Wolf Heidegger (12)
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Índice de Epônimos

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Índice de Epônimos

444

Índice de Epônimos

Índice Alfabético de Epônimos Comumente Usados

Epônimos são termos compostos por nomes de pessoas que, normalmente, primeiro descreveram as estruturas em questão. Freqüentemente, os epônimos são utilizados na linguagem clínica e, geralmente, são preferidos em relação aos termos anatômicos. Por essa razão, os nomes usados nos epônimos mais comuns foram colocados, no decorrer

Epônimo em Inglês

deste atlas, entre parênteses, após os termos anatômicos. São descritos, a seguir, os epônimos e os termos anatômicos correspondentes, além de serem listados também alguns dados biográficos das pessoas mencionadas nos epônimos. Apenas são considerados os epônimos citados com grande freqüência na literatura.

Termo Anatômico

Nome e Dados Relacionados

ACHILLES (AQUILES), Tendão de

Tendão do calcâneo

Denominado por causa de Aquiles (homem legendário grego, herói da

Ilíada de Homero). Ele foi morto por Páris que atingiu seu calcanhar, o único ponto vulnerável de seu corpo.

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Órgão Vestibulococlear

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Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

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Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita

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Órgãos Visuais e

Cavidade da Órbita

396

Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita a

Supercílio

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Pálpebra superior

(Parte supratarsal) –

(Parte tarsal) –

(Rafe palpebral lateral)

Comissura medial das pálpebras

Ângulo medial do olho

Rima das pálpebras

Cílios

Prega palpebronasal

Pálpebra inferior

b

Supercílio

Pálpebra superior

– (Parte supratarsal)

– (Parte tarsal)

(Sulco palpebral superior)

Túnica conjuntiva do bulbo

Papila lacrimal (superior)

Ponto lacrimal

Cílios

Comissura medial das pálpebras

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Ângulo medial do olho

Pálpebra inferior

Prega semilunar da conjuntiva

Limbo anterior da pálpebra

Papila lacrimal (inferior)

Limbo posterior da pálpebra

Pupila

c

Limbo anterior da pálpebra

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Anatomia Geral

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Anatomia Geral

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6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 2

6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

b1-001-026_portugisisch.indd 3

6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

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Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

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Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos

290

Assoalho Pélvico e Órgãos Genitais Externos a

M. levantador do ânus

M. puborretal –

M. pubococcígeo –

M. iliococcígeo –

Sínfise púbica

Hiato urogenital

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

Canal obturatório

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Ílio

Linha arqueada

Espinha isquiática

(Forame infrapiriforme)

M. isquiococcígeo

M. piriforme

Ílio

Linha arqueada

Promontório

Sacro

Base do sacro

Vértebra lombar V

b

Promontório

Sacro

Vértebra sacral II

Ílio

Linha arqueada

M. obturador interno coberto pela

Fáscia obturatória

Canal obturatório

(Arco tendíneo do músculo levantador do ânus)

M. piriforme

Espinha isquiática

M. isquiococcígeo

M. levantador do ânus

– M. iliococcígeo

– M. pubococcígeo

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Wilton C Levine (41)
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10 Monitoramento

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10

Monitoramento

Jennifer Chatburn e Warren S. Sandberg

I. MONITORAMENTO CLÁSSICO

Os Standards for Basic Anesthetic Monitoring da ASA determinam a presença do anestesiologista e a avaliação con­tí­nua da oxigenação, ventilação, circulação e temperatura durante toda a anestesia.

A. O monitoramento clássico na anestesia geral inclui oxigenação (analisador de oxigênio e oximetria de pulso), ventilação (capnografia e ventilação minuto), circulação (eletrocardiograma

[ECG], pressão arterial e avaliação da perfusão) e temperatura, se necessário.

B. O monitoramento clássico nos cuidados anestésicos monitorados e na anestesia regional inclui oxigenação (oximetria de pulso), ventilação (frequência respiratória), circulação (ECG, pressão arterial e avaliação da perfusão) e temperatura, se necessário.

C. É possível acrescentar monitoramento complementar, como monitoramento invasivo da pressão arterial e venosa, ecocardiografia, monitoramento do bloqueio neuro­muscular e monitoramento do sistema nervoso central.

