Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

1. As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

1

Maria Cristina Traldi

Palavras-chave  Políticas públicas; atenção primária à saúde; gestão de serviços de saúde; gerência de enfermagem; modelos de gestão.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Políticas públicas de saúde: processo de construção e de implementação. Ciclo de políticas públicas. A política pública, a reforma administrativa do Estado e suas implicações na gestão dos serviços de atenção primária à saúde. As organizações sociais e as formas de relacionamento com o Estado. A contratualização e sua aplicabilidade na gestão da atenção primária à saúde. Os desafios para a gestão e a gerência de enfermagem na atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

O sistema público de saúde passa por um período de transição, marcado por mudanças em sua estrutura e que é fruto de sua expansão como rede de serviços e da reflexão que a experiên­

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2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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Lvaro Oscar Campana (11)
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Medium 9788527716857

10- Semiologia Vascular

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

10 Semiologia vascular

10.1  Semiologia do Sistema Arterial

Andrea de Fátima Gracio e Winston Bonetti Yoshida

Não obstante seja indubitável a contribuição fundamental da moderna tecnologia para o diagnóstico das doenças em geral, o estudante de medicina e o médico também devem dominar um sistema definido de registro de informações e de dados de exame físico para o esclarecimento das afecções com que se defrontam. No que concerne às doenças arteriais, por exemplo, é reconhecido que a anamnese cuidadosamente conduzida pode indicar o diagnóstico em questão com alta porcentagem de acerto, antes até da realização do exame físico.

Acrescentada à matéria exposta nos Caps. 1 a 4 deste livro, esta seção contém informações relacionadas especificamente a doenças de natureza vascular, complementando os conhecimentos relativos à anamnese. Na segunda parte, o texto presente ocupa-se dos dados concernentes ao exame físico, visando às doenças arteriais.

JJ

Dados relativos à anamnese

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11- Semiologia Neurológica

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

11 Semiologia neurológica

Arthur Oscar Schelp, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Luiz Antonio de

Lima Resende, Ricardo Nitrini, Rodrigo Bazan e Ronaldo Guimarães Fonseca

A avaliação neurológica possui dois objetivos principais: procurar sintomas e sinais de acometimento do sistema nervoso central e periférico e definir a topografia da lesão.

Uma avaliação normal também é importante para afastar comprometimento neurológico na vigência de alterações subjetivas como cefaleia ou distúrbios psiquiátricos e doenças sistêmicas como neoplasias, colagenoses, diabetes e no alcoolismo, entre outras possibilidades.

Normalmente os sintomas e sinais neurológicos são muito objetivos, como hemiplegia, diplopia ou coma, condições em que a topografia da lesão passa a nortear a avaliação, na procura de sinais associados ao fenômeno clínico principal.

O exame neurológico deve ser dividido em grandes etapas, descritas a seguir.

Quando o examinador compreende bem seus objetivos, o exame neurológico pode ser breve.

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1- Observação Clínica– Atendimento do Doente – Anamnese

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

1 Observação clínica

– atendimento do

doente – anamnese

Álvaro Oscar Campana

A prática médica visa à preservação e à restauração da saúde. Os desvios do estado de saúde correspondem às doenças. A matéria exposta a seguir descreve os procedimentos pelos quais o médico identifica situações de perturbação do estado de saúde.

A cada doença corresponde uma possibilidade terapêutica, e para isso é essencial que a doença seja corretamente reconhecida, isto é, que o seu diagnóstico seja corretamente feito.

O diagnóstico das doenças apoia-se na utilização de dois grupos principais de informações: as fornecidas pela observação clínica e aquelas fornecidas pelos exames complementares: exames laboratoriais, radiológicos e outros.

JJ

Observação Clínica

A observação clínica compreende as informações obtidas pelo médico relativas à doença que motiva a consulta e o conjunto de anormalidades verificadas no momento da consulta.

As primeiras correspondem à anamnese.

