Wolf Heidegger (12)
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Parte Central do Sistema Nervoso

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Parte Central do Sistema Nervoso

310

Parte Central do Sistema Nervoso b

a

N. troclear [IV]

Fossa rombóide

Sulco mediano

N. hipoglosso [XII]

Atlas [C I]

Arco posterior

N. cervical II

Rr. anterior e posterior

Sulco mediano posterior

Sulco intermédio posterior

N. trigêmeo [V]

N. facial [VII]

N. vestibulococlear [VIII]

Intumescência lombossacral

N. glossofaríngeo [IX]

N. vago [X]

N. acessório [XI]

Vértebra torácica XII

Proc. transverso

N. cervical I

Gânglio sensitivo do nervo cervical II

N. torácico XII

Cone medular

Vértebra lombar I

Proc. costal

Sulco póstero-lateral

Intumescência cervical

Raiz posterior do nervo cervical VII

Filamentos radiculares

Vértebra cervical VII

Arco vertebral

N. torácico I

Vértebra torácica II

Proc. transverso

Dura-máter, parte espinal

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Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita

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Órgãos Visuais e

Cavidade da Órbita

396

Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita a

Supercílio

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Pálpebra superior

(Parte supratarsal) –

(Parte tarsal) –

(Rafe palpebral lateral)

Comissura medial das pálpebras

Ângulo medial do olho

Rima das pálpebras

Cílios

Prega palpebronasal

Pálpebra inferior

b

Supercílio

Pálpebra superior

– (Parte supratarsal)

– (Parte tarsal)

(Sulco palpebral superior)

Túnica conjuntiva do bulbo

Papila lacrimal (superior)

Ponto lacrimal

Cílios

Comissura medial das pálpebras

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Ângulo medial do olho

Pálpebra inferior

Prega semilunar da conjuntiva

Limbo anterior da pálpebra

Papila lacrimal (inferior)

Limbo posterior da pálpebra

Pupila

c

Limbo anterior da pálpebra

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Vísceras Torácicas

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Vísceras Torácicas

120

Vísceras Torácicas

a

Traquéia

Vértebra torácica I

Esôfago

V. braquiocefálica esquerda

Tronco braquiocefálico

Tecido fibro-adiposo depois da involução do timo

Arco da aorta

A. pulmonar direita

Esterno

Bifurcação da traquéia

Parte ascendente da aorta

Linfonodo traqueobronquial inferior

Pericárdio seroso

–  Lâmina parietal

–  Lâmina visceral

   (Epicárdio)

Seio transverso do pericárdio

Átrio esquerdo

A. coronária direita

Valva atrioventricular esquerda

Valva da aorta

Cavidade do pericárdio

Ventrículo direito

Átrio direito

Valva atrioventricular direita

A. coronária direita

Diafragma

Mediastino superior

Parte descendente da aorta

Mediastino inferior

Esôfago

Mediastino anterior

Mediastino médio

Hiato esofágico

Mediastino posterior

b

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Membro Superior

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Membro Superior

b1-085-133_portugisisch.indd 85

6/29/12 9:56:28 AM

86

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação esternoclavicular

Clavícula

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

Costelas

Esterno

Úmero

Vértebras lombares

I e II

Articulação do cotovelo

– Articulação umeroulnar

– Articulação umerorradial

– Articulação radiulnar proximal

Rádio

Ulna

­ rticulação

A radiulnar distal

Ossos carpais

Articulação radiocarpal

Articulações carpometacarpais

Ossos metacarpais

Articulações metacarpofalângicas

Falanges

Articulações interfalângicas

86 Membro superior e tórax (25%)

Vista ventral

b1-085-133_portugisisch.indd 86

6/29/12 9:56:32 AM

87

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

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Índice de Epônimos

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Índice de Epônimos

444

Índice de Epônimos

Índice Alfabético de Epônimos Comumente Usados

Epônimos são termos compostos por nomes de pessoas que, normalmente, primeiro descreveram as estruturas em questão. Freqüentemente, os epônimos são utilizados na linguagem clínica e, geralmente, são preferidos em relação aos termos anatômicos. Por essa razão, os nomes usados nos epônimos mais comuns foram colocados, no decorrer

Epônimo em Inglês

deste atlas, entre parênteses, após os termos anatômicos. São descritos, a seguir, os epônimos e os termos anatômicos correspondentes, além de serem listados também alguns dados biográficos das pessoas mencionadas nos epônimos. Apenas são considerados os epônimos citados com grande freqüência na literatura.

