Wolf Heidegger (12)
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Vísceras Abdominais e Pélvicas

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Vísceras Abdominais e Pélvicas

188

Vísceras Abdominais e Pélvicas a

Lig. coronário

Lig. hepatorrenal

Recesso superior da bolsa omental

Recesso subfrênico

Fígado

Forame omental

(WINSLOW)

Omento menor

Bolsa omental

Recesso subepático

Pâncreas

Duodeno

Parte horizontal

Estômago

b

Mesocolo transverso

Colo transverso

Fígado

(Espaço infracólico direito)

Omento menor

Lig. hepatogástrico

Bolsa omental

Omento maior

Estômago

Recesso inferior da bolsa omental

Mesocolo transverso

Mesentério

Recesso inferior da bolsa omental

Intestino delgado

Jejuno –

Íleo –

Colo transverso

Mesentério

Intestino delgado

Jejuno

Reto

Escavação retovesical

Bexiga urinária

Ampola do reto

Corpo cavernoso do pênis

Próstata

Uretra masculina

Parte esponjosa

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Paredes do Tronco

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Paredes do Tronco

b1-027-058_portugisisch.indd 27

6/29/12 9:45:39 AM

28

Paredes do Tronco

b

a

Lordose cervical

Vértebra cervical I

 Atlas [C I]

c

Parte cervical

Vértebra cervical VII

= Vértebra proeminente

Vértebra torácica I

Parte torácica

Cifose torácica

Forames intervertebrais

Vértebra torácica XII

Vértebra lombar I

Parte lombar

Lordose lombar

Vértebra lombar V

Promontório

Vértebra lombar V

Sacro

Cifose sacral

Cóccix

28 Coluna vertebral (30%) a Vista lateral direita b Vista ventral c Vista dorsal

b1-027-058_portugisisch.indd 28

6/29/12 9:45:44 AM

29

Paredes do Tronco

Proc. espinhoso,

Arco vertebral

Proc. articular

a

Proc. transverso

Costela

Corpo vertebral

b

c

d

29 Homologia das partes das vértebras

a b c d

b1-027-058_portugisisch.indd 29

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Órgão Vestibulococlear

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Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

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Anatomia Geral

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Anatomia Geral

b1-001-026_portugisisch.indd 1

6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 2

6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 3

6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

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Membro Superior

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Membro Superior

b1-085-133_portugisisch.indd 85

6/29/12 9:56:28 AM

86

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação esternoclavicular

Clavícula

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

Costelas

Esterno

Úmero

Vértebras lombares

I e II

Articulação do cotovelo

– Articulação umeroulnar

– Articulação umerorradial

– Articulação radiulnar proximal

Rádio

Ulna

­ rticulação

A radiulnar distal

Ossos carpais

Articulação radiocarpal

Articulações carpometacarpais

Ossos metacarpais

Articulações metacarpofalângicas

Falanges

Articulações interfalângicas

86 Membro superior e tórax (25%)

Vista ventral

b1-085-133_portugisisch.indd 86

6/29/12 9:56:32 AM

87

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

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Wilton C Levine (41)
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Medium 9788527718998

25 Anestesia para Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

25

Anestesia para Cirurgia de Cabeça e

Pescoço

Brian D. Cauley e Deborah S. Pederson

I. ANESTESIA PARA CIRURGIA OFTÁLMICA

A. Considerações Gerais

1. A pressão intra­ocular (PIO; intervalo normal de 10 a 22 mmHg; anormal > 25 mmHg) é

determinada principalmente por (1) volume de humor aquoso (velocidade de produção de humor aquoso em relação à velocidade de drenagem) e (2) volume de sangue nos vasos do olho. Em vista da inelasticidade escleral, pequenas alterações de volume causam grandes alterações da PIO. a. Os fatores que aumentam a PIO são hipertensão, hipercarbia, hipoxia, laringoscopia e intubação traqueal, congestão venosa, vômito, tosse, esforço, bucking, pressão ­ocular externa, succinilcolina e quetamina. b. Os fatores que reduzem a PIO são hipocarbia, hipotermia, depressores do sistema nervoso central, bloqueadores ganglionares, maioria dos anestésicos voláteis e intravenosos

(IV), relaxantes ­muscula­res não despolarizantes, manitol, diuréticos, acetazolamida e elevação da cabeça.

