Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

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3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

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Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

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Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

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Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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1. As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

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As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

1

Maria Cristina Traldi

Palavras-chave  Políticas públicas; atenção primária à saúde; gestão de serviços de saúde; gerência de enfermagem; modelos de gestão.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Políticas públicas de saúde: processo de construção e de implementação. Ciclo de políticas públicas. A política pública, a reforma administrativa do Estado e suas implicações na gestão dos serviços de atenção primária à saúde. As organizações sociais e as formas de relacionamento com o Estado. A contratualização e sua aplicabilidade na gestão da atenção primária à saúde. Os desafios para a gestão e a gerência de enfermagem na atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

O sistema público de saúde passa por um período de transição, marcado por mudanças em sua estrutura e que é fruto de sua expansão como rede de serviços e da reflexão que a experiên­

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Lvaro Oscar Campana (11)
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11- Semiologia Neurológica

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11 Semiologia neurológica

Arthur Oscar Schelp, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Luiz Antonio de

Lima Resende, Ricardo Nitrini, Rodrigo Bazan e Ronaldo Guimarães Fonseca

A avaliação neurológica possui dois objetivos principais: procurar sintomas e sinais de acometimento do sistema nervoso central e periférico e definir a topografia da lesão.

Uma avaliação normal também é importante para afastar comprometimento neurológico na vigência de alterações subjetivas como cefaleia ou distúrbios psiquiátricos e doenças sistêmicas como neoplasias, colagenoses, diabetes e no alcoolismo, entre outras possibilidades.

Normalmente os sintomas e sinais neurológicos são muito objetivos, como hemiplegia, diplopia ou coma, condições em que a topografia da lesão passa a nortear a avaliação, na procura de sinais associados ao fenômeno clínico principal.

O exame neurológico deve ser dividido em grandes etapas, descritas a seguir.

Quando o examinador compreende bem seus objetivos, o exame neurológico pode ser breve.

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3- Antecedentes Pessoais e Familiares

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3 Antecedentes pessoais e familiares

Álvaro Oscar Campana

Esta parte da observação clínica segue-se ao interrogatório sobre os diversos aparelhos.

Neste item, as informações relacionam-se a vários aspectos da vida do doente desde o seu nascimento e a dados de sua família.

JJ

ANTECEDENTES PESSOAIS

JJ

Condições de nascimento e desenvolvimento

Inquirir como decorreu a gravidez materna e como se processou o parto; se o pacien-

te recebeu leite materno e até quando; sobre aspectos da dentição, deambulação e fala; a quais imunizações foi submetido; como se processou o aprendizado escolar. Observação: a coleta dessas informações deve levar em consideração a idade do paciente; em pacientes adultos e na terceira idade, essas informações são dispensáveis.

JJ

Condições de vida e hábitos

• Nacionalidade, naturalidade e roteiro – Registrar o país e o local (cidade, estado) de nascimento e os locais onde o paciente morou, mencionando o tempo de permanência.

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7- Semiologia Cardíaca

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7 Semiologia cardíaca

Katashi Okoshi, João Carlos Hueb, Eder Trezza e Beatriz Bojikian Matsubara

O exame do aparelho cardiovascular constitui etapa da avaliação clínica que já deve ter incluído a história clínica completa e o exame físico geral, da cabeça e pescoço e do tórax.

Portanto, muitas informações importantes já estão devidamente registradas, e o médico tem boa chance de suspeitar qual é o órgão ou sistema comprometido, no caso específico em avaliação.

Sendo a suspeita de doença cardíaca, é de grande auxílio para o examinador ter em mente alguns princípios que nem sempre são descritos de forma sistematizada na literatura. Tais princípios foram elaborados depois de décadas de experiência, mas não se constituem em regras rígidas que devam ser seguidas, obrigatoriamente. Ao contrário, o examinador deverá ter senso crítico e estar atento para todas as exceções a essas regras.

Considerando-se o paciente com doença cardiovascular, pode-se estabelecer de forma genérica que sua doença se enquadra em cinco categorias de alterações cardíacas. Essas categorias incluiriam as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, do miocárdio e das coronárias e as pericardiopatias. As exceções a essas categorias seriam aqueles pacientes que se apresentam com queixa isolada de “palpitações” ou “batedeira”, sem outra doença cardíaca detectável além da própria arritmia.

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8- Semiologia do Abdome

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8 Semiologia do abdome

Giovanni Faria Silva, Carlos Roberto Victória, Carlos Antonio Caramori,

Tibirê Alves de Rezende (in memoriam), Pedro Achilles, Ligia Yupie Sassaki e

Álvaro Oscar Campana

O abdome é a parte do corpo do homem e de outros animais vertebrados situada entre o tórax e a bacia e cuja cavidade, revestida pelo peritônio, está separada do tórax, em seu limite superior, pelo diafragma. É limitada anteriormente pela parede abdominal, constituída pelos músculos reto e oblíquos do abdome. Posteriormente, seus limites são os músculos paravertebrais, juntamente com a coluna vertebral. Lateralmente, suas paredes são formadas pelos músculos oblíquos. Inferiormente, seu limite é o assoalho pélvico. Contém em seu interior numerosos órgãos dos aparelhos digestório e urinário, do sistema endócrino, e, na mulher, órgãos do sistema reprodutor.

JJ

Divisões do Abdome e Regiões Abdominais

Externamente, na parede anterior, podemos dividir o abdome em nove regiões. Para tal, utilizamos três linhas horizontais: a) uma que passa pela base do apêndice xifoide; b) outra que une os pontos de encontro da linha hemiclavicular com o rebordo costal, à direita e à esquerda; c) e a terceira, que une as espinhas ilíacas anteriores superiores, também à direita e à esquerda. São utilizadas, também, duas linhas verticais, que se originam, superiormente, no ponto de encontro da linha hemiclavicular com o rebordo costal e que se dirigem obliquamente para a extremidade do ramo horizontal do púbis, à direita e à esquerda. Desse modo, temos as seguintes regiões abdominais: 1. hipocôndrio direito,

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10- Semiologia Vascular

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10 Semiologia vascular

10.1  Semiologia do Sistema Arterial

Andrea de Fátima Gracio e Winston Bonetti Yoshida

Não obstante seja indubitável a contribuição fundamental da moderna tecnologia para o diagnóstico das doenças em geral, o estudante de medicina e o médico também devem dominar um sistema definido de registro de informações e de dados de exame físico para o esclarecimento das afecções com que se defrontam. No que concerne às doenças arteriais, por exemplo, é reconhecido que a anamnese cuidadosamente conduzida pode indicar o diagnóstico em questão com alta porcentagem de acerto, antes até da realização do exame físico.

Acrescentada à matéria exposta nos Caps. 1 a 4 deste livro, esta seção contém informações relacionadas especificamente a doenças de natureza vascular, complementando os conhecimentos relativos à anamnese. Na segunda parte, o texto presente ocupa-se dos dados concernentes ao exame físico, visando às doenças arteriais.

JJ

Dados relativos à anamnese

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A Catharine Ross Benjamin Caballero Robert J Cousins Katherine J Tucker Thomas R Ziegler (115)
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86. Epidemiologia da dieta e risco de câncer

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E. 

Walter C . Willett e E d wa rd G io va n n u c c i

Câncer como um problema de saúde pública . . . . . . . 1179

Pesquisa epidemiológica sobre as relações entre dieta e câncer. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1180

Conhecimento atual sobre aspectos específicos da dieta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1181

Balanço energético, índices de crescimento e tamanho corporal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1181

Gordura alimentar e macronutrientes . . . . . . . . . . . . . . 1182

Carboidratos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

Proteína . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

Grupos alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

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3. Fibras dietéticas

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3

Fibras dietéticas*

Holly J. Willis e Joan n e L. S la vin

Qual é a definição de fibra? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Quais são as características da fibra?. . . . . . . . . . . . . . .

Quais alimentos contêm fibra e em qual quantidade? . .

Quais são as recomendações para a ingestão de fibra? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Quanto e qual tipo de fibra a maioria dos norte-americanos consome? . . . . . . . . . . . . . . . . .

O que acontece com a fibra no trato gastrintestinal?. . .

Quais são os benefícios da fibra para a saúde? . . . . . . .

Doença cardiovascular. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Diabetes tipo 2 e controle glicêmico . . . . . . . . . . . . . . . . .

Controle do apetite. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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23. Niacina

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23

Niacina*

James B. K irkland

Panorama histórico geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Terminologia e química. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fontes dietéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ingestões dietéticas recomendadas e níveis de ingestão máxima tolerável . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sítios de absorção intestinal, transporte sanguíneo e formas intracelulares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Avaliação do estado nutricional . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Funções no metabolismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Reações redox. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Formação de poli-ADP-ribose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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82. Nutrição em doenças hepáticas e o papel do álcool

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82

Nutrição em doenças hepáticas e o papel do álcool*

Juliane I. Beier, Sa ra h La n d e s, Mo h a mma d Mo h a mma d e C ra ig J . M c C l a i n

Visão geral do metabolismo do fígado e do álcool. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1121

Mecanismos diretos da lesão hepática . . . . . . . . . . . . 1122

Indução de CYP2E1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1122

Produção de metabólitos tóxicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . 1122

Mudanças em processos bioquímicos . . . . . . . . . . . . . . 1123

Hipóxia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1123

Estresse oxidativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1123

Eixo intestino-fígado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1124

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63. Nutrição e processos inflamatórios

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63

Nutrição e processos inflamatórios*

Philip C . Calder

Inflamação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Aspectos gerais do processo inflamatório . . . . . . . . . . . .