Termo Anatômico

Nome e Dados Relacionados

ACHILLES (AQUILES), Tendão de

Tendão do calcâneo

Denominado por causa de Aquiles (homem legendário grego, herói da

Ilíada de Homero). Ele foi morto por Páris que atingiu seu calcanhar, o único ponto vulnerável de seu corpo.

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Wilton C Levine (41)
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39 Medicina Complementar e Alternativa

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39

Medicina Complementar e Alternativa

Margaret A. Gargarian e P. Grace Harrell

I. MEDICINA COMPLEMENTAR E ALTERNATIVA

As terapias complementares e alternativas abrangem uma ampla série de modalidades terapêuticas que podem ser integradas à medicina ocidental. A medicina complementar e alternativa

(MCA) oferece opções de tratamento aos pacientes, sobretudo no que diz respeito às doen­ças crônicas e ao alívio dos sintomas. Como médicos, quanto mais informados e à vontade estivermos em relação à MCA, mais poderemos ajudar nossos pacientes a tomar decisões seguras e inteligentes. Como anestesiologistas, devemos perguntar sobre o uso de MCA durante a anam­ne­se convencional, principalmente sobre o uso de fitoterápicos. O conhecimento sobre o uso de MCA ajuda a evitar possíveis riscos durante a cirurgia e a aliviar a dor, a ansiedade, as náu­seas e os vômitos.

A. Definições de MCA

1. Práticas não aceitas como corretas ou em conformidade com as convicções do grupo dominante de profissionais médicos em uma sociedade.

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30 Anestesia para Obstetrícia e Ginecologia

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30

Anestesia para Obstetrícia e Ginecologia

Amy Ortman e Lisa Leffert

I. FISIOLOGIA MATERNA NA GRAVIDEZ (QUADRO 30.1)

A. Sistema Respiratório

1. O ingurgitamento capilar da mucosa pode ocorrer em toda a árvore respiratória, com

início no primeiro trimestre e aumento ao longo de toda a gravidez. No passado, recomendava-se a intubação com cânula traqueal de 6,0 a 6,5 mm (diâ­me­tro interno) para reduzir a possibilidade de traumatismo das vias respiratórias; no entanto, o uso de cânulas maiores é possível na maioria das pacientes em caso de necessidade. A retenção de líquidos pode causar aumento da língua, o que explica a maior prevalência das classes

3 e 4 de Mallampati de vias respiratórias em parturientes a termo em comparação com a população em geral. Além disso, pode haver alteração do exame das vias respiratórias durante o trabalho de parto, com consequente aumento da classe. Por fim, em virtude do ingurgitamento da mucosa, a intubação nasotraqueal pode provocar epistaxe e é melhor evitá-la em gestantes.

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29 Anestesia para Cirurgia Pediátrica

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29

Anestesia para Cirurgia Pediátrica

Susan A. Vassallo e Lisbeth L. Pappas

I. ANATOMIA E FISIOLOGIA

A. Vias Respiratórias Superiores

1. Os recém-nascidos respiram obrigatoriamente pelo nariz porque os ­músculos orofarín-

2.

3.

4.

5.

6.

geos são fracos. As narinas são relativamente estreitas e uma parcela considerável do trabalho respiratório é usada para vencer a resistência nasal. A oclusão das narinas por atresia coanal bilateral ou secreções viscosas pode causar obstrução total das vias respiratórias. Pode ser necessário usar cânula oral, máscara laríngea ou tubo traqueal para restabelecer a permeabilidade das vias respiratórias durante sedação ou anestesia.

A língua dos lactentes é relativamente grande, o que dificulta a ventilação por máscara e a laringoscopia. A língua pode obstruir as vias respiratórias com facilidade se houver pressão mandibular excessiva durante a ventilação com máscara.