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Medium 9788527718998

11 Anestésicos Intravenosos e Inalatórios

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11

Anestésicos Intravenosos e Inalatórios

Claudia Benkwitz e Ken Solt

I. FARMACOLOGIA DOS ANESTÉSICOS INTRAVENOSOS

É comum o uso de anestésicos intravenosos (IV) para indução e manutenção de anestesia geral e para sedação. O início e o término rápidos da ação desses fármacos devem-se ao seu transporte para dentro e fora do encéfalo. Depois de uma injeção IV em bolo, fármacos lipossolúveis, como propofol, tiopental e etomidato, são rapidamente distribuí­dos para o grupo de tecidos bem vascularizados (p. ex., encéfalo, coração, fígado e rins), o que resulta em início de ação extremamente rápido. As concentrações plasmáticas caem à medida que o fármaco é captado pelos tecidos menos irrigados (p. ex., ­músculo e gordura) e rapidamente deixa o encéfalo. Essa redistribuição a partir do encéfalo é responsável pelo fim dos efeitos, mas ainda é preciso que haja depuração do fármaco ativo, geralmente por metabolismo hepático e eliminação renal. A meia-vida de eliminação é o tempo necessário para que a concentração plasmática de um fármaco caia em 50% durante a fase de eliminação da depuração. A meia-vida sensível ao contexto (MVSC) é o tempo necessário para a diminuição de 50% da concentração do fármaco no compartimento central após o fim de uma infusão con­tí­nua de duração específica (a duração é o “contexto”).

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31 Anestesia Ambulatorial

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

31

Anestesia Ambulatorial

Christopher J. Hodge e Lisa Wollman

I. SELEÇÃO DE PACIENTES

A. Há um aumento contínuo do número de procedimentos, antes hospitalares, rea­li­zados em

consultórios e centros cirúrgicos ambulatoriais; cerca de 60% a 70% de todas as intervenções cirúrgicas rea­li­zadas nos EUA são feitos em esquema ambulatorial. A cirurgia ambulatorial agora é rotineira em muitos pacientes das classes III e IV da American Society of Anesthesiologists (ASA), que estejam em condições clínicas estáveis, e também em pacientes das classes I e II. Estudos recentes documentaram a segurança dessa prática. As internações hospitalares e as complicações estão relacionadas com o tipo de procedimento, a duração da operação, o uso de anestesia geral e a idade do paciente, e não à classificação da ASA.

B. Pacientes nos quais a Cirurgia Ambulatorial É Imprópria

1. Crianças a. Lactentes que foram prematuros e têm menos de 50 semanas pós-concepção, mesmo

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36 Insuficiência Respiratória Perioperatória

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

36

Insuficiência Respiratória Perioperatória

Michael R. Shaughnessy e Luca M. Bigatello

Muitas vezes os anestesiologistas são chamados a ajudar no controle perioperatório das vias respiratórias (Capítulo 13), de problemas pulmonares (Capítulo 3) e do suporte ventilatório. Este capítulo analisa os princípios básicos da insuficiên­cia respiratória aguda no contexto da assistência perioperatória aos pacientes cirúrgicos.

I. FISIOPATOLOGIA DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PERIOPERATÓRIA

Três mecanismos principais determinam a troca gasosa entre o ar inspirado e os tecidos: ventilação, difusão e fluxo sanguí­neo. A insuficiên­cia respiratória é o comprometimento de uma ou mais dessas funções.

A. Insuficiên­cia Ventilatória: Hipoventilação

1. Anormalidade do controle da ventilação a. O controle central da ventilação ocorre por modulação de quimiorreceptores no bulbo. A alteração do pH do líquido cerebrospinal (LCE) é o principal estímulo para es-

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29 Anestesia para Cirurgia Pediátrica

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

29

Anestesia para Cirurgia Pediátrica

Susan A. Vassallo e Lisbeth L. Pappas

I. ANATOMIA E FISIOLOGIA

A. Vias Respiratórias Superiores

1. Os recém-nascidos respiram obrigatoriamente pelo nariz porque os ­músculos orofarín-

2.

