Zukerman Eliova El At (19)
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2. Estratégia de implementação do Protocolo de AVC do HIAE

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Estratégia de implementação do

Protocolo de AVC do HIAE

Eliova Zukerman

Miguel Cendoroglo Neto

Fernando Morgadinho Santos Coelho

Alexandre Pieri

Tania Ol iveira Lopes

A literatura médica tem demonstrado que o sucesso da implementação de programas para atendimento dos pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) depende de uma série de medidas preliminares. É importante conhecer o universo de pacientes que se pretende atender.

Assim, um programa nacional, municipal ou mesmo de um hospital terciário exige diferentes estratégias.

A implementação de um protocolo gerenciado começa com a análise das condições do hospital: humanas, tecnológicas e avaliação do espaço físico para o atendimento do AVC. A análise dos custos deve ser cuidadosamente planejada e os recursos financeiros devem ser direcionados e controlados, evitando descontinuidade. O modelo adotado deve ser divulgado e seguido, usando-se ferramentas de habilitação, treinamento e contínuo monitoramento.

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14. A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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A fisioterapia e a fonoaudiologia na reabilitação do paciente com AVC

Fátima Cristina Martorano Gobbi

Renata Matulja Soneghet

Cristiane Isabela de Almeida

Fisioterapia

A atuação fisioterapêutica aos pacientes pós-AVC inicia-se no momento de sua admissão na UTI e estende-se até o momento final de sua reabilitação. Estudos mostram que 70 a 80% do tempo destinado à reabilitação é utilizado pela fisioterapia.

Existem evidências de que a reabilitação precoce e com profissionais especializados favorece o retorno funcional. Sob essa perspectiva funcional, o modelo atual da OMS-CIF (Organização Mundial da Saúde

– Classificação Internacional de Funcionalidade) enfatiza e valoriza o que o paciente pode realizar, e não mais a que o paciente está incapacitado. A intervenção terapêutica, a partir desse modelo, é direcionada para capacitar ou otimizar as funções ao paciente. A OMS define função, de maneira geral, como o bom funcionamento do corpo em atividades dentro do ambiente necessário para conviver em sociedade. O aspecto mais relevante, nesse modelo, é que a deficiência (alterações nas funções e estruturas do corpo) deve ser analisada em conjunto com as categorias de atividade e participação. A atividade é definida como a execução da

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7. Craniectomia e durotomia no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Craniectomia e durotomia no AVCI

Reynaldo André Brandt

Hallim Feres Júnior

Eduardo Urbano da Silva

Uma das mais graves complicações dos infartos cerebrais é a hipertensão intracraniana severa consequente ao edema que se desenvolve entre o primeiro e o quinto dias após o acidente vascular cerebral isquêmico

(AVCI). Ocorre nos infartos cerebrais extensos do território da artéria cerebral média. O seu prognóstico é particularmente sombrio, com mortalidade de 80% em séries de pacientes atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI), não havendo tratamento clínico satisfatório para esses casos. Por essa razão, recebem o rótulo de infartos malignos da artéria cerebral média, constituindo um grupo específico de pacientes com

AVCI. Caracterizam-se por hipodensidade extensa do tecido cerebral no território da artéria cerebral média, avaliado por tomografia computadorizada (TC) do crânio, com rápida expansão volumétrica desse território, com hérnias inter-hemisféricas e transtentoriais. Trabalhos recentes na literatura neurológica e neurocirúrgica mostraram o efeito benéfico da craniectomia extensa com durotomia na descompressão intracraniana, melhorando consideravelmente o prognóstico desses infartos, com redução significativa tanto da mortalidade quanto da morbidade dos mesmos.

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4. Trials do tratamento agudo do AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Trials do tratamento agudo do AVCI

Mario Sergio Duarte Andrioli

Eduardo Noda Kihara

Thaís Soares Cianciarullo Minett

O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) é uma doença na qual o paciente desenvolve alterações neurológicas focais, de instalação súbita, causadas pela obstrução ou oclusão de uma ou mais artérias cerebrais. A redução do fluxo sanguíneo no território vascular acometido, com consequente diminuição da oferta de oxigênio e nutrientes ao tecido envolvido, desencadeia a perda das funções do mesmo por falta de energia. A tal fenômeno dá-se o nome de isquemia. Se a isquemia for prolongada e/ou intensa a ponto de causar também a morte celular, ocorrerá necrose tecidual com perda irreversível das funções.

A obstrução ou a oclusão podem ocorrer por lesão na própria parede arterial ou por formação de coágulo em qualquer outro local do sistema circulatório, que pode se fragmentar e/ou se soltar, sendo carregado pelo fluxo circulatório. A esse fragmento livre na circulação dá-se o nome de êmbolo. Um êmbolo pode alcançar uma artéria cujo calibre seja parecido com as suas dimensões causando a sua obstrução. A estagnação do fluxo a montante associada à lesão endotelial no ponto de impactação do êmbolo causa ativação plaquetária e das proteínas do sistema de coagulação formando um trombo secundário. Esses fenômenos são o tromboembolismo.

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5. Protocolo de tratamento com trombólise endovenosa no AVCI

ZUKERMAN, Eliova…[el at.]. Editora Manole PDF Criptografado

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Protocolo de tratamento com trombólise endovenosa no AVCI

Cristina Gonçalves Massant

Ale xandre Pieri

Gustavo Wruck Kuster

Roberto Naum Franco Morgulis

INTRODUÇÃO

O acidente vascular cerebral (AVC) é a primeira causa de incapacidade e a segunda causa de morte nos países desenvolvidos. Até 1995, as opções de tratamento para o AVC isquêmico (AVCI) agudo eram muito limitadas, quando então foi demonstrada a eficácia da terapêutica com rt-PA (ativador de plasminogênio tecidual recombinante), que já era utilizado no tratamento do infarto agudo do miocárdio. Foi aprovado nos

EUA em 1996 para uso endovenoso em pacientes elegíveis até 3 horas do início dos sintomas de AVCI, mas apenas em 2001 na Europa devido a considerações sobre segurança.

O tratamento do AVCI com rt-PA não reduz a mortalidade, mas diminui significativamente a incapacidade quando avaliada após 3 meses do ictus, apesar do maior risco de hemorragia intracerebral (5,9% versus 1,1% para placebo). A proporção de pacientes com recuperação total diminui progressivamente com o aumento do tempo entre o início dos sintomas e o tratamento, sendo atualmente bem definido o benefício da trombólise endovenosa para os pacientes com até 4 horas e 30 minutos

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Zatsiorsky Vladimir M (30)
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Medium 9788527708869

2 Propriedades Mecânicas e Desempenho nos Músculos Esqueléticos

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Propriedades Mecânicas e Desempenho nos Músculos Esqueléticos

W. HERZOG

Introdução

As propriedades mecânicas do músculo esquelético determinam seu desempenho. Propriedades mecânicas são definidas aqui como aquelas propriedades do músculo esquelético que podem ser medidas por parâmetros derivados da mecânica: força, comprimento, velocidade, trabalho e potência. O desempenho alcançado em muitos esportes depende, em grande parte, destes parâmetros, por exemplo, da força que um atleta consegue produzir ou da velocidade que consegue alcançar ou imprimir em um equipamento. As articulações humanas são tipicamente cruzadas por muitos músculos; portanto, o desempenho atlético depende, tipicamente, das propriedades de muitos músculos, bem como de sua exata coordenação. A coordenação é definida aqui como a interação de força-tempo dos músculos que contribuem para um movimento e, conseqüentemente, em razão da geometria do sistema musculoesquelético, do momento-tempo destes músculos relacionados às articulações. A coordenação dos músculos é extremamente importante para atingir movimentos precisos ou movimentos que maximizem o trabalho executado ou a força produzida, características que são de significância primária para o desempenho ótimo em muitos esportes. Entretanto, a coordenação dos músculos é mais um tópico de controle motor do que mecânico; somente será incluído neste capítulo quando necessário para esclarecimento.