Os lactentes e as crianças têm glote mais cefálica (nível da vértebra C3 em lactentes prematuros, C4 em lactentes e C5 em adultos) e epiglote estreita, longa e angulada, o que pode dificultar a laringoscopia.

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36 Insuficiência Respiratória Perioperatória

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36

Insuficiência Respiratória Perioperatória

Michael R. Shaughnessy e Luca M. Bigatello

Muitas vezes os anestesiologistas são chamados a ajudar no controle perioperatório das vias respiratórias (Capítulo 13), de problemas pulmonares (Capítulo 3) e do suporte ventilatório. Este capítulo analisa os princípios básicos da insuficiên­cia respiratória aguda no contexto da assistência perioperatória aos pacientes cirúrgicos.

I. FISIOPATOLOGIA DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA PERIOPERATÓRIA

Três mecanismos principais determinam a troca gasosa entre o ar inspirado e os tecidos: ventilação, difusão e fluxo sanguí­neo. A insuficiên­cia respiratória é o comprometimento de uma ou mais dessas funções.

A. Insuficiên­cia Ventilatória: Hipoventilação

1. Anormalidade do controle da ventilação a. O controle central da ventilação ocorre por modulação de quimiorreceptores no bulbo. A alteração do pH do líquido cerebrospinal (LCE) é o principal estímulo para es-

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34 Terapia Transfusional

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34

Terapia Transfusional

Shubha V. Y. Raju e Jonathan E. Charnin

I. INDICAÇÕES DE TERAPIA TRANSFUSIONAL

A transfusão de componentes do sangue costuma ser rea­li­zada quando há diminuição da produção, aumento do uso, destruição ou perda, ou disfunção de um componente específico do sangue (hemácias, plaquetas ou fatores da coa­gulação).

A. Anemia

1. Massa eritrocitária. O principal objetivo da transfusão de hemácias é manter a capaci-

dade de transporte de oxigênio para os tecidos, determinada fundamentalmente pelo nível de hemoglobina (Hb). Os in­di­ví­duos saudáveis ou com anemia crônica geralmente toleram níveis de Hb de 6,5 a 8 g/dl, supondo-se que o volume intravascular seja normal. Já foi prática comum manter o nível perioperatório de Hb acima de 10 g/dl. No entanto, uma “prática restritiva de transfusão”, cuja meta é um nível de Hb de 7 a 9 g/dl, é segura e pode diminuir o risco de morte em comparação com uma meta mais alta de Hb (10 a 12 g/dl). Não há explicação clara para a diminuição da mortalidade no grupo submetido a transfusão restritiva, mas os efeitos de imunossupressão da transfusão alogênica foram comprovados em estudos com animais e seres humanos

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Wilson Mathias Junior Jeane Mike Tsutsui Rodrigo Tonan (15)
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Seção XI – Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

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seção

Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

1 Instrumentação, preparo do paciente e indicações....................................................... 683

2 Planos da ecocardiografia transesofágica..................................................................... 697

3 Ecocardiografia transesofágica tridimensional............................................................. 709

4 Ecocardiografia intraoperatória em cirurgias cardíacas e não cardíacas..................... 720

5 �Ultrassonografia para monitorização da passagem de cateteres venosos e arteriais....................................................................................................................... 730

6 Ecocardiografia transesofágica – avaliação ambulatorial das cardiopatias congênitas..................................................................................................................... 739

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Seção V – Pericardiopatias

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seção

Pericardiopatias

1 Pericardite aguda........................................................................................................... 395

2 Tamponamento cardíaco................................................................................................ 400

3 Pericardite constritiva.................................................................................................... 406

4 Biópsia endomiocárdica guiada pela ecocardiografia bidimensional........................... 417

V

1

Pericardite aguda

Wilson Mathias Jr.