3.

4.

5.

6.

geos são fracos. As narinas são relativamente estreitas e uma parcela considerável do trabalho respiratório é usada para vencer a resistência nasal. A oclusão das narinas por atresia coanal bilateral ou secreções viscosas pode causar obstrução total das vias respiratórias. Pode ser necessário usar cânula oral, máscara laríngea ou tubo traqueal para restabelecer a permeabilidade das vias respiratórias durante sedação ou anestesia.

A língua dos lactentes é relativamente grande, o que dificulta a ventilação por máscara e a laringoscopia. A língua pode obstruir as vias respiratórias com facilidade se houver pressão mandibular excessiva durante a ventilação com máscara.

Os lactentes e as crianças têm glote mais cefálica (nível da vértebra C3 em lactentes prematuros, C4 em lactentes e C5 em adultos) e epiglote estreita, longa e angulada, o que pode dificultar a laringoscopia.

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Wilson Mathias Junior Jeane Mike Tsutsui Rodrigo Tonan (15)
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Medium 9788520432112

Seção V – Pericardiopatias

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Pericardiopatias

1 Pericardite aguda........................................................................................................... 395

2 Tamponamento cardíaco................................................................................................ 400

3 Pericardite constritiva.................................................................................................... 406

4 Biópsia endomiocárdica guiada pela ecocardiografia bidimensional........................... 417

V

1

Pericardite aguda

Wilson Mathias Jr.

Jeane Mike Tsutsui

Victoria Yezenia Cómina de La Cruz

Anatomia e fisiologia do pericárdio

O pericárdio é uma estrutura fibrosa e relativamente avascular, que reveste o coração. É composto de duas camadas: visceral e parietal. A camada visceral é constituída por células mesoteliais aderidas ao epicárdico e aposta lateralmente às superfícies pleurais, ligando-se inferiormente ao tendão central do diafragma. Próximo aos ventrículos esquerdo e direito e ao

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Medium 9788520432112

Seção VII – Doença isquêmica do coração

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Doença isquêmica do coração

1 Bases fisiológicas da detecção de isquemia e viabilidade pela ecocardiografia sob estresse..........................................................................................................................487

2 Avaliação da doença isquêmica em repouso.................................................................500

3 Ecocardiografia sob estresse: protocolos e considerações técnicas.............................539

4 Acurácia e valor prognóstico da ecocardiografia sob estresse......................................549

5 �Ecocardiografia sob estresse para avaliação de viabilidade miocárdica.......................557

6 Avaliação das artérias coronárias pelo Doppler.............................................................562

7 Avaliação da artéria torácica interna por meio da imagem em duas dimensões e

Doppler...........................................................................................................................570

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Seção XV – Avaliação pós-operatória de cirurgias congênitas

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Avaliação pós-operatória de cirurgias congênitas

1 Avaliação pós-operatória de cirurgia de comunicação interatrial.................................849

2 Avaliação pós-operatória de comunicação interventricular...........................................858

3 Avaliação pós-operatória do defeito do septo atrioventricular......................................863

4 Avaliação pós-operatória da tetralogia de Fallot.......................................................... 879

5 �Avaliação pós-operatória de transposição das grandes artérias...................................888

6 Avaliação pós-operatória de cirurgia de Glenn e Fontan...............................................896

7 Anomalia de Ebstein.......................................................................................................905

XV

Avaliação pós-operatória de cirurgia de comunicação interatrial

1

Adailson Wagner da Silva Siqueira

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Seção IV – Doença orovalvar

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Doença orovalvar

1 Estenose mitral...............................................................................................................255

2 Insuficiência valvar mitral...............................................................................................272

3 Estenose aórtica..............................................................................................................286

4 O ecocardiograma na insuficiência aórtica.....................................................................296

5 �Prolapso da valva mitral..................................................................................................306

6 Doença valvar tricúspide e pulmonar ............................................................................313

7 Papel da ecocardiografia na avaliação do paciente com endocardite infecciosa ........328

8 �Próteses: conceitos básicos............................................................................................343

