Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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Medium 9788520438671

3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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Medium 9788520438671

4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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Medium 9788520438671

8. O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

8

Álvaro da Silva Santos

Rodrigo Eurípedes da Silveira

Palavras-chave  Saúde coletiva, enfermagem, gerenciamento, serviços de saúde, administração.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Métodos. Resultados e discussão.

Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Para melhor elucidar a proposta deste capítulo faz-se necessária a aproximação dos conceitos de saúde coletiva, administração e a distinta inserção da enfermagem no gerenciamento dos serviços de saúde. Nessa perspectiva, considera-se um equívoco comum, no que se refere à confusão entre os termos saúde coletiva, saúde pública e atenção primária à saúde. Contudo, em sua essência, a saúde coletiva advém da inserção das ciências sociais na saúde, que configura novos paradigmas para a saúde pública, na perspectiva de complementá-la e ao mesmo tempo lançar mão

361

Book 1.indb 361

09/05/17 17:48

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Medium 9788520438671

7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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Lvaro Oscar Campana (11)
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Medium 9788527716857

5- Exame da Cabeça e do Pescoço

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

5 Exame da cabeça e do pescoço

Álvaro Oscar Campana, Marina Politi Okoshi, Bertha Furlan Polegato e

Gláucia Maria Ferreira da Silva Mazeto

O exame físico especial corresponde à parte da observação clínica em que o médico procede ao recolhimento de dados objetivos do exame relacionados aos diversos segmentos do corpo ou a um aparelho ou sistema. O exame físico especial compreende o exame da cabeça e do pescoço, dos aparelhos respiratório e cardiovascular, do abdome, das articulações, do sistema vascular e do sistema nervoso.

JJ

EXAME DA CABEÇA

Verificar a posição da cabeça em relação ao tronco. Inclinação lateral pode ser observada no torcicolo, que corresponde à contração prolongada de músculos do pescoço (esternocleidomastóideo, trapézio, escaleno), acompanhada de dor.

JJ

Exame do crânio

Alterações do tamanho e da forma do crânio podem ser observadas na vida adulta; a

maioria delas origina-se de problemas na vida intrauterina ou nos primeiros anos de vida; após o quarto ou o quinto ano de vida, as suturas já estão fechadas, de modo que doenças adquiridas a partir dessa época não conseguem produzir alterações da forma ou do volume da caixa craniana. O crânio pode encontrar-se aumentado (macrocefalia) ou diminuído de tamanho (microcefalia) ou com forma alterada – alongado ou alargado. Uma forma de macrocefalia é a hidrocefalia, quando o obstáculo à drenagem do liquor determina seu acúmulo em nível cefálico, estabelecendo-se aumento das bossas frontais e do crânio em geral.

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Medium 9788527716857

4- Exame Físico Geral

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

4 Exame físico geral

Marina Politi Okoshi e Álvaro Oscar Campana

O exame físico deve ser realizado em ambiente adequado, claro e bem iluminado, limpo e silencioso. O paciente ficará ou deitado sobre maca, em decúbito dorsal, ou sentado. A maca fica em posição tal que o médico possa locomover-se facilmente da direita para a esquerda do paciente. Durante o exame, o médico solicita ao paciente que, despindo-se, mantenha as roupas íntimas e que, ao deitar-se, cubra-se com o lençol.

Durante boa parte do exame, é hábito que o médico se mantenha à direita do paciente; algumas manobras, porém, são realizadas colocando-se o médico à sua esquerda. Como se constata pela leitura dos próximos capítulos, o exame físico obriga o paciente a mudar muitas vezes de posição. Então, é conveniente utilizar um esquema de sequência de procedimentos que reduza ao mínimo as mudanças de posição na maca. A seguir, é apresentado um esquema que inclui conjuntos de procedimentos visando atender aos objetivos mencionados. Assim:

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Medium 9788527716857

11- Semiologia Neurológica

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

11 Semiologia neurológica

Arthur Oscar Schelp, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Luiz Antonio de

Lima Resende, Ricardo Nitrini, Rodrigo Bazan e Ronaldo Guimarães Fonseca

A avaliação neurológica possui dois objetivos principais: procurar sintomas e sinais de acometimento do sistema nervoso central e periférico e definir a topografia da lesão.

Uma avaliação normal também é importante para afastar comprometimento neurológico na vigência de alterações subjetivas como cefaleia ou distúrbios psiquiátricos e doenças sistêmicas como neoplasias, colagenoses, diabetes e no alcoolismo, entre outras possibilidades.

