Zukerman Eliova El At (19)
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8. Neuroimagem no AVCI agudo

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8

Neuroimagem no AVCI agudo

Edson Amaro Junior

Marcelo de Maria Félix

Introdução

Técnicas de neuroimagem no acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo desempenham um papel importante no manejo do paciente desde o advento de imagem por tomografia computadorizada

(TC), e hoje são fundamentais. Passos críticos na tomada de decisão são baseados em resultados de exames de imagem, e continuam a trazer mais informação relevante de acordo com a evolução tecnológica. E não apenas em aplicações individuais, já que a maioria dos desenhos experimentais e ensaios clínicos a respeito de diagnóstico, prognóstico e verificação de resultados terapêuticos tem como variáveis de desfecho parâmetros de neuroimagem.

Por outro lado, não é de longe uma tarefa simples e padronizada a interpretação das imagens, mesmo que hajam escalas para facilitar a utilização das informações1-4. Existe grande variabilidade de apresentação por imagem dos vários mecanismos de lesão cerebral na isquemia aguda.

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12. Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

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12

Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Marcelino de Souza Durão Júnior

Antonio Capone Neto

Ruy Guilherme Rodrigues Cal

Alexandre Rodrigues Marra

Ana Cláudia Ferraz de Almeida

Este capítulo aborda os principais protocolos clínicos de suporte para o tratamento do paciente neurológico.

Nomograma de Heparina para pacientes neurológicos

Doses fixas de heparina podem levar a estados de coagulação variáveis; dependendo do paciente, vários fatores estão envolvidos nesta terapia que intervêm na meia-vida da droga. Clinicamente, esses fatores dificultam o objetivo terapêutico atingindo níveis inferiores ou superiores de anticoagulação.

O risco de sangramentos é controverso, estudos não demonstraram que o risco de sangramento ocorre com maior frequência, porém pacientes com subdose apresentam eventos embólicos recorrentes. Portanto, um método para controle fidedigno da anticoagulação, evitando doses não terapêuticas oferece benefícios para a prática da terapia endovenosa de heparina.

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4. Trials do tratamento agudo do AVCI

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4

Trials do tratamento agudo do AVCI

Mario Sergio Duarte Andrioli

Eduardo Noda Kihara

Thaís Soares Cianciarullo Minett

O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) é uma doença na qual o paciente desenvolve alterações neurológicas focais, de instalação súbita, causadas pela obstrução ou oclusão de uma ou mais artérias cerebrais. A redução do fluxo sanguíneo no território vascular acometido, com consequente diminuição da oferta de oxigênio e nutrientes ao tecido envolvido, desencadeia a perda das funções do mesmo por falta de energia. A tal fenômeno dá-se o nome de isquemia. Se a isquemia for prolongada e/ou intensa a ponto de causar também a morte celular, ocorrerá necrose tecidual com perda irreversível das funções.

A obstrução ou a oclusão podem ocorrer por lesão na própria parede arterial ou por formação de coágulo em qualquer outro local do sistema circulatório, que pode se fragmentar e/ou se soltar, sendo carregado pelo fluxo circulatório. A esse fragmento livre na circulação dá-se o nome de êmbolo. Um êmbolo pode alcançar uma artéria cujo calibre seja parecido com as suas dimensões causando a sua obstrução. A estagnação do fluxo a montante associada à lesão endotelial no ponto de impactação do êmbolo causa ativação plaquetária e das proteínas do sistema de coagulação formando um trombo secundário. Esses fenômenos são o tromboembolismo.

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7. Craniectomia e durotomia no AVCI

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Craniectomia e durotomia no AVCI

Reynaldo André Brandt

Hallim Feres Júnior

Eduardo Urbano da Silva

Uma das mais graves complicações dos infartos cerebrais é a hipertensão intracraniana severa consequente ao edema que se desenvolve entre o primeiro e o quinto dias após o acidente vascular cerebral isquêmico

(AVCI). Ocorre nos infartos cerebrais extensos do território da artéria cerebral média. O seu prognóstico é particularmente sombrio, com mortalidade de 80% em séries de pacientes atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI), não havendo tratamento clínico satisfatório para esses casos. Por essa razão, recebem o rótulo de infartos malignos da artéria cerebral média, constituindo um grupo específico de pacientes com

AVCI. Caracterizam-se por hipodensidade extensa do tecido cerebral no território da artéria cerebral média, avaliado por tomografia computadorizada (TC) do crânio, com rápida expansão volumétrica desse território, com hérnias inter-hemisféricas e transtentoriais. Trabalhos recentes na literatura neurológica e neurocirúrgica mostraram o efeito benéfico da craniectomia extensa com durotomia na descompressão intracraniana, melhorando consideravelmente o prognóstico desses infartos, com redução significativa tanto da mortalidade quanto da morbidade dos mesmos.

