Zukerman Eliova El At (19)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520429488

7. Craniectomia e durotomia no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

7

Craniectomia e durotomia no AVCI

Reynaldo André Brandt

Hallim Feres Júnior

Eduardo Urbano da Silva

Uma das mais graves complicações dos infartos cerebrais é a hipertensão intracraniana severa consequente ao edema que se desenvolve entre o primeiro e o quinto dias após o acidente vascular cerebral isquêmico

(AVCI). Ocorre nos infartos cerebrais extensos do território da artéria cerebral média. O seu prognóstico é particularmente sombrio, com mortalidade de 80% em séries de pacientes atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI), não havendo tratamento clínico satisfatório para esses casos. Por essa razão, recebem o rótulo de infartos malignos da artéria cerebral média, constituindo um grupo específico de pacientes com

AVCI. Caracterizam-se por hipodensidade extensa do tecido cerebral no território da artéria cerebral média, avaliado por tomografia computadorizada (TC) do crânio, com rápida expansão volumétrica desse território, com hérnias inter-hemisféricas e transtentoriais. Trabalhos recentes na literatura neurológica e neurocirúrgica mostraram o efeito benéfico da craniectomia extensa com durotomia na descompressão intracraniana, melhorando consideravelmente o prognóstico desses infartos, com redução significativa tanto da mortalidade quanto da morbidade dos mesmos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429488

18. Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

18

Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Tania Ol iveira Lopes

Introdução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental, social, e não meramente a ausência de uma doença ou enfermidade. A manutenção e a promoção da saúde baseiam-se na compreensão do conhecimento psicossocial, cultural e econômico do paciente até as mudanças produzidas pela doença. Os profissionais de saúde devem conhecer os fatores de risco reais e potenciais que predispõem um indivíduo ou um grupo a uma doença.

A ciência, com constantes pesquisas e geração de novos conhecimentos, tem contribuído para garantir intervenções mais adequadas e o alcance de resultados estabelecidos. A assistência de enfermagem orientada para promoção da saúde e prevenção de doenças pode ser compreendida, em termos de atividades, em três diferentes níveis. Esses níveis compreendem medidas preventivas primárias, secundárias e terciárias:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429488

8. Neuroimagem no AVCI agudo

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Neuroimagem no AVCI agudo

Edson Amaro Junior

Marcelo de Maria Félix

Introdução

Técnicas de neuroimagem no acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo desempenham um papel importante no manejo do paciente desde o advento de imagem por tomografia computadorizada

(TC), e hoje são fundamentais. Passos críticos na tomada de decisão são baseados em resultados de exames de imagem, e continuam a trazer mais informação relevante de acordo com a evolução tecnológica. E não apenas em aplicações individuais, já que a maioria dos desenhos experimentais e ensaios clínicos a respeito de diagnóstico, prognóstico e verificação de resultados terapêuticos tem como variáveis de desfecho parâmetros de neuroimagem.

Por outro lado, não é de longe uma tarefa simples e padronizada a interpretação das imagens, mesmo que hajam escalas para facilitar a utilização das informações1-4. Existe grande variabilidade de apresentação por imagem dos vários mecanismos de lesão cerebral na isquemia aguda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429488

19. Escalas para avaliação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

19

Escalas para avaliação do paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Gisele Sampaio Silva

Neste capítulo, serão discutidas as principais escalas utilizadas para avaliação de gravidade, prognóstico e resultado do tratamento para pacientes com acidente vascular cerebral (AVC).

Escalas para avaliação inicial

Escala de coma de Glasgow

Desenvolvida na década de 1970, é a escala utilizada para avaliação da gravidade do coma em pacientes, mais difundida para avaliação dos pacientes com traumatismos encefálicos.

A escala (Tabela 1) avalia a melhor resposta frente aos seguintes parâmetros neurológicos: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.

Pacientes entubados ou sedados são de difícil avaliação pois a alteração do nível de consciência pode não ser consequência da doença neurológica primária e sim da sedação ou dificuldade de comunicação.