Normalmente os sintomas e sinais neurológicos são muito objetivos, como hemiplegia, diplopia ou coma, condições em que a topografia da lesão passa a nortear a avaliação, na procura de sinais associados ao fenômeno clínico principal.

O exame neurológico deve ser dividido em grandes etapas, descritas a seguir.

Quando o examinador compreende bem seus objetivos, o exame neurológico pode ser breve.

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3- Antecedentes Pessoais e Familiares

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

3 Antecedentes pessoais e familiares

Álvaro Oscar Campana

Esta parte da observação clínica segue-se ao interrogatório sobre os diversos aparelhos.

Neste item, as informações relacionam-se a vários aspectos da vida do doente desde o seu nascimento e a dados de sua família.

JJ

ANTECEDENTES PESSOAIS

JJ

Condições de nascimento e desenvolvimento

Inquirir como decorreu a gravidez materna e como se processou o parto; se o pacien-

te recebeu leite materno e até quando; sobre aspectos da dentição, deambulação e fala; a quais imunizações foi submetido; como se processou o aprendizado escolar. Observação: a coleta dessas informações deve levar em consideração a idade do paciente; em pacientes adultos e na terceira idade, essas informações são dispensáveis.

JJ

Condições de vida e hábitos

• Nacionalidade, naturalidade e roteiro – Registrar o país e o local (cidade, estado) de nascimento e os locais onde o paciente morou, mencionando o tempo de permanência.

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Medium 9788527716857

7- Semiologia Cardíaca

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

7 Semiologia cardíaca

Katashi Okoshi, João Carlos Hueb, Eder Trezza e Beatriz Bojikian Matsubara

O exame do aparelho cardiovascular constitui etapa da avaliação clínica que já deve ter incluído a história clínica completa e o exame físico geral, da cabeça e pescoço e do tórax.

Portanto, muitas informações importantes já estão devidamente registradas, e o médico tem boa chance de suspeitar qual é o órgão ou sistema comprometido, no caso específico em avaliação.

Sendo a suspeita de doença cardíaca, é de grande auxílio para o examinador ter em mente alguns princípios que nem sempre são descritos de forma sistematizada na literatura. Tais princípios foram elaborados depois de décadas de experiência, mas não se constituem em regras rígidas que devam ser seguidas, obrigatoriamente. Ao contrário, o examinador deverá ter senso crítico e estar atento para todas as exceções a essas regras.

Considerando-se o paciente com doença cardiovascular, pode-se estabelecer de forma genérica que sua doença se enquadra em cinco categorias de alterações cardíacas. Essas categorias incluiriam as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, do miocárdio e das coronárias e as pericardiopatias. As exceções a essas categorias seriam aqueles pacientes que se apresentam com queixa isolada de “palpitações” ou “batedeira”, sem outra doença cardíaca detectável além da própria arritmia.

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A Catharine Ross Benjamin Caballero Robert J Cousins Katherine J Tucker Thomas R Ziegler (115)
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Medium 9788520437636

33. Homocisteína, cisteína e taurina

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

33

Homocisteína, cisteína e taurina*†

Martha H. Stipanu k

Introdução histórica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Química, nomenclatura e formas celulares/ extracelulares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Considerações nutricionais, ingestões típicas e recomendadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metionina e cist(e)ína. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Taurina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Absorção, transporte e excreção. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Absorção intestinal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transporte sanguíneo e formas intracelulares. . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

90. Prevenção e manejo da osteoporose

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

90

Prevenção e manejo da osteoporose*

Katherine L . Tuck e r e C lif f o rd J . R o se n

Densidade mineral óssea e osteoporose. . . . . . . . . . .

Medição da densidade mineral óssea . . . . . . . . . . . . . .

Densidade mineral óssea e o risco de fraturas. . . . . . . .

Determinantes nutricionais da densidade óssea e do risco de fraturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Minerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Vitaminas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Proteínas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ácidos graxos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Outros componentes alimentares e padrões de dieta. . .

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Medium 9788520437636

34. Glutamina

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

34

Glutamina*

Thomas R. Ziegler

Bioquímica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 464

Fontes de dieta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465

Digestão, absorção e transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465

Funções no metabolismo corporal total, orgânico e celular. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466

Depleção de glutamina durante estados catabólicos. . . 466

Impacto clínico e metabólico da suplementação de glutamina em estados patológicos. . . . . . . . . . . . 467

Efeitos citoprotetores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467

Eficácia translacional (traducional) da suplementação de glutamina em modelos animais de estresse. . . . . . . 467

Segurança e métodos de administração da glutamina em seres humanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

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Medium 9788520437636

114. A ciência em evolução dos suplementos alimentares

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

114

A ciência em evolução dos suplementos alimentares*

Christine A. Swanson , P a u l R . T h o ma s e P a u l M. C o a t e s

Uso de suplementos alimentares nos Estados Unidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Pesquisas de alcance nos Estados Unidos . . . . . . . . . . .

Contribuição dos suplementos à ingestão total de nutrientes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Métodos de avaliação da exposição . . . . . . . . . . . . . . .

Perfil dos usuários de suplementos . . . . . . . . . . . . . . . .

Qualidade e segurança dos suplementos alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Qualidade dos produtos naturais. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Segurança dos suplementos alimentares. . . . . . . . . . . .

Suplementos alimentares nas doenças crônicas . . . . .

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Medium 9788520437636

86. Epidemiologia da dieta e risco de câncer

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

E. 

Walter C . Willett e E d wa rd G io va n n u c c i

Câncer como um problema de saúde pública . . . . . . . 1179

Pesquisa epidemiológica sobre as relações entre dieta e câncer. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1180

Conhecimento atual sobre aspectos específicos da dieta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1181

Balanço energético, índices de crescimento e tamanho corporal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1181

Gordura alimentar e macronutrientes . . . . . . . . . . . . . . 1182

Carboidratos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

Proteína . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

Grupos alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1185

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 16 - Mielodisplasia

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Mielodisplasia

Tópicos-chave

QQ

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

178

QQ

Classificação

179

QQ

Achados laboratoriais

180

QQ

Tratamento

182

QQ

Neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

184

178  /  Capítulo 16: Mielodisplasia

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

Patogênese

É um grupo de distúrbios clonais das células-tronco hematopoéticas, caracterizados por insuficiência progressiva da medula óssea com alterações displásicas em uma ou mais linhagens celulares (Tabela 16.1). Um aspecto fundamental dessas doenças é a proliferação e a apoptose simultâneas de células hematopoéticas (hematopoese ineficaz), provocando o paradoxo de medula hipercelular com pancitopenia no sangue periférico. Há uma tendência à progressão para leucemia mieloide aguda (LMA), embora a morte ocorra com frequência antes que ela se desenvolva.

Na maioria dos casos, a doença é primária, porém, em uma significativa proporção de pacientes, é secundária à quimioterapia e/ou à radioterapia utilizadas previamente como tratamento de outra doença maligna. Este último tipo é denominado SMD relacionada à terapia (SMD-t) e, atualmente, é classificado com a LMA relacionada à terapia.

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Medium 9788582714508

Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

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Medium 9788582714508

Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Medium 9788582714508

Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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Medium 9788536321806

7. Avaliação

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

7

Avaliação

Para cumprir seu trabalho como detetive, cientista, político, engenheiro, arquiteto, ou quase qualquer outra profissão, é preciso antes reunir informações. Sem conhecer os fatos sobre a tarefa em questão, não se pode tentar resolver problemas ou fazer mudanças adequadamente. Na terapia cognitiva, existe uma forte ênfase em coletar dados – tanto do paciente para o terapeuta quanto do mundo exterior para o paciente. O questionamento socrático, o empirismo colaborativo e a descoberta guiada são marcas desse tipo de psicoterapia. Antes que se possa analisar a veracidade de um pensamento automático, ele deve ser identificado. Antes que a terapia possa começar verdadeiramente, faz-se necessário um processo de avaliação, durante o qual informações sobre a pessoa em terapia são obtidas de maneira colaborativa e sensível.

A avaliação pode incluir a coleta de informações de diversas maneiras e de fontes variadas. Os terapeutas podem usar entrevistas clínicas; escalas de avaliação clínica; registros do hospital, notas de evolução de terapias anteriores, resultados de exames laboratoriais e históricos escolares; consultas com assistentes sociais, psiquiatras, médicos de família, neurologistas e professores; entrevistas com pais, irmãos, filhos e cônjuges; e testes neuropsicológicos. Neste capítulo, iremos nos concentrar em entrevistas clínicas e escalas de avaliação clínica para

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Medium 9788536321806

10. Avaliação e Terapia Cognitivas para Alucinações Auditivas

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

10

Avaliação e Terapia Cognitivas para Alucinações Auditivas

Os pacientes relatam uma série de fenômenos auditivos, incluindo material não verbal como música, campainhas, batidas e coisas do gênero, embora a terapia cognitiva busque especificamente ajudar pacientes com perturbações criadas pela experiência de ouvir vozes. Ainda que a abordagem da terapia cognitiva se concentre nas alucinações auditivas, as estratégias podem ser facilmente modificadas para tratar fenômenos alucinatórios em outras modalidades.

