Wolf Heidegger (12)
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Vísceras Torácicas

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Vísceras Torácicas

120

Vísceras Torácicas

a

Traquéia

Vértebra torácica I

Esôfago

V. braquiocefálica esquerda

Tronco braquiocefálico

Tecido fibro-adiposo depois da involução do timo

Arco da aorta

A. pulmonar direita

Esterno

Bifurcação da traquéia

Parte ascendente da aorta

Linfonodo traqueobronquial inferior

Pericárdio seroso

–  Lâmina parietal

–  Lâmina visceral

   (Epicárdio)

Seio transverso do pericárdio

Átrio esquerdo

A. coronária direita

Valva atrioventricular esquerda

Valva da aorta

Cavidade do pericárdio

Ventrículo direito

Átrio direito

Valva atrioventricular direita

A. coronária direita

Diafragma

Mediastino superior

Parte descendente da aorta

Mediastino inferior

Esôfago

Mediastino anterior

Mediastino médio

Hiato esofágico

Mediastino posterior

b

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Parte Central do Sistema Nervoso

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Parte Central do Sistema Nervoso

310

Parte Central do Sistema Nervoso b

a

N. troclear [IV]

Fossa rombóide

Sulco mediano

N. hipoglosso [XII]

Atlas [C I]

Arco posterior

N. cervical II

Rr. anterior e posterior

Sulco mediano posterior

Sulco intermédio posterior

N. trigêmeo [V]

N. facial [VII]

N. vestibulococlear [VIII]

Intumescência lombossacral

N. glossofaríngeo [IX]

N. vago [X]

N. acessório [XI]

Vértebra torácica XII

Proc. transverso

N. cervical I

Gânglio sensitivo do nervo cervical II

N. torácico XII

Cone medular

Vértebra lombar I

Proc. costal

Sulco póstero-lateral

Intumescência cervical

Raiz posterior do nervo cervical VII

Filamentos radiculares

Vértebra cervical VII

Arco vertebral

N. torácico I

Vértebra torácica II

Proc. transverso

Dura-máter, parte espinal

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Anatomia Geral

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Anatomia Geral

b1-001-026_portugisisch.indd 1

6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 2

6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 3

6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

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Cabeça e Pescoço

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Cabeça e Pescoço

2

Cabeça e Pescoço

a

b

c

d

2 Diferenças na forma do crânio

a, b c, d a b c

d

Crânio, Norma vertical (visto por cima)

Crânio, Norma frontal (visto pela frente)

Crânio longo (dolicocéfalo)

Crânio largo (braquicéfalo)

Crânio longo (dolicocéfalo) com face estreita

(leptoprosopia)

Crânio largo (braquicéfalo) com face larga

(euriprosopia)

3

Cabeça e Pescoço a

b

Frontal

Escama frontal

Sutura sagital

Crista frontal

Fovéolas granulares

Sutura coronal

Parietal

Occipital

Escama occipital

Forame parietal

Sulcos arteriais

Lâmina externa

Sulco do seio sagital superior

Díploe

Sutura lambdóide

c

d

Lâmina interna

f

e

3 Calvária e ossos suturais a b c d e f

Norma vertical (50%)

Vista interna (50%)

Sutura frontal persistente

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Medium 9788527711395

Membro Superior

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Membro Superior

b1-085-133_portugisisch.indd 85

6/29/12 9:56:28 AM

86

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação esternoclavicular

Clavícula

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

Costelas

Esterno

Úmero

Vértebras lombares

I e II

Articulação do cotovelo

– Articulação umeroulnar

– Articulação umerorradial

– Articulação radiulnar proximal

Rádio

Ulna

­ rticulação

A radiulnar distal

Ossos carpais

Articulação radiocarpal

Articulações carpometacarpais

Ossos metacarpais

Articulações metacarpofalângicas

Falanges

Articulações interfalângicas

86 Membro superior e tórax (25%)

Vista ventral

b1-085-133_portugisisch.indd 86

6/29/12 9:56:32 AM

87

Membro Superior

Vértebras cervicais

Articulação acromioclavicular

Escápula

Articulação do ombro

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Wilton C Levine (41)
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Medium 9788527718998

19 Controle Hemodinâmico Perioperatório

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

19

Controle Hemodinâmico Perioperatório

Brian T. Bateman e Vilma E. Ortiz

I. PRESSÃO ARTERIAL

A pressão arterial sistêmica é monitorada como reflexo da perfusão te­ci­dual local. Clinicamente, é muito mais fácil medir a pressão arterial que o fluxo sanguí­neo. Os órgãos, porém, necessitam mais propriamente de fluxo sanguí­neo adequado que de uma pressão arterial mínima para satisfazer suas necessidades metabólicas.