223

Protocolos Gerenciados do HIAE

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429488

14. A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Renata Matulja Soneghet

Cristiane Isabela de Almeida

Fisioterapia

A atuação fisioterapêutica aos pacientes pós-AVC inicia-se no momento de sua admissão na UTI e estende-se até o momento final de sua reabilitação. Estudos mostram que 70 a 80% do tempo destinado à reabilitação é utilizado pela fisioterapia.

Existem evidências de que a reabilitação precoce e com profissionais especializados favorece o retorno funcional. Sob essa perspectiva funcional, o modelo atual da OMS-CIF (Organização Mundial da Saúde

– Classificação Internacional de Funcionalidade) enfatiza e valoriza o que o paciente pode realizar, e não mais a que o paciente está incapacitado. A intervenção terapêutica, a partir desse modelo, é direcionada para capacitar ou otimizar as funções ao paciente. A OMS define função, de maneira geral, como o bom funcionamento do corpo em atividades dentro do ambiente necessário para conviver em sociedade. O aspecto mais relevante, nesse modelo, é que a deficiência (alterações nas funções e estruturas do corpo) deve ser analisada em conjunto com as categorias de atividade e participação. A atividade é definida como a execução da

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Zatsiorsky Vladimir M (2)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527708869

7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

Ver todos os capítulos
Zaitz Clarisse (44)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527716109

15 Dermatofitoses

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 2

FĚēČĔĘ FĎđĆĒĊēęĔĘĔĘ SĊĕęĆĉĔĘ HĎĆđĎēĔĘ

15

Dermatof itoses

Clarisse Zaitz

CĔēĈĊĎęĔ

Dermatofitoses são micoses superficiais cutâneas determinadas pela infecção superficial por dermatófitos. Podem acometer pele, pelos e unhas.

IēęėĔĉĚİģĔ

Dermatófitos constituem grupos de fungos ceratinofílicos que possuem semelhanças taxonômicas, morfológicas, fisiológicas e imunológicas. São capazes de invadir os tecidos ceratinizados do homem e de animais, causando as dermatofitoses.

Baseados no crescimento centrífugo da lesão de dermatofitose em pele glabra, que assume aspecto circular, os gregos denominavam-na herpes. Os romanos chamavam a infecção de tinea, que significa larva de pequenos insetos, pois relacionavam a doença a picadas de insetos. No Brasil, usamos o termo tinha ou dermatofitose (micose causada por dermatófitos).1

15-Clarisse.indd 157

Dermatófitos pertencem a um dos três gêneros dos fungos anamorfos ou imperfeitos, isto é, que não apresentam reprodução sexuada: Microsporum, descrito por David Gruby em 1843; Trichophyton, descrito por Malmsten em 1845; e Epidermophyton, descrito por

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716109

27 Dermatoses Relacionadas às Leveduras do Gênero Malassezia

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

27

Dermatoses Relacionadas às

Leveduras do Gênero Malassezia

Valéria Maria de Souza Framil

IēęėĔĉĚİģĔ

O agente etiológico da pitiríase versicolor foi isolado por Eichstedt em 1846, e também por

Sluyter em 1847. Esses autores denominaram a doença, porém não propuseram nome ao fungo. Malassez, em 1874, enfatizou a etiologia fúngica, caracterizando-o como “semelhante à levedura”, e em sua homenagem Bailion, em

1889, denominou-o Malassezia furfur. Vários autores isolaram o mesmo fungo e propuseram outros nomes, como Pityrosporum ovale e

Pityrosporum orbiculare.

Malassezia furfur, levedura antropofílica lipodependente, pode apresentar-se na forma oval ou cilíndrica. A primeira é denominada

Pityrosporum ovale e a segunda, Pityrosporum orbiculare. Gueho e Meyer, em 1989, passaram a considerar a inclusão dessas formas dentro de uma única espécie: Malassezia furfur. O gênero Malassezia foi recentemente estudado, e várias espécies foram descritas na literatura. Gueho e cols. reconheceram sete espécies distintas do gênero Malassezia: M.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716109

