Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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Medium 9788520438671

2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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Medium 9788520438671

7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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Medium 9788520438671

1. As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

1

Maria Cristina Traldi

Palavras-chave  Políticas públicas; atenção primária à saúde; gestão de serviços de saúde; gerência de enfermagem; modelos de gestão.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Políticas públicas de saúde: processo de construção e de implementação. Ciclo de políticas públicas. A política pública, a reforma administrativa do Estado e suas implicações na gestão dos serviços de atenção primária à saúde. As organizações sociais e as formas de relacionamento com o Estado. A contratualização e sua aplicabilidade na gestão da atenção primária à saúde. Os desafios para a gestão e a gerência de enfermagem na atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

O sistema público de saúde passa por um período de transição, marcado por mudanças em sua estrutura e que é fruto de sua expansão como rede de serviços e da reflexão que a experiên­

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Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Capítulo 17 - Leucemia linfoblástica aguda

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Leucemia linfoblástica aguda

Tópicos-chave

QQ

Incidência e patogênese

187

QQ

Classificação

188

QQ

Achados laboratoriais

188

QQ

Tratamento

192

QQ

Doença residual mínima

192

QQ

Tratamento específico para adultos

194

Capítulo 17: Leucemia linfoblástica aguda  /  187

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é causada pelo acúmulo de linfoblastos na medula óssea e é a doença maligna mais comum na infância. A definição de leucemia aguda e a diferenciação entre LLA e leucemia mieloide aguda (LMA) estão descritas no Capítulo 13.

Incidência e patogênese

A incidência é máxima entre 3 e 7 anos, com 75% dos casos ocorrendo antes dos 6 anos; há uma elevação secundária de incidência após os 40 anos. Predominam os casos de linhagem de células B (LLA-B), 85%, com incidência igual em ambos os sexos; nos 15% de casos de linhagem de células T

(LLA-T) há predominância masculina.

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Medium 9788582714508

Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Capítulo 10 - O baço

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Aarestrup Beatriz Juli O (22)
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Medium 9788527720588

Apêndice

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

Prefixos e sufixos

��

Muitas das palavras utilizadas rotineiramente na ­área da saú­de são formadas por radicais – a maioria, latinos ou gregos – associados a sufixos ou prefixos de mesma origem. Para que a memorização e a compreensão desses termos médicos não sejam mera decoreba, conhecer seu significado é bastante

útil e interessante. Apresentam-se, a seguir, alguns dos termos mais utilizados na histologia. a, an, in – ausência, negação adeno – glândula algia, odynia – dor anér, andrós – homem angio – vaso (sanguí­neos, linfáticos) ante – antes, precedente, anterior anti – contra arthro – ar­ticulação auto – próprio, por si mesmo bio – vida condros – cartilagem desectio – corte dys – alterado, impróprio

égkhyma, enchyma – infusão, preencher, encher, verter endemos – originário de um paí­s ou região endo – dentro de, no interior de entero – intestino epi, ad, supra – sobre, acima, por cima erytro – vermelho ex – exteriormente, por fora gen – originar, produzir gyné, gynaikós – mulher

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Medium 9788527720588

16 | Sistema Urinário

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

16

Sistema Urinário

Objetivos de estudo, 322

Palavras-chave, 322

Introdução, 322

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 324

Resumo, 342

Autoavaliação, 343

Aarestrup 16.indd 321

27.03.12 14:06:26

322

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer as funções básicas do sistema urinário

Reconhecer a estrutura geral do rim

Identificar, ao microscópio óptico, as divisões do rim e os elementos histológicos presentes em cada região

Reconhecer e descrever histologicamente, ao microscópio óptico, o cor­púsculo renal e seus componentes

Conceituar e conhecer os elementos que formam a barreira de filtração glomerular

Diferenciar, microscopicamente e funcionalmente, o túbulo contorcido proximal e o túbulo contorcido distal

Reconhecer e descrever histologicamente as porções delgada e espessa da alça de Henle ao microscópio óptico, bem como a função de cada uma em suas porções ascendente e descendente