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11 Anestésicos Intravenosos e Inalatórios

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11

Anestésicos Intravenosos e Inalatórios

Claudia Benkwitz e Ken Solt

I. FARMACOLOGIA DOS ANESTÉSICOS INTRAVENOSOS

É comum o uso de anestésicos intravenosos (IV) para indução e manutenção de anestesia geral e para sedação. O início e o término rápidos da ação desses fármacos devem-se ao seu transporte para dentro e fora do encéfalo. Depois de uma injeção IV em bolo, fármacos lipossolúveis, como propofol, tiopental e etomidato, são rapidamente distribuí­dos para o grupo de tecidos bem vascularizados (p. ex., encéfalo, coração, fígado e rins), o que resulta em início de ação extremamente rápido. As concentrações plasmáticas caem à medida que o fármaco é captado pelos tecidos menos irrigados (p. ex., ­músculo e gordura) e rapidamente deixa o encéfalo. Essa redistribuição a partir do encéfalo é responsável pelo fim dos efeitos, mas ainda é preciso que haja depuração do fármaco ativo, geralmente por metabolismo hepático e eliminação renal. A meia-vida de eliminação é o tempo necessário para que a concentração plasmática de um fármaco caia em 50% durante a fase de eliminação da depuração. A meia-vida sensível ao contexto (MVSC) é o tempo necessário para a diminuição de 50% da concentração do fármaco no compartimento central após o fim de uma infusão con­tí­nua de duração específica (a duração é o “contexto”).

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12 Bloqueio Neuromuscular

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

12

Bloqueio Neuromuscular

Oleg V. Evgenov e Peter F. Dunn

O principal efeito farmacológico dos bloqueadores neuro­muscula­res (BNM) é interromper a trans­ missão sináptica de sinais na junção neuro­muscular (JNM) mediante interação com o receptor nicotínico da acetilcolina (AChR).

I. JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

A. A JNM (Figura 12.1) é uma sinapse quí­mica localizada no sistema nervoso periférico. É constituí­ da pela terminação pré-sináptica neuronal, na qual a acetilcolina (ACh) é armazenada em organe­ las especializadas conhecidas como ve­sículas sinápticas, e pela célula ­muscular pós-sináptica

(placa terminal motora), que tem alta densidade de AChR (até 10.000/µm2 na sinapse).

Axônio do nervo

Bainha de mielina

Vesículas com ACh

Mitocôndrias

Fenda sináptica

Zona ativa

Membrana muscular

ACh esterase

Receptores de ACh

Mitocôndrias

Miofibrilas

FIGURA 12.1 A junção neuro­muscular.

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13 Avaliação e Controle das Vias Respiratórias

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

13

Avaliação e Controle das

Vias Respiratórias

Cosmin Gauran e Peter F. Dunn

I. ANATOMIA APLICADA

A. A faringe é dividida em nasofaringe, orofaringe e laringofaringe.

1. A nasofaringe é constituí­da pelas vias nasais, aí incluí­dos septo, conchas nasais e adenoides.

2. A orofaringe consiste na cavidade oral, incluí­dos os dentes e a língua.

3. A epiglote divide a laringofaringe em laringe (que leva à traqueia) e hipofaringe (que leva ao esôfago).

B. Laringe

1. A laringe, localizada no nível da quarta à sexta vértebra cervical, origina-se no ádito da laringe e termina na borda inferior da cartilagem cricói­dea. É constituí­da por nove cartilagens, três ímpares (tireóidea, cricói­dea e epiglótica) e três pares (corniculadas, cuneiformes e aritenói­deas); ligamentos e ­músculos.

2. A cartilagem cricói­dea (C5-6), localizada logo inferior à cartilagem tireóidea, é o único anel completo de cartilagem na árvore respiratória.

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14 Administração de Anestesia Geral

Wilton C. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

14

Administração de Anestesia Geral

Victor A. Chin e Stuart A. Forman

Os objetivos primários da anestesia geral são manter a saú­de do paciente e, ao mesmo tempo, proporcionar amnésia, hipnose (inconsciên­cia), analgesia e imobilidade. Os objetivos secundários variam de acordo com a condição clínica do paciente, o procedimento e o ambiente cirúrgico (p. ex., unidade cirúrgica ambulatorial ou sala de cirurgia hospitalar). O planejamento perioperatório integra a atenção pré-operatória, intraoperatória e pós-operatória. A flexibilidade, a capacidade de prever problemas e de pôr em prática planos alternativos são habilidades que definem o anestesiologista experiente.