Características das condições inflamatórias. . . . . . . . . . .

Achados comuns de processos inflamatórios crônicos . . .

Alimentos, nutrição e processos inflamatórios: algumas considerações gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Abordagens dietéticas para prevenção ou atenuação da inflamação . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Restrição calórica e perda de peso . . . . . . . . . . . . . . . . .

Padrões dietéticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Alimentos específicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nutrientes selecionados capazes de prevenir ou melhorar a inflamação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

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CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Capítulo 17 - Leucemia linfoblástica aguda

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CAPÍTULO 17

Leucemia linfoblástica aguda

Tópicos-chave

QQ

Incidência e patogênese

187

QQ

Classificação

188

QQ

Achados laboratoriais

188

QQ

Tratamento

192

QQ

Doença residual mínima

192

QQ

Tratamento específico para adultos

194

Capítulo 17: Leucemia linfoblástica aguda  /  187

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é causada pelo acúmulo de linfoblastos na medula óssea e é a doença maligna mais comum na infância. A definição de leucemia aguda e a diferenciação entre LLA e leucemia mieloide aguda (LMA) estão descritas no Capítulo 13.

Incidência e patogênese

A incidência é máxima entre 3 e 7 anos, com 75% dos casos ocorrendo antes dos 6 anos; há uma elevação secundária de incidência após os 40 anos. Predominam os casos de linhagem de células B (LLA-B), 85%, com incidência igual em ambos os sexos; nos 15% de casos de linhagem de células T

(LLA-T) há predominância masculina.

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Capítulo 24 - Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

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CAPÍTULO 24

Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

Tópicos-chave

QQ

Plaquetas

265

QQ

Coagulação do sangue

270

QQ

Células endoteliais

273

QQ

Resposta hemostática

273

QQ

Fibrinólise

275

QQ

Testes de função hemostática

276

Capítulo 24: Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia  /  265

A resposta hemostática normal ao dano vascular depende da interação íntima entre a parede vascular, as plaquetas circulantes e os fatores de coagulação do sangue (Figura 24.1).

Um mecanismo eficiente e rápido para estancar o sangramento em locais de lesão vascular é essencial à sobrevivência.

No entanto, essa resposta precisa ser estritamente controlada para evitar o desenvolvimento de coágulos extensos e os desfazer após a reparação do dano. Desse modo, o sistema hemostático é um equilíbrio entre mecanismos pró-coagulantes e anticoagulantes, aliado a um processo de fibrinólise. Os cinco principais componentes envolvidos são plaquetas, fatores de coagulação, inibidores da coagulação, fatores fibrinolíticos e vasos sanguíneos.

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Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

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CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

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CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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9. Avaliação e Terapia Cognitivas para Delírios

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9

Avaliação e Terapia

Cognitivas para Delírios

Apesar da rigidez óbvia das crenças delirantes, atualmente existe uma ampla variedade de estratégias da terapia cognitiva que ajudam os pacientes a reduzir as suas interpretações delirantes e distorcidas e o estresse que as acompanha. Neste capítulo, descrevemos a avaliação e o tratamento dos delírios com base em evidências científicas. Conforme discutido no Capítulo 3, a base cognitiva para o desenvolvimento de crenças delirantes na idade adulta geralmente ocorre no período da adolescência.

O conteúdo delirante das crenças costuma ser uma extensão de crenças anteriores ao início do delírio. Uma vez iniciadas, as distorções cognitivas, o pensamento categórico, o raciocínio emocional e somático e vieses do processamento de informações, como “tirar conclusões precipitadas” e não testar a realidade, servem para consolidar as crenças delirantes e atrapalhar as oportunidades de desconfirmação (Garety, Hemsley e Wessely, 1991). Além disso, as respostas comportamentais motivadas pelas crenças delirantes, como evitação, retraimento e outros comportamentos de segurança, contribuem significativamente para a perturbação e a manutenção dos delírios.

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4. A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

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4

A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Um homem branco de 28 anos foi encaminhado para tratamento após ter tido duas hospitalizações. No momento da admissão, ele estava moderadamente deprimido e reclamava de ouvir vozes por meio da ventilação do consultório. O período que antecedeu à sua psicose foi marcado por dois episódios depressivos graves, durante os quais estava suicida e necessitou de hospitalização. Durante um desses episódios, pensou ter ouvido a voz do seu pai criticando-o e chamando-o de bicha e veado. Posteriormente, começou a ouvir vozes onde quer que fosse, e elas gradualmente se transformaram nas vozes de duas crianças, de 12 e 6 anos. Essas vozes comentavam entre si sobre como ele era fraco e também continuavam a chamá-lo de fruta, bicha e veado.

