Zukerman Eliova El At (19)
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19. Escalas para avaliação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Escalas para avaliação do paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Gisele Sampaio Silva

Neste capítulo, serão discutidas as principais escalas utilizadas para avaliação de gravidade, prognóstico e resultado do tratamento para pacientes com acidente vascular cerebral (AVC).

Escalas para avaliação inicial

Escala de coma de Glasgow

Desenvolvida na década de 1970, é a escala utilizada para avaliação da gravidade do coma em pacientes, mais difundida para avaliação dos pacientes com traumatismos encefálicos.

A escala (Tabela 1) avalia a melhor resposta frente aos seguintes parâmetros neurológicos: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.

Pacientes entubados ou sedados são de difícil avaliação pois a alteração do nível de consciência pode não ser consequência da doença neurológica primária e sim da sedação ou dificuldade de comunicação.

223

Protocolos Gerenciados do HIAE

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6. Protocolo de tratamento com trombólise intra-arterial no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

6

Protocolo de tratamento com trombólise intra-arterial no AVCI

Mario Sergio Duarte Andrioli

Eduardo Noda Kihara

A trombólise intra-arterial (IA) justifica-se pela maior concentração de trombolítico que reage com o trombo, uma vez que é administrado diretamente em seu interior através de microcateterismo. Ainda que não existam observações controladas, acredita-se que em casos de obstrução de grandes vasos, há uma recanalização mais frequente após a trombólise

IA do que após o tratamento trombolítico endovenoso. De todo modo, mesmo a trombólise IA pode levar até 2 horas para dissolver completamente um trombo, o que levou ao desenvolvimento de técnicas para otimizar sua eficácia, bem como ao desenvolvimento de tecnologias e técnicas de recanalização mecânica. A trombólise IA pode ter sua efetividade aumentada com uso de técnicas associadas como a fragmentação mecânica do trombo com fio-microguia, que aumenta a superfície do trombo exposto ao trombolítico, e a utilização de outros meios mecânicos como a microangioplastia do trombo ou sua remoção (total ou parcial) com dispositivos apropriados. O uso de stents específicos para implante nos vasos intracranianos também aumenta o sucesso das recanalizações.

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18. Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Gerenciamento de casos de pacientes com AVC

Monique Bueno Alves

Sílvia de Barros Ferraz

Carolina Engelsmann

Tania Ol iveira Lopes

Introdução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental, social, e não meramente a ausência de uma doença ou enfermidade. A manutenção e a promoção da saúde baseiam-se na compreensão do conhecimento psicossocial, cultural e econômico do paciente até as mudanças produzidas pela doença. Os profissionais de saúde devem conhecer os fatores de risco reais e potenciais que predispõem um indivíduo ou um grupo a uma doença.

A ciência, com constantes pesquisas e geração de novos conhecimentos, tem contribuído para garantir intervenções mais adequadas e o alcance de resultados estabelecidos. A assistência de enfermagem orientada para promoção da saúde e prevenção de doenças pode ser compreendida, em termos de atividades, em três diferentes níveis. Esses níveis compreendem medidas preventivas primárias, secundárias e terciárias:

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2. Estratégia de implementação do Protocolo de AVC do HIAE

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

2

Estratégia de implementação do

Protocolo de AVC do HIAE

Eliova Zukerman

Miguel Cendoroglo Neto

Fernando Morgadinho Santos Coelho

Alexandre Pieri

Tania Ol iveira Lopes

A literatura médica tem demonstrado que o sucesso da implementação de programas para atendimento dos pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) depende de uma série de medidas preliminares. É importante conhecer o universo de pacientes que se pretende atender.

Assim, um programa nacional, municipal ou mesmo de um hospital terciário exige diferentes estratégias.

A implementação de um protocolo gerenciado começa com a análise das condições do hospital: humanas, tecnológicas e avaliação do espaço físico para o atendimento do AVC. A análise dos custos deve ser cuidadosamente planejada e os recursos financeiros devem ser direcionados e controlados, evitando descontinuidade. O modelo adotado deve ser divulgado e seguido, usando-se ferramentas de habilitação, treinamento e contínuo monitoramento.