A. Lei de Ohm. Pressão (i. e., pressão arterial) = fluxo (i. e., débito cardía­co) × resistência.

Fluxo sanguí­neo no órgão = (pressão arterial média [PAM] – pressão venosa no órgão)/ resistência ­vascular no órgão

B. O débito cardía­co é influenciado pela frequência cardía­ca, pré-carga, pós-carga, complacência e contratilidade do miocárdio. Essas va­riá­veis distintas são muito interdependentes e controladas pelo sistema nervoso autônomo e por mecanismos humorais.

II. AUTORREGULAÇÃO

A capacidade de um órgão ou leito ­vascular manter o fluxo sanguí­neo adequado apesar da variação da pressão arterial é denominada autorregulação. A regulação metabólica controla cerca de 75% de todo o fluxo sanguí­neo local no corpo. Os órgãos têm diferentes capacidades

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Medium 9788527718998

Apêndice A: Informações Farmacológicas Complementares

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A

a p ê n d ic e

Informações Farmacológicas

Complementares

Bishr Haydar

ABCIXIMABE (REOPRO)

Indicações

Evita a formação de trombos após intervenção coronariana percutâ­nea (ICP).

Dosagem

Administração de bolo (0,25 mg/kg) 10 a 60 min antes da ICP, seguido por

Efeito

Depuração

Comentários

infusão IV de 10 µg/min.

Inibe a glicoproteí­na IIB/IIIA; evita a adesão e a agregação plaquetária.

Rápida diminuição da concentração decorrente da ligação às plaquetas; pos­ sibilidade de transferência do medicamento plaqueta a plaqueta. Em geral, há recupe­ração da função em 48 h, mas pode permanecer na circulação por até 10 dias.

Pode haver anafilaxia; hipotensão na administração em bolo. As complicações hemorrágicas e a trombocitopenia são efeitos colaterais comuns. Contraindi­ cações: hemorragia interna ativa ou AVC recente.

ACETATO DE DESMOPRESSINA (DDAVP)

Indicações

1. Tratamento da coagulopatia na doen­ça de von Willebrand, hemofilia A (mas contraindicado se a atividade do fator VIII > 5%), insuficiên­cia renal. 2. Dia­

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8 Segurança em Anestesia

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

ParTE II: administração da anestesia

8

Segurança em Anestesia

Sara N. Goldhaber-Fiebert e Jeffrey B. Cooper

I. O RISCO DA ANESTESIA

A. Não Há como Medir com Precisão o Risco Global da Anestesia

1. Dados recentes sugerem que a anestesia contribui para a morte em cerca de 1 por 10.000

anestesias. Essas estimativas são es­peculativas porque é impossível controlar as condições.

2. A mortalidade evitável relacionada com a anestesia em pacientes saudáveis (classes

1 e 2 da American Society of Anesthesiologists) pode ser da ordem de 1 em 100.000.

É maior a probabilidade de eventos adversos em pacientes de maior risco submetidos a intervenções cirúrgicas de complexidade crescente.

3. Muitos outros pacientes têm lesões não fatais graves e que implicam custos elevados, como lesão neurológica permanente.

4. Embora a anestesiologia seja reconhecida como uma especialidade importante no tocante

à segurança do paciente e os desfechos adversos tenham diminuí­do bastante, os riscos da anestesia ainda são substanciais. É preciso manter e reforçar os esforços prévios bemsucedidos para promover a segurança e reduzir mortes e lesões evitáveis.