Jeane Mike Tsutsui

Victoria Yezenia Cómina de La Cruz

Anatomia e fisiologia do pericárdio

O pericárdio é uma estrutura fibrosa e relativamente avascular, que reveste o coração. É composto de duas camadas: visceral e parietal. A camada visceral é constituída por células mesoteliais aderidas ao epicárdico e aposta lateralmente às superfícies pleurais, ligando-se inferiormente ao tendão central do diafragma. Próximo aos ventrículos esquerdo e direito e ao

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Seção IV – Doença orovalvar

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seção

Doença orovalvar

1 Estenose mitral...............................................................................................................255

2 Insuficiência valvar mitral...............................................................................................272

3 Estenose aórtica..............................................................................................................286

4 O ecocardiograma na insuficiência aórtica.....................................................................296

5 �Prolapso da valva mitral..................................................................................................306

6 Doença valvar tricúspide e pulmonar ............................................................................313

7 Papel da ecocardiografia na avaliação do paciente com endocardite infecciosa ........328

8 �Próteses: conceitos básicos............................................................................................343

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Seção XII – Outras afecções cardiovasculares

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seção

Outras afecções cardiovasculares

1 Tumores cardíacos......................................................................................................... 749

2 Ecocardiografia em doenças sistêmicas........................................................................ 761

3 O coração do atleta – avaliação ecocardiográfica........................................................ 771

4 Ecocardiografia na avaliação de fonte emboligênica.................................................... 777

XII

Tumores cardíacos

1

Elisa Kaori Uenishi

Márcia Azevedo Caldas

Didaticamente, quando avaliada por um método de imagem, qualquer tumoração cardíaca pode ser definida como uma massa, que é uma estrutura anormal localizada interna ou imediatamente adjacente ao coração. As massas cardíacas podem ser classificadas como tumores, trombos e vegetações. Variantes de estruturas anatômicas normais, algumas vezes, também são erroneamente interpretadas como massas cardíacas.

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Seção VIII – Ecocardiografia contrastada

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seção

Ecocardiografia contrastada

1 Princípios da ecocardiografia contrastada...................................................................... 579

2 Instrumentação e técnicas de exame para realização de ecocardiografia contrastada..................................................................................................................... 588

3 Aplicações da ecocardiografia de contraste na avaliação da borda endocárdica......... 599

4 Ecocardiografia contrastada para análise da perfusão miocárdica............................... 607

5 �Perfusão miocárdica nas síndromes coronarianas agudas............................................ 615

VIII

Princípios da ecocardiografia contrastada

1

Ana Cristina Camarozano

INTRODUÇÃO

A imagem utilizando o ultrassom tornou-se uma modalidade de grande impacto na área de radiologia e cardiologia, por ser um método não invasivo, oferecer imagens diagnósticas em tempo real e não envolver radiação ionizante.

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Wilson Galv O Naressi Eliel Soares Orenha Suely Carvalho Mutti Naressi (7)
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Capítulo 7 - Biossegurança

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7

Biossegurança

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

“Evitar doenças por meio da contenção da disseminação de infecções

é um esforço tão antigo quanto a própria história. Em termos de biossegurança, todos os cuidados deverão ser tomados para que o paciente não se torne portador de novas doenças ao ser tratado.”1

Nas últimas décadas houve grande avanço no conhecimento e na implantação de medidas de biossegurança, permitindo a elaboração de protocolos pelos centros ligados a hospitais e universidades.2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conhecer normas de biossegurança associadas  

à odontologia

• Saber como implantar   a biossegurança em sua atividade, nos equipamentos   e no contato com o paciente

Biossegurança: diferencial e necessidade

A biossegurança é assunto de preocupação mundial em todos os serviços de saúde de boa qualidade.

Em relação às formas de contágio, muitas doenças são transmitidas por via bucal. O contágio pode ser direto (beijo, mordedura de animais, contato sexual) e indireto (fômites,   ou à distância, como poeiras, etc.).

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Capítulo 3 - Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas (doenças ocupacionais)

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3

Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas

(doenças ocupacionais)

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

Epidemiologia das Tecnopatias

A adequação entre operador, equipamento e instrumental frequentemente não é observada na realização do procedimento, e o profissional assume posturas inadequadas de trabalho.