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12. Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

12

Protocolos clínicos de suporte para o paciente com AVC

Monique Bueno Alves

Marcelino de Souza Durão Júnior

Antonio Capone Neto

Ruy Guilherme Rodrigues Cal

Alexandre Rodrigues Marra

Ana Cláudia Ferraz de Almeida

Este capítulo aborda os principais protocolos clínicos de suporte para o tratamento do paciente neurológico.

Nomograma de Heparina para pacientes neurológicos

Doses fixas de heparina podem levar a estados de coagulação variáveis; dependendo do paciente, vários fatores estão envolvidos nesta terapia que intervêm na meia-vida da droga. Clinicamente, esses fatores dificultam o objetivo terapêutico atingindo níveis inferiores ou superiores de anticoagulação.

O risco de sangramentos é controverso, estudos não demonstraram que o risco de sangramento ocorre com maior frequência, porém pacientes com subdose apresentam eventos embólicos recorrentes. Portanto, um método para controle fidedigno da anticoagulação, evitando doses não terapêuticas oferece benefícios para a prática da terapia endovenosa de heparina.

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Zatsiorsky Vladimir M (30)
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Medium 9788527723671

10 Forças Propulsoras na Natação

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

Forças Propulsoras na Natação

A.R. VORONTSOV E V.A. RUMYANTSEV

A natureza de forças propulsoras na natação

A locomoção aquática de um ser humano é o resultado da interação dos segmentos do corpo com a água. Em terra, um ser humano utiliza a superfície do solo como um suporte sólido e imóvel. Um esforço é aplicado contra o solo e a reação do mesmo, transmitida ao corpo, faz com que o corpo se mova. Durante a natação, o nadador gera o “suporte imóvel” no meio de fluido móvel, utilizando sua densidade e viscosidade, e supera as forças resistivas opostas.

A natureza da natação é que ela ocorre na água, a qual resiste ao movimento do nadador através dela. A resistência hidrodinâmica se manifesta: (i) como a força que diminui a velocidade e pára o movimento do nadador na água (ver Cap. 9); e (ii) como uma força de reação hidrodinâmica aos movimentos para os membros do nadador através da água. Esta força de reação hidrodinâmica é a fonte de propulsão para a locomoção do nadador.

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Medium 9788527723671

19 O Vôo de Projéteis no Esporte

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 19

O Vôo de Projéteis no Esporte

M. HUBBARD

A teoria sem o experimento é vã; o experimento sem a teoria

é cego.

Introdução

Muitos esportes envolvem o vôo de objetos, em geral bolas ou outros implementos e, às vezes, até mesmo os próprios atletas.

Este capítulo define e descreve os princípios e as características mais importantes de tal vôo a partir de um ponto de vista geral, freqüentemente ilustrando esses princípios gerais com exemplos específicos. Freqüentemente também, em esportes, a natureza competitiva da atividade implica que alguma característica da trajetória, por exemplo extensão ou tempo no ar, deve ser maximizada. Desta maneira, abordamos muito do capítulo a partir deste ponto de vista, questionando e respondendo a perguntas tais como qual a extensão máxima ou outras condições ótimas que podem ser alcançadas.

Desta forma, estamos interessados principalmente no vôo em si e nos seus determinantes, praticamente não importando como o objeto é lançado no ar pelas ações musculares de lançamento, batida, chute ou salto do atleta. Estaremos assim focalizando a sensitividade do vôo para condições de liberação que podem ser afetadas pelo atleta, porém não especificamente como elas podem ser realizadas. Mais adiante, consideraremos somente efeitos periféricos ou outros de segunda ordem sobre os quais o atleta tem pouco ou nenhum controle, incluindo parâmetros atmosféricos tais como o vento, umidade, temperatura ou pressão. A justificativa é que um entendimento amplo do vôo do projétil é mais claramente obtido pela limitação do sujeito à sua essência, e mesmo se os efeitos de segunda ordem forem considerados, eles têm pouco efeito prático, visto que o atleta pode fazer pouco ou nada para assegurar a existência de tais efeitos.

