Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

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3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

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Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

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Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

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Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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8. O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

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O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

8

Álvaro da Silva Santos

Rodrigo Eurípedes da Silveira

Palavras-chave  Saúde coletiva, enfermagem, gerenciamento, serviços de saúde, administração.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Métodos. Resultados e discussão.

Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Para melhor elucidar a proposta deste capítulo faz-se necessária a aproximação dos conceitos de saúde coletiva, administração e a distinta inserção da enfermagem no gerenciamento dos serviços de saúde. Nessa perspectiva, considera-se um equívoco comum, no que se refere à confusão entre os termos saúde coletiva, saúde pública e atenção primária à saúde. Contudo, em sua essência, a saúde coletiva advém da inserção das ciências sociais na saúde, que configura novos paradigmas para a saúde pública, na perspectiva de complementá-la e ao mesmo tempo lançar mão

361

Book 1.indb 361

09/05/17 17:48

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Lvaro Oscar Campana (11)
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2- Interrogatório Sobre os Diversos Aparelhos

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2 Interrogatório sobre os diversos aparelhos

Álvaro Oscar Campana, Francisco Habermann e Marina Politi Okoshi

Esta parte da observação clínica segue-se à HMA. De início, o médico portou-se principalmente como ouvinte; agora, ele faz uma série de perguntas, de modo a cobrir grande número de manifestações ligadas aos vários órgãos, aparelhos e sistemas do corpo. Ele não reincidirá nos tópicos já explorados, mas fará inquérito sistemático e organizado relacionado a outras manifestações. Pode, então, ocorrer que alguma manifestação, não lembrada pelo paciente, agora seja lembrada, dando mais elementos para estabelecimento do diagnóstico.

A pergunta que surge a essa altura é se o Interrogatório sobre os Diversos Aparelhos

(ISDA) inclui manifestações que ocorrem somente desde o momento do início da HMA ou inclui qualquer manifestação, mesmo as que existirem anteriormente àquele momento. A experiência parece mostrar que no ISDA devem constar todas as manifestações – as concomitantes aos sintomas e sinais registrados na HMA e, também, as anteriores. De fato, a manifestação referida pode, na realidade, ser um componente pouco comum ou pouco característico do quadro sintomático da doença básica; por outro lado, a manifestação pode não fazer parte do quadro clínico da doença básica, mas assinala novo tipo de problema, que é vantajoso vir a ser esclarecido.

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1- Observação Clínica– Atendimento do Doente – Anamnese

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1 Observação clínica

– atendimento do

doente – anamnese

Álvaro Oscar Campana

A prática médica visa à preservação e à restauração da saúde. Os desvios do estado de saúde correspondem às doenças. A matéria exposta a seguir descreve os procedimentos pelos quais o médico identifica situações de perturbação do estado de saúde.

A cada doença corresponde uma possibilidade terapêutica, e para isso é essencial que a doença seja corretamente reconhecida, isto é, que o seu diagnóstico seja corretamente feito.

O diagnóstico das doenças apoia-se na utilização de dois grupos principais de informações: as fornecidas pela observação clínica e aquelas fornecidas pelos exames complementares: exames laboratoriais, radiológicos e outros.

JJ

Observação Clínica

A observação clínica compreende as informações obtidas pelo médico relativas à doença que motiva a consulta e o conjunto de anormalidades verificadas no momento da consulta.

As primeiras correspondem à anamnese.

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9- Semiologia do Aparelho Locomotor

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9 Semiologia do aparelho locomotor

Beatriz Funayama Alvarenga Freire

JJ

ANAMNESE

JJ

Artralgia versus artrite

A abordagem geral do paciente foi amplamente discutida em capítulo anterior. Porém,

cabe ainda ressaltar algumas peculiaridades quando se depara com paciente apresentando queixas articulares ou musculoesqueléticas. A causa mais frequente de procura pelo atendimento médico é o sintoma doloroso. A dor articular – artralgia – pode ter caráter mecânico ou contínuo. A dor mecânica é típica de degeneração da cartilagem articular que ocorre na osteoartrose. Surge somente quando o paciente realiza movimentos com a articulação comprometida e desaparece com o repouso. A dor que caracteriza processos inflamatórios articulares de qualquer etiologia é tipicamente contínua, pode piorar com os movimentos, mas se manifesta mesmo em repouso. Pode vir acompanhada de aumento de volume articular, vermelhidão, aumento de temperatura local e, principalmente, perda da função da referida articulação. Quando esses cinco sintomas/sinais estão presentes, pode-se afirmar que há inflamação (flogose) articular e, portanto, artrite, não somente artralgia.

