vagina, reto, pele e ossos. São raríssimos os relatos de infecção visceral e generalizada. É doença infectiva, pois as lesões tissulares estão sempre associadas à presença do patógeno, não havendo evidências de que seja também infecciosa, uma vez que não existe documentação de transmissão entre humanos e animais.1

EĈĔđĔČĎĆ

A rinosporidiose tem distribuição universal, já tendo sido descrita esporadicamente em cerca de 70 países com diversas características geográficas. No entanto, é endêmica no sul da Ásia, especialmente sudeste da Índia e Sri

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Lanka. A América do Sul apresenta número significativo de casos, que, juntamente com os da Índia e do Sri Lanka, constituem mais de

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35 Blastomicose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

35

Blastomicose

Sílvio Alencar Marques

IēęėĔĉĚİģĔ

Blastomicose é infecção aguda ou crônica causada pelo Blastomyces dermatitidis, um fungo dimórfico capaz de provocar doença no homem e em animais. É enfermidade endêmica de regiões específicas dos Estados

Unidos e do Canadá, mas também diagnosticada nas Américas Central e do Sul, África e

Ásia.2,11,14,25 Como sinonímias, são utilizadas as denominações blastomicose norte-americana e doença de Gilchrist.

HĎĘęŘėĎĈĔ

A enfermidade foi descrita em 1894 por Gilchrist, a partir da observação de paciente com lesão cutânea.17 Em 1896, Gilchrist e Stokes relataram o segundo caso clínico, cultivaram o agente causal à temperatura ambiente e o denominaram Blastomyces dermatitidis.18 Em

1907, demonstrou-se o dimorfismo térmico do

B. dermatitidis.20 Até 1951, acreditava-se que a blastomicose teria um padrão clínico dis-

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tinto caso a infecção fosse pulmonar e outro padrão caso o inóculo primário fosse cutâneo, mas Schwartz e Baum demonstraram que, com frequência, os quadros cutâneos crônicos apresentavam lesão pulmonar concomitante ou precedente e que todos os casos de blastomicose tinham origem nos pulmões, à semelhança das demais micoses sistêmicas.32 Em

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27 Dermatoses Relacionadas às Leveduras do Gênero Malassezia

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

27

Dermatoses Relacionadas às

Leveduras do Gênero Malassezia

Valéria Maria de Souza Framil

IēęėĔĉĚİģĔ

O agente etiológico da pitiríase versicolor foi isolado por Eichstedt em 1846, e também por

Sluyter em 1847. Esses autores denominaram a doença, porém não propuseram nome ao fungo. Malassez, em 1874, enfatizou a etiologia fúngica, caracterizando-o como “semelhante à levedura”, e em sua homenagem Bailion, em

1889, denominou-o Malassezia furfur. Vários autores isolaram o mesmo fungo e propuseram outros nomes, como Pityrosporum ovale e

Pityrosporum orbiculare.

Malassezia furfur, levedura antropofílica lipodependente, pode apresentar-se na forma oval ou cilíndrica. A primeira é denominada

Pityrosporum ovale e a segunda, Pityrosporum orbiculare. Gueho e Meyer, em 1989, passaram a considerar a inclusão dessas formas dentro de uma única espécie: Malassezia furfur. O gênero Malassezia foi recentemente estudado, e várias espécies foram descritas na literatura. Gueho e cols. reconheceram sete espécies distintas do gênero Malassezia: M.

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22 Micetomas Eumicóticos

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 5

FĚēČĔĘ ĈĔĒ CĆėĆĈęĊėŃĘęĎĈĆĘ PĆėęĎĈĚđĆėĊĘ

22

Micetomas Eumicóticos

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Micetoma é infecção crônica de pele e tecido subcutâneo, causada pela inoculação direta do agente por trauma. Clinicamente, caracteriza-se pela tríade aumento de volume do membro ou região afetada, formação de fístulas e drenagem de grãos. Os agentes etiológicos dos micetomas são os actinomicetos

(actinomicetomas) e os fungos (micetomas eumicóticos ou eumicetomas).1,2 O micetona eumicótico é infecção em que predominam fibrose e fistulização, com escassa drenagem de pus. Afeta mais os pés, e não há comprometimento do estado geral.

HĎĘęŘėĎĈĔ

Em 1842, John Gill descreveu clinicamente o

“pé de Madura” na região de Madura, Índia.

O termo micetoma foi utilizado pela primeira vez em 1860, por Vandyke Carter,3 para denominar tumores produzidos por fungos.