22 Micetomas Eumicóticos

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

SEÇÃO 5

FĚēČĔĘ ĈĔĒ CĆėĆĈęĊėŃĘęĎĈĆĘ PĆėęĎĈĚđĆėĊĘ

22

Micetomas Eumicóticos

Ligia Rangel Barboza Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Micetoma é infecção crônica de pele e tecido subcutâneo, causada pela inoculação direta do agente por trauma. Clinicamente, caracteriza-se pela tríade aumento de volume do membro ou região afetada, formação de fístulas e drenagem de grãos. Os agentes etiológicos dos micetomas são os actinomicetos

(actinomicetomas) e os fungos (micetomas eumicóticos ou eumicetomas).1,2 O micetona eumicótico é infecção em que predominam fibrose e fistulização, com escassa drenagem de pus. Afeta mais os pés, e não há comprometimento do estado geral.

HĎĘęŘėĎĈĔ

Em 1842, John Gill descreveu clinicamente o

“pé de Madura” na região de Madura, Índia.

O termo micetoma foi utilizado pela primeira vez em 1860, por Vandyke Carter,3 para denominar tumores produzidos por fungos.

Somente em 1913 Pinoy4 fez a diferenciação

22-Clarisse.indd 206

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716109

17 Hialo-hifomicoses

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

17

Hialo-hifomicoses

Clarisse Zaitz

FĚēČĔĘ ċĎđĆĒĊēęĔĘĔĘ ĘĊĕęĆĉĔĘ

čĎĆđĎēĔĘ

Fungos filamentosos septados hialinos são incolores por não possuírem melanina em sua parede celular. Pertencem à classe Hyphomycetes e estão amplamente distribuídos na natureza. São fungos sapróbios ou por vezes parasitam vegetais. Em raras porém crescentes ocasiões, estão envolvidos em infecção humana e animal.

São considerados fungos contaminantes e podem se dispersar por diferentes vias. Quando sua dispersão é feita pelo ar atmosférico, são também chamados de fungos anemófilos.

Além de serem importantes como contaminantes de substratos diversos, são responsáveis por desencadear alergias respiratórias, asma brônquica e rinites alérgicas e, eventualmente, são agentes primários de lesões cutâneas, onicomicoses, lesões oculares, otites, entre outras micoses.

Com o contínuo desenvolvimento humano e aumento da expectativa de vida, é conse-

17-Clarisse.indd 173

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716109

35 Blastomicose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

35

Blastomicose

Sílvio Alencar Marques

IēęėĔĉĚİģĔ

Blastomicose é infecção aguda ou crônica causada pelo Blastomyces dermatitidis, um fungo dimórfico capaz de provocar doença no homem e em animais. É enfermidade endêmica de regiões específicas dos Estados

Unidos e do Canadá, mas também diagnosticada nas Américas Central e do Sul, África e

Ásia.2,11,14,25 Como sinonímias, são utilizadas as denominações blastomicose norte-americana e doença de Gilchrist.

HĎĘęŘėĎĈĔ

A enfermidade foi descrita em 1894 por Gilchrist, a partir da observação de paciente com lesão cutânea.17 Em 1896, Gilchrist e Stokes relataram o segundo caso clínico, cultivaram o agente causal à temperatura ambiente e o denominaram Blastomyces dermatitidis.18 Em

1907, demonstrou-se o dimorfismo térmico do

B. dermatitidis.20 Até 1951, acreditava-se que a blastomicose teria um padrão clínico dis-

35-Clarisse.indd 323

tinto caso a infecção fosse pulmonar e outro padrão caso o inóculo primário fosse cutâneo, mas Schwartz e Baum demonstraram que, com frequência, os quadros cutâneos crônicos apresentavam lesão pulmonar concomitante ou precedente e que todos os casos de blastomicose tinham origem nos pulmões, à semelhança das demais micoses sistêmicas.32 Em

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520433188

1. Aleitamento materno

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

1

2

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

25

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433188

3. Esquema alimentar no primeiro ano de vida

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Esquema alimentar no primeiro ano de vida

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Introdução

Se a criança estiver em aleitamento materno ou usando fórmula infantil, a introdução de sucos e papa salgada deverá ser feita no sexto mês. Caso a criança seja alimentada com leite de vaca, a introdução da alimentação complementar será feita a partir do segundo mês.