O Plano de Anestesia. A elaboração do plano de anestesia antes de entrar na sala de cirurgia ajuda o anestesiologista a reunir recursos apropriados e a prever possíveis dificuldades. Os elementos importantes a levar em conta no plano de anestesia são:

1. Avaliação do risco (classificação ASA)

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Wilson Mathias Junior Jeane Mike Tsutsui Rodrigo Tonan (15)
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Seção I – Princípios de ecocardiografia

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Princípios de ecocardiografia

1 Princípios físicos do ultrassom........................................................................................... 3

2 Projeções básicas da ecocardiografia transtorácica e anatomia normal......................... 29

3 Modo M............................................................................................................................. 54

4 Parâmetros para a aquisição da imagem em modo bidimensional.................................. 61

5 Princípios físicos do estudo Doppler: Doppler pulsátil, Doppler contínuo, mapeamento de fluxo em cores e Doppler tecidual............................................................................... 67

6 Doppler tecidual................................................................................................................ 77

7 Speckle tracking................................................................................................................ 85

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Seção II – Quantificação das cavidades, da função sistólica global e regional dos ventrículos e avaliação hemodinâmica

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Quantificação das cavidades, da função sistólica global e regional dos ventrículos e avaliação hemodinâmica

1 Quantificação das cavidades cardíacas.......................................................................... 147

2 Avaliação da função sistólica e hemodinâmica cardiovascular..................................... 183

3 Avaliação da motilidade regional do ventrículo esquerdo............................................. 192

4 Avaliação da função ventricular direita.......................................................................... 196

5 �Papel da ecodopplercardiografia na avaliação da hipertensão arterial pulmonar......... 215

II

Quantificação das cavidades cardíacas

1

João César Nunes Sbano

Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva

Introdução

Durante as últimas décadas, a ecocardiografia tem se aperfeiçoado e expandido de maneira extraordinária em todo o mundo. Houve melhorias significativas na qualidade da imagem, como resultado da introdução de transdutores de alta frequência, imagem harmônica, equipamentos digitais, agentes de contraste e outros avanços tecnológicos. Além disso, o ecocardiograma tornou-se a técnica de imagem cardíaca predominante e que, devido à sua portabilidade e versatilidade, está sendo cada vez mais utilizado na rotina da cardiologia ambulatorial, nas unidades de emergência e de cuidados intensivos e centros cirúrgicos.

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Seção III – Avaliação da diástole

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Avaliação da diástole

1 Análise da função diastólica...........................................................................................229

2 Papel do átrio esquerdo na avaliação da função diastólica...........................................245

III

Análise da função diastólica

1

Márcia Barbosa

Introdução

A partir da década de 1980, a diástole deixa de ser vista apenas como a fase “não sistólica” do ciclo cardíaco e começam a surgir vários estudos sobre a alta prevalência da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).

O diagnóstico de ICFEP em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) tem crescido nos últimos anos e esta é atualmente uma entidade clínica plenamente reconhecida.1 Embora a maioria dos casos de disfunção diastólica seja secundária à disfunção sistólica, fazendo parte do quadro terminal de IC, existe a disfunção diastólica isolada. Além disso, paradoxalmente ao que é verificado para a maioria das doenças cardíacas, a ICFEP vem apresentando aumento de incidência nas últimas décadas, particularmente em idosos.