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26 Anestesia para Cirurgia Urológica

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

26

Anestesia para Cirurgia Urológica

Kris C. Lukauskis e William R. Kimball

I. ANESTESIA PARA PROCEDIMENTOS UROLÓGICOS ESPECÍFICOS

A. A cistoscopia e a ureteroscopia são usadas no diagnóstico e tratamento de lesões das vias

urinárias inferiores (uretra, próstata e bexiga) e superiores (ureter e rim).

1. Usam-se líquidos de irrigação aquecidos para melhorar a ­visua­lização e remover sangue,

tecido e fragmentos de cálculos. a. As soluções eletrolíticas (soro fisiológico e Ringer-lactato) são isotônicas e não causam hemólise com a absorção intravascular. Em virtude da ionização, não são seguras em procedimentos com uso de eletrocautério. b. A água destilada estéril tem visibilidade ótima e não conduz eletricidade. No entanto, a absorção intravascular causa hemólise, hiponatremia e hiposmolalidade. c. As soluções não eletrolíticas de glicina, sorbitol e manitol proporcionam boa visibilidade e não conduzem eletricidade. A solução quase isotônica minimiza a hemólise, embora a absorção de grande volume possa causar hiponatremia (sem hiposmolalidade significativa).

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22 Anestesia para Cirurgia Vascular

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

22

Anestesia para Cirurgia Vascular

M. Richard Pavao e Edward A. Bittner

I. AVALIAÇÃO E CONDUTA PRÉ-OPERATÓRIAS

A avaliação e a conduta pré-operatórias na cirurgia ­vascular têm por fim a identificação de doen­ça coexistente, a otimização de tratamentos específicos e a previsão de problemas intraoperatórios e pós-operatórios.

A. Sistema Cardiovascular

A doen­ça arterial coronariana é observada em 40% a 80% dos pacientes submetidos a cirurgia ­vascular e é uma causa importante de morbidade e mortalidade. O infarto do miocárdio

(IM) é responsável por cerca de metade das mortes no perío­do pós-operatório imediato. Os fatores de risco cardía­co são insuficiên­cia cardía­ca congestiva, IM, hipertensão, cardiopatia valvar, angina e arritmias (ver Capítulo 2).

1. Muitas vezes, distúrbios clínicos coexistentes, como claudicação, incapacidade decorrente de AVC prévio e enfisema, limitam a utilidade da tolerância ao exercício como técnica de avaliação da função cardía­ca.

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Wilson Mathias Junior Jeane Mike Tsutsui Rodrigo Tonan (15)
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Medium 9788520432112

Seção XI – Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional e ecocardiografia vascular invasiva

1 Instrumentação, preparo do paciente e indicações....................................................... 683

2 Planos da ecocardiografia transesofágica..................................................................... 697

3 Ecocardiografia transesofágica tridimensional............................................................. 709

4 Ecocardiografia intraoperatória em cirurgias cardíacas e não cardíacas..................... 720

5 �Ultrassonografia para monitorização da passagem de cateteres venosos e arteriais....................................................................................................................... 730

6 Ecocardiografia transesofágica – avaliação ambulatorial das cardiopatias congênitas..................................................................................................................... 739

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Seção XIII – Cardiopatias congênitas com shunt

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Cardiopatias congênitas com shunt

1 Comunicação interatrial................................................................................................. 797

2 Comunicação interventricular........................................................................................ 805

3 Defeito do septo atrioventricular................................................................................... 812

4 Persistência do canal arterial........................................................................................ 820

XIII

1

Comunicação interatrial

Juliana Duarte Diniz

Jorge Yussef Afiune

Introdução

A comunicação interatrial (CIA) representa cerca de 10% de todas as cardiopatias congênitas, sendo o tipo mais comum a comunicação interatrial ostium secundum (60 a 70% dos casos).1 Pode se apresentar de forma isolada ou em associação com outras cardiopatias. A ecocardiografia, utilizando-se de todas as suas modalidades, tem um papel crucial na avaliação anatômica e funcional dessa cardiopatia, fornecendo elementos para a tomada de decisão terapêutica na maioria dos casos.

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Seção V – Pericardiopatias

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Pericardiopatias

1 Pericardite aguda........................................................................................................... 395

2 Tamponamento cardíaco................................................................................................ 400

3 Pericardite constritiva.................................................................................................... 406

4 Biópsia endomiocárdica guiada pela ecocardiografia bidimensional........................... 417

V

1

Pericardite aguda

Wilson Mathias Jr.