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Medium 9788527723671

21 Arremesso de Peso

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 21

Arremesso de Peso

J. LANKA

O objetivo deste capítulo é resumir os resultados de investigações sobre a biomecânica do arremesso de peso. A principal

ênfase está na técnica de deslizamento convencional (estilo de costas) e na técnica rotacional (estilo de Barishnikov) de um arremessador de peso destro. Dados precisos e cuidadosamente documentados estão disponíveis sobre alguns aspectos do desempenho no arremesso de peso. Muitas variações na técnica são baseadas nas opções pessoais de atletas, técnicos e pesquisadores. Em alguns casos, estão incluídas aqui para prover um tratamento sistemático das variações técnicas. Entretanto, o mérito específico ainda precisa ser testado.

História

O arremesso de peso como esporte tem mais de cem anos de história. As opiniões sobre as técnicas de arremesso de peso têm sido alteradas no decorrer de sua história. Em geral, a evolução da técnica de arremesso de peso do começo do século XX até a presente data pode estar relacionada às quatro variantes de desempenho do movimento que têm sido aplicadas por diferentes gerações de arremessadores de peso. Estas são:

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3 Arquitetura Músculo-Tendão e Desempenho do Atleta

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Arquitetura Músculo-tendão e

Desempenho do Atleta

J.H. CHALLIS

Introdução

As atividades atléticas impõem uma ampla variedade de demandas no sistema muscular humano. Algumas atividades requerem pequenas quantidades de força muscular ajustadas em aumentos finos, algumas requerem produção rápida de forças altas, enquanto ainda outras demandam a produção lenta de forças muito altas. O propósito deste capítulo é identificar as propriedades essenciais do músculo e explicar como os músculos influem na função muscular durante as atividades atléticas. O enfoque será no músculo esquelético que, contrariamente às duas outras formas de músculos, o liso e o cardíaco, pode ser controlado voluntariamente. Como o sistema do músculo esquelético precisa realizar uma variedade de funções, a sua organização é geralmente um compromisso; o músculo esquelético é especializado somente no sentido de que ele pode realizar uma variedade de tarefas.

A primeira Lei de Newton estabelece, basicamente, que nós necessitamos de forças para parar, começar ou alterar um movimento, portanto, como as fibras dos músculos são as fontes de produção de força no corpo humano, são responsáveis pelo nosso movimento voluntário ou pela falta dele. As fibras musculares produzem forças que são transmitidas, via tendão, para o esqueleto; estas forças geram momentos na articulação, seja promovendo, seja limitando um movimento causado por outras forças (por exemplo, a manutenção da postura ereta, quando em bipedestação exposto a uma ventania). Portanto, é útil não apenas considerar as forças que o músculo produz, mas também analisar como estas forças operam através das articulações. Quando nos referimos à arquitetura músculo-tendão, estamos nos referindo à estrutura e ao arranjo dos componentes do sistema músculo-tendão. Este capítulo examinará como o sistema músculo-tendão é arranjado para produzir movimento e as estruturas que possibilitam tal movimento.

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28 Neuromecânica da Fase Inicial da Lesão Muscular Induzida por Contração Excêntrica

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 28

Neuromecânica da Fase Inicial da Lesão

Muscular Induzida por Contração

Excêntrica

M.D. GRABINER

Introdução

A contração excêntrica é discutida amplamente na literatura do desempenho motor humano. O papel desempenhado pela contração excêntrica é de proteger as estruturas esqueléticas através da atenuação das forças transmitidas ao corpo e através dele, mesmo durante atividades diárias que não oferecem perigo. Por exemplo, a contração excêntrica dos extensores do joelho durante a fase de apoio inicial da marcha é um alongamento regulado, pelo qual esses músculos absorvem energia e atenuam o impulso do contato do calcanhar. Condições similares, apesar de terem magnitudes muito maiores, ocorrem durante a corrida. Qualquer um que inesperadamente já tenha pisado fora do meio-fio da calçada experimentou o tipo de impulso não atenuado que é tipicamente dissipado pelo músculo de contração excêntrica.

Similarmente, o seguinte cenário também pode ser bem familiar. Após um período durante o qual uma pessoa não tem participado de exercício regular, uma sessão inicial de exercício pode muitas vezes estar associada com dor muscular. Os sintomas de dor muscular podem aparecer rapidamente após o exercício e/ou somente dias depois. A intensidade dos sintomas pode variar de leve a funcionalmente incapacitante, e o curso de tempo durante o qual os sintomas diminuem pode durar uma semana ou mais. Apesar de o dano muscular e a subseqüente dor muscular poderem ser o resultado de contrações concêntricas e excêntricas (Gibala et al., 1995), as contrações excêntricas são geralmente associadas com níveis significativamente maiores de dano e dor.