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2- Interrogatório Sobre os Diversos Aparelhos

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

2 Interrogatório sobre os diversos aparelhos

Álvaro Oscar Campana, Francisco Habermann e Marina Politi Okoshi

Esta parte da observação clínica segue-se à HMA. De início, o médico portou-se principalmente como ouvinte; agora, ele faz uma série de perguntas, de modo a cobrir grande número de manifestações ligadas aos vários órgãos, aparelhos e sistemas do corpo. Ele não reincidirá nos tópicos já explorados, mas fará inquérito sistemático e organizado relacionado a outras manifestações. Pode, então, ocorrer que alguma manifestação, não lembrada pelo paciente, agora seja lembrada, dando mais elementos para estabelecimento do diagnóstico.

A pergunta que surge a essa altura é se o Interrogatório sobre os Diversos Aparelhos

(ISDA) inclui manifestações que ocorrem somente desde o momento do início da HMA ou inclui qualquer manifestação, mesmo as que existirem anteriormente àquele momento. A experiência parece mostrar que no ISDA devem constar todas as manifestações – as concomitantes aos sintomas e sinais registrados na HMA e, também, as anteriores. De fato, a manifestação referida pode, na realidade, ser um componente pouco comum ou pouco característico do quadro sintomático da doença básica; por outro lado, a manifestação pode não fazer parte do quadro clínico da doença básica, mas assinala novo tipo de problema, que é vantajoso vir a ser esclarecido.

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3- Antecedentes Pessoais e Familiares

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

3 Antecedentes pessoais e familiares

Álvaro Oscar Campana

Esta parte da observação clínica segue-se ao interrogatório sobre os diversos aparelhos.

Neste item, as informações relacionam-se a vários aspectos da vida do doente desde o seu nascimento e a dados de sua família.

JJ

ANTECEDENTES PESSOAIS

JJ

Condições de nascimento e desenvolvimento

Inquirir como decorreu a gravidez materna e como se processou o parto; se o pacien-

te recebeu leite materno e até quando; sobre aspectos da dentição, deambulação e fala; a quais imunizações foi submetido; como se processou o aprendizado escolar. Observação: a coleta dessas informações deve levar em consideração a idade do paciente; em pacientes adultos e na terceira idade, essas informações são dispensáveis.

JJ

Condições de vida e hábitos

• Nacionalidade, naturalidade e roteiro – Registrar o país e o local (cidade, estado) de nascimento e os locais onde o paciente morou, mencionando o tempo de permanência.

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A Catharine Ross Benjamin Caballero Robert J Cousins Katherine J Tucker Thomas R Ziegler (115)
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Medium 9788520437636

100. Nutrição e doenças infecciosas

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

100

Nutrição e doenças infecciosas*

Alice M.Tang, Ellen S mit e R ic h a rd D . S e mb a

Panorama histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Princípios gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Desnutrição e doenças infecciosas específicas . . . . . .

Sarampo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Malária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Doenças diarreicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Infecções respiratórias agudas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Infecção por tênia (ou teníase) . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tuberculose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

101. Aditivos, contaminantes e tóxicos naturais alimentares e avaliação dos riscos

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

J. 

Stev e L . Tay lor e J o se p h L. B a u me rt

Aditivos alimentares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sorbitol e hexitóis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sulfitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tartrazina (amarelo FD&C n. 5). . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Olestra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sacarina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Aditivos alimentares nutricionais. . . . . . . . . . . . . . . . .

Niacina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Vitamina A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

102. Alergias alimentares e intolerâncias

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

102

Alergias alimentares e intolerâncias*

Stev e L . Tay lor e Jose p h L. B a u me rt

Definição e classificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Alergias alimentares mediadas por imunoglobulina E. .

Mecanismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sintomas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fontes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Alérgenos alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Prevalência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Persistência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Prevenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

103. Interações fármaco-nutrientes

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

103

Interações fármaco-nutrientes*

L ingtak -N eander C h a n

Preditores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Classificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fatores que afetam as interações fármaco-nutrientes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mecanismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bioinativações ex vivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Efeito da ingestão alimentar sobre a absorção de medicamentos e nutrientes. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Modulação da motilidade gastrintestinal. . . . . . . . . . . .