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Seção IV – Doença orovalvar

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Doença orovalvar

1 Estenose mitral...............................................................................................................255

2 Insuficiência valvar mitral...............................................................................................272

3 Estenose aórtica..............................................................................................................286

4 O ecocardiograma na insuficiência aórtica.....................................................................296

5 �Prolapso da valva mitral..................................................................................................306

6 Doença valvar tricúspide e pulmonar ............................................................................313

7 Papel da ecocardiografia na avaliação do paciente com endocardite infecciosa ........328

8 �Próteses: conceitos básicos............................................................................................343

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Seção IX – Ecocardiografia nas desordens de ritmo e condução cardíacas

Wilson Mathias Junior, Jeane Mike Tsutsui, Rodrigo Tonan Editora Manole PDF Criptografado

seção

Ecocardiografia nas desordens de ritmo e condução cardíacas

1 Sistema excitocondutor do coração............................................................................... 633

2 Avaliação de sincronia cardíaca pelo ecocardiograma................................................. 637

IX

Sistema excitocondutor do coração

1

Augusto Uchida

Introdução

A propagação dos impulsos elétricos através do coração ocorre em dois tipos de tecido cardíaco:

1)  Miocárdio propriamente dito (atrial e ventri-

cular).

2)  Sistema especializado de condução: nó sinusal, tratos internodais, nó atrioventricular, feixe de His, ramo esquerdo e direito do feixe de His, divisões dos ramos direito e esquerdo e rede de Purkinje (Figuras 1.1a e 1.1b).

Tanto o miocárdio como o sistema especializado permitem a condução dos impulsos elétricos, contudo, com velocidades distintas. A maioria das células do tecido especializado de condução também pode sofrer despolarização espontânea, o que permite que funcionem como marca-passos naturais do coração. A frequência de despolarização é hierarquizada e progressivamente menor do nó sinusal para as fibras de Purkinje.

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Wilson Galv O Naressi Eliel Soares Orenha Suely Carvalho Mutti Naressi (7)
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Medium 9788536701790

Capítulo 1 - Histórico e definições

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

1

Histórico e definições

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Desde o despontar da história, o homem vem lutando para aliviar o fardo de seus esforços diários. Considerada a longa extensão do percurso feito, seu progresso tem sido constante e seguro.

O aperfeiçoamento de ferramentas para cortar, amassar, raspar e perfurar tem facilitado ao ser humano a execução de suas tarefas diárias desde a Idade da Pedra. Este aperfeiçoamento contínuo e o acúmulo de conhecimentos têm potencializado a evolução da humanidade e, na atualidade, têm permitido uma melhor interação do homem com todo o ambiente, tanto durante a realização das tarefas quanto nas horas de lazer.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Entender o que é ergonomia e suas funções

• Compreender de que forma   a ergonomia pode trazer melhorias para o trabalho do cirurgião-dentista

Histórico da ergonomia

No século XVIII, Ramazzini apresentou e discutiu as relações entre as condições ambientais e as características das ferramentas e dos equipamentos, além dos problemas de saúde decorrentes do seu uso.

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Capítulo 2 - Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

2

Aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais como componentes da ergonomia

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Neste capítulo serão apresentadas somente as funções que interessam

à ergonomia e influem no desempenho do trabalho:

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Aprender sobre aspectos anatômicos, fisiológicos e emocionais que interferem   na ergonomia

função neuromuscular; coluna vertebral; visão; audição; propriocepção.

Tais conhecimentos são essenciais para o desenvolvimento   dos próximos capítulos.

• Entender o funcionamento neuromuscular

• Compreender o funcionamento da coluna vertebral e como prevenir lesões

• Entender o funcionamento   da visão e da audição, e como evitar que sejam prejudicadas no cotidiano de trabalho

Função neuromuscular

O corpo humano apresenta alta capacidade de mobilidade, a qual é exercida por contrações musculares. Os músculos são comandados pelo sistema nervoso central, interagindo com estímulos ambientais.

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Capítulo 3 - Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas (doenças ocupacionais)

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

3

Epidemiologia, etiologia e prevenção das tecnopatias odontológicas

(doenças ocupacionais)

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

Epidemiologia das Tecnopatias

A adequação entre operador, equipamento e instrumental frequentemente não é observada na realização do procedimento, e o profissional assume posturas inadequadas de trabalho.