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Zaitz Clarisse (44)
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Medium 9788527716109

14 Micoses em Imunodeprimidos

ZAITZ, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

14

Micoses em Imunodeprimidos

Sinésio Talhari • Carolina Chrusciak Cortez Talhari

IēęėĔĉĚİģĔ

MĎĈĔĘĊĘ ĘĚĕĊėċĎĈĎĆĎĘ

No homem, as principais causas de imunodepressão são a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), as doenças linfoproliferativas (linfomas, leucemias), corticoterapia, tratamentos com drogas citostáticas, diabetes, cânceres sólidos, alcoolismo, desnutrição, uso de drogas endovenosas e outras.

Neste capítulo, serão abordados os aspectos relacionados às micoses superficiais e profundas em doentes HIV-positivos, evoluindo para AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida) ou que já definiram critérios para serem classificados como portadores de

AIDS.

De acordo com o CDC (Centers for Diseases

Control and Prevention, dos Estados Unidos), são condições definidoras de AIDS: presença de contagem de linfócitos T-CD4-positivos inferior a 200 células/mm3 ou porcentagem do número total de células T-CD4-positivas inferior a 14 ou condição definidora de

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Medium 9788527716109

4 Resposta Inflamatória nas Infecções Fúngicas. Identificação do Agente em Corte Histológico na Micologia Médica

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4

Resposta Inf lamatória nas Infecções

Fúngicas. Identif icação do Agente em

Corte Histológico na Micologia Médica

Cristiano Luiz Horta de Lima Junior • Mariangela Esther Alencar Marques

IēęėĔĉĚİģĔ

A resposta inf lamatória tecidual é o conjunto de reações do tecido diante de uma agressão.

Foi considerada doença até o século XVIII, quando Hunter a definiu como sendo uma reação benéfica.

Dependendo de sua duração, as inf lamações são divididas em agudas ou crônicas.

Porém, do ponto de vista funcional e morfológico, as inf lamações agudas se caracterizam pelo predomínio de fenômenos exsudativos

(edema, fibrina, leucócitos em especial neutrófilos e hemácias), e as inf lamações crônicas, por fenômenos produtivos (proliferação vascular, fibroblastos e deposição colágena, monócitos, linfócitos e plasmócitos). Embora haja exceções, os dois conceitos, temporal e morfológico, coincidem. Outros critérios podem ser usados para classificar as inf lamações; entre eles estão: a causa (física, química e biológica), o exsudato (seroso, fibrinoso, purulento, hemorrágico) e tipos especiais (úlcera e abscesso).

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Medium 9788527716109

31 Outras Leveduroses de Importância em Micologia Médica

ZAITZ, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

31

Outras Leveduroses de Importância em Micologia Médica

Valéria Maria de Souza Framil

GĊĔęėĎĈčĚĒ ĈĆēĉĎĉĚĒ

Geotrichum candidum é um fungo oportunista, denominado impropriamente “levedura artrosporada”, produzindo artroconídios e ausência de blastoconídios (Fig. 31.1). É frequentemente isolado do solo, água, leite, trato gastrointestinal do homem e de outros mamíferos. A geotricose é uma doença emergente que acomete pacientes imunodeprimidos como diabéticos, portadores de neoplasias malignas, leucemias e AIDS, podendo desenvolver infecções disseminadas fatais. A patogênese de G. candidum no homem ainda não está clara. Há poucos trabalhos na literatura, e Buchta & Oteenasek, em 1988, descreveram sua sensibilidade in vitro à anfotericina B.