Jeane Mike Tsutsui

Victoria Yezenia Cómina de La Cruz

Anatomia e fisiologia do pericárdio

O pericárdio é uma estrutura fibrosa e relativamente avascular, que reveste o coração. É composto de duas camadas: visceral e parietal. A camada visceral é constituída por células mesoteliais aderidas ao epicárdico e aposta lateralmente às superfícies pleurais, ligando-se inferiormente ao tendão central do diafragma. Próximo aos ventrículos esquerdo e direito e ao

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Medium 9788520432112

Seção XIV – Malformações valvares/lesões obstrutivas na criança

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Malformações valvares/lesões obstrutivas na criança

1 Malformações congênitas da valva mitral.................................................................... 827

2 Valva aórtica bivalvular, estenose subaórtica e supravalvar......................................... 834

3 Estenose pulmonar......................................................................................................... 840

XIV

Malformações congênitas da valva mitral

1

Gláucia Maria Penha Tavares

A maior parte das disfunções da valva mitral observadas na idade adulta é decorrente de degeneração, calcificação ou doenças adquiridas, como a de etiologia reumática. Entretanto algumas malformações congênitas, especialmente se pouco sintomáticas, são seguidas clinicamente ou eventualmente até diagnosticadas tardiamente no adulto.

Apesar de ser mais comum a observação de estenose ou insuficiência puras, há a possibilidade da associação das duas disfunções nas alterações congênitas da valva mitral.1

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Seção X – Doenças dos grandes vasos

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Doenças dos grandes vasos

1 Aneurismas da aorta...................................................................................................... 655

2 Dissecção aórtica........................................................................................................... 663

3 Coarctação de aorta....................................................................................................... 672

X

1

Aneurismas da aorta

Suzana Pacheco Salum

Definições

O termo aneurisma de aorta é definido como sendo uma dilatação permanente e localizada, envolvendo todas as paredes da aorta, superior a 1,5 vezes o diâmetro normal esperado para determinado nível anatômico, tendo como base os estudos populacionais realizados em indivíduos saudáveis que definiram as medidas de normalidade. As dilatações inferiores a 1,5 vezes o diâmetro normal esperado são de forma geral definidas como ectasias e podem ocorrer em decorrência de hipertensão, aterosclerose, necrose cística da média, estenose valvar aórtica (dilatação pós-estenótica) e doenças inflamatórias e do colágeno. Para fins práticos, em indivíduos com menos de 60 anos, o diâmetro de aorta ascendente entre 4 e 5 cm e de aorta descendente entre

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Wilson Galv O Naressi Eliel Soares Orenha Suely Carvalho Mutti Naressi (7)
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Medium 9788536701790

Capítulo 2 - Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

2

Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Neste capítulo serão apresentadas somente as funções que interessam

à ergonomia e influem no desempenho do trabalho:

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Aprender sobre aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais que interferem   na ergonomia

função neuromuscular; coluna vertebral; visão; audição; propriocepção.

Tais conhecimentos são essenciais para o desenvolvimento   dos próximos capítulos.

• Entender o funcionamento neuromuscular

• Compreender o funcionamento da coluna vertebral e como prevenir lesões

• Entender o funcionamento   da visão e da audição, e como evitar que sejam prejudicadas no cotidiano de trabalho

Função neuromuscular

O corpo humano apresenta alta capacidade de mobilidade, a qual é exercida por contrações musculares. Os músculos são comandados pelo sistema nervoso central, interagindo com estímulos ambientais.

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Capítulo 3 - Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas (doenças ocupacionais)

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

3

Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas

(doenças ocupacionais)

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

Epidemiologia das Tecnopatias

A adequação entre operador, equipamento e instrumental frequentemente não é observada na realização do procedimento, e o profissional assume posturas inadequadas de trabalho.