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14 O Salto em Altura

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 14

O Salto em Altura

J. DAPENA

Introdução

Este capítulo descreve a mecânica do salto em altura do estilo

Fosbury e apresenta uma fundamentação seguida pela avaliação das técnicas usadas individualmente pelos saltadores em altura de elite.

Desde 1982 nosso laboratório tem estudado as técnicas dos melhores saltadores em altura dos Estados Unidos. Este trabalho

é parte do programa de Scientific Support Services patrocinado pelo USATF (Atletismo dos Estados Unidos, o órgão governamental para esse desporto nos Estados Unidos) em vários laboratórios de biomecânica. O objetivo do programa é fornecer informações biomecânicas aos melhores atletas americanos, para ajudá-los a melhorar seus desempenhos através de alterações nas técnicas.

Todos os anos, funcionários de nosso laboratório filmam os melhores saltadores em altura americanos, no final dos Campeonatos do USATF ou em outras competições importantes. Poste-

riormente os filmes são analisados usando métodos tridimensionais de pesquisa em biomecânica. Relatórios e fitas de vídeo contendo dados mecânicos, gráficos computadorizados e interpretações são então preparados e remetidos aos treinadores e aos atletas. Os relatórios e as fitas de vídeo avaliam as vantagens e desvantagens das técnicas reais dos atletas e sugerem como corrigir alguns dos problemas técnicos. A fundamentação usada para as avaliações das técnicas surge de uma interpretação geral do salto em altura do estilo de Fosbury, tendo por base a pesquisa de

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3 Arquitetura Músculo-Tendão e Desempenho do Atleta

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Arquitetura Músculo-tendão e

Desempenho do Atleta

J.H. CHALLIS

Introdução

As atividades atléticas impõem uma ampla variedade de demandas no sistema muscular humano. Algumas atividades requerem pequenas quantidades de força muscular ajustadas em aumentos finos, algumas requerem produção rápida de forças altas, enquanto ainda outras demandam a produção lenta de forças muito altas. O propósito deste capítulo é identificar as propriedades essenciais do músculo e explicar como os músculos influem na função muscular durante as atividades atléticas. O enfoque será no músculo esquelético que, contrariamente às duas outras formas de músculos, o liso e o cardíaco, pode ser controlado voluntariamente. Como o sistema do músculo esquelético precisa realizar uma variedade de funções, a sua organização é geralmente um compromisso; o músculo esquelético é especializado somente no sentido de que ele pode realizar uma variedade de tarefas.

A primeira Lei de Newton estabelece, basicamente, que nós necessitamos de forças para parar, começar ou alterar um movimento, portanto, como as fibras dos músculos são as fontes de produção de força no corpo humano, são responsáveis pelo nosso movimento voluntário ou pela falta dele. As fibras musculares produzem forças que são transmitidas, via tendão, para o esqueleto; estas forças geram momentos na articulação, seja promovendo, seja limitando um movimento causado por outras forças (por exemplo, a manutenção da postura ereta, quando em bipedestação exposto a uma ventania). Portanto, é útil não apenas considerar as forças que o músculo produz, mas também analisar como estas forças operam através das articulações. Quando nos referimos à arquitetura músculo-tendão, estamos nos referindo à estrutura e ao arranjo dos componentes do sistema músculo-tendão. Este capítulo examinará como o sistema músculo-tendão é arranjado para produzir movimento e as estruturas que possibilitam tal movimento.