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2. Estratégia de implementação do Protocolo de AVC do HIAE

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Estratégia de implementação do

Protocolo de AVC do HIAE

Eliova Zukerman

Miguel Cendoroglo Neto

Fernando Morgadinho Santos Coelho

Alexandre Pieri

Tania Ol iveira Lopes

A literatura médica tem demonstrado que o sucesso da implementação de programas para atendimento dos pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) depende de uma série de medidas preliminares. É importante conhecer o universo de pacientes que se pretende atender.

Assim, um programa nacional, municipal ou mesmo de um hospital terciário exige diferentes estratégias.

A implementação de um protocolo gerenciado começa com a análise das condições do hospital: humanas, tecnológicas e avaliação do espaço físico para o atendimento do AVC. A análise dos custos deve ser cuidadosamente planejada e os recursos financeiros devem ser direcionados e controlados, evitando descontinuidade. O modelo adotado deve ser divulgado e seguido, usando-se ferramentas de habilitação, treinamento e contínuo monitoramento.

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Zatsiorsky Vladimir M (2)
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6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

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Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

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Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Zaitz Clarisse (44)
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25 Pneumocistose

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Pneumocistose

Maria Irma Seixas Duarte • Amaro Nunes Duarte Neto

IēęėĔĉĚİģĔ

A pneumocistose é uma infecção pulmonar causada pelo fungo Pneumocystis jiroveci, e ocorre em indivíduos com grave imunodepressão da imunidade celular. É a infecção oportunista mais prevalente em pacientes com

AIDS, além de afetar indivíduos recebendo tratamento imunossupressor, pacientes com neoplasias hematológicas, pacientes transplantados e aqueles com imunodeficiências congênitas de linfócito B e/ou linfócito T.

HĎĘęŘėĎĈĔ

O Pneumocystis foi identificado em São Paulo por Carlos Chagas em 1909, em cobaias, e também por Antonio Carini, em 1910, em pulmões de ratos infectados com Tripanossoma cruzi. A princípio, os dois pesquisadores acharam que o Pneumocystis sp. (Pc) era uma nova forma do ciclo vital do Trypanosoma. Somente em 1912 os Delanöes encontraram o mesmo micro-organismo em pulmões de ratos e co-

25-Clarisse.indd 232

baias não infectados com o Trypanosoma, caracterizando, portanto, um novo agente, com tropismo exclusivo para o epitélio pulmonar, sem relação com o Trypanosoma, nomeando-o

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36 Coccidioidomicose

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36

Coccidioidomicose

Maria José N. Diógenes • José Júlio C. Sidrim • Maria Auxiliadora B. Fechine

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A coccidioidomicose é uma infecção sistêmica, predominantemente pulmonar, que acomete o homem e uma grande diversidade de animais, sendo causada por fungos do gênero Coccidioides. A doença, também conhecida como micose do Novo Mundo ou febre do vale (valley fever) foi descrita pela primeira vez em 1892, na Argentina, por Alejandro Posadas, em paciente com múltiplas lesões crônicas na pele.

A etiologia da coccidioidomicose, no entanto, foi revelada apenas em 1900, por William

Ophüls e Herbert C. Moffit, que observaram a formação de micélio fúngico em culturas de tecido de um paciente.