Consequentemente, na execução da tarefa, haverá somatória de traumatismos que poderão originar as tecnopatias odontológicas.1,2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo foi realizado um estudo para avaliar a postura adotada por 1.250 cirurgiões‑dentistas durante a execução de procedimentos odontológicos, denominado Projeto

Sonde.2 Os autores concluíram que elevadas porcentagens de desvios em relação à postura de trabalho adequada são praticadas pelos profissionais:

• Entender as agressões aos aparelhos visual, respiratório   e auditivo a que está sujeito o cirurgião-dentista e conhecer o cuidado que se deve ter com substâncias químicas e radiações

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Capítulo 5 - Organização do trabalho

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5

Organização do trabalho

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

No estágio atual em que se encontra a odontologia, é muito difícil conceber o trabalho profissional sem a colaboração de um auxiliar em saúde bucal (ASB).1-7 A intenção de realizar o trabalho cada vez mais eficiente, no melhor tempo possível, com o menor desgaste físico e trazendo o máximo de conforto ao paciente durante a intervenção só será possível com a utilização de pessoal de apoio bem preparado.

“O sucesso ou fracasso dos trabalhos realizados pelo cirurgião‑dentista depende, em boa parte, da qualidade   e da quantidade da mão de obra auxiliar disponível. Daí a necessidade do pessoal auxiliar, com o conhecimento da filosofia de trabalho do cirurgião‑dentista a que está subordinado, bem como de orientações técnicas para auxiliá‑lo na área em que estiver atuando.”8

Para que a equipe possa intervir nessa situação de conforto funcional,

é necessário que a cadeira clínica permita adotar a posição horizontal.

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Capítulo 4 - Planejamento das instalações do consultório

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4

Planejamento das instalações do consultório

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Sem dúvida, a pesquisa de mercado para instalar‑se profissionalmente

é fundamental.1

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Os objetivos que devem nortear aquele que busca onde iniciar sua vida profissional devem ser os seguintes:2

• Saber como adequar fisicamente o ambiente de trabalho às suas necessidades

Para onde vou?

Como proceder?

Quando chegarei lá?

Que tipo de clínica pretendo ter?

Quais são os meios?

Quais são as etapas?

Localização profissional

A pesquisa de mercado visa coletar informações de natureza profissional, social e cultural.

Entidades como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

(IBGE), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

(PNUD), o Conselho Federal de Odontologia (CFO), a Associação

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Capítulo 6 - Ergonomia odontológica: situação atual, desafios, propostas e metas

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6

Ergonomia odontológica: situação atual, desafios, propostas e metas

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

A ergonomia tem grande potencial de contribuição à concepção de todos os tipos de sistemas com pessoas (sistema de trabalho, sistema de produtos e serviços), mas encara desafios no imediatismo de seus mercados e no suprimento de aplicações de alta qualidade.

Para que a ergonomia atinja seus objetivos, é necessário que os detentores do poder de decisão sejam conscientizados dos benefícios proporcionados por ela.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conscientizar-se da necessidade de incorporar a ergonomia à atividade odontológica

A literatura internacional relata que o exercício da profissão odontológica carece de maior efetivação dos conhecimentos ergonômicos existentes. Para que haja alteração desse quadro, é necessária a implantação de um programa amplo de adequação ergonômica voltado à odontologia.

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Williams Wilkins Lippincott Lillian Sholtis Brunner Doris Smith Suddarth (20)
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Parte 2 – Exames Complementares | R

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R

 Radiografia,

Coluna Vertebral

Achados Normais

• Ausência de fraturas, subluxações, luxações, curvaturas ou outras anormalidades das vértebras.

• Alinhamento das vértebras formando quatro curvaturas côncavas e convexas alternadas (incidência lateral em adultos); as curvaturas cervical e lombar são convexas anteriormente, enquanto as curvaturas torácica e sacral são convexas anteriormente.

• Cóccix apontando para frente e para baixo.

• Apenas uma curvatura vertebral (côncava anteriormente) em recém-nascidos.

Achados Anormais

• Espondilolistese.

• Fraturas, luxações.

• Subluxações.

• Pinçamento.

• Cifose, escoliose, lordose.