Efeito da secreção de ácido gástrico. . . . . . . . . . . . . . .

Modulação da depuração pré-sistêmica. . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

104. Fundamentos de uma dieta saudável

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

A. 

Walter C . Willett e Me ir J . S t a mp f e r

Quantidade vs. qualidade da dieta . . . . . . . . . . . . . . . 1470

As diretrizes alimentares precisam ser individualizadas? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1470

Considerações específicas na formulação de uma dieta saudável. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1471

Gordura e ácidos graxos específicos na dieta. . . . . . . . . 1471

Carboidratos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1473

Proteínas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1473

Verduras, legumes e frutas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1474

Cálcio e alimentos lácteos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1474

Sal e carnes processadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1475

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Medium 9788582714508

Apêndice

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

Classificação da

Organização Mundial da Saúde dos

Tumores dos Tecidos

Hematopoético e

Linfoide (2008)

Apêndice / 355

Neoplasias mieloproliferativas

Leucemia mieloide crônica BCRABL1 positiva

Leucemia neutrofílica crônica

Policitemia vera

Mielofibrose primária

Trombocitemia essencial

Leucemia eosinofílica crônica, não especificada separadamente

Mastocitose

Mastocitose cutânea

Mastocitose sistêmica

Leucemia mastocítica

Sarcoma mastocítico

Mastocitoma extracutâneo

Neoplasia mieloproliferativa, inclassificável

Neoplasias mieloides e linfoides com eosinofilia e anormalidades de PDGFRA, PDGFRB ou FGFR1

Neoplasias mieloides e linfoides com rearranjo PDGFRA

Neoplasias mieloides com rearranjo PDGFRB

Neoplasias mieloides e linfoides com anormalidades FGFR1

Neoplasias mielodisplásicas/ mieloproliferativas

Leucemia mielomonocítica crônica

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Medium 9788582714508

Capítulo 10 - O baço

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Medium 9788582714508

Capítulo 11 - Etiologia e genética das hemopatias malignas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Etiologia e genética das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Incidência das neoplasias hematológicas

123

QQ

Etiologia das hemopatias malignas

124

QQ

Genética das hemopatias malignas

125

QQ

Nomenclatura dos cromossomos

127

QQ

Exemplos específicos de anormalidades genéticas em hemopatias malignas

129

QQ

Métodos diagnósticos utilizados para estudar células malignas

131

QQ

Valor dos marcadores genéticos no tratamento das hemopatias malignas

133

Capítulo 11: Etiologia e genética das hemopatias malignas  /  123

% da população de células da medula óssea

100

50

0

Tecido hematopoético normal

Expansão clonal da nova linhagem celular

Mutação somática

Tempo

Figura 11.1  Gráfico teórico para mostrar a substituição de células da medula óssea por uma população clonal de células malignas, originadas por sucessivas divisões mitóticas de uma única célula com uma alteração genética adquirida.

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Medium 9788582714508

Capítulo 12 - Tratamento das hemopatias malignas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Tratamento das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Tratamento de suporte

136

QQ

Inserção de um cateter venoso central

136

QQ

Suporte hemoterápico

136

QQ

Profilaxia e tratamento de infecção

138

QQ

Tratamentos específicos para as hemopatias malignas

140

QQ

Fármacos usados no tratamento das hemopatias malignas

140

136  /  Capítulo 12: Tratamento das hemopatias malignas

O tratamento das hemopatias malignas foi muito aprimorado nos últimos 40 anos. O progresso decorreu do desenvolvimento tanto no tratamento de suporte como no tratamento específico. Detalhes do tratamento específico de cada uma das doenças são discutidos nos seus respectivos capítulos.

O tratamento de suporte e os aspectos gerais dos agentes terapêuticos são descritos neste capítulo.

Tabela 12.1  Performance Status (ECOG)

Grau

ECOG

0

Inteiramente ativo, capaz da mesma performance anterior à doença, sem restrições

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Medium 9788582714508

Capítulo 13 - Leucemia mieloide aguda

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Leucemia mieloide aguda

Tópicos-chave

QQ

Classificação das leucemias

146

QQ

Diagnóstico de leucemia aguda

146

QQ

Leucemia mieloide aguda

147

QQ

Classificação

147

QQ

Aspectos clínicos

148

QQ

Exames laboratoriais

148

QQ

Tratamento

149

QQ

Prognóstico

154

146  /  Capítulo 13: Leucemia mieloide aguda

Leucemias são um grupo de doenças caracterizadas pelo acúmulo de leucócitos malignos na medula óssea e no sangue.

Essas células anormais causam sintomas por: (i) insuficiência da medula óssea (i.e., anemia, neutropenia, trombocitopenia); e (ii) infiltração de órgãos (p. ex., fígado, baço, linfonodos, meninges, cérebro, pele ou testículos).

Classificação das leucemias

As leucemias são classificadas em quatro tipos – leucemias agudas e crônicas, que, por sua vez, subdividem-se em linfoides ou mieloides.

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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Medium 9788536321806

10. Avaliação e Terapia Cognitivas para Alucinações Auditivas

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

10

Avaliação e Terapia Cognitivas para Alucinações Auditivas

Os pacientes relatam uma série de fenômenos auditivos, incluindo material não verbal como música, campainhas, batidas e coisas do gênero, embora a terapia cognitiva busque especificamente ajudar pacientes com perturbações criadas pela experiência de ouvir vozes. Ainda que a abordagem da terapia cognitiva se concentre nas alucinações auditivas, as estratégias podem ser facilmente modificadas para tratar fenômenos alucinatórios em outras modalidades.

Neste capítulo, apresentamos estratégias para o tratamento cognitivo das alucinações na forma de vozes. A abordagem baseia-se na conceituação cognitiva apresentada no

Capítulo 4. Conforme detalhado, as expectativas, avaliações, crenças e pressupostos cognitivos são cruciais para o desenvolvimento, a persistência e a natureza perturbadora das vozes. O modelo cognitivo conceitua as vozes como pensamentos automáticos externalizados. Desse modo, o conteúdo das vozes é composto essencialmente de pensamentos do fluxo de consciência que “saltam” e são vivenciados como vozes externas. O paciente desenvolve uma variedade de crenças não delirantes (“serei hospitalizado”) e delirantes sobre as origens, o significado e o poder das vozes que, por sua vez, contribuem diretamente para a perturbação que ele sente. Além disso, as reações comportamentais à atividade das vozes tam-

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Medium 9788536321806

11. Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

11

Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Do ponto de vista histórico, os aspectos característicos dos sintomas negativos, como a baixa motivação, pouca energia, restrições na expressividade emocional e verbal, e distanciamento social são interpretados como

“déficits” que não são passíveis de mudança com intervenções psicológicas. Ainda assim, sabemos que os sintomas negativos vêm e vão para a grande maioria dos pacientes que os têm. Gatilhos internos (ouvir vozes) e externos (hospitalização) são associados ao seu início, e mudanças internas (menos desesperança) e externos (conseguir um emprego) foram observadas em relação à sua redução. Essas observações sugerem que os tratamentos psicológicos podem contribuir para a redução dos sintomas negativos, ajudando os pacientes a aprender a identificar e reduzir os gatilhos da sua ativação e/ou desenvolver estratégias para aliviá-los depois de iniciarem. No Capítulo 5, apresentamos um modelo cognitivo-comportamental dos sintomas negativos, detalhando como eles não se devem apenas a déficits biológicos subjacentes, mas representam uma inter-relação mais complexa entre avaliações, expectativas e crenças, bem como estratégias cognitivas e comportamentais características. Neste capítulo, apresentamos um modelo detalhado para a avaliação e tratamento de sintomas negativos, com base na conceituação cognitivo-comportamental desses sintomas, descrita no Capítulo 5.

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Medium 9788536321806

12. Avaliação e Terapia Cognitivas para o Transtorno do Pensamento Formal

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

12

Avaliação e Terapia

Cognitivas para o Transtorno do Pensamento Formal

Conforme mencionado no Capítulo 6, o transtorno do pensamento formal provavelmente seja o sintoma menos explorado no campo da terapia cognitiva da esquizofrenia. Dessa forma, esse tipo de tratamento para os sintomas positivos recebe pouca atenção. De fato, muitos estudos nessa área excluem aqueles sujeitos potenciais que apresentem um transtorno do pensamento formal significativo, devido à sua interferência com o processo da terapia em si, que envolve a comunicação verbal. Mesmo quando nos critérios de inclusão permitem sujeitos que apresentam transtorno do pensamento formal, nenhum estudo até hoje relatou os efeitos da terapia cognitiva sobre esse transtorno. Resumindo, apesar de serem consideradas proveitosas informalmente, as técnicas empregadas especificamente para o transtorno do pensamento formal não tiveram sua efetividade testada de forma sistemática. São necessárias pesquisas com um foco no transtorno do pensamento formal para elevar o estado do conhecimento sobre a utilidade da terapia cognitiva para o transtorno do pensamento formal em relação aos outros sintomas da esquizofrenia.

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Medium 9788536321806

13. Terapia Cognitiva e Farmacoterapia

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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Terapia Cognitiva e

Farmacoterapia

O uso da terapia cognitiva (bem como de outras intervenções psicossociais) no tratamento da esquizofrenia não elimina a necessidade de usar medicação para amainar os sintomas desse transtorno. A terapia cognitiva visa complementar o uso de medicação para reduzir o impacto e a gravidade dos sintomas e para investigar o significado psicológico por trás dos sintomas psicóticos, de maneira a reconhecer (de um modo que, muitas vezes, não se alcança apenas na administração de medicamentos) a face humana associada

às experiências de alucinações, delírios, transtorno do pensamento e à síndrome negativa.

Alguns autores argumentam que a medicação não é necessária no tratamento da esquizofrenia, quando existe psicoterapia suficiente. Embora isso possa ser verdadeiro para outras formas de psicose, provavelmente não se aplique à esquizofrenia. A preferência pessoal do profissional, de evitar o uso de medicamentos, não é uma boa razão para negar o tratamento com medicação àqueles que se beneficiariam com essa forma de tratamento e que podem ter consequências prejudiciais, se lhes for negado. O uso da terapia cognitiva e de outras formas de terapia pode reduzir a quantidade de medicação necessária, mas não eliminar a necessidade completamente. Novos avanços em nossa compreensão da esquizofrenia podem produzir protocolos sem medicamentos, mas essa não é a situação atualmente.

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14. O Modelo Cognitivo Integrativo da Esquizofrenia

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O Modelo Cognitivo

Integrativo da Esquizofrenia

Apesar dos muitos anos de investigação e da incontável quantidade de artigos científicos, o constructo da esquizofrenia ainda permanece revestido de mistério. Será uma doença

única ou um conglomerado de várias doenças diferentes? Qual é a sua etiologia? Existe um caminho comum, ou existem caminhos múltiplos para a expressão plena do transtorno?

Foi estabelecido que não existe um conjunto de anormalidades biológicas ou psicológicas que seja encontrado exclusivamente na esquizofrenia (especificidade) ou que abranja todos os casos (sensibilidade). Independentemente desse fato, existem suficientes fatores em comum nos aspectos clínicos, anormalidades neuroendócrinas e aberrações psicológicas para justificar a formulação de um modelo provisório para os caminhos evolutivos do transtorno ou transtornos.

O quadro clínico da esquizofrenia compreende quatro conjuntos separados de sintomas ou comportamentos: delírios, alucinações, transtorno do pensamento/discurso e sintomas negativos (John, Khanna, Thennarasu e Reddy, 2003). Embora as análises fatoriais tenham demonstrado consistentemente que os dois primeiros conjuntos mostram um fator comum, muitas vezes denominados

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