Somente em 1913 Pinoy4 fez a diferenciação

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20 Mucormicose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 4

FĚēČĔĘ FĎđĆĒĊēęĔĘĔĘ CĊēĔĈŃęĎĈĔĘ

(ZĎČĔĒĎĈĔĘĊĘ)

20

Mucormicose

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Zigomicose é infecção causada por diferentes espécies de fungos da classe Zygomycetes. O termo zigomicose foi proposto por Ajello, e hoje é consagrado pelos taxonomistas modernos.1 É uma micose rara, e os micro-organismos envolvidos são sapróbios do solo, insetos e alguns répteis e anfíbios. No hospedeiro, formam micélio cenocítico, isto é, com raros ou nenhum septo. Entomophthorales e Mucorales são as ordens da classe Zygomycetes que dão nome aos dois grupos de zigomicose: entomoftoromicose e mucormicose.2

Organização taxonômica dos zigomicetos:

Phylum Zygomycota

Classe Zygomycetes

Ordem Entomophthorales

Ancylistaceae

Conidiobolus: C. coronatus, C. incongruous,

C. lamprauges (patógeno animal)

20-Clarisse.indd 193

Basidiobolaceae

Basidiobolus: B. ranarum

Ordem Mucorales

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Yu Luis Marques Igor Denizarde Bacelar Costa Maristela Carvalho Da Burdmann Emmanuel (38)
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Medium 9788527729772

37. Máquinas para Métodos Contínuos de Depuração Renal

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

37

Máquinas para

Métodos Contínuos de

Depuração Renal

Jean Carlo Rodriguez Pegas e Henrique Palomba

Introdução

Terapia renal substitutiva (TRS) con­tí­nua é definida como qualquer terapia de purificação sanguí­nea extracorpórea com o objetivo de reparar os distúrbios secundários à lesão renal aguda (LRA) nos pacientes, com duração igual ou superior a 24 h. A remoção de solutos com a TRS contínua pode ser por convecção (hemofiltração), difusão (hemodiá­lise) ou pela combinação de ambos os métodos.

A hemodiá­lise remove com maior eficiên­cia solutos com moléculas pequenas, como ureia, creatinina e potássio (60 a 150 Dálton); já solutos com moléculas médias e grandes, como vitamina B12 ou b-2-microglobulina, são mais bem removidos com a hemofiltração. Na hemodiá­lise, a água (com solutos pequenos) se move para o dialisato no capilar, como resultado do gradiente de pressão hidrostática entre os compartimentos de sangue e dialisato. Normalmente, a direção do fluxo da solução de diá­lise é oposta à do fluxo de sangue. O objetivo do fluxo em contracorrente é maximizar a diferença da concentração das escórias entre o sangue e o dialisato em todas as partes do capilar.

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35. Suporte Dialítico em Pacientes Críticos com Lesão Renal Aguda

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

35

Suporte Dialítico em

Pacientes Críticos com

Lesão Renal Aguda

Thiago Gomes Romano e Daniel Neves Forte

Introdução

Os cuidados em terapia intensiva ao longo dos anos possibilitou o prolongamento da vida de pacientes que, no passado, tinham um prognóstico, em termos de sobrevida, reservado. Desenvolvimento de terapias de suporte extracorpóreo, aprimoramento de modos de ventilação mecânica, desenvolvimento de anti­bió­ticos de última geração e técnicas de terapia renal substitutiva (TRS) com melhor tolerância hemodinâmica são recursos disponíveis que visam a esse aumento de sobrevida.

Ao mesmo tempo em que o ambiente de terapia intensiva é o local em que todos os recursos podem ser alocados no intuito de prolongar a vida, também

é onde os cuidados de fim de vida são instituí­dos.1-4 Nesse contexto, a condução do binômio prolongamento e cuidados de fim de vida muitas vezes é desafiadora.

Frequentemente, profissionais de saú­de envolvidos com os cuidados de doentes criticamente enfermos se deparam com a decisão do benefício da instituição de técnicas de suporte vital em pacientes cujo prognóstico, não apenas de mortalidade, mas também de qualidade de vida pós-cuidados intensivos, é questionável. Tal decisão envolve não somente o paciente em si, mas também seus familiares e o próprio sistema de saú­de, uma vez que o uso racional de recursos deve ser valorizado.5-7

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Medium 9788527729772

31. Dose de Antimicrobianos em Métodos Contínuos e Híbridos de Substituição Renal

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

31

Dose de Antimicrobianos em Métodos Contínuos e Híbridos de

Substituição Renal

Anna Silva Machado, Elisa Teixeira Mendes,

Maura Salaroli de Oliveira e Patricia Taschner Goldenstein

Introdução

A combinação de sepse e insuficiên­cia renal com necessidade de diá­lise é bastante comum em unidades de terapia intensiva (UTI), com elevada morbimortalidade. Há diversas modalidades de diá­lise utilizadas nesse cenário, e um dos desafios no manuseio desses pacientes é prescrever a dose correta dos antimicrobianos para o tratamento dessas graves infecções. Sabe-se que concentrações subterapêuticas podem ser ineficazes, porém doses elevadas têm maior risco de toxicidade e efeitos adversos.1 Doses subótimas também podem influenciar o surgimento de cepas de bactérias resistentes.