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30 Esportes Pós-amputação

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 30

Esportes Pós-amputação

A.S. ARUIN

Introdução

A história da competição atlética de indivíduos com incapacidade física começou em 1948 durante o Stoke Mandeville Games, na Inglaterra, e continua até hoje. Inúmeros eventos esportivos ao redor do mundo contribuíram para a popularidade dos esportes para incapacitados. Em 1996, mais de 4.000 atletas de 102 países competiram na Paraolimpíada de Atlanta (Miller &

Rucker, 1997). Hoje em dia, aproximadamente 20.000 amputados participam ativamente em diversos esportes, com mais de

5.000 participando nos eventos esportivos competitivos organizados nos Estados Unidos (Michael et al., 1990). Não é mais apenas “motivo de inspiração” ter um indivíduo incapacitado competindo em atividades esportivas, sendo que existem muitos atletas amputados.

Aproximadamente 500.000 indivíduos nos Estados Unidos foram submetidos a uma amputação (Sherril, 1997). Este número inclui a amputação adquirida e a amputação decorrente de malformação de partes corporais em indivíduos nascidos com deficiências nos membros em que próteses podem ser adaptadas em uma idade precoce (Krementz, 1992). Em geral, as amputações adquiridas ocorrem nas pessoas de meia-idade e em idosos devido a problemas circulatórios nos membros inferiores, por vezes precipitadas por diabetes. As principais causas da amputação adquirida em crianças são o trauma (acidentes automobilísticos, instrumentos motorizados e de fazenda, e explosões de munições), bem como o câncer e a infecção. Acidentes com carros, conflitos armados, guerras civis e explosões de minas terrestres contribuem significativamente para o crescente número de amputados em todo o mundo.

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11 Fatores Determinantes do Desempenho na Patinação de Velocidade

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Capítulo 11

Fatores Determinantes do Desempenho na

Patinação de Velocidade

J.J. DE KONING E G.J. VAN INGEN SCHENAU*

Introdução

A patinação de velocidade pode ser descrita por um modelo de fluxo de energia. Tal modelo inclui expressões que descrevem tanto a geração de energia mecânica a partir dos substratos químicos como o destino do fluxo de energia. Estes modelos são

úteis para a avaliação quantitativa da influência de variáveis técnicas, fisiológicas e ambientais no desempenho da patinação de velocidade. O objetivo deste capítulo é explicar a natureza peculiar da técnica de patinação de velocidade e demonstrar os efeitos de vários fatores determinantes no desempenho da patinação de velocidade, através de um modelo baseado no fluxo de energia.

Técnica de patinação de velocidade

Na maioria dos padrões de locomoção, os humanos geram forças propulsoras, agindo no meio ambiente em uma direção oposta

àquela do movimento. Um corredor, por exemplo, pressiona posteriormente contra um local fixo na superfície para propulsionar a si mesmo em uma direção para frente (Fig. 11.1a). Mesmo no ciclismo, onde parece não haver contato rígido com o solo, forças são direcionadas através do pneu para locais fixos na estrada. Na patinação de velocidade, entretanto, ocorre algo essencialmente diferente. Em razão das qualidades peculiares do gelo, os patinadores são capazes de deslizar em velocidades relativamente altas na desejada direção anterior. Os patinadores fazem uso da chamada “técnica de deslizamento”, que significa que os movimentos propulsores contra o gelo são feitos enquanto os patins continuam a deslizar anteriormente (van Ingen Schenau et al. 1987; de Koning et al. 1995). Entretanto, quando um patim está deslizando para a frente, é impossível gerar forças propulsoras, impulsionando para uma direção contrária. A única direção possível para uma propulsão efetiva é em ângulos retos relativos ao movimento de deslizamento dos patins (Fig. 11.1b). A dificuldade da técnica de patinação está na transformação dos impulsos laterais em uma velocidade anterior. Esta transformação pode ser mais bem explicada por meio das Fig. 11.1b e Fig. 11.2.