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9 | Tecido Nervoso

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

9

Tecido Nervoso

Objetivos de estudo, 154

Palavras-chave, 154

Introdução, 154

Funções, 155

Tecido nervoso, 156

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Aarestrup 9.indd 153

26.03.12 16:27:30

154

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos nervosos e do sistema nervoso

Compreender as funções do sistema nervoso

Conhecer os tipos de neurônios e seus componentes estruturais

Conhecer a histomorfologia dos diferentes tipos de neurônios

Saber conceituar sinapse e conhecer seus componentes

Identificar ao microscópio as fibras mielínicas e amielínicas e diferenciá-las funcionalmente

Conhecer as células da neuróglia, sua morfologia e função

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

Palavras-chave

��

Astrócito

Bainha de mielina

Célula de Schwann

Célula ependimária

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Medium 9788527720588

5 | Tecido Adiposo

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

5

Tecido Adiposo

Objetivos de estudo, 92

Palavras-chave, 92

Introdução, 92

Histogênese e diferenciação funcional, 93

Tipos de tecido adiposo, 93

Resumo, 102

Autoavaliação, 102

Aarestrup 5.indd 91

26.03.12 15:57:26

92

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido adiposo

Conceituar lipoblasto e adipócito

Saber quais são os tipos de tecido adiposo

Conhecer as funções do tecido adiposo unilocular e como são desempenhadas

Identificar o tecido adiposo ao microscópio óptico e descrever suas características

Reconhecer o tecido adiposo multilocular ao microscópio e saber descrevê-lo

Saber como é a estrutura geral do estroma nos tecidos unilocular e multilocular

Saber explicar como o adipócito multilocular desempenha a função de termogênese

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

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Medium 9788527720588

1 | Histologia e Processamento Histológico

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

1

Histologia e

Processamento

Histológico

Objetivos de estudo, 4

Palavras-chave, 4

Introdução, 4

Histologia | Conceito e objeto de estudo, 6

Obtenção da amostra de tecido para estudo microscópico, 6

Acondicionamento e identificação da amostra, 8

Processamento histológico de rotina, 9

Processamentos histológicos especiais e técnicas auxiliares, 14

Artefatos, 18

Identificação, transporte e arquivamento da lâmina histológica, 18

Resumo, 19

Autoavaliação, 20

Aarestrup 1.indd 3

26.03.12 15:49:56

4

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a história da histologia e seu estabelecimento como ciência

Entender o conceito de histologia

Saber o que é o processamento histológico e quais são as suas etapas

Identificar os objetivos das fases do processamento histológico, bem como o material utilizado na rotina em cada uma

Conhecer as técnicas básicas de obtenção de material para se estudar ao microscópio

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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Medium 9788536321806

2. Contribuições Biológicas

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

2

Contribuições Biológicas

Existem várias razões que explicam por que os aspectos biológicos da esquizofrenia podem ser importantes para entender e utilizar os princípios e técnicas da terapia cognitiva na conceituação e tratamento desse transtorno. Primeiramente, reconhecer os múltiplos fatores envolvidos na etiologia da esquizofrenia pode alertar o profissional para limitações no uso da terapia cognitiva no seu tratamento. Conexões neurais inadequadas baseadas na disposição genética, alterações na transmissão neuroquímica e mudanças na atividade de certas regiões cerebrais podem limitar o grau do êxito das tentativas de mudar as crenças dos pacientes sem outros meios de intervenção, como medicamentos. Em segundo lugar, a compreensão de quais sistemas cerebrais específicos podem contribuir para os sintomas da esquizofrenia pode levar a abordagens cognitivas inovadoras, baseadas nas funções desses sistemas. Em terceiro, o abismo entre os pesquisadores e profissionais do mundo biológico e aqueles do mundo psicológico pode ser conectado com uma comunicação melhor, à medida que cada lado aprende os princípios, conceitos e informações do outro. Em quarto lugar, uma análise de todos os aspectos desse transtorno – psicológicos, neurológicos, sociais e outros – pode levar a um entendimento mais abrangente da sua complexidade. A resposta a questões sobre o que é a esquizofrenia e como seus sinto-

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Medium 9788536321806

9. Avaliação e Terapia Cognitivas para Delírios

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

9

Avaliação e Terapia

Cognitivas para Delírios

Apesar da rigidez óbvia das crenças delirantes, atualmente existe uma ampla variedade de estratégias da terapia cognitiva que ajudam os pacientes a reduzir as suas interpretações delirantes e distorcidas e o estresse que as acompanha. Neste capítulo, descrevemos a avaliação e o tratamento dos delírios com base em evidências científicas. Conforme discutido no Capítulo 3, a base cognitiva para o desenvolvimento de crenças delirantes na idade adulta geralmente ocorre no período da adolescência.

O conteúdo delirante das crenças costuma ser uma extensão de crenças anteriores ao início do delírio. Uma vez iniciadas, as distorções cognitivas, o pensamento categórico, o raciocínio emocional e somático e vieses do processamento de informações, como “tirar conclusões precipitadas” e não testar a realidade, servem para consolidar as crenças delirantes e atrapalhar as oportunidades de desconfirmação (Garety, Hemsley e Wessely, 1991). Além disso, as respostas comportamentais motivadas pelas crenças delirantes, como evitação, retraimento e outros comportamentos de segurança, contribuem significativamente para a perturbação e a manutenção dos delírios.

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Medium 9788536321806

4. A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

4

A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Um homem branco de 28 anos foi encaminhado para tratamento após ter tido duas hospitalizações. No momento da admissão, ele estava moderadamente deprimido e reclamava de ouvir vozes por meio da ventilação do consultório. O período que antecedeu à sua psicose foi marcado por dois episódios depressivos graves, durante os quais estava suicida e necessitou de hospitalização. Durante um desses episódios, pensou ter ouvido a voz do seu pai criticando-o e chamando-o de bicha e veado. Posteriormente, começou a ouvir vozes onde quer que fosse, e elas gradualmente se transformaram nas vozes de duas crianças, de 12 e 6 anos. Essas vozes comentavam entre si sobre como ele era fraco e também continuavam a chamá-lo de fruta, bicha e veado.

Alguns sinais da origem do conteúdo das vozes estavam evidentes em seu histórico passado. Seu pai, que era bastante forte e atlético, o depreciava por causa da sua falta de capacidade atlética. Ele mesmo criticava o seu desajeitamento e inaptidão geral.

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Medium 9788536321806

11. Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

11

Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Do ponto de vista histórico, os aspectos característicos dos sintomas negativos, como a baixa motivação, pouca energia, restrições na expressividade emocional e verbal, e distanciamento social são interpretados como

“déficits” que não são passíveis de mudança com intervenções psicológicas. Ainda assim, sabemos que os sintomas negativos vêm e vão para a grande maioria dos pacientes que os têm. Gatilhos internos (ouvir vozes) e externos (hospitalização) são associados ao seu início, e mudanças internas (menos desesperança) e externos (conseguir um emprego) foram observadas em relação à sua redução. Essas observações sugerem que os tratamentos psicológicos podem contribuir para a redução dos sintomas negativos, ajudando os pacientes a aprender a identificar e reduzir os gatilhos da sua ativação e/ou desenvolver estratégias para aliviá-los depois de iniciarem. No Capítulo 5, apresentamos um modelo cognitivo-comportamental dos sintomas negativos, detalhando como eles não se devem apenas a déficits biológicos subjacentes, mas representam uma inter-relação mais complexa entre avaliações, expectativas e crenças, bem como estratégias cognitivas e comportamentais características. Neste capítulo, apresentamos um modelo detalhado para a avaliação e tratamento de sintomas negativos, com base na conceituação cognitivo-comportamental desses sintomas, descrita no Capítulo 5.