Consequentemente, na execução da tarefa, haverá somatória de traumatismos que poderão originar as tecnopatias odontológicas.1,2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo foi realizado um estudo para avaliar a postura adotada por 1.250 cirurgiões‑dentistas durante a execução de procedimentos odontológicos, denominado Projeto

Sonde.2 Os autores concluíram que elevadas porcentagens de desvios em relação à postura de trabalho adequada são praticadas pelos profissionais:

• Entender as agressões aos aparelhos visual, respiratório   e auditivo a que está sujeito o cirurgião-dentista e conhecer o cuidado que se deve ter com substâncias químicas e radiações

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Capítulo 5 - Organização do trabalho

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

5

Organização do trabalho

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

No estágio atual em que se encontra a odontologia, é muito difícil conceber o trabalho profissional sem a colaboração de um auxiliar em saúde bucal (ASB).1-7 A intenção de realizar o trabalho cada vez mais eficiente, no melhor tempo possível, com o menor desgaste físico e trazendo o máximo de conforto ao paciente durante a intervenção só será possível com a utilização de pessoal de apoio bem preparado.

“O sucesso ou fracasso dos trabalhos realizados pelo cirurgião‑dentista depende, em boa parte, da qualidade   e da quantidade da mão de obra auxiliar disponível. Daí a necessidade do pessoal auxiliar, com o conhecimento da filosofia de trabalho do cirurgião‑dentista a que está subordinado, bem como de orientações técnicas para auxiliá‑lo na área em que estiver atuando.”8

Para que a equipe possa intervir nessa situação de conforto funcional,

é necessário que a cadeira clínica permita adotar a posição horizontal.

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Capítulo 7 - Biossegurança

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

7

Biossegurança

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

“Evitar doenças por meio da contenção da disseminação de infecções

é um esforço tão antigo quanto a própria história. Em termos de biossegurança, todos os cuidados deverão ser tomados para que o paciente não se torne portador de novas doenças ao ser tratado.”1

Nas últimas décadas houve grande avanço no conhecimento e na implantação de medidas de biossegurança, permitindo a elaboração de protocolos pelos centros ligados a hospitais e universidades.2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conhecer normas de biossegurança associadas  

à odontologia

• Saber como implantar   a biossegurança em sua atividade, nos equipamentos   e no contato com o paciente

Biossegurança: diferencial e necessidade

A biossegurança é assunto de preocupação mundial em todos os serviços de saúde de boa qualidade.

Em relação às formas de contágio, muitas doenças são transmitidas por via bucal. O contágio pode ser direto (beijo, mordedura de animais, contato sexual) e indireto (fômites,   ou à distância, como poeiras, etc.).

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Capítulo 1 - Histórico e definições

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

1

Histórico e definições

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Desde o despontar da história, o homem vem lutando para aliviar o fardo de seus esforços diários. Considerada a longa extensão do percurso feito, seu progresso tem sido constante e seguro.

O aperfeiçoamento de ferramentas para cortar, amassar, raspar e perfurar tem facilitado ao ser humano a execução de suas tarefas diárias desde a Idade da Pedra. Este aperfeiçoamento contínuo e o acúmulo de conhecimentos têm potencializado a evolução da humanidade e, na atualidade, têm permitido uma melhor interação do homem com todo o ambiente, tanto durante a realização das tarefas quanto nas horas de lazer.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Entender o que é ergonomia e suas funções

• Compreender de que forma   a ergonomia pode trazer melhorias para o trabalho do cirurgião-dentista

Histórico da ergonomia

No século XVIII, Ramazzini apresentou e discutiu as relações entre as condições ambientais e as características das ferramentas e dos equipamentos, além dos problemas de saúde decorrentes do seu uso.

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Williams Wilkins Lippincott Lillian Sholtis Brunner Doris Smith Suddarth (20)
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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | O

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

O

 Orofaringe,

Cultura de

Achados Normais

• Estreptococos não hemolíticos e alfa-hemolíticos.

• Espécies de Neisseria.

• Estafilococos.

• Difteroides.

• Algumas espécies de Haemophilus.

• Pneumococos.

• Leveduras.

• Bastonetes gram-negativos entéricos.

• Espiroquetas.

• Espécies de Veillonella.

• Espécies de Micrococcus.

Achados Anormais

• Estreptococos beta-hemolíticos do grupo A

(Streptococcus pyogenes) (escarlatina e faringite).

• Candida albicans (candidíase, monilíase).

• Corynebacterium diphtheriae (difteria).

• Bordetella pertussis (coqueluche).