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Zaitz Clarisse (44)
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Medium 9788527716109

41 Prototecose

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41

Prototecose

Lígia Rangel B. Ruiz

IēęėĔĉĚİģĔ

Ficologia médica é o estudo das algas que provocam doença no homem e nos animais. As algas procariotas são representadas pelas algas azuis da divisão Cyanophyta. Sua importância na medicina está restrita a toxicidade quando há ingestão de água contaminada. Já as algas eucariotas são representadas por várias divisões, com destaque maior para a Clorophyta, em que estão as algas verdes (Chlorella) e as aclorofiladas (Prototheca). Infecções localizadas ou sistêmicas têm sido descritas, principalmente pelo gênero Prototheca.

Prototecoses são infecções causadas por algas do gênero Prototheca, família Chlorellaceae. As prototecas diferenciam-se das clorelas pela ausência de cloroplastos e grânulos citoplasmáticos. São, portanto, aclorofiladas, heterotróficas, e requerem fontes externas de

C e N. A prototecose afeta homens e animais, localizando-se com maior frequência em pele e subcutâneo e podendo haver disseminação sistêmica. Evidências morfológicas e imuno-

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Medium 9788527716109

43 Resistência a Antifúngicos Utilizados em Micologia Médica

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43

Resistência a Antifúngicos Utilizados em Micologia Médica

Arlete Emily Cury

IēęėĔĉĚİģĔ

Infecções fúngicas: cenário atual

Desde o final do século passado, evidenciou-se um aumento considerável de micoses de caráter invasivo e de difícil tratamento, representando uma significativa causa de morbidade e mortalidade em pacientes criticamente doentes. Diversos fatores estão associados a esse aumento, incluindo o aparecimento da síndrome de imunodeficiência adquirida

(AIDS) epidêmica e a adoção de determinados procedimentos na prática médica, como o uso de fármacos que produzem imunossupressão, uso frequente e às vezes indiscriminado de antibióticos de amplo espectro e o uso de cateteres intravenosos. Espécies de Candida e de Aspergillus têm sido descritas como os principais agentes causadores dessas doenças, mas infecções causadas por novos e emergentes fungos filamentosos, como Fusarium spp., Paecilomyces spp., Scedosporium spp. e

Zygomycetes também ganharam importância médica, causando, com frequência, quadros

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Medium 9788527716109

34 Histoplasmose

Zaitz, Clarisse Grupo Gen PDF Criptografado

34

Histoplasmose

Sílvio Alencar Marques • Rosangela M. Pires de Camargo

IēęėĔĉĚİģĔ

Histoplasmose é quadro de evolução aguda ou crônica, capaz de acometer o homem e certos animais. É causada pelo Histoplasma capsulatum var. capsulatum, H. capsulatum var. duboisii (ambos causam doença humana) e H. capsulatum var. farciminosum (doença em equinos e muares). O H. capsulatum var. capsulatum existe como micélio de vida saprobiótica no meio ambiente e prolifera principalmente em excreta de aves e morcegos. A doença humana se dá por inalação do agente, que apresenta distribuição universal, porém

é mais prevalente nas regiões endêmicas de clima subtropical e temperado. O quadro infeccioso inicial é geralmente subclínico com resolução espontânea e posteriormente identificado por achado de calcificação residual pulmonar e teste intradérmico de hipersensibilidade específica (histoplasmina), positivo.

Dependendo das circunstâncias em que se deu o contágio, particularmente aquelas relativas ao volume de inóculo, o quadro inicial pode

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Medium 9788527716109

25 Pneumocistose

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25

Pneumocistose

Maria Irma Seixas Duarte • Amaro Nunes Duarte Neto

IēęėĔĉĚİģĔ

A pneumocistose é uma infecção pulmonar causada pelo fungo Pneumocystis jiroveci, e ocorre em indivíduos com grave imunodepressão da imunidade celular. É a infecção oportunista mais prevalente em pacientes com

AIDS, além de afetar indivíduos recebendo tratamento imunossupressor, pacientes com neoplasias hematológicas, pacientes transplantados e aqueles com imunodeficiências congênitas de linfócito B e/ou linfócito T.