Alguns sinais da origem do conteúdo das vozes estavam evidentes em seu histórico passado. Seu pai, que era bastante forte e atlético, o depreciava por causa da sua falta de capacidade atlética. Ele mesmo criticava o seu desajeitamento e inaptidão geral.

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2. Contribuições Biológicas

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2

Contribuições Biológicas

Existem várias razões que explicam por que os aspectos biológicos da esquizofrenia podem ser importantes para entender e utilizar os princípios e técnicas da terapia cognitiva na conceituação e tratamento desse transtorno. Primeiramente, reconhecer os múltiplos fatores envolvidos na etiologia da esquizofrenia pode alertar o profissional para limitações no uso da terapia cognitiva no seu tratamento. Conexões neurais inadequadas baseadas na disposição genética, alterações na transmissão neuroquímica e mudanças na atividade de certas regiões cerebrais podem limitar o grau do êxito das tentativas de mudar as crenças dos pacientes sem outros meios de intervenção, como medicamentos. Em segundo lugar, a compreensão de quais sistemas cerebrais específicos podem contribuir para os sintomas da esquizofrenia pode levar a abordagens cognitivas inovadoras, baseadas nas funções desses sistemas. Em terceiro, o abismo entre os pesquisadores e profissionais do mundo biológico e aqueles do mundo psicológico pode ser conectado com uma comunicação melhor, à medida que cada lado aprende os princípios, conceitos e informações do outro. Em quarto lugar, uma análise de todos os aspectos desse transtorno – psicológicos, neurológicos, sociais e outros – pode levar a um entendimento mais abrangente da sua complexidade. A resposta a questões sobre o que é a esquizofrenia e como seus sinto-

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11. Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

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11

Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Do ponto de vista histórico, os aspectos característicos dos sintomas negativos, como a baixa motivação, pouca energia, restrições na expressividade emocional e verbal, e distanciamento social são interpretados como

“déficits” que não são passíveis de mudança com intervenções psicológicas. Ainda assim, sabemos que os sintomas negativos vêm e vão para a grande maioria dos pacientes que os têm. Gatilhos internos (ouvir vozes) e externos (hospitalização) são associados ao seu início, e mudanças internas (menos desesperança) e externos (conseguir um emprego) foram observadas em relação à sua redução. Essas observações sugerem que os tratamentos psicológicos podem contribuir para a redução dos sintomas negativos, ajudando os pacientes a aprender a identificar e reduzir os gatilhos da sua ativação e/ou desenvolver estratégias para aliviá-los depois de iniciarem. No Capítulo 5, apresentamos um modelo cognitivo-comportamental dos sintomas negativos, detalhando como eles não se devem apenas a déficits biológicos subjacentes, mas representam uma inter-relação mais complexa entre avaliações, expectativas e crenças, bem como estratégias cognitivas e comportamentais características. Neste capítulo, apresentamos um modelo detalhado para a avaliação e tratamento de sintomas negativos, com base na conceituação cognitivo-comportamental desses sintomas, descrita no Capítulo 5.

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3. A Conceituação Cognitiva dos Delírios

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3

A Conceituação Cognitiva dos Delírios

Um homem de 20 anos largou a faculdade, porque acreditava que havia uma conspiração entre os colegas para denegri-lo e espalhar rumores negativos a seu respeito. Em qualquer lugar que fosse, achava que podia ouvir conversas depreciativas e também que os outros estudantes estavam olhando para ele. Com o tempo, começou a ficar cada vez mais agitado e, finalmente, teve que abandonar os estudos. Foi hospitalizado e recebeu medicamentos antipsicóticos, que pareciam diminuir os delírios, mas não os eliminavam. Quando voltou para casa, continuou a pensar que as outras pessoas falavam dele.

Acreditava que os personagens e comentaristas da televisão falavam diretamente com ele. Às vezes, achava que as pessoas estavam roubando seus pensamentos e que estavam colocando ideias estranhas na sua cabeça.

Ele se preocupava particularmente com pensamentos sexuais que lhe eram transmitidos. Às vezes, à noite, sentia que uma das personagens do sexo feminino de um programa de televisão entrava no seu quarto e fazia sexo com ele. Embora esse encontro amoroso secreto aparentemente ocorresse como se fosse em um sonho, ele acreditava que era verdade. Ele se tornou cada vez mais recluso, pois temia que, se saísse de casa, as pessoas não apenas falariam dele, como também poderiam atacá-lo.

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