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4- Exame Físico Geral

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4 Exame físico geral

Marina Politi Okoshi e Álvaro Oscar Campana

O exame físico deve ser realizado em ambiente adequado, claro e bem iluminado, limpo e silencioso. O paciente ficará ou deitado sobre maca, em decúbito dorsal, ou sentado. A maca fica em posição tal que o médico possa locomover-se facilmente da direita para a esquerda do paciente. Durante o exame, o médico solicita ao paciente que, despindo-se, mantenha as roupas íntimas e que, ao deitar-se, cubra-se com o lençol.

Durante boa parte do exame, é hábito que o médico se mantenha à direita do paciente; algumas manobras, porém, são realizadas colocando-se o médico à sua esquerda. Como se constata pela leitura dos próximos capítulos, o exame físico obriga o paciente a mudar muitas vezes de posição. Então, é conveniente utilizar um esquema de sequência de procedimentos que reduza ao mínimo as mudanças de posição na maca. A seguir, é apresentado um esquema que inclui conjuntos de procedimentos visando atender aos objetivos mencionados. Assim:

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10- Semiologia Vascular

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10 Semiologia vascular

10.1  Semiologia do Sistema Arterial

Andrea de Fátima Gracio e Winston Bonetti Yoshida

Não obstante seja indubitável a contribuição fundamental da moderna tecnologia para o diagnóstico das doenças em geral, o estudante de medicina e o médico também devem dominar um sistema definido de registro de informações e de dados de exame físico para o esclarecimento das afecções com que se defrontam. No que concerne às doenças arteriais, por exemplo, é reconhecido que a anamnese cuidadosamente conduzida pode indicar o diagnóstico em questão com alta porcentagem de acerto, antes até da realização do exame físico.

Acrescentada à matéria exposta nos Caps. 1 a 4 deste livro, esta seção contém informações relacionadas especificamente a doenças de natureza vascular, complementando os conhecimentos relativos à anamnese. Na segunda parte, o texto presente ocupa-se dos dados concernentes ao exame físico, visando às doenças arteriais.

JJ

Dados relativos à anamnese

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A Catharine Ross Benjamin Caballero Robert J Cousins Katherine J Tucker Thomas R Ziegler (115)
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13. Iodo

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13

Iodo*

Peter L aurberg

Visão geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Antecedentes históricos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fontes dietéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ingestão recomendada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Efeitos do iodo no corpo humano. . . . . . . . . . . . . . . . .

Metabolismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Simportador de iodeto de sódio . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Autorregulação da tireoide pelo iodeto. . . . . . . . . . . . .

Transporte de iodeto para o leite. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ações dos hormônios da tireoide . . . . . . . . . . . . . . . . .

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31. Carotenoides

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D. 

Xiang-Dong Wang

Panorama histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Propriedades químicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fontes alimentares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ingestão dietética e concentrações séricas . . . . . . . . . .

Análise. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Absorção, biodisponibilidade e transporte . . . . . . . . . .

Metabolismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Via de clivagem central. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Via de clivagem excêntrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fatores genéticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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107. Rotulagem de alimentos

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107

Rotulagem de alimentos*

F. Edward Scarbro u g h

Bases legais da rotulagem de alimentos nos Estados Unidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Informações nutricionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Histórico nos Estados Unidos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1505

Exigências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1506

Rotulagem para restaurantes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1510

Rotulagem de suplementos alimentares. . . . . . . . . . . . . 1511

Informações nutricionais internacionais. . . . . . . . . . . . . 1511

Alegações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1513

Alegações sobre teor de nutrientes . . . . . . . . . . . . . . . 1513

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34. Glutamina

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34

Glutamina*

Thomas R. Ziegler

Bioquímica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 464

Fontes de dieta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465

Digestão, absorção e transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465

Funções no metabolismo corporal total, orgânico e celular. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466

Depleção de glutamina durante estados catabólicos. . . 466

Impacto clínico e metabólico da suplementação de glutamina em estados patológicos. . . . . . . . . . . . 467

Efeitos citoprotetores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467

Eficácia translacional (traducional) da suplementação de glutamina em modelos animais de estresse. . . . . . . 467

Segurança e métodos de administração da glutamina em seres humanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

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96. Distúrbios comportamentais que afetam a ingestão alimentar: transtornos alimentares e outras condições psiquiátricas

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96

Distúrbios comportamentais que afetam a ingestão alimentar: transtornos alimentares e outras condições psiquiátricas*

Janelle W. C oughlin, Ma rg a re t S e id e e A n g e la S . G u a rd a

Revisão de transtornos alimentares. . . . . . . . . . . . . . . 1330

Anorexia nervosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1330

Bulimia nervosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1330

Transtorno alimentar não especificado. . . . . . . . . . . . . . 1331

Epidemiologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1331

Etiologia: fatores de risco e de suscetibilidade . . . . . . 1332

Genética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1332

Personalidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1332

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 12 - Tratamento das hemopatias malignas

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CAPÍTULO 12

Tratamento das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Tratamento de suporte

136

QQ

Inserção de um cateter venoso central

136

QQ

Suporte hemoterápico

136

QQ

Profilaxia e tratamento de infecção

138

QQ

Tratamentos específicos para as hemopatias malignas

140

QQ

Fármacos usados no tratamento das hemopatias malignas

140

136  /  Capítulo 12: Tratamento das hemopatias malignas

O tratamento das hemopatias malignas foi muito aprimorado nos últimos 40 anos. O progresso decorreu do desenvolvimento tanto no tratamento de suporte como no tratamento específico. Detalhes do tratamento específico de cada uma das doenças são discutidos nos seus respectivos capítulos.

O tratamento de suporte e os aspectos gerais dos agentes terapêuticos são descritos neste capítulo.

Tabela 12.1  Performance Status (ECOG)

Grau

ECOG

0

Inteiramente ativo, capaz da mesma performance anterior à doença, sem restrições

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Capítulo 4 - Sobrecarga de ferro

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CAPÍTULO 4

Sobrecarga de ferro

Tópicos-chave

QQ

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

42

QQ

Hemocromatose hereditária (genética ou primária)

43

QQ

Sobrecarga de ferro transfusional

44

QQ

Tratamento quelante

45

42  /  Capítulo 4: Sobrecarga de ferro

Não há mecanismo fisiológico para eliminação do ferro em excesso no organismo e, assim, a absorção de ferro normalmente é regulada para evitar acúmulo. Sobrecarga de ferro (hemossiderose) ocorre em distúrbios associados com absorção excessiva ou em pacientes com anemias refratárias graves que precisam ser tratados com transfusões de sangue regulares. O ferro em excesso depositado nos tecidos pode causar lesões graves, sobretudo no coração, no fígado e nas glândulas endócrinas. As causas de sobrecarga de ferro estão relacionadas na Tabela 4.1, e as de hemocromatose genética, na Tabela 4.2.

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

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Capítulo 9 - Leucócitos 2: linfócitos e seus distúrbios benignos

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CAPÍTULO 9

Leucócitos 2: linfócitos e seus distúrbios benignos

Tópicos-chave

QQ

Linfócitos

103

QQ

Células natural killer (NK)

104

QQ

Imunoglobulinas

106

QQ

Rearranjos do gene do receptor de antígeno

107

QQ

Complemento

109

QQ

Resposta imune

109

QQ

Linfocitose

111

QQ

Imunodeficiência

113

QQ

Diagnóstico diferencial das linfonodopatias

114

Capítulo 9: Leucócitos 2: linfócitos e seus distúrbios benignos  /  103

(a)

(b)

(c)

(d)

Figura 9.1 Linfócitos: (a) linfócito pequeno; (b) linfócito ativado; (c) linfócito grande e granular; (d) plasmócito.