HĎĘęŘėĎĈĔ

O Pneumocystis foi identificado em São Paulo por Carlos Chagas em 1909, em cobaias, e também por Antonio Carini, em 1910, em pulmões de ratos infectados com Tripanossoma cruzi. A princípio, os dois pesquisadores acharam que o Pneumocystis sp. (Pc) era uma nova forma do ciclo vital do Trypanosoma. Somente em 1912 os Delanöes encontraram o mesmo micro-organismo em pulmões de ratos e co-

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baias não infectados com o Trypanosoma, caracterizando, portanto, um novo agente, com tropismo exclusivo para o epitélio pulmonar, sem relação com o Trypanosoma, nomeando-o

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Medium 9788527716109

36 Coccidioidomicose

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Coccidioidomicose

Maria José N. Diógenes • José Júlio C. Sidrim • Maria Auxiliadora B. Fechine

AĘĕĊĈęĔĘ čĎĘęŘėĎĈĔĘ

A coccidioidomicose é uma infecção sistêmica, predominantemente pulmonar, que acomete o homem e uma grande diversidade de animais, sendo causada por fungos do gênero Coccidioides. A doença, também conhecida como micose do Novo Mundo ou febre do vale (valley fever) foi descrita pela primeira vez em 1892, na Argentina, por Alejandro Posadas, em paciente com múltiplas lesões crônicas na pele.

A etiologia da coccidioidomicose, no entanto, foi revelada apenas em 1900, por William

Ophüls e Herbert C. Moffit, que observaram a formação de micélio fúngico em culturas de tecido de um paciente.

Até 1929, a coccidioidomicose era conhecida apenas em sua forma disseminada, a qual era conhecida por granuloma coccidioidico. A partir de então, foram descobertos casos da forma benigna da doença, caracterizada por sintomas pulmonares agudos e eritema nodoso em pacientes oriundos da região do Vale de San Joaquin, na Califórnia, Estados Unidos. Desde então, o termo coccidioidomicose

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Yonamine Glauce Hiromi Et Al (7)
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Medium 9788520433188

5. Dúvidas frequentes

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Dúvidas frequentes

Karina Gama dos Santos

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Glauce Hiromi Yonamine

Andréa Gislene do Nascimento

Existe algum alimento que ainda está proibido para o meu bebê?

Sim. Nos primeiros anos de vida, é importante evitar:

• irritantes gástricos: chá (mate e preto) e café, refrigerante;

• frituras e alimentos muito gordurosos;

• leite de vaca e derivados (especialmente no primeiro ano de vida, exceto pela falta de opção em virtude da condição socioeconômica), queijo tipo “petit suisse” e outros derivados com muito açúcar e/ou corantes artificiais;

• alimentos salgados: enlatados, embutidos, condimentados, apimentados, salgadinhos, queijos, macarrão instantâneo, água de coco, temperos prontos e outros com muito sal;

• alimentos ricos em fibras: farinhas integrais, farelo de trigo e cereais integrais;

• açúcar, doces, chocolate, balas, mel, biscoitos recheados, sorvetes, goma de mascar;

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1. Aleitamento materno

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Aleitamento materno

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, quando, então, deverão ser introduzidos outros alimentos.

O leite materno, além de conter todos os nutrientes que a criança precisa, também funciona como uma verdadeira vacina, protegendo-a de muitas doenças. E o mais importante: já está pronto; não precisa ser comprado nem preparado.

A amamentação deve ser incentivada até os dois anos.

O que é aleitamento materno exclusivo?

É quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro alimento (líquido ou sólido), com exceção de xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos em gotas.

Como o leite materno é recomendado até os seis meses de vida, neste período não há necessidade de oferecer água ou chás.

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3. Esquema alimentar no primeiro ano de vida

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Esquema alimentar no primeiro ano de vida

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Patrícia Azevedo de Lima

Introdução

Se a criança estiver em aleitamento materno ou usando fórmula infantil, a introdução de sucos e papa salgada deverá ser feita no sexto mês. Caso a criança seja alimentada com leite de vaca, a introdução da alimentação complementar será feita a partir do segundo mês.