Até 1929, a coccidioidomicose era conhecida apenas em sua forma disseminada, a qual era conhecida por granuloma coccidioidico. A partir de então, foram descobertos casos da forma benigna da doença, caracterizada por sintomas pulmonares agudos e eritema nodoso em pacientes oriundos da região do Vale de San Joaquin, na Califórnia, Estados Unidos. Desde então, o termo coccidioidomicose

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5 Histopatologia das Principais Doenças Estudadas em Micologia Médica

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5

Histopatologia das Principais Doenças

Estudadas em Micologia Médica

Helena Muller • Rute Facchini Lellis

IēęėĔĉĚİģĔ

O exame anatomopatológico utilizado como ferramenta diagnóstica nas infecções fúngicas é vantajoso por ser um método relativamente rápido e de baixo custo. É um método que tem condições de avaliar o tipo de reação inf lamatória tecidual e, às vezes, identificar a presença do agente etiológico da doença. É considerado método diagnóstico eficaz nas infecções cutâneas como rinosporidiose e lacaziose, pois nesses casos os respectivos agentes etiológicos não crescem em meios de cultivo.

O estudo anatomopatológico de qualquer tecido começa com cortes histológicos submetidos a coloração de rotina pelo método de hematoxilina e eosina (HE). A reação inf lamatória tecidual e algumas características particulares de cada infecção fúngica são visualizadas e sugerem ao patologista o próximo passo da investigação diagnóstica: qual coloração especial complementar a ser utilizada.

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6 Aplicação de Métodos de Biologia Molecular em Micologia Médica

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6

Aplicação de Métodos de Biologia

Molecular em Micologia Médica

Marcia de Souza Carvalho Melhem • Maria José Soares Mendes Giannini •

Ana Marisa Fusco Almeida

Os métodos moleculares com aplicação no diagnóstico de infecções fúngicas são, atualmente, utilizados na detecção precoce de muitas infecções virais, bacterianas, parasitárias e fúngicas. Um número crescente de técnicas moleculares para o diagnóstico de infecções fúngicas tem sido desenvolvido nos

últimos anos, devido à crescente prevalência das micoses invasivas e do período de tempo necessário para o diagnóstico quando são utilizados métodos microbiológicos clássicos.

Esses métodos são concebidos para resolver os seguintes aspectos do diagnóstico micológico: a) identificação de fungos em nível de espécie por meio de alvos moleculares de relevância taxonômica; b) diagnóstico precoce de infecções fúngicas invasivas; c) detecção de mecanismos moleculares de resistência aos antifúngicos; e d) tipagem molecular de fungos, todos métodos restritos a laboratórios altamente desenvolvidos. No entanto, algumas dessas técnicas deverão estar disponíveis na prática clínica, em futuro próximo.

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2 Técnicas Laboratoriais Utilizadas em Micologia Médica

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Técnicas Laboratoriais Utilizadas em Micologia Médica

Valéria Maria de Souza Framil

IēęėĔĉĚİģĔ

Várias técnicas são utilizadas para estabelecer ou confirmar o diagnóstico de uma infecção fúngica. A interpretação correta dos resultados laboratoriais depende não só de um profissional de laboratório experiente como

também da qualidade da coleta e processamento do material clínico analisado (Figs.

2.1 a 2.7). Um diagnóstico errôneo pode ser consequência de material inadequadamente coletado, estocado e processado. Informações essenciais como idade, profissão, local em que o material foi coletado, residência ou

Fig. 2.1 Escamas de piƟríase versicolor coletadas com lâmina de bisturi.

Fig. 2.2 Pelo tonsurado coletado com pinça.

02-Clarisse.indd 7

26/10/2009 14:19:37

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Técnicas Laboratoriais Utilizadas em Micologia Médica

viagem recente do paciente podem auxiliar, no laboratório, para o diagnóstico correto e sugerir a seleção de outras técnicas laboratoriais para identificação do fungo. O laborató-

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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5. Dúvidas frequentes

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CAPÍTULO 5

Dúvidas frequentes

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Andréa Gislene do Nascimento

Existe algum alimento que ainda está proibido para o meu bebê?