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Seção VI – Cardiomiopatias

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Cardiomiopatias

1 Cardiomiopatia dilatada..................................................................................................429

2 Utilidade da ecocardiografia e Doppler na doença de Chagas......................................442

3 Cardiomiopatia hipertrófica............................................................................................453

4 Cardiomiopatia restritiva................................................................................................467

5 �Cardiomiopatia do estresse (síndrome de Takotsubo)....................................................474

6 Outras cardiomiopatias: displasia arritmogênica ventricular direita, ventrículo esquerdo não compactado e cardiomiopatia periparto.................................................................478

VI

1

Cardiomiopatia dilatada

Marta Fernandes Lima

Cardiomiopatias

O termo cardiomiopatia é utilizado para designar o acometimento primário do músculo cardíaco e exclui o envolvimento indireto decorrente de valvopatias, isquemia, hipertensão e cardiopatia congênita. A grande diversidade de causas dificulta a elaboração de uma classificação de cardiomiopatias capaz de contemplar, em uma grade, aspectos etiológicos, anatômicos e fisiopatológicos. No momento, a classificação mais utilizada é a proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Sociedade e Federação Internacional de Cardiologia, publicada por Richardson et al.,1 em 1996 (Tabela 1.1), que agrupa as cardiomiopatias de acordo com aspectos relacionados à fisiopatologia predominante e ao fator etiológico desencadeante da disfunção miocárdica, quando identificado. Porém, ressalta-se que essas classificações não são excludentes. A maioria das cardiomiopatias específicas, ou seja, aquelas com etiologia definida, manifesta-se clinicamente na forma dilatada, e mesmo dentro de uma mesma classificação pode ocorrer sobreposição de morfologias, sobretudo nas formas dilatadas e restritivas.

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Wilson Galv O Naressi Eliel Soares Orenha Suely Carvalho Mutti Naressi (7)
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Medium 9788536701790

Capítulo 1 - Histórico e definições

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

1

Histórico e definições

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Desde o despontar da história, o homem vem lutando para aliviar o fardo de seus esforços diários. Considerada a longa extensão do percurso feito, seu progresso tem sido constante e seguro.

O aperfeiçoamento de ferramentas para cortar, amassar, raspar e perfurar tem facilitado ao ser humano a execução de suas tarefas diárias desde a Idade da Pedra. Este aperfeiçoamento contínuo e o acúmulo de conhecimentos têm potencializado a evolução da humanidade e, na atualidade, têm permitido uma melhor interação do homem com todo o ambiente, tanto durante a realização das tarefas quanto nas horas de lazer.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Entender o que é ergonomia e suas funções

• Compreender de que forma   a ergonomia pode trazer melhorias para o trabalho do cirurgião-dentista

Histórico da ergonomia

No século XVIII, Ramazzini apresentou e discutiu as relações entre as condições ambientais e as características das ferramentas e dos equipamentos, além dos problemas de saúde decorrentes do seu uso.

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Medium 9788536701790

Capítulo 3 - Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas (doenças ocupacionais)

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

3

Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas

(doenças ocupacionais)

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

Epidemiologia das Tecnopatias

A adequação entre operador, equipamento e instrumental frequentemente não é observada na realização do procedimento, e o profissional assume posturas inadequadas de trabalho.

Consequentemente, na execução da tarefa, haverá somatória de traumatismos que poderão originar as tecnopatias odontológicas.1,2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo foi realizado um estudo para avaliar a postura adotada por 1.250 cirurgiões‑dentistas durante a execução de procedimentos odontológicos, denominado Projeto

Sonde.2 Os autores concluíram que elevadas porcentagens de desvios em relação à postura de trabalho adequada são praticadas pelos profissionais:

• Entender as agressões aos aparelhos visual, respiratório   e auditivo a que está sujeito o cirurgião-dentista e conhecer o cuidado que se deve ter com substâncias químicas e radiações