Se o bebê for alimentado com leite materno ou fórmula infantil…

Por que agora meu filho precisa de outros ­alimentos e não só do leite materno ou da fórmula infantil?

Quando seu bebê atinge o sexto mês de vida, o processo de crescimento se acelera e ele precisa comer outros alimentos, porque o leite materno ou a fórmula infantil já não dão mais conta de alimentá-lo adequadamente. Porém, o leite materno ou a fórmula não devem ser trocados por essas novas refeições. Se o bebê estiver em aleitamento materno, o ideal é mantê-lo até os dois anos.

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2. Aleitamento artificial

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Aleitamento artificial

Daniela Ikeuti

Patrícia Zamberlan

Introdução

O leite materno é, indiscutivelmente, o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais do recém-nascido e do lacten­te. Entretanto, é sabido que existem algumas situações em que o aleitamento materno não é possível. Nessas situações, indica-se o aleitamento artificial, ou seja, o

­aleitamento feito com outro leite que não o humano (materno). Recomenda-se, preferencialmente, a utilização de fórmulas infantis (fórmulas lácteas modificadas).

O que são fórmulas infantis?1

São formulações à base de leite de vaca modificado, produzidas industrialmente para atender às necessidades nutricio­ nais dos recém-nascidos e lactentes.

É importante não confundir leite de vaca em pó destinado a crianças com fórmulas infantis. O termo fórmula infantil para lactentes deve estar declarado no rótulo.

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ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

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Medium 9788520433188

4. Alimentação complementar

YONAMINE, Glauce Hiromi…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Alimentação complementar

Érika Lopes Galvão de Azevedo

Karina Gama dos Santos

Glauce Hiromi Yonamine

Ana Paula Alves da Silva

Quais alimentos devo usar no suco, na papa de fruta e na sopa ou papa salgada?

Suco e papa de fruta: a criança pode comer todo tipo de fruta. Escolha as frutas da época e da região, pois, além de serem mais baratas, são mais saborosas. Quando for comprar frutas para os sucos ou papas do seu filho, escolha as que não apresentem partes moles, batidas ou perfuradas.

Dê preferência às frutas naturalmente doces (laranja, maçã, pera, mamão, banana, melancia, melão, pêssego, manga), pois não precisam ser adoçadas e, assim, o bebê perceberá melhor o sabor da fruta. Lembre-se de que a criança não conhece o sabor adocicado e, por isso, não precisará de açúcar.

Ofereça uma fruta de cada vez. Se for usar mais de uma fruta na mesma refeição, coloque-as separadas no prato e ofereça-as separadamente, para que a criança identifique o sabor de cada uma. Quando seu filho já conhecer o sabor de diferentes frutas, você poderá misturar duas ou três na mesma papa.

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Wolf Heidegger (12)
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Órgão Vestibulococlear

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Órgão Vestibulococlear

422

Órgão Vestibulococlear a

Hélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Fossa triangular

Ramos da antélice

Cimba da concha

Ramo da hélice

Antélice

Cavidade da concha

Incisura anterior

(Tubérculo supratrágico)

Meato acústico externo

Cauda da hélice

Trago

Antitrago

Incisura intertrágica

Lóbulo da orelha

b

Hélice

Fossa triangular

Ramos da antélice

(Tubérculo da orelha,

DARWIN)