Consequentemente, na execução da tarefa, haverá somatória de traumatismos que poderão originar as tecnopatias odontológicas.1,2

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo foi realizado um estudo para avaliar a postura adotada por 1.250 cirurgiões‑dentistas durante a execução de procedimentos odontológicos, denominado Projeto

Sonde.2 Os autores concluíram que elevadas porcentagens de desvios em relação à postura de trabalho adequada são praticadas pelos profissionais:

• Entender as agressões aos aparelhos visual, respiratório   e auditivo a que está sujeito o cirurgião-dentista e conhecer o cuidado que se deve ter com substâncias químicas e radiações

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Capítulo 4 - Planejamento das instalações do consultório

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

4

Planejamento das instalações do consultório

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSI

Sem dúvida, a pesquisa de mercado para instalar‑se profissionalmente

é fundamental.1

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

Os objetivos que devem nortear aquele que busca onde iniciar sua vida profissional devem ser os seguintes:2

• Saber como adequar fisicamente o ambiente de trabalho às suas necessidades

Para onde vou?

Como proceder?

Quando chegarei lá?

Que tipo de clínica pretendo ter?

Quais são os meios?

Quais são as etapas?

Localização profissional

A pesquisa de mercado visa coletar informações de natureza profissional, social e cultural.

Entidades como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

(IBGE), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

(PNUD), o Conselho Federal de Odontologia (CFO), a Associação

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Capítulo 5 - Organização do trabalho

Wilson Galvão Naressi, Eliel Soares Orenha, Suely Carvalho Mutti Naressi Grupo A PDF Criptografado

5

Organização do trabalho

WILSON Galvão NARESSI

ELIEL Soares ORENHA

SUELY Carvalho Mutti NARESSi

No estágio atual em que se encontra a odontologia, é muito difícil conceber o trabalho profissional sem a colaboração de um auxiliar em saúde bucal (ASB).1-7 A intenção de realizar o trabalho cada vez mais eficiente, no melhor tempo possível, com o menor desgaste físico e trazendo o máximo de conforto ao paciente durante a intervenção só será possível com a utilização de pessoal de apoio bem preparado.

“O sucesso ou fracasso dos trabalhos realizados pelo cirurgião‑dentista depende, em boa parte, da qualidade   e da quantidade da mão de obra auxiliar disponível. Daí a necessidade do pessoal auxiliar, com o conhecimento da filosofia de trabalho do cirurgião‑dentista a que está subordinado, bem como de orientações técnicas para auxiliá‑lo na área em que estiver atuando.”8

Para que a equipe possa intervir nessa situação de conforto funcional,

é necessário que a cadeira clínica permita adotar a posição horizontal.

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Williams Wilkins Lippincott Lillian Sholtis Brunner Doris Smith Suddarth (20)
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Parte 1 – Coleta de Amostras

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

parte

1

parte 1 lipt.indd 1

Coleta de

Amostras

2/24/11 19:37:32

j Introdução

A coleta imediata e acurada das amostras pelo enfermeiro é fundamental para o diagnóstico correto, tratamento e recuperação do paciente. Com frequência, apenas o enfermeiro é responsável pela coleta das amostras; em outras ocasiões, a responsabilidade do enfermeiro visa observar o horário da realização dos exames do paciente, ajudar o profissional de saúde nessa tarefa e cuidar do paciente após a realização dos exames. O quadro clínico e as normas da instituição, junto com a prática do enfermeiro, determinarão suas responsabilidades.

Preparação do Paciente

Ao compreender os exames complementares que você irá realizar ou ajudar a realizá-los, estará mais bem preparado para explicar com clareza e compaixão o exame, fazer com que o paciente se sinta confortável, ganhar sua confiança e cooperação e, portanto, garantir a obtenção de resultados mais acurados. Ajudar o paciente a compreender determinado procedimento também ajuda a mantê-lo informado.

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Parte 2 – Exames Complementares | A

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A

 Ácido

(ALA)

Delta-aminolevulínico

Valores de Referência

1,5 a 7,5 mg/24 h (SI, 11 a 57 mol/dia)

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Intoxicação por chumbo, tirosinemia hereditária, porfiria aguda, carcinoma hepático ou hepatite.

• Cetoacidose diabética.

Implicações de Enfermagem

• Antecipar a necessidade de outro exame.

• Preparar o paciente para tratamento de acompanhamento.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e à família.

Finalidades

• Detectar a ocorrência de envenenamento por chumbo.

• Ajudar a estabelecer o diagnóstico das porfirias e de determinados distúrbios hepáticos, como hepatite e carcinoma hepático.