• N. gonorrhoeae.

• Neisseria meningitidis.

• Mycoplasma e Chlamydia.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para outros exames, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

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Parte 2 – Exames Complementares | I

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

I

 Imunocomplexos

Quantificação

Circulantes,

Valores de Referência

Ausentes no soro.

Achados Anormais

• Imunocomplexos detectáveis, indicando glomerulonefrite (GN) por imunocomplexos (tipo III), endocardite bacteriana, hepatite C, doença de

Hodgkin ou lúpus eritematoso sistêmico (LES).

Implicações de Enfermagem

• Para um diagnóstico definitivo, o achado desses imunocomplexos tem de ser combinado com os resultados de outros exames.

• Estar atento para o fato de que, no LES, os imunocomplexos estão associados a títulos elevados de anticorpos circulantes antinucleares e anticorpos circulantes contra o ácido desoxirribonucleico nativo.

• Saber que a biopsia renal consegue detectar a presença de imunocomplexos e fornecer evidências conclusivas de glomerulonefrite por imunocomplexos (tipo III), diferenciando-a de outros tipos de glomerulonefrite.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico e da necessidade de outros exames, quando apropriado.

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Parte 2 – Exames Complementares | L

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

L

 Lactose,

Oral

Teste de Tolerância

Valores de Referência

O valor de 20 mg/d (SI, mais de 1,1 mmol/) acima dos níveis de glicose em jejum no decorrer de 15 a 60 min após a ingestão de uma dose de ataque de lactose indica tolerância à lactose.

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Tolerância à lactose (a intolerância à lactose é diagnosticada quando não ocorre elevação dos níveis séricos de glicose depois da ingestão de 50 a

100 g de lactose).

• Doença de Crohn.

Implicações de Enfermagem

• Preparar o paciente para uma biopsia de intestino delgado com determinação da lactase para confirmar o diagnóstico.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para outros exames e para intervenção cirúrgica, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

Finalidades

• Detectar a intolerância à lactose.

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Parte 2 – Exames Complementares | H

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

H

 Hematócrito

Valores de Referência

Mulheres: 36 a 48% (SI, 0,36 a 0,48).

Homens: 42 a 52% (SI, 0,42 a 0,52).

Crianças, 1 ano: 29 a 41% (SI, 0,29 a 0,41).

Crianças, 10 anos: 36 a 40% (SI, 0,36 a 0,4).

Lactentes de 1 mês: 37 a 49% (SI, 0,37 a 0,49).

Lactentes, 3 meses: 30 a 36% (SI, 0,30 a 0,36).

Recém-nascidos, 1 semana: 47 a 65% (SI, 0,47 a 0,65).

Recém-nascidos, mais de 1 semana: 55 a 68% (SI, 0,55 a 0,68).

Valores Críticos

Inferiores a 20% (SI, inferior a 0,20) ou superiores a

60% (SI, superiores a 0,60).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Policitemia.

• Hemoconcentração causada por perda de sangue ou por desidratação.

• Condições patológicas, tais como enfisema nos estágios avançados, ataque isquêmico transitório

(AIT), eclampsia, traumatismo, intervenções cirúrgicas e queimaduras.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | P

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

P

 Paracetamol,

de

Nível Sanguíneo

Valores de Referência

Dose terapêutica: 10 a 20 g/m (SI, 66,2 a 132,4

mol/).

Valores Críticos

Superiores a 300 g/m (SI, 1,986 mol/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Resultados superiores a 200 g/m (SI, acima de

1.324 mol/), 4 h depois da ingestão do fármaco, ou superior a 50 g/m (SI, superiores a 331

mol/) 12 h depois da ingestão do paracetamol; indicam intoxicação e potencial de lesão hepática.

Implicações de Enfermagem

• Preparar para administrar acetilcisteína

(Mucomyst®, Mucosil®, Parvolex®), que é um antídoto do paracetamol.

• Preparar o paciente para hemodiálise para remover o paracetamol do corpo.

• Monitorar rigorosamente os sinais vitais do paciente.

• Monitorar os níveis séricos de paracetamol e as provas de função hepática.

• Monitorar o balanço hídrico para avaliar a função renal.

Finalidades

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