Neste capítulo, apresentamos estratégias para o tratamento cognitivo das alucinações na forma de vozes. A abordagem baseia-se na conceituação cognitiva apresentada no

Capítulo 4. Conforme detalhado, as expectativas, avaliações, crenças e pressupostos cognitivos são cruciais para o desenvolvimento, a persistência e a natureza perturbadora das vozes. O modelo cognitivo conceitua as vozes como pensamentos automáticos externalizados. Desse modo, o conteúdo das vozes é composto essencialmente de pensamentos do fluxo de consciência que “saltam” e são vivenciados como vozes externas. O paciente desenvolve uma variedade de crenças não delirantes (“serei hospitalizado”) e delirantes sobre as origens, o significado e o poder das vozes que, por sua vez, contribuem diretamente para a perturbação que ele sente. Além disso, as reações comportamentais à atividade das vozes tam-

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Medium 9788536321806

4. A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

4

A Conceituação Cognitiva das Alucinações Auditivas

Um homem branco de 28 anos foi encaminhado para tratamento após ter tido duas hospitalizações. No momento da admissão, ele estava moderadamente deprimido e reclamava de ouvir vozes por meio da ventilação do consultório. O período que antecedeu à sua psicose foi marcado por dois episódios depressivos graves, durante os quais estava suicida e necessitou de hospitalização. Durante um desses episódios, pensou ter ouvido a voz do seu pai criticando-o e chamando-o de bicha e veado. Posteriormente, começou a ouvir vozes onde quer que fosse, e elas gradualmente se transformaram nas vozes de duas crianças, de 12 e 6 anos. Essas vozes comentavam entre si sobre como ele era fraco e também continuavam a chamá-lo de fruta, bicha e veado.

Alguns sinais da origem do conteúdo das vozes estavam evidentes em seu histórico passado. Seu pai, que era bastante forte e atlético, o depreciava por causa da sua falta de capacidade atlética. Ele mesmo criticava o seu desajeitamento e inaptidão geral.

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5. A Conceituação Cognitiva dos Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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A Conceituação Cognitiva dos

Sintomas Negativos

Um paciente com histórico de má higiene chega para a consulta com seu terapeuta parecendo sujo. Ao ser questionado a respeito, o paciente, Mike, é rápido em explicar que sua mãe machucara a mão, impedindoa de fazer as tarefas domésticas, incluindo, de forma importante, lavar a roupa dele. A seguir, Mike descreve uma consulta recente, no qual o psiquiatra perguntou como ele, no lugar da mãe, poderia lavar a roupa. Esse questionamento fez Mike explicar que precisava recuperar a saúde e a inteligência (por meio de um procedimento obscuro), para que pudesse conseguir uma garota que fizesse isso para ele. O psiquiatra, então, perguntou a Mike se ele ainda estava tomando a sua medicação. Depois, Mike confidenciou ao terapeuta que preferiu não dizer ao psiquiatra que, na verdade, planejava conseguir duas namoradas quando se curasse.

Mike é um norte-americano de origem irlandesa, de 40 e poucos anos, que desenvolveu esquizofrenia durante o ensino médio.

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3. A Conceituação Cognitiva dos Delírios

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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A Conceituação Cognitiva dos Delírios

Um homem de 20 anos largou a faculdade, porque acreditava que havia uma conspiração entre os colegas para denegri-lo e espalhar rumores negativos a seu respeito. Em qualquer lugar que fosse, achava que podia ouvir conversas depreciativas e também que os outros estudantes estavam olhando para ele. Com o tempo, começou a ficar cada vez mais agitado e, finalmente, teve que abandonar os estudos. Foi hospitalizado e recebeu medicamentos antipsicóticos, que pareciam diminuir os delírios, mas não os eliminavam. Quando voltou para casa, continuou a pensar que as outras pessoas falavam dele.

Acreditava que os personagens e comentaristas da televisão falavam diretamente com ele. Às vezes, achava que as pessoas estavam roubando seus pensamentos e que estavam colocando ideias estranhas na sua cabeça.

Ele se preocupava particularmente com pensamentos sexuais que lhe eram transmitidos. Às vezes, à noite, sentia que uma das personagens do sexo feminino de um programa de televisão entrava no seu quarto e fazia sexo com ele. Embora esse encontro amoroso secreto aparentemente ocorresse como se fosse em um sonho, ele acreditava que era verdade. Ele se tornou cada vez mais recluso, pois temia que, se saísse de casa, as pessoas não apenas falariam dele, como também poderiam atacá-lo.

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