Se o bebê for alimentado com leite materno ou fórmula infantil…

Por que agora meu filho precisa de outros ­alimentos e não só do leite materno ou da fórmula infantil?

Quando seu bebê atinge o sexto mês de vida, o processo de crescimento se acelera e ele precisa comer outros alimentos, porque o leite materno ou a fórmula infantil já não dão mais conta de alimentá-lo adequadamente. Porém, o leite materno ou a fórmula não devem ser trocados por essas novas refeições. Se o bebê estiver em aleitamento materno, o ideal é mantê-lo até os dois anos.

19

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433188

6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433188

2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

1

7

8

ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Wolf Heidegger (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527711395

Vísceras Abdominais e Pélvicas

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Vísceras Abdominais e Pélvicas

188

Vísceras Abdominais e Pélvicas a

Lig. coronário

Lig. hepatorrenal

Recesso superior da bolsa omental

Recesso subfrênico

Fígado

Forame omental

(WINSLOW)

Omento menor

Bolsa omental

Recesso subepático

Pâncreas

Duodeno

Parte horizontal

Estômago

b

Mesocolo transverso

Colo transverso

Fígado

(Espaço infracólico direito)

Omento menor

Lig. hepatogástrico

Bolsa omental

Omento maior

Estômago

Recesso inferior da bolsa omental

Mesocolo transverso

Mesentério

Recesso inferior da bolsa omental

Intestino delgado

Jejuno –

Íleo –

Colo transverso

Mesentério

Intestino delgado

Jejuno

Reto

Escavação retovesical

Bexiga urinária

Ampola do reto

Corpo cavernoso do pênis

Próstata

Uretra masculina

Parte esponjosa

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Órgão Vestibulococlear

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Paredes do Tronco

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Paredes do Tronco

b1-027-058_portugisisch.indd 27

6/29/12 9:45:39 AM

28

Paredes do Tronco

b

a

Lordose cervical

Vértebra cervical I

 Atlas [C I]

c

Parte cervical

Vértebra cervical VII

= Vértebra proeminente

Vértebra torácica I

Parte torácica

Cifose torácica

Forames intervertebrais

Vértebra torácica XII

Vértebra lombar I

Parte lombar

Lordose lombar

Vértebra lombar V

Promontório

Vértebra lombar V

Sacro

Cifose sacral

Cóccix

28 Coluna vertebral (30%) a Vista lateral direita b Vista ventral c Vista dorsal

b1-027-058_portugisisch.indd 28

6/29/12 9:45:44 AM

29

Paredes do Tronco

Proc. espinhoso,

Arco vertebral

Proc. articular

a

Proc. transverso

Costela

Corpo vertebral

b

c

d

29 Homologia das partes das vértebras

a b c d

b1-027-058_portugisisch.indd 29

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Parte Central do Sistema Nervoso

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Parte Central do Sistema Nervoso

310

Parte Central do Sistema Nervoso b

a

N. troclear [IV]

Fossa rombóide

Sulco mediano

N. hipoglosso [XII]

Atlas [C I]

Arco posterior

N. cervical II

Rr. anterior e posterior

Sulco mediano posterior

Sulco intermédio posterior

N. trigêmeo [V]

N. facial [VII]

N. vestibulococlear [VIII]

Intumescência lombossacral

N. glossofaríngeo [IX]

N. vago [X]

N. acessório [XI]

Vértebra torácica XII

Proc. transverso

N. cervical I

Gânglio sensitivo do nervo cervical II

N. torácico XII

Cone medular

Vértebra lombar I

Proc. costal

Sulco póstero-lateral

Intumescência cervical

Raiz posterior do nervo cervical VII

Filamentos radiculares

Vértebra cervical VII

Arco vertebral

N. torácico I

Vértebra torácica II

Proc. transverso

Dura-máter, parte espinal

Ver todos os capítulos
Medium 9788527711395

Anatomia Geral

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Anatomia Geral

b1-001-026_portugisisch.indd 1

6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 2

6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 3

6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais