Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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Medium 9788520438671

6. Avaliação da assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação da assistência de enfermagem em saúde coletiva

6

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Avaliação, avaliação de serviços de saúde, avaliação de processos e resultados (cuidados de saúde), avaliação de desempenho, avaliação de programas, avaliação de programas de enfermagem, avaliação em saúde, avaliação em enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Avaliação na área da saúde. As informações no processo de avaliação. Um pacto pela saúde. Avaliação da assistência de enfermagem. Auditoria de enfermagem. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Tendo em vista a existência de vários critérios para avaliar a assistência de enfermagem e dos serviços de saúde e que, muitas vezes, ao avaliar os serviços de saúde também se avalia a assistência de enfermagem e vice-versa, este capítulo faz uma breve recuperação da história da avaliação para contextualizar a avaliação da assistência de enfermagem.

297

Book 1.indb 297

09/05/17 17:48

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Medium 9788520438671

4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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Medium 9788520438671

3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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Medium 9788520438671

2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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A V Hoffbrand (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Medium 9788582714508

Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Medium 9788582714508

Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

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Medium 9788582714508

Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Medium 9788582714508

Capítulo 15 - Distúrbios mieloproliferativos

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Distúrbios mieloproliferativos

Tópicos-chave

QQ

Poliglobulia

168

QQ

Poliglobulia primária

168

QQ

Policitemia vera (PV)

168

QQ

Poliglobulia secundária

172

QQ

Poliglobulia relativa (ou aparente)

172

QQ

Diagnóstico diferencial da poliglobulia

172

QQ

Trombocitemia essencial

172

QQ

Mielofibrose primária

174

QQ

Mastocitose

175

166  /  Capítulo 15: Distúrbios mieloproliferativos

O termo neoplasias mieloproliferativas (ver Apêndice) descreve um grupo de condições que surgem das células-tronco da medula óssea e caracteriza-se por proliferação clonal de um ou mais componentes hematopoéticos na medula óssea e, em muitos casos, também no fígado e no baço. São, também, designadas doenças ou distúrbios mieloproliferativos. Os três principais distúrbios não leucêmicos desse grupo são:

  1 Policitemia vera (PV);

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Aarestrup Beatriz Juli O (22)
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Medium 9788527720588

1 | Histologia e Processamento Histológico

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

1

Histologia e

Processamento

Histológico

Objetivos de estudo, 4

Palavras-chave, 4

Introdução, 4

Histologia | Conceito e objeto de estudo, 6

Obtenção da amostra de tecido para estudo microscópico, 6

Acondicionamento e identificação da amostra, 8

Processamento histológico de rotina, 9

Processamentos histológicos especiais e técnicas auxiliares, 14

Artefatos, 18

Identificação, transporte e arquivamento da lâmina histológica, 18

Resumo, 19

Autoavaliação, 20

Aarestrup 1.indd 3

26.03.12 15:49:56

4

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a história da histologia e seu estabelecimento como ciência

Entender o conceito de histologia

Saber o que é o processamento histológico e quais são as suas etapas

Identificar os objetivos das fases do processamento histológico, bem como o material utilizado na rotina em cada uma

Conhecer as técnicas básicas de obtenção de material para se estudar ao microscópio

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Medium 9788527720588

16 | Sistema Urinário

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

16

Sistema Urinário

Objetivos de estudo, 322

Palavras-chave, 322

Introdução, 322

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 324

Resumo, 342

Autoavaliação, 343

Aarestrup 16.indd 321

27.03.12 14:06:26

322

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer as funções básicas do sistema urinário

Reconhecer a estrutura geral do rim

Identificar, ao microscópio óptico, as divisões do rim e os elementos histológicos presentes em cada região

Reconhecer e descrever histologicamente, ao microscópio óptico, o cor­púsculo renal e seus componentes

Conceituar e conhecer os elementos que formam a barreira de filtração glomerular

Diferenciar, microscopicamente e funcionalmente, o túbulo contorcido proximal e o túbulo contorcido distal

Reconhecer e descrever histologicamente as porções delgada e espessa da alça de Henle ao microscópio óptico, bem como a função de cada uma em suas porções ascendente e descendente

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Medium 9788527720588

4 | Tecido Conjuntivo Propriamente Dito

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

4

Tecido Conjuntivo

Propriamente Dito

Objetivos de estudo, 68

Palavras-chave, 68

Introdução, 68

Variedades de tecido conjuntivo, 68

Tecido conjuntivo propriamente dito, 71

Resumo, 88

Autoavaliação, 89

Aarestrup 4.indd 67

26.03.12 15:53:59

68

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos conjuntivos

Conhecer os tipos de tecido conjuntivo embrionário (mesênquima e mucoso), propriamente dito (frouxo, denso não modelado, denso modelado, elástico e re­ticular) e os especiais (ósseo, cartilaginoso, adiposo, hematopoé­tico/sangue)

Saber quais são e compreender as funções do tecido conjuntivo propriamente dito

Saber quais são os componentes celulares e extracelulares do tecido conjuntivo propriamente dito

Conhecer a histomorfologia e as funções das células fixas do tecido conjuntivo

Identificar ao microscópio óptico as fibras colágenas (em colorações de rotina), as fibras elásticas e as fibras re­ticulares (em preparos histoquí­micos), observando a diferença de formato e de diâ­me­tro entre elas

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Medium 9788527720588

11 | Sistema Circulatório

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

11

Sistema Circulatório

Objetivos de estudo, 192

Palavras-chave, 192

Introdução, 192

Caracterização histológica do sistema circulatório, 193

Resumo, 206

Autoavaliação, 207

Aarestrup 11.indd 191

26.03.12 16:29:32

192

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem embrionária do sistema circulatório

Identificar os tipos de vasos sanguí­neos e linfáticos

Estabelecer as características gerais de cada túnica que constitui a parede dos vasos

Descrever e reconhecer os vasos sanguí­neos ao microscópio óptico, em seus diferentes calibres, destacando as par­ticularidades de cada um

Compreender a estrutura histológica dos capilares e vasos linfáticos

Conhecer e descrever histologicamente as camadas do coração

Conhecer a morfologia dos diversos tipos de fibra cardía­ca

Correlacionar o conhecimento histológico referente ao sistema circulatório com suas principais associações clínicas

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Medium 9788527720588

7 | Tecido Ósseo

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tecido Ósseo

Objetivos de estudo, 120

Palavras-chave, 120

Introdução, 120

Localização, 121

Funções, 121

Componentes histológicos, 121

Vascularização do tecido ósseo, 126

Interação celular, modelamento e remodelamento, 127

Tipos de osso, 129

Osteogênese, 130

Resumo, 134

Autoavaliação, 134

Aarestrup 7.indd 119

26.03.12 16:00:36

120

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido ósseo

Saber quais são as células do parênquima ósseo e que elas apresentam linhagens diferentes

Reconhecer as células ósseas ao microscópio óptico, em cortes desmineralizados, e saber descrevê-las histologicamente

Saber os componentes e as funções das porções orgânica e inorgânica da matriz extracelular

Entender como ocorre a vascularização óssea através das membranas e dos sistemas de canais

Reconhecer o ósteon e seus elementos ao microscópio óptico, em cortes preparados por desgaste, e descrevê-lo histologicamente

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Abib Simone De Campos Vieira Perfeito Jo O Al Ssio Juliano (12)
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Medium 9788520428986

Parte 12. Procedimentos

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

12

Procedimentos

CAPÍTULO

79

Cricotireoidostomia e Traqueostomia

RENATO DE OLIVEIRA

JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

INTRODUÇÃO

É primordial assegurar a manutenção da via aérea e promover adequada oxigenação tecidual no atendimento inicial ao paciente politraumatizado. A maneira mais rápida de se obter esse feito é a entubação oro ou nasotraqueal. Entretanto, enquanto se providencia o acesso à via aérea, faz-se mister a continuidade da ventilação, visto que a falta de oxigenação cerebral é determinante para o prognóstico do paciente, sobretudo quanto à presença de sequelas cerebrais. Por isso, além de se obter rapidamente uma via aérea, procura-se mantê-la desobstruída com manobras como a tração da mandíbula e a anteriorização do queixo, associadas à aspiração de secreções, restos alimentares, coágulos sanguíneos e corpos estranhos das cavidades oral e nasal (como dentes ou próteses dentárias). A ventilação com dispositivos como balão, válvula e máscara pode ser utilizada por período razoável, até que se obtenha um modo mais permanente para ventilar o paciente.

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Medium 9788520428986

Parte 6. Trauma Abdominal

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

6

Trauma

Abdominal

CAPÍTULO

24

Considerações Gerais sobre Trauma Abdominal

OCTACILIO MARTINS JÚNIOR

SAMIR RASSLAN

INTRODUÇÃO

O abdome é um dos locais mais frequentemente acometidos nos pacientes vítimas de trauma. Por sua grande área e principalmente por abrigar órgãos e estruturas vitais no seu interior, o traumatismo abdominal merece destaque no estudo do paciente traumatizado.

Didaticamente, pode-se dividir o traumatismo abdominal em dois grandes grupos: traumatismo abdominal fechado (TAF), também chamado de contusão abdominal, e traumatismo abdominal penetrante (TAP). No TAF, não ocorre solução de continuidade da pele, diferentemente do que ocorre com os ferimentos abdominais penetrantes, e as lesões internas abdominais que podem ocorrer devem-se a mecanismos diretos (p.ex., trauma na região do hipocôndrio direito com lesão hepática direta) ou indiretos (p.ex., trauma no hipocôndrio direito com fraturas de arcos costais com fragmento ósseo levando à lesão hepática) sobre a cavidade abdominal.

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Medium 9788520428986

Parte 5. Trauma Torácico

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

5

Trauma Torácico

CAPÍTULO

18

Considerações Gerais sobre Trauma Torácico

JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

JOSÉ ERNESTO SUCCI

INTRODUÇÃO

Atualmente, há uma tendência à padronização do atendimento aos pacientes politraumatizados, liderada pelo American College of Surgeons, que deu origem a um curso mundial para médicos, chamado Advanced Trauma Life Support (ATLS). Recomenda-se, nessa padronização, que, na avaliação inicial do politraumatizado, seja realizada uma sequência chamada ABCDE do trauma, sendo:

A = airway: manutenção da vias aéreas pérvias com imobilização cervical;

B = breathing: avaliação e manutenção da respiração e mecânica ventilatória;

C = circulation: manutenção da circulação para controle da hemorragia;

D = disability: avaliação do estado neurológico;

E = exposure: despir o paciente com exame periférico completo.

A maior parte dos autores acredita que, se nessa sequência, a avaliação e a ação do socorrista forem feitas passo a passo, independentemente do tipo de trauma no politraumatizado, a morbidade e a mortalidade diminuirão.

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Medium 9788520428986

Parte 10. Situações Específicas

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

10

Situações

Específicas

CAPÍTULO

65

Anestesia e Analgesia no Trauma

DAVID FEREZ

INTRODUÇÃO

A anestesia no paciente traumatizado requer conhecimento em várias áreas de atuação médica, pois frequentemente envolve a reanimação do paciente. Isso exige que os médicos anestesiologistas que atuam nesse setor se atualizem constantemente em inúmeros segmentos do conhecimento médico. Deve-se ressaltar que a atuação do anestesiologista contribui para diminuir a morbimortalidade dos pacientes, destacando-se o controle da dor, a reposição volêmica e o controle da via aérea.

No paciente com traumatismo, a avaliação e a reanimação geralmente são eventos simultâneos. Frequentemente, há uma inevitável dicotomia entre a necessidade de um rápido, porém minucioso, exame e a urgência da cirurgia e da reanimação. Por esse motivo, o traumatizado é, muitas vezes, levado ao centro cirúrgico já no início da avaliação hospitalar.

Por razões de ordem didática, anamnese, exame físico, monitoração e vias de infusão serão discutidos separadamente. Na prática, porém, essas fases podem ocorrer concomitantemente.

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Medium 9788520428986

Parte 8. Trauma Musculoesquelético

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

8

Trauma

Musculoesquelético

CAPÍTULO

38

Considerações

Gerais sobre Trauma

Musculoesquelético

DANIEL BALBACHEVSKY

F E R N A N D O B A L DY D O S R E I S

INTRODUÇÃO

Os traumatismos musculoesqueléticos são problemas complexos nos quais as decisões iniciais frequentemente determinam os resultados finais. A escolha inicial inadequada de tratamento pode levar a sequelas graves, deformidades, problemas médico-legais, amputações e até morte. Quando a abordagem inicial é feita de maneira adequada, com planejamento e habilidade técnica, as taxas de mortalidade, complicações, danos permanentes e gastos econômicos podem ser significativamente reduzidas. Incerteza, demora na intervenção e atitudes inapropriadas são sempre prejudiciais ao paciente.

Em virtude do dinamismo das evoluções tecnológicas e dos avanços nas técnicas de fixação das fraturas, há a constante necessidade de aprendizado de novas técnicas e de abandono de alguns conceitos antigos. Existe uma infinidade de locais, formas e combinações de lesões musculoesqueléticas possíveis, tornando cada lesão individual no paciente e exigindo, assim, uma avaliação experiente e prudente do profissional que atende, não podendo ser delegada ao médico iniciante. Uma mesma lesão em dois pacientes pode ser tratada de forma totalmente eletiva em um e, em outro, exigir intervenção imediata, dependendo das condições gerais e locais de cada lesão.

473

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Abraham M Nussbaum (13)
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Medium 9788582711521

Capítulo 9 - O Exame do Estado Mental: Um Glossário Psiquiátrico

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

O Exame do Estado Mental:

Um Glossário Psiquiátrico

Da mesma forma

como um exame físico comumente se realiza dos pés à cabeça, o exame do estado mental começa com as aparências exteriores de uma pessoa e progressivamente adentra a sua vida interior. Para descrever essas experiências, os clínicos usam uma linguagem especializada. Glossários abrangentes de termos psiquiátricos estão disponíveis em qualquer lugar (ver Shahrokh et al., 2011; e os apêndices ao DSM-5). A lista a seguir inclui tanto definições breves de alguns dos termos mais especializados usados no exame do estado mental como uma forma de organizar seus resultados.

O Exame do Estado Mental

Aparência

Anote como uma pessoa está vestida, sua higiene pessoal, hábitos, postura, adequação para sua idade e capacidade de formar e manter contato visual.

Comportamento

Descreva quaisquer maneirismos (comportamentos peculiares e característicos direcionados a um objetivo), estereotipias (comportamentos repetitivos e anormais não direcionados a um objetivo), postura (postar-se de certa forma e assim se manter), presença de uma flexibilidade cérea

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Medium 9788582711521

Capítulo 13 - Sistemas Diagnósticos Alternativos e Escalas Classificatórias

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Sistemas Diagnósticos

Alternativos e Escalas

Classificatórias

O DSM-5 proporciona uma linguagem comum para a caracterização do sofrimento mental que uma pessoa experimenta. Contudo, não é a única. Em várias comunidades, linguagens alternativas podem ser amplamente usadas. Embora eu não possa considerar neste livro todas essas linguagens de forma integral, discuto algumas alternativas notáveis, juntamente com escalas classificatórias específicas para diagnóstico.

Sistemas Diagnósticos Alternativos

Classificação Internacional de Doenças

A Organização Mundial da Saúde mantém seu próprio sistema diagnóstico, a Classificação internacional de doenças, comumente conhecida por sua abreviação, CID. A atual edição (10ª), ou CID-10, inclui transtornos mentais em meio a um catálogo de todas as doenças médicas. A décima primeira edição é esperada para 2014, e estão ocorrendo diálogos para sincronizar a CID-11 e o DSM-5 (Andrews et al., 2009). Embora a maioria dos clínicos fora dos Estados Unidos use a CID-10 para diagnosticar transtornos mentais, ela é menos detalhada do que o DSM-5 e foi elaborada, principalmente, para ajudar epidemiologistas a acompanhar a incidência e a prevalência de doenças. Apesar dos modos diferentes em que foram elaborados, o DSM e a CID-10 atribuem os mesmos códigos aos diagnósticos psiquiátricos, e esses códigos compartilhados são amplamente usados por seguradoras e planos de saúde. Você pode encontrar informações sobre a CID-10 e uma lista de códigos diagnósticos em www.who.int/classifications/icd/en/. O quinto capítulo, “Transtornos