Linfócitos são as células imunologicamente competentes que auxiliam os fagócitos na defesa do organismo contra infecção e outras invasões estranhas (Figura 9.1). Dois aspectos únicos característicos do sistema imune são a capacidade de gerar especificidade antigênica e o fenômeno da memória imunológica. Uma descrição completa das funções dos linfócitos está além dos objetivos deste livro; todavia, as informações essenciais para a compreensão das doenças do sistema linfoide e do papel desempenhado pelos linfócitos nas doenças hematológicas são aqui incluídas.

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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

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CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Capítulo 29 - Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

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CAPÍTULO 29

Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Tópicos-chave

QQ

Anemia de doença crônica (ADC)

322

QQ

Problemas hematológicos no idoso

322

QQ

Doenças malignas

322

QQ

Artrite reumatoide

323

QQ

Insuficiência renal

325

QQ

Insuficiência cardíaca congestiva

326

QQ

Hepatopatia

326

QQ

Hipotireoidismo

327

QQ

Infecções

327

QQ

Monitoração inespecífica de doença sistêmica

330

322  /  Capítulo 29: Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Anemia de doença crônica (ADC)

Muitas das anemias vistas na prática clínica ocorrem em pacientes com doenças sistêmicas e são resultado de vários fatores contributivos. A anemia de doença crônica (também discutida na p. 37) é de fundamental importância e ocorre em pacientes com várias doenças crônicas inflamatórias e malignas (Tabela 29.1). Em geral, a velocidade de sedimentação globular (VSG) e a proteína C reativa estão elevadas.

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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4. A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

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4

A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Um homem branco de 28 anos foi encaminhado para tratamento após ter tido duas hospitalizações. No momento da admissão, ele estava moderadamente deprimido e reclamava de ouvir vozes por meio da ventilação do consultório. O período que antecedeu à sua psicose foi marcado por dois episódios depressivos graves, durante os quais estava suicida e necessitou de hospitalização. Durante um desses episódios, pensou ter ouvido a voz do seu pai criticando-o e chamando-o de bicha e veado. Posteriormente, começou a ouvir vozes onde quer que fosse, e elas gradualmente se transformaram nas vozes de duas crianças, de 12 e 6 anos. Essas vozes comentavam entre si sobre como ele era fraco e também continuavam a chamá-lo de fruta, bicha e veado.

Alguns sinais da origem do conteúdo das vozes estavam evidentes em seu histórico passado. Seu pai, que era bastante forte e atlético, o depreciava por causa da sua falta de capacidade atlética. Ele mesmo criticava o seu desajeitamento e inaptidão geral.

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2. Contribuições Biológicas

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2

Contribuições Biológicas

Existem várias razões que explicam por que os aspectos biológicos da esquizofrenia podem ser importantes para entender e utilizar os princípios e técnicas da terapia cognitiva na conceituação e tratamento desse transtorno. Primeiramente, reconhecer os múltiplos fatores envolvidos na etiologia da esquizofrenia pode alertar o profissional para limitações no uso da terapia cognitiva no seu tratamento. Conexões neurais inadequadas baseadas na disposição genética, alterações na transmissão neuroquímica e mudanças na atividade de certas regiões cerebrais podem limitar o grau do êxito das tentativas de mudar as crenças dos pacientes sem outros meios de intervenção, como medicamentos. Em segundo lugar, a compreensão de quais sistemas cerebrais específicos podem contribuir para os sintomas da esquizofrenia pode levar a abordagens cognitivas inovadoras, baseadas nas funções desses sistemas. Em terceiro, o abismo entre os pesquisadores e profissionais do mundo biológico e aqueles do mundo psicológico pode ser conectado com uma comunicação melhor, à medida que cada lado aprende os princípios, conceitos e informações do outro. Em quarto lugar, uma análise de todos os aspectos desse transtorno – psicológicos, neurológicos, sociais e outros – pode levar a um entendimento mais abrangente da sua complexidade. A resposta a questões sobre o que é a esquizofrenia e como seus sinto-