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Medium 9788536701790

Capítulo 7 - Biossegurança

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

7

Biossegurança

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

“Evitar doenças por meio da contenção da disseminação de infecções

é um esforço tão antigo quanto a própria história. Em termos de biossegurança, todos os cuidados deverão ser tomados para que o paciente não se torne portador de novas doenças ao ser tratado.”1

Nas últimas décadas houve grande avanço no conhecimento e na implantação de medidas de biossegurança, permitindo a elaboração de protocolos pelos centros ligados a hospitais e universidades.2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conhecer normas de biossegurança associadas  

à odontologia

• Saber como implantar   a biossegurança em sua atividade, nos equipamentos   e no contato com o paciente

Biossegurança: diferencial e necessidade

A biossegurança é assunto de preocupação mundial em todos os serviços de saúde de boa qualidade.

Em relação às formas de contágio, muitas doenças são transmitidas por via bucal. O contágio pode ser direto (beijo, mordedura de animais, contato sexual) e indireto (fômites,   ou à distância, como poeiras, etc.).

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Medium 9788536701790

Capítulo 5 - Organização do trabalho

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

5

Organização do trabalho

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

No estágio atual em que se encontra a odontologia, é muito difícil conceber o trabalho profissional sem a colaboração de um auxiliar em saúde bucal (ASB).1-7 A intenção de realizar o trabalho cada vez mais eficiente, no melhor tempo possível, com o menor desgaste físico e trazendo o máximo de conforto ao paciente durante a intervenção só será possível com a utilização de pessoal de apoio bem preparado.

“O sucesso ou fracasso dos trabalhos realizados pelo cirurgião‑dentista depende, em boa parte, da qualidade   e da quantidade da mão de obra auxiliar disponível. Daí a necessidade do pessoal auxiliar, com o conhecimento da filosofia de trabalho do cirurgião‑dentista a que está subordinado, bem como de orientações técnicas para auxiliá‑lo na área em que estiver atuando.”8

Para que a equipe possa intervir nessa situação de conforto funcional,

é necessário que a cadeira clínica permita adotar a posição horizontal.

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Medium 9788536701790

Capítulo 4 - Planejamento das instalações do consultório

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

4

Planejamento das instalações do consultório

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Sem dúvida, a pesquisa de mercado para instalar‑se profissionalmente

é fundamental.1

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Os objetivos que devem nortear aquele que busca onde iniciar sua vida profissional devem ser os seguintes:2

• Saber como adequar fisicamente o ambiente de trabalho às suas necessidades

Para onde vou?

Como proceder?

Quando chegarei lá?

Que tipo de clínica pretendo ter?

Quais são os meios?

Quais são as etapas?

Localização profissional

A pesquisa de mercado visa coletar informações de natureza profissional, social e cultural.

Entidades como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

(IBGE), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

(PNUD), o Conselho Federal de Odontologia (CFO), a Associação

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Williams Wilkins Lippincott Lillian Sholtis Brunner Doris Smith Suddarth (20)
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Parte 2 – Exames Complementares | C

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C

 Cálcio,

Soro; Cálcio e

Fosfatos, Urina

Cálcio Urinário

Valores de Referência

Níveis séricos de cálcio total (adultos): 8,2 a 10,2 mg/d

(SI, 2,05 a 2,54 mmol/).

Níveis séricos de cálcio total (crianças): 8,6 a 11,2 mg/d

(SI, 2,15 a 2,79 mmol/).

Níveis de cálcio ionizado: 4,65 a 5,28 mg/d (SI, 1,1 a

1,25 mmol/).

Níveis urinários de cálcio: 100 a 300 mg/24 h (SI, 2,5 a

7,5 mmol/) com dieta normal.

Excreção normal de fosfato: menos de 1.000 mg/24 h.

Implicações de Enfermagem

• Monitorar o paciente quanto a sinais e sintomas de hipercalcemia (náuseas e vômitos, sede excessiva, micção frequente, constipação intestinal, dor abdominal, fraqueza muscular, dores musculares e articulares, confusão, letargia e fadiga).

• Pode ser necessária a administração rápida de solução de calcitonina se o cálcio sérico total do paciente for superior a 13 mg/d.

• Pode ser necessário administrar cálcio se o nível de cálcio ionizado do paciente estiver entre 2 e 3 mg/d.