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Medium 9788536321806

5. A Conceituação Cognitiva dos Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

5

A Conceituação Cognitiva dos

Sintomas Negativos

Um paciente com histórico de má higiene chega para a consulta com seu terapeuta parecendo sujo. Ao ser questionado a respeito, o paciente, Mike, é rápido em explicar que sua mãe machucara a mão, impedindoa de fazer as tarefas domésticas, incluindo, de forma importante, lavar a roupa dele. A seguir, Mike descreve uma consulta recente, no qual o psiquiatra perguntou como ele, no lugar da mãe, poderia lavar a roupa. Esse questionamento fez Mike explicar que precisava recuperar a saúde e a inteligência (por meio de um procedimento obscuro), para que pudesse conseguir uma garota que fizesse isso para ele. O psiquiatra, então, perguntou a Mike se ele ainda estava tomando a sua medicação. Depois, Mike confidenciou ao terapeuta que preferiu não dizer ao psiquiatra que, na verdade, planejava conseguir duas namoradas quando se curasse.

Mike é um norte-americano de origem irlandesa, de 40 e poucos anos, que desenvolveu esquizofrenia durante o ensino médio.

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Abib Simone De Campos Vieira Perfeito Jo O Al Ssio Juliano (12)
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Medium 9788520428986

Parte 1. Aspectos Gerais

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

1

Aspectos Gerais

CAPÍTULO

1

Trauma –

Algumas Palavras de História

DARIO BIROLINI

A história do trauma confunde-se com a história do homo sapiens. Consequência de acontecimentos intencionais ou não, o trauma faz parte da história da humanidade e da seleção natural da espécie humana. Ainda que responsável por sofrimentos, sequelas e mortes, o trauma contribuiu, ao longo dos milênios, para a lenta, mas progressiva, incorporação ao patrimônio genético da espécie humana de características altamente favoráveis para sua própria defesa e sobrevivência. Não é por acaso que o ser humano adquiriu a capacidade de reagir de forma coerente e eficaz à agressão, por meio de uma série de mecanismos hemodinâmicos, endócrinos e metabólicos de adaptação.

Essa capacidade foi reconhecida e descrita, inicialmente, por Walter Bradford Cannon, nas décadas de 1920 e 1930, como fight-or-flight reaction. O conceito foi ampliado, dez anos mais tarde, por Hans Hugo Bruno Selye, que elaborou a teoria da general adaptation syndrome. Finalmente, em 1959, Francis D. Moore, em seu monumental texto Metabolic care of the surgical patient, contribuiu para ampliar esses conhecimentos e os incorporou definitivamente à prática da cirurgia. Em termos práticos, entretanto, o atendimento às vítimas do trauma mereceu pouca atenção durante séculos. Somente nas últimas décadas, a história do trauma foi substancialmente modificada. Por um lado, houve aumento exponencial das lesões traumáticas, em grande parte como subproduto dos progressivos avanços tecnológicos que foram incorporados à vida do ser humano, mas também em

3

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Medium 9788520428986

Parte 6. Trauma Abdominal

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

6

Trauma

Abdominal

CAPÍTULO

24

Considerações Gerais sobre Trauma Abdominal

OCTACILIO MARTINS JÚNIOR

SAMIR RASSLAN

INTRODUÇÃO

O abdome é um dos locais mais frequentemente acometidos nos pacientes vítimas de trauma. Por sua grande área e principalmente por abrigar órgãos e estruturas vitais no seu interior, o traumatismo abdominal merece destaque no estudo do paciente traumatizado.

Didaticamente, pode-se dividir o traumatismo abdominal em dois grandes grupos: traumatismo abdominal fechado (TAF), também chamado de contusão abdominal, e traumatismo abdominal penetrante (TAP). No TAF, não ocorre solução de continuidade da pele, diferentemente do que ocorre com os ferimentos abdominais penetrantes, e as lesões internas abdominais que podem ocorrer devem-se a mecanismos diretos (p.ex., trauma na região do hipocôndrio direito com lesão hepática direta) ou indiretos (p.ex., trauma no hipocôndrio direito com fraturas de arcos costais com fragmento ósseo levando à lesão hepática) sobre a cavidade abdominal.