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Medium 9788582711521

Capítulo 12 - Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da Personalidade

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da

Personalidade

O DSM-5 inclui dois métodos distintos para diagnosticar traços e transtornos da personalidade. O primeiro é um método categórico familiar a entrevistadores habituados ao DSM-IV (e ao DSM-IV-TR). Esse método categórico está incluído na seção principal do DSM-5 para uso clínico e é incorporado na entrevista diagnóstica nos Capítulos 3, “A

Entrevista Diagnóstica de 30 Minutos”, e 6, “A Entrevista Diagnóstica

Baseada no DSM-5”, deste guia. No entanto, o segundo é um método dimensional que será novidade para a maioria dos entrevistadores. Atualmente, o modelo dimensional é recomendado para o uso de pesquisadores e é incluído na Seção III do DSM-5 como um modelo emergente, que pode eventualmente substituir o modelo categórico, que é mais familiar.

Para nos preparar, julguei ser útil introduzir o modelo dimensional neste capítulo.

O modelo dimensional de transtornos da personalidade requer uma introdução porque, inicialmente, ele parece clinicamente inapropriado.

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Medium 9788582711521

Capítulo 6 - A Entrevista Diagnóstica Baseada no DSM-5

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

A Entrevista Diagnóstica

Baseada no DSM-5

No Capítulo 3,

“A Entrevista Diagnóstica de 30 Minutos”, delineei uma entrevista diagnóstica que incluiu uma pergunta de triagem para cada uma das categorias de transtornos mentais do DSM-5. Se uma pessoa responde afirmativamente a uma dessas perguntas, o que você faz? Neste capítulo, eu demonstro como as perguntas de triagem são as vias da entrevista diagnóstica psiquiátrica. Um bom entrevistador percorre essas vias com o paciente e, quando possível, atinge um diagnóstico específico e preciso ao longo do caminho.

Este capítulo segue a ordem dos transtornos do DSM-5, começando com os transtornos do neurodesenvolvimento. Para cada categoria de diagnósticos do DSM-5, seja transtornos bipolares ou transtornos da eliminação, a seção começa com uma ou mais perguntas de triagem do modelo de entrevista apresentado no Capítulo 3. Após as perguntas de triagem, há perguntas adicionais. Se as perguntas adicionais incluírem uma medida de comprometimento ou de tempo, isso significa que são exigidas pelos critérios diagnósticos subsequentes. Ao colocar as perguntas adicionais antes daquelas sobre os sintomas incluídos nos critérios diagnósticos, estou tentando deixar a entrevista mais eficiente, enquanto asseguro o diagnóstico completo de um transtorno mental.

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Capítulo 10 - A Avaliação de Habilidades Clínicas do American Board of Psychiatry and Neurology

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

A Avaliação de Habilidades

Clínicas do American Board of

Psychiatry and Neurology

Se você é um psiquiatra buscando certificação, deve primeiro demonstrar sua capacidade de entrevistar e apresentar um paciente, a quem você nunca encontrou antes, enquanto está sendo diretamente observado por um psiquiatra já certificado. O paciente deve ser real em vez de um paciente padronizado. Embora cada programa de residência médica tenha o seu próprio conjunto de regras para a observação dessas entrevistas, chamadas avaliações de habilidades clínicas, o American Board of Psychiatry and Neurology (ABPN) estabeleceu exigências para entrevistas de qualificação.

O ABPN determina que um candidato seja aprovado em três dessas avaliações com três pacientes diferentes. Cada avaliação deve incluir, no mínimo, 30 minutos para entrevistar um paciente e um adicional de 15 minutos para apresentar o caso, mas os programas de residência médica podem fornecer tempo adicional a seu critério. As avaliações podem ocorrer em qualquer momento da residência médica. Independentemente de quando um trainee é examinado, ele deve realizar a entrevista em um nível consistente com aquele de um psiquiatra atualmente em atividade para passar em uma avaliação.

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