Faltam estudos que validem a dose ­ideal de anti­bió­tico em pacientes críticos submetidos à diá­lise, sendo a maioria deles extrapolada de uma pequena série de casos e pouco estudada em populações específicas. Estudos recentes demonstram essa hipótese, sugerindo que, em até 25 a 60% dos casos, esses pacientes recebem doses anti­bió­ticas subterapêuticas, mesmo seguindo dosagens referidas em guidelines e bulas.2-4

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27. Anticoagulação | Medidas Gerais

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

Anticoa­gulação | ­

Medidas Gerais

27

Igor Denizarde Bacelar Marques

Introdução

A coa­gulação precoce dos circuitos de hemodiá­lise é um grave problema para quem lida diariamente com terapias con­tí­nuas de substituição renal, ocasionando perdas sanguí­neas substanciais e aumento dos custos e da carga de trabalho. Fármacos anticoa­gulantes, como as heparinas e o citrato, são reconhecidamente eficientes para prevenir a coa­gulação dos circuitos extracorpóreos, mas nem todos os pacientes podem recebê-los, seja pelo risco de sangramento, seja por hepatopatia grave.

Em todas as modalidades de terapias renais substitutivas (TRS), especialmente quando não são utilizados anticoa­gulantes, é importante tomar medidas para manter o fluxo de sangue, a fim de prevenir a coa­gulação do circuito.

Essas medidas incluem otimização do cateter (diâ­me­tro interno, padrão de fluxo e posição), configuração da TRS (reposição pré-capilar e controle da fração de filtração) e treinamento da equipe de enfermagem.

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Medium 9788527729772

24. Agentes Antioxidantes e Antiapoptóticos na Prevenção e no Tratamento da LRA em UTI

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

24

Agentes Antioxidantes e

Antiapoptóticos na

Prevenção e no Tratamento da LRA em UTI

Camila Eleuterio Rodrigues e Maria Heloisa Massola Shimizu

Introdução

Os estímulos que alteram o estado redox das células levam ao aparecimento de radicais livres e, consequentemente, à ativação de vias de estresse oxidativo celular, que culminam na ativação de vias inflamatórias e, muitas vezes, resultam na ativação de vias pró-apoptóticas e em morte celular. Do mesmo modo, estímulos que desencadeiam a apoptose podem intensificar os mecanismos de estresse oxidativo (a ativação do gene pró-apoptótico Puma, por exemplo, pode agravar a geração de espécies reativas de oxigênio; Figura 24.1). Diversas são as lesões que desencadeiam essa resposta, sendo a lesão renal aguda (LRA) comumente resultado de vários fatores que desencadeiam essa cascata. A perda de função renal que se percebe na clínica é, em geral, o resultado de diversas lesões, subsequentes e cumulativas. Os mecanismos que levam à LRA podem incluir uma ampla rede de vias de sinalização celular e são originados por meio de citocinas e quimiocinas inflamatórias, espécies reativas de oxigênio e fatores apoptóticos. Atualmente, sabe-se que a produção de espécies reativas de oxigênio pela alteração do estado redox desempenha papel central na patogênese de muitas formas de LRA.

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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1. Aleitamento materno

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

1

2

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Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

25

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3. Esquema alimentar no primeiro ano de vida

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Esquema alimentar no primeiro ano de vida

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Introdução

Se a criança estiver em aleitamento materno ou usando fórmula infantil, a introdução de sucos e papa salgada deverá ser feita no sexto mês. Caso a criança seja alimentada com leite de vaca, a introdução da alimentação complementar será feita a partir do segundo mês.

Se o bebê for alimentado com leite materno ou fórmula infantil…

Por que agora meu filho precisa de outros ­alimentos e não só do leite materno ou da fórmula infantil?

Quando seu bebê atinge o sexto mês de vida, o processo de crescimento se acelera e ele precisa comer outros alimentos, porque o leite materno ou a fórmula infantil já não dão mais conta de alimentá-lo adequadamente. Porém, o leite materno ou a fórmula não devem ser trocados por essas novas refeições. Se o bebê estiver em aleitamento materno, o ideal é mantê-lo até os dois anos.

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6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

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2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

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ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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