Implicações de Enfermagem

• Dependendo dos resultados dos raios X, o diagnóstico definitivo também pode exigir outros exames, como mielografia ou tomografia computadorizada.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar-se para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

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Parte 2 – Exames Complementares | U

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U

 Ultrassonografia

Achados Normais

• Ver boxe Achados na ultrassonografia.

Achados Anormais

• Ver boxe Achados na ultrassonografia.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para outros exames ou para cirurgia, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

Finalidades

• Ver boxe Achados na ultrassonografia.

Descrição

Na ultrassonografia, um transdutor direciona ondas sonoras de alta frequência para a área que está sendo examinada. Os ecos das ondas sonoras são convertidos em imagens em uma tela, indicando o tamanho, o formato e a posição de várias estruturas. As imagens apropriadas são fotografadas ou gravadas em vídeo. O procedimento para ultrassonografia varia, dependendo da área que está sendo examinada.

Aorta Abdominal

• O paciente é colocado em decúbito dorsal, e um gel ou óleo mineral condutor é aplicado ao abdome.

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Parte 2 – Exames Complementares | T

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T

 Tempo

de Coagulação Ativado

Valores de Referência

Paciente não anticoagulado: 107 s, mais ou menos 13 s

(SI, 107 mais ou menos 13 s).

Durante derivação (bypass) cardiopulmonar: 400 a 600 s

(SI, 400 a 600 s).

Durante a oxigenação por membrana extracorpórea

(OMEC): 220 a 260 s (SI, 220 a 260 s).

Achados Anormais

• Tempos de coagulação fora da faixa normal durante a derivação (bypass) cardiopulmonar ou OMEC.

• Deficiência de fatores da coagulação.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Durante a derivação cardiopulmonar, a heparina deve ser titulada para manter um tempo de coagulação ativado de 400 a 600 s (SI, 400 a

600 s).

Finalidades

• Monitorar o efeito da heparina.

• Monitorar o efeito do sulfato de protamina na neutralização da heparina.

• Detectar deficiências graves nos fatores da coagulação (exceto fator VII).

Descrição

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Parte 2 – Exames Complementares | G

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G

 Gamaglutamil

Transferase (GGT)

Valores de Referência

Mulheres: 5 a 25 unidades/ (SI, 0,08 a 0,42 kat/).

Homens: 6 a 38 unidades/ (SI, 0,10 a 0,63 kat/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Doença hepática aguda.

• Pancreatite aguda.

• Doença renal.

• Metástase prostática.

• Consumo de álcool.

• Icterícia obstrutiva.

• Infiltrações metastáticas hepáticas.

• Infarto agudo do miocárdio (5 a 10 dias depois da ocorrência do infarto).

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

Observar se existem manifestações clínicas de lesão hepática, como inquietação, icterícia, asterixe, tremores e angiomas aracneiformes (aranhas vasculares).

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico, incluindo instruções sobre medidas dietéticas apropriadas, entre as quais uma dieta bem balanceada, consistindo em porções adequadas de proteínas e carboidratos.

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Parte 2 – Exames Complementares | B

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B

 Basófilos

Valores de Referência

Contagem absoluta: 15 a 50/mm3 (0,02 a 0,05  109/).

Contagem diferencial: 0 a 1% da contagem total de leucócitos.

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Leucemia (mielocítica, basofílica aguda).

• Doença de Hodgkin.

• Distúrbios mieloproliferativos.

Implicações de Enfermagem

• As contagens elevadas de basófilos estão correlacionadas com altas concentrações de histamina no sangue.

• Verificar a história do paciente quanto ao uso de esteroides, que podem mascarar a basofilia.

• Monitorar rigorosamente o paciente à procura de sinais e sintomas associados a esses distúrbios.

• Antecipar a necessidade de outros exames para confirmar o diagnóstico.

Níveis Diminuídos

• Infecção aguda.

• Hipertireoidismo.

• Estresse.

• Terapia prolongada com esteroides, quimioterapia ou radioterapia.

• Febre reumática aguda (crianças).

• Reação anafilática (rápida diminuição).

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