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Medium 9788520428986

Parte 5. Trauma Torácico

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

5

Trauma Torácico

CAPÍTULO

18

Considerações Gerais sobre Trauma Torácico

JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

JOSÉ ERNESTO SUCCI

INTRODUÇÃO

Atualmente, há uma tendência à padronização do atendimento aos pacientes politraumatizados, liderada pelo American College of Surgeons, que deu origem a um curso mundial para médicos, chamado Advanced Trauma Life Support (ATLS). Recomenda-se, nessa padronização, que, na avaliação inicial do politraumatizado, seja realizada uma sequência chamada ABCDE do trauma, sendo:

A = airway: manutenção da vias aéreas pérvias com imobilização cervical;

B = breathing: avaliação e manutenção da respiração e mecânica ventilatória;

C = circulation: manutenção da circulação para controle da hemorragia;

D = disability: avaliação do estado neurológico;

E = exposure: despir o paciente com exame periférico completo.

A maior parte dos autores acredita que, se nessa sequência, a avaliação e a ação do socorrista forem feitas passo a passo, independentemente do tipo de trauma no politraumatizado, a morbidade e a mortalidade diminuirão.

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Parte 10. Situações Específicas

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

10

Situações

Específicas

CAPÍTULO

65

Anestesia e Analgesia no Trauma

DAVID FEREZ

INTRODUÇÃO

A anestesia no paciente traumatizado requer conhecimento em várias áreas de atuação médica, pois frequentemente envolve a reanimação do paciente. Isso exige que os médicos anestesiologistas que atuam nesse setor se atualizem constantemente em inúmeros segmentos do conhecimento médico. Deve-se ressaltar que a atuação do anestesiologista contribui para diminuir a morbimortalidade dos pacientes, destacando-se o controle da dor, a reposição volêmica e o controle da via aérea.

No paciente com traumatismo, a avaliação e a reanimação geralmente são eventos simultâneos. Frequentemente, há uma inevitável dicotomia entre a necessidade de um rápido, porém minucioso, exame e a urgência da cirurgia e da reanimação. Por esse motivo, o traumatizado é, muitas vezes, levado ao centro cirúrgico já no início da avaliação hospitalar.

Por razões de ordem didática, anamnese, exame físico, monitoração e vias de infusão serão discutidos separadamente. Na prática, porém, essas fases podem ocorrer concomitantemente.

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Parte 4. Trauma de Cabeça e Pescoço

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

4

Trauma de Cabeça e Pescoço

CAPÍTULO

13

Considerações Gerais sobre o Atendimento Inicial ao Paciente com Trauma

Cranioencefálico

ORESTE PAULO LANZONI

INTRODUÇÃO

A avaliação do estado neurológico do paciente politraumatizado reveste-se de uma importância capital, visto que lesões do sistema nervoso podem ser determinantes tanto na preservação da vida do paciente, quanto na manutenção da qualidade desta.

Os detalhes morfológicos do sistema nervoso, no que diz respeito à célula nervosa em si e ao seu arranjo anatômico, assim como a fisiologia do sistema nervoso, por suas características únicas, justificam que sejam tomados todos os cuidados em relação à preservação do paciente traumatizado.

O neurônio, por se tratar de uma célula do tipo permanente, ou seja, que possui baixíssima chance de se reproduzir, deve ser preservado durante todo o processo de tratamento do paciente politraumatizado. Por ser uma célula permanente e extremamente diferenciada, não pode ser substituída por outras células e, por causa de sua diferenciação, é extremamente suscetível aos efeitos de uma oxigenação inadequada ou à falta de nutrientes básicos. Em outras palavras, um neurônio não sobrevive à hipóxia prolongada ou à falta de glicose por muito tempo, ao contrário de outras células, como as do epitélio do tubo digestivo, que, além de poderem se reproduzir com grande facilidade e sem perda de suas características próprias, ainda conseguem aguentar muito mais tempo em situação de hipóxia e hipoglicemia.

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