Seu isolamento no sangue tem grande significado, indicando infecção sistêmica. A espécie mais citada na literatura é a Rhodotorula rubra, que, provavelmente, está associada a uma variedade de doenças no homem, como infecções cutâneas superficiais, quadros pul-

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Medium 9788527716109

5 Histopatologia das Principais Doenças Estudadas em Micologia Médica

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5

Histopatologia das Principais Doenças

Estudadas em Micologia Médica

Helena Muller • Rute Facchini Lellis

IēęėĔĉĚİģĔ

O exame anatomopatológico utilizado como ferramenta diagnóstica nas infecções fúngicas é vantajoso por ser um método relativamente rápido e de baixo custo. É um método que tem condições de avaliar o tipo de reação inf lamatória tecidual e, às vezes, identificar a presença do agente etiológico da doença. É considerado método diagnóstico eficaz nas infecções cutâneas como rinosporidiose e lacaziose, pois nesses casos os respectivos agentes etiológicos não crescem em meios de cultivo.

O estudo anatomopatológico de qualquer tecido começa com cortes histológicos submetidos a coloração de rotina pelo método de hematoxilina e eosina (HE). A reação inf lamatória tecidual e algumas características particulares de cada infecção fúngica são visualizadas e sugerem ao patologista o próximo passo da investigação diagnóstica: qual coloração especial complementar a ser utilizada.

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Medium 9788527716109

16 Dermatomicoses por Fungos Filamentosos Septados Hialinos

ZAITZ, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

16

Dermatomicoses por Fungos

Filamentosos Septados Hialinos

Clarisse Zaitz

DĊėĒĆęĔĒĎĈĔĘĊĘ

Dermatomicoses são micoses ocasionadas por uma variedade de fungos filamentosos não dermatófitos (FFND) que produzem principalmente lesões na pele e unhas clinicamente semelhantes às dermatofitoses. Excepcionalmente podem acometer pelos.

Os fungos filamentosos septados podem ser hialinos ou demácios. Podemos então subdividir as dermatomicoses em: dermatomicoses por fungos filamentosos septados hialinos e dermatomicoses por fungos filamentosos septados demácios.

Dentro da classificação das hialo-hifomicoses, as dermatomicoses por fungos filamentosos septados hialinos e as dermatofitoses correspondem às hialo-hifomicoses superficiais.

Já na classificação das feo-hifomicoses, as dermatomicoses por fungos filamentos septados demácios correspondem às feo-hifomicoses superficiais.

FFND hialinos são geofílicos e estão amplamente distribuídos na natureza, em maté-

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Yu Luis Marques Igor Denizarde Bacelar Costa Maristela Carvalho Da Burdmann Emmanuel (38)
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Medium 9788527729772

30. Diálise em Unidade de Terapia Intensiva | Prescrição e Dose Adequadas

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

30

Diá­lise em Unidade de

Terapia Intensiva |

Prescrição e Dose

Adequadas

Deane Cedraz Carneiro e Etienne Maria Vasconcellos de Macedo

Introdução

Nos últimos anos, os avanços na medicina intensiva e na tecnologia em diá­lise, como o uso de membranas biocompatíveis de alto fluxo e terapias con­tí­nuas, proporcionaram melhorias no cuidado geral dos pacientes críticos com lesão renal aguda (LRA). Alguns estudos mais recentes já foram capazes de demons­ trar uma tendência à queda da mortalidade dos pacientes com LRA, inclusive com LRA dialítica.1 Contudo, a taxa permanece bastante elevada e, por isso, mudanças nas práticas de diá­lise, como o momento ­ideal para iniciar a terapia renal substitutiva (TRS), a modalidade dialítica utilizada e a dose de diá­lise ne­ cessária para melhorar desfechos clínicos em pacientes críticos, permanecem como assuntos de intenso debate.

A heterogeneidade da população e dos tratamentos dialíticos nos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) tem mostrado a impor­ tância da quantificação da dose de diá­lise que é ofertada a esses pacientes.

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Medium 9788527729772

35. Suporte Dialítico em Pacientes Críticos com Lesão Renal Aguda

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

35

Suporte Dialítico em

Pacientes Críticos com

Lesão Renal Aguda

Thiago Gomes Romano e Daniel Neves Forte

Introdução

Os cuidados em terapia intensiva ao longo dos anos possibilitou o prolongamento da vida de pacientes que, no passado, tinham um prognóstico, em termos de sobrevida, reservado. Desenvolvimento de terapias de suporte extracorpóreo, aprimoramento de modos de ventilação mecânica, desenvolvimento de anti­bió­ticos de última geração e técnicas de terapia renal substitutiva (TRS) com melhor tolerância hemodinâmica são recursos disponíveis que visam a esse aumento de sobrevida.