Escafa

Antélice

Concha da orelha

Espinha da hélice

Ramo da hélice

Incisura terminal da orelha

Cartilagem do meato acústico

Lâmina do trago

Fissura antitrago-helicina

Cauda da hélice

Antitrago

Incisura intertrágica

Istmo da cartilagem da orelha

422 Orelha externa (110%)

Orelha externa direita, vista lateral

a Orelha

b Cartilagem da orelha

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Paredes do Tronco

Wolf Heidegger Grupo Gen PDF Criptografado

Paredes do Tronco

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6/29/12 9:45:39 AM

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Paredes do Tronco

b

a

Lordose cervical

Vértebra cervical I

 Atlas [C I]

c

Parte cervical

Vértebra cervical VII

= Vértebra proeminente

Vértebra torácica I

Parte torácica

Cifose torácica

Forames intervertebrais

Vértebra torácica XII

Vértebra lombar I

Parte lombar

Lordose lombar

Vértebra lombar V

Promontório

Vértebra lombar V

Sacro

Cifose sacral

Cóccix

28 Coluna vertebral (30%) a Vista lateral direita b Vista ventral c Vista dorsal

b1-027-058_portugisisch.indd 28

6/29/12 9:45:44 AM

29

Paredes do Tronco

Proc. espinhoso,

Arco vertebral

Proc. articular

a

Proc. transverso

Costela

Corpo vertebral

b

c

d

29 Homologia das partes das vértebras

a b c d

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Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita

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Órgãos Visuais e

Cavidade da Órbita

396

Órgãos Visuais e Cavidade da Órbita a

Supercílio

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Pálpebra superior

(Parte supratarsal) –

(Parte tarsal) –

(Rafe palpebral lateral)

Comissura medial das pálpebras

Ângulo medial do olho

Rima das pálpebras

Cílios

Prega palpebronasal

Pálpebra inferior

b

Supercílio

Pálpebra superior

– (Parte supratarsal)

– (Parte tarsal)

(Sulco palpebral superior)

Túnica conjuntiva do bulbo

Papila lacrimal (superior)

Ponto lacrimal

Cílios

Comissura medial das pálpebras

Comissura lateral das pálpebras

Ângulo lateral do olho

Ângulo medial do olho

Pálpebra inferior

Prega semilunar da conjuntiva

Limbo anterior da pálpebra

Papila lacrimal (inferior)

Limbo posterior da pálpebra

Pupila

c

Limbo anterior da pálpebra

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Anatomia Geral

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Anatomia Geral

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6/29/12 9:41:06 AM

2

Anatomia Geral

a

b

Cabeça

Cabeça

(Pescoço)

Braço

Braço

Tórax

Dorso

Abdome

Antebraço

Mão

Pelve

Pelve

Coxa

Coxa

Perna

Perna

2 Esqueleto e partes do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino a Vista ventral b Vista dorsal

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6/29/12 9:41:06 AM

3

Anatomia Geral a

b

3 Esqueleto do corpo humano (10%)

Esqueleto masculino. Cintilograma ósseo com 99mTc a Vista ventral b Vista dorsal

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6/29/12 9:41:13 AM

4

Anatomia Geral a

Trígono carótico

Região cervical anterior  Trígono cervical anterior

Região esternocleidomastóidea

Região cervical lateral  Trígono cervical lateral

Trígono clavipeitoral (MOHRENHEIM)

Fossa infraclavicular

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Cabeça e Pescoço

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Cabeça e Pescoço

2

Cabeça e Pescoço

a

b

c

d

2 Diferenças na forma do crânio

a, b c, d a b c

d

Crânio, Norma vertical (visto por cima)

Crânio, Norma frontal (visto pela frente)

Crânio longo (dolicocéfalo)

Crânio largo (braquicéfalo)

Crânio longo (dolicocéfalo) com face estreita

(leptoprosopia)

Crânio largo (braquicéfalo) com face larga

(euriprosopia)

3

Cabeça e Pescoço a

b

Frontal

Escama frontal

Sutura sagital

Crista frontal

Fovéolas granulares

Sutura coronal

Parietal

Occipital

Escama occipital

Forame parietal

Sulcos arteriais

Lâmina externa

Sulco do seio sagital superior

Díploe

Sutura lambdóide

c

d

Lâmina interna

f

e

3 Calvária e ossos suturais a b c d e f

Norma vertical (50%)

Vista interna (50%)

Sutura frontal persistente

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