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12. Avaliação e Terapia Cognitivas para o Transtorno do Pensamento Formal

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12

Avaliação e Terapia

Cognitivas para o Transtorno do Pensamento Formal

Conforme mencionado no Capítulo 6, o transtorno do pensamento formal provavelmente seja o sintoma menos explorado no campo da terapia cognitiva da esquizofrenia. Dessa forma, esse tipo de tratamento para os sintomas positivos recebe pouca atenção. De fato, muitos estudos nessa área excluem aqueles sujeitos potenciais que apresentem um transtorno do pensamento formal significativo, devido à sua interferência com o processo da terapia em si, que envolve a comunicação verbal. Mesmo quando nos critérios de inclusão permitem sujeitos que apresentam transtorno do pensamento formal, nenhum estudo até hoje relatou os efeitos da terapia cognitiva sobre esse transtorno. Resumindo, apesar de serem consideradas proveitosas informalmente, as técnicas empregadas especificamente para o transtorno do pensamento formal não tiveram sua efetividade testada de forma sistemática. São necessárias pesquisas com um foco no transtorno do pensamento formal para elevar o estado do conhecimento sobre a utilidade da terapia cognitiva para o transtorno do pensamento formal em relação aos outros sintomas da esquizofrenia.

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11. Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

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11

Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Do ponto de vista histórico, os aspectos característicos dos sintomas negativos, como a baixa motivação, pouca energia, restrições na expressividade emocional e verbal, e distanciamento social são interpretados como

“déficits” que não são passíveis de mudança com intervenções psicológicas. Ainda assim, sabemos que os sintomas negativos vêm e vão para a grande maioria dos pacientes que os têm. Gatilhos internos (ouvir vozes) e externos (hospitalização) são associados ao seu início, e mudanças internas (menos desesperança) e externos (conseguir um emprego) foram observadas em relação à sua redução. Essas observações sugerem que os tratamentos psicológicos podem contribuir para a redução dos sintomas negativos, ajudando os pacientes a aprender a identificar e reduzir os gatilhos da sua ativação e/ou desenvolver estratégias para aliviá-los depois de iniciarem. No Capítulo 5, apresentamos um modelo cognitivo-comportamental dos sintomas negativos, detalhando como eles não se devem apenas a déficits biológicos subjacentes, mas representam uma inter-relação mais complexa entre avaliações, expectativas e crenças, bem como estratégias cognitivas e comportamentais características. Neste capítulo, apresentamos um modelo detalhado para a avaliação e tratamento de sintomas negativos, com base na conceituação cognitivo-comportamental desses sintomas, descrita no Capítulo 5.

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6. A Conceituação Cognitiva do Transtorno do Pensamento Formal

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6

A Conceituação Cognitiva do Transtorno do

Pensamento Formal

Bill é um ex-estudante universitário de 23 anos, solteiro e desempregado, que tem delírios de que escreveu novelas que foram publicadas, mas pelas quais não foi pago. Ele apresenta fala desorganizada, de modo que uma em cada três de suas frases não são compreensíveis em termos do significado pretendido.

As sentenças fazem sentido gramaticalmente, mas usam palavras de maneiras peculiares.

Um exemplo de uma resposta que foi pelo menos parcialmente compreensível é:

TERAPEUTA: O que você diria que quer da vida?

P ACIENTE : Estruturalmente falando, quero me manter firme.

Questionado pelo terapeuta sobre o que achou da última sessão:

PACIENTE: Eu estava falando com um cara de cabelo castanho.

Outro exemplo, quando foi interrompido por um familiar:

PACIENTE: Você está pisando no meu pé.

O terapeuta entendeu que essa última afirmação queria dizer que ele estava incomodado por seu familiar o interromper, e perguntou se era esse o caso. Ele respondeu que estava incomodado, e o familiar o deixou continuar.

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