Ao mesmo tempo em que o ambiente de terapia intensiva é o local em que todos os recursos podem ser alocados no intuito de prolongar a vida, também

é onde os cuidados de fim de vida são instituí­dos.1-4 Nesse contexto, a condução do binômio prolongamento e cuidados de fim de vida muitas vezes é desafiadora.

Frequentemente, profissionais de saú­de envolvidos com os cuidados de doentes criticamente enfermos se deparam com a decisão do benefício da instituição de técnicas de suporte vital em pacientes cujo prognóstico, não apenas de mortalidade, mas também de qualidade de vida pós-cuidados intensivos, é questionável. Tal decisão envolve não somente o paciente em si, mas também seus familiares e o próprio sistema de saú­de, uma vez que o uso racional de recursos deve ser valorizado.5-7

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Medium 9788527729772

25. Nutrição em Pacientes Críticos com Lesão Renal Aguda

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

25

Nutrição em Pacientes

Críticos com Lesão

Renal Aguda

Rodrigo José Ramalho e Emerson Quintino de Lima

Introdução

A incidência de lesão renal aguda (LRA) tem aumentado de modo considerável, particular­mente em pacientes internados em unidades de terapia intensiva

(UTI).1-8 A despeito dos avanços médicos nas últimas décadas, a mortalidade ainda é elevada, atingindo mais de 50% dos pacientes.9,10 O estado nutricional pode ser considerado um possível fator determinante dessa estatística.

O termo depleção energético-proteica (PEW, do inglês protein-energy wasting) tem sido adotado para melhor definir as conse­quências metabólicas negativas da perda aguda da função renal no estado nutricional.11 Fatores não relacionados com nutrição, principalmente inflamação e hipervolemia, interferem na interpretação dos parâmetros nutricionais desses pacientes.11 Algumas va­riá­veis, como albumina sérica, pré-albumina e colesterol, podem ajudar na predição da evolução nessa população, porém com baixa especificidade para serem utilizadas isoladamente na avaliação nutricional.12-14 Para contornar esse problema, o diagnóstico de PEW deve conter: bioquí­mica, perda ponderal, diminuição da massa muscular e baixa ingesta de proteí­na e energia. Enquanto índice de massa corporal (IMC) elevado parece ser protetor na LRA, a PEW é frequente e atinge até 40% dessa população.15 É um fator de risco independente para sepse, sangramentos, insuficiência respiratória e arritmias e está associada ao aumento no tempo de internação hospitalar e mortalidade.16

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Medium 9788527729772

6. Escores Prognósticos em Pacientes com Lesão Renal Aguda

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

6

Escores Prognósticos em Pacientes com Lesão

Renal Aguda

Verônica Torres da Costa e Silva

Introdução

Escores ou índices prognósticos são instrumentos utilizados para avaliar a gravidade de pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI), com os objetivos de fornecer estimativa prognóstica, facilitar a organização e a alocação de recursos dentro da UTI, possibilitar a comparação de intervenções terapêuticas e, principalmente, promover a adequada estratificação dos pacientes.

Este último aspecto é de fundamental importância para estabelecer critérios de inclusão dos pacientes em ensaios clínicos, além de facilitar a comparação e a interpretação dos resultados.

Os parâmetros mais comumente utilizados para avaliação e comparação do desempenho de escores prognósticos são a discriminação, definida pela capacidade do modelo de separar corretamente os sobreviventes dos não sobreviventes, sendo avaliada pela determinação da área sob a curva ROC (receiver operating characteristic) – satisfatória se > 0,70; e a calibração, determinada pelo grau de confiabilidade ou de correspondência entre a mortalidade prevista, criada pelo modelo, e a mortalidade real observada, avaliada pelo teste estatístico de

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34. Terapias Renais Substitutivas nas Intoxicações Exógenas

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF Criptografado

34

Terapias Renais

Substitutivas nas

Intoxicações Exógenas

Elerson Carlos Costalonga e Sabrina de Castro Lorena

Introdução

A ingestão premeditada ou acidental de substâncias tóxicas ou de fármacos habitualmente utilizados na prática clínica é uma causa frequente de admissões nos departamentos de emergência e unidades de terapia intensiva (UTI). Dados de 2011 da American Association of Poison Control Centers indicaram um aumento da gravidade e mortalidade dos episódios de intoxicações exógenas agudas nos últimos anos. Crianças com menos de 6 anos corresponderam a 49% dos casos e, na população adulta, esse evento foi mais frequente em mulheres.