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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | I

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I

 Imunocomplexos

Quantificação

Circulantes,

Valores de Referência

Ausentes no soro.

Achados Anormais

• Imunocomplexos detectáveis, indicando glomerulonefrite (GN) por imunocomplexos (tipo III), endocardite bacteriana, hepatite C, doença de

Hodgkin ou lúpus eritematoso sistêmico (LES).

Implicações de Enfermagem

• Para um diagnóstico definitivo, o achado desses imunocomplexos tem de ser combinado com os resultados de outros exames.

• Estar atento para o fato de que, no LES, os imunocomplexos estão associados a títulos elevados de anticorpos circulantes antinucleares e anticorpos circulantes contra o ácido desoxirribonucleico nativo.

• Saber que a biopsia renal consegue detectar a presença de imunocomplexos e fornecer evidências conclusivas de glomerulonefrite por imunocomplexos (tipo III), diferenciando-a de outros tipos de glomerulonefrite.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico e da necessidade de outros exames, quando apropriado.

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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | R

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R

 Radiografia,

Coluna Vertebral

Achados Normais

• Ausência de fraturas, subluxações, luxações, curvaturas ou outras anormalidades das vértebras.

• Alinhamento das vértebras formando quatro curvaturas côncavas e convexas alternadas (incidência lateral em adultos); as curvaturas cervical e lombar são convexas anteriormente, enquanto as curvaturas torácica e sacral são convexas anteriormente.

• Cóccix apontando para frente e para baixo.

• Apenas uma curvatura vertebral (côncava anteriormente) em recém-nascidos.

Achados Anormais

• Espondilolistese.

• Fraturas, luxações.

• Subluxações.

• Pinçamento.

• Cifose, escoliose, lordose.

Implicações de Enfermagem

• Dependendo dos resultados dos raios X, o diagnóstico definitivo também pode exigir outros exames, como mielografia ou tomografia computadorizada.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar-se para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

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Parte 2 – Exames Complementares | S

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S

 Sangue

Oculto, Pesquisa nas

Fezes (PSOF)

Achados Normais

• Existência de menos de 2,5 m de sangue nas fezes, resultando em uma reação de cor verde.

Achados Anormais

• Teste positivo, indicando sangramento GI, que pode resultar de muitos distúrbios, como varizes,

úlcera péptica, carcinoma, colite ulcerativa, disenteria ou doença hemorrágica.

Implicações de Enfermagem

• Antecipar a necessidade de outros exames e preparar o paciente para tratamento de acompanhamento, quando indicado.

• Ter em mente que esse exame é particularmente importante para o diagnóstico precoce do câncer colorretal. Outros exames, como esofagograma, análise do conteúdo gástrico e procedimentos endoscópicos, são necessários para definir o local e a extensão do sangramento.

• A American Cancer Society recomenda a realização anual de PSOF para indivíduos com mais de

50 anos de idade.

• Continuar examinando as fezes do paciente à procura de sangramento evidente.

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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | M

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

M

 Magnésio,

Soro

Valores de Referência

Adultos: 1,8 a 2,6 mg/d (SI, 0,74 a 1,07 mmol/).

Crianças: 1,7 a 2,1 mg/d (SI, 0,70 a 0,86 mmol/).

Recém-nascidos: 1,5 a 2,2 mg/d (SI, 0,62 a 0,91 mmol/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Insuficiência renal.

• Administração ou ingestão de magnésio.

• Insuficiência suprarrenal (doença de Addison).

Implicações de Enfermagem

• Observar o paciente à procura de letargia, rubor, diaforese, diminuição da pressão arterial, pulso arterial lento e fraco, fraqueza muscular, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e respiração superficial e lenta.

• Registrar as alterações eletrocardiográficas (ECG)

(como prolongamento do intervalo PR, complexo

QRS largo, ondas T elevadas, bloqueio atrioventricular (BAV), extrassístoles).

Níveis Diminuídos

• Alcoolismo crônico.

• Síndrome de má absorção.

• Diarreia.

• Absorção deficiente depois de ressecção intestinal.

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