• Barbitúricos e griseofulvina (aumento dos níveis devido ao acúmulo de porfirinas no fígado.

• Vitamina E em doses farmacológicas (possível redução).

• A penicilina pode causar níveis elevados.

Orientações de Enfermagem

Antes do Exame

• Confirmar a identidade do paciente usando dois identificadores, de acordo com as normas da instituição.

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Parte 2 – Exames Complementares | B

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B

 Basófilos

Valores de Referência

Contagem absoluta: 15 a 50/mm3 (0,02 a 0,05  109/).

Contagem diferencial: 0 a 1% da contagem total de leucócitos.

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Leucemia (mielocítica, basofílica aguda).

• Doença de Hodgkin.

• Distúrbios mieloproliferativos.

Implicações de Enfermagem

• As contagens elevadas de basófilos estão correlacionadas com altas concentrações de histamina no sangue.

• Verificar a história do paciente quanto ao uso de esteroides, que podem mascarar a basofilia.

• Monitorar rigorosamente o paciente à procura de sinais e sintomas associados a esses distúrbios.

• Antecipar a necessidade de outros exames para confirmar o diagnóstico.

Níveis Diminuídos

• Infecção aguda.

• Hipertireoidismo.

• Estresse.

• Terapia prolongada com esteroides, quimioterapia ou radioterapia.

• Febre reumática aguda (crianças).

• Reação anafilática (rápida diminuição).

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Parte 2 – Exames Complementares | C

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

C

 Cálcio,

Soro; Cálcio e

Fosfatos, Urina

Cálcio Urinário

Valores de Referência

Níveis séricos de cálcio total (adultos): 8,2 a 10,2 mg/d

(SI, 2,05 a 2,54 mmol/).

Níveis séricos de cálcio total (crianças): 8,6 a 11,2 mg/d

(SI, 2,15 a 2,79 mmol/).

Níveis de cálcio ionizado: 4,65 a 5,28 mg/d (SI, 1,1 a

1,25 mmol/).

Níveis urinários de cálcio: 100 a 300 mg/24 h (SI, 2,5 a

7,5 mmol/) com dieta normal.

Excreção normal de fosfato: menos de 1.000 mg/24 h.

Implicações de Enfermagem

• Monitorar o paciente quanto a sinais e sintomas de hipercalcemia (náuseas e vômitos, sede excessiva, micção frequente, constipação intestinal, dor abdominal, fraqueza muscular, dores musculares e articulares, confusão, letargia e fadiga).

• Pode ser necessária a administração rápida de solução de calcitonina se o cálcio sérico total do paciente for superior a 13 mg/d.

• Pode ser necessário administrar cálcio se o nível de cálcio ionizado do paciente estiver entre 2 e 3 mg/d.

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Medium 9788527717441

Parte 2 – Exames Complementares | D

Williams Wilkins Lippincott, Lillian Sholtis Brunner, Doris Smith Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

D

 Densidade

Urina

e Osmolalidade,

Valores de Referência

Densidade: 1,005 a 1,035.

o aporte é limitado, passam a excretar menos água. O teste de concentração e de diluição avalia a capacidade renal de concentrar a urina em resposta à privação de

água ou de diluí-la em resposta a uma sobrecarga hídrica. Esse exame também pode ser denominado teste de sobrecarga de água ou teste de privação de água.

Osmolalidade: 300 a 900 mOsm/kg.

Teste de Concentração da Urina

Densidade: 1,025 a 1,032; osmolalidade superior a 800 mOsm/kg de água (SI, superior a 800 mmol/kg) no paciente com função renal normal. Razão entre urina e soro de 1:1 a 3:1.

Teste de Diluição da Urina

Densidade inferior a 1,003; osmolalidade inferior a 100 mOsm/kg em pelo menos uma amostra; 80% ou mais da água ingerida são eliminados em 4 h.

Achados Anormais

Níveis Diminuídos

• Lesão do epitélio tubular, diminuição do fluxo sanguíneo renal, perda de néfrons funcionais ou disfunção hipofisária ou cardíaca (diminuição da capacidade renal de concentração da urina em resposta à privação de água, ou de diluir a urina em resposta à sobrecarga hídrica).

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