Conse­quências clínicas graves ocorreram em menos de 5% dos pacientes e a mortalidade foi menor que 0,5%. Analgésicos, sedativos, cosméticos e material de limpeza domiciliar foram as principais causas relatadas de intoxicações.

A abordagem diagnóstica e o tratamento podem ser divididos em estágios, conforme o Quadro 34.1. O tratamento das intoxicações exógenas requer o conhecimento da fisiopatologia e da farmacocinética do composto ingerido, bem como dos métodos de melhor remoção e neutralização da toxina. Apesar da importância clínica, ensaios clínicos randomizados e controlados são escassos e as recomendações para tratamento, principalmente no que diz respeito às terapias de remoção extracorpórea, são largamente ba­sea­das em séries e relatos de caso. Uma ampla discussão das intoxicações exógenas e seu tratamento foge do escopo deste capítulo, que é direcionado para o papel das terapias extracorpóreas, notadamente as terapias renais substitutivas (TRS).

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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Medium 9788520433188

5. Dúvidas frequentes

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Dúvidas frequentes

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Andréa Gislene do Nascimento

Existe algum alimento que ainda está proibido para o meu bebê?

Sim. Nos primeiros anos de vida, é importante evitar:

• irritantes gástricos: chá (mate e preto) e café, refrigerante;

• frituras e alimentos muito gordurosos;

• leite de vaca e derivados (especialmente no primeiro ano de vida, exceto pela falta de opção em virtude da condição socioeconômica), queijo tipo “petit suisse” e outros derivados com muito açúcar e/ou corantes artificiais;

• alimentos salgados: enlatados, embutidos, condimentados, apimentados, salgadinhos, queijos, macarrão instantâneo, água de coco, temperos prontos e outros com muito sal;

• alimentos ricos em fibras: farinhas integrais, farelo de trigo e cereais integrais;

• açúcar, doces, chocolate, balas, mel, biscoitos recheados, sorvetes, goma de mascar;

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7. Cuidado com a higiene no armazenamento e preparo dos alimentos

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Cuidados com a higiene no armazenamento e preparo dos alimentos

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Andréa Gislene do Nascimento

A fase de introdução da alimentação complementar pode ser de alto risco para a criança, se não forem tomados os vários cuidados em relação à higiene durante o preparo e a oferta da alimentação, pois os bebês são mais vulneráveis a doenças.

Armazenamento

Os alimentos que serão oferecidos à criança devem ser guardados em recipientes limpos, em local seco e fresco, tampados e longe do contato de moscas ou outros insetos, animais e poeira.

• Não armazene alimentos descobertos no freezer ou na geladeira.

• Não deixe os alimentos prontos na temperatura ambiente, ou seja, fora da geladeira, pois isso favorece a contaminação.

• Quando você comprar uma fruta que ainda não está madura, deixe-a na fruteira até estar madura o suficiente. Evi•

37

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Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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6. Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Dicas para o sucesso da introdução da alimentação complementar

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Cardápio variado e colorido: estimule seu filho a comer diariamente frutas, verduras e legumes, para que ele receba vitaminas, minerais e fibras, para ficar bem nutrido e crescer.

O cardápio muito repetitivo pode levar a criança a ter deficiência de alguns nutrientes (vitaminas, ferro e outros), não ter um bom apetite e deixá-la fraca. Não deixe de levar em conta o sabor, a cor e o aroma dos alimentos que vai oferecer ao seu filho, pois ele está desenvolvendo suas preferências e precisa conhecer diferentes sabores. O prato colorido atrai a atenção e o apetite da criança.

Alimentos preferidos: conforme o seu filho for conhecendo os novos alimentos, ele terá suas preferências. Sempre que for possível, ofereça seus alimentos preferidos junto com os rejeitados, para que ele aceite os alimentos novos com mais facilidade.

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2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

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ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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