Sim. Nos primeiros anos de vida, é importante evitar:

• irritantes gástricos: chá (mate e preto) e café, refrigerante;

• frituras e alimentos muito gordurosos;

• leite de vaca e derivados (especialmente no primeiro ano de vida, exceto pela falta de opção em virtude da condição socioeconômica), queijo tipo “petit suisse” e outros derivados com muito açúcar e/ou corantes artificiais;

• alimentos salgados: enlatados, embutidos, condimentados, apimentados, salgadinhos, queijos, macarrão instantâneo, água de coco, temperos prontos e outros com muito sal;

• alimentos ricos em fibras: farinhas integrais, farelo de trigo e cereais integrais;

• açúcar, doces, chocolate, balas, mel, biscoitos recheados, sorvetes, goma de mascar;

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6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

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CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

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1. Aleitamento materno

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CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

1

2

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2. Aleitamento artificial

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CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

1

7

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ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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4. Alimentação complementar

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CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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Wolf Heidegger (12)
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Cabeça e Pescoço

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Cabeça e Pescoço

2

Cabeça e Pescoço

a

b

c

d

2 Diferenças na forma do crânio

a, b c, d a b c

d

Crânio, Norma vertical (visto por cima)

Crânio, Norma frontal (visto pela frente)

Crânio longo (dolicocéfalo)

Crânio largo (braquicéfalo)

Crânio longo (dolicocéfalo) com face estreita

(leptoprosopia)

Crânio largo (braquicéfalo) com face larga

(euriprosopia)

3

Cabeça e Pescoço a

b

Frontal

Escama frontal

Sutura sagital

Crista frontal

Fovéolas granulares

Sutura coronal

Parietal

Occipital

Escama occipital

Forame parietal

Sulcos arteriais

Lâmina externa

Sulco do seio sagital superior

Díploe

Sutura lambdóide

c

d

Lâmina interna

f

e

3 Calvária e ossos suturais a b c d e f

Norma vertical (50%)

Vista interna (50%)

Sutura frontal persistente

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Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

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Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

290

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos a

M. levantador do ânus

M. puborretal –

M. pubococcígeo –

M. iliococcígeo –

Sínfise púbica

Hiato urogenital

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

Canal obturatório

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Ílio

Linha arqueada

Espinha isquiática

(Forame infrapiriforme)

M. isquiococcígeo

M. piriforme

Ílio

Linha arqueada

Promontório

Sacro

Base do sacro

Vértebra lombar V

b

Promontório

Sacro

Vértebra sacral II

Ílio

Linha arqueada

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Canal obturatório

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

M. piriforme

Espinha isquiática

M. isquiococcígeo

M. levantador do ânus

– M. iliococcígeo

– M. pubococcígeo

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Órgão Vestibulococlear

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Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

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Paredes do Tronco

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Paredes do Tronco

b1-027-058_portugisisch.indd 27

6/29/12 9:45:39 AM

28

Paredes do Tronco

b

a

Lordose cervical

Vértebra cervical I

 Atlas [C I]

c

Parte cervical

Vértebra cervical VII

= Vértebra proeminente

Vértebra torácica I

Parte torácica

Cifose torácica

Forames intervertebrais

Vértebra torácica XII

Vértebra lombar I

Parte lombar

Lordose lombar

Vértebra lombar V

Promontório

Vértebra lombar V

Sacro

Cifose sacral

Cóccix

28 Coluna vertebral (30%) a Vista lateral direita b Vista ventral c Vista dorsal

b1-027-058_portugisisch.indd 28

6/29/12 9:45:44 AM

29

Paredes do Tronco

Proc. espinhoso,

Arco vertebral

Proc. articular

a

Proc. transverso

Costela

Corpo vertebral

b

c

d

29 Homologia das partes das vértebras

a b c d

b1-027-058_portugisisch.indd 29

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Vísceras Torácicas

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Vísceras Torácicas

120

Vísceras Torácicas

a

Traquéia

Vértebra torácica I

Esôfago

V. braquiocefálica esquerda

Tronco braquiocefálico

Tecido fibro-adiposo depois da involução do timo

Arco da aorta

A. pulmonar direita

Esterno

Bifurcação da traquéia

Parte ascendente da aorta

Linfonodo traqueobronquial inferior

Pericárdio seroso

–  Lâmina parietal

–  Lâmina visceral

   (Epicárdio)

Seio transverso do pericárdio

Átrio esquerdo

A. coronária direita

Valva atrioventricular esquerda

Valva da aorta

Cavidade do pericárdio

Ventrículo direito

Átrio direito

Valva atrioventricular direita

A. coronária direita

Diafragma

Mediastino superior

Parte descendente da aorta

Mediastino inferior

Esôfago

Mediastino anterior

Mediastino médio

Hiato esofágico

Mediastino posterior

b

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