Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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Medium 9788520438671

8. O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

8

Álvaro da Silva Santos

Rodrigo Eurípedes da Silveira

Palavras-chave  Saúde coletiva, enfermagem, gerenciamento, serviços de saúde, administração.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Métodos. Resultados e discussão.

Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Para melhor elucidar a proposta deste capítulo faz-se necessária a aproximação dos conceitos de saúde coletiva, administração e a distinta inserção da enfermagem no gerenciamento dos serviços de saúde. Nessa perspectiva, considera-se um equívoco comum, no que se refere à confusão entre os termos saúde coletiva, saúde pública e atenção primária à saúde. Contudo, em sua essência, a saúde coletiva advém da inserção das ciências sociais na saúde, que configura novos paradigmas para a saúde pública, na perspectiva de complementá-la e ao mesmo tempo lançar mão

361

Book 1.indb 361

09/05/17 17:48

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7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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A V Hoffbrand (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 25 - Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

Tópicos-chave

QQ

Distúrbios hemorrágicos vasculares

279

QQ

Trombocitopenia

281

QQ

Púrpura trombocitopênica autoimune (idiopática)

282

QQ

Púrpura trombocitopênica trombótica

285

QQ

Distúrbios de função plaquetária

287

QQ

Diagnóstico de distúrbios plaquetários

288

QQ

Transfusão de plaquetas

289

Capítulo 25: Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias  /  279

Sangramento anormal

Pode decorrer de:

 1 Distúrbios vasculares;

 2 Trombocitopenia;

 3 Função plaquetária defeituosa; ou

 4 Defeito da coagulação

O padrão do sangramento corresponde à etiologia de modo relativamente previsível. Os distúrbios vasculares e plaquetários tendem a associar-se a sangramento das mucosas e na pele, ao passo que, em distúrbios da coagulação, o sangramento ocorre com frequência em articulações ou em tecidos moles (Tabela 25.1). A Tabela 25.2 mostra a graduação do sangramento, segundo a OMS.

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Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Medium 9788582714508

Capítulo 18 - Leucemia linfoide crônica

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Leucemia linfoide crônica

Tópicos-chave

QQ

Doenças de células B

198

QQ

Leucemia linfocítica crônica

198

QQ

Patogênese

198

QQ

Aspectos clínicos

198

QQ

Achados laboratoriais

199

QQ

Tratamento

200

QQ

Leucemia de células pilosas

202

QQ

Doenças de células T

203

198  /  Capítulo 18: Leucemia linfoide crônica

Várias doenças são incluídas neste grupo e caracterizadas por acúmulo de linfócitos maduros no sangue de tipo celular B ou T (Tabela 18.1). Em geral, essas doenças são incuráveis, porém costumam ter uma evolução crônica e flutuante.

Diagnóstico

Este grupo é caracterizado por linfocitose crônica persistente.

Os subtipos são distintos pela morfologia celular, pelo imunofenótipo e pela análise citogenética. Há alguma sobreposição com os linfomas, pois as células linfomatosas podem circular no sangue e a distinção entre leucemia crônica e linfoma

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Medium 9788582714508

Capítulo 14 - Leucemia mieloide crônica

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Leucemia mieloide crônica

Tópicos-chave

QQ

Leucemia mieloide crônica

157

QQ

Aspectos clínicos

159

QQ

Achados laboratoriais

159

QQ

Tratamento

160

QQ

Fase acelerada e transformação blástica

162

QQ

Leucemia neutrofílica crônica

164

QQ

Leucemia eosinofílica crônica

164

Capítulo 14: Leucemia mieloide crônica  /  157

As leucemias crônicas são distintas das leucemias agudas por terem progressão mais lenta. É possível subdividir as leucemias crônicas em mieloide (Tabela 14.1) e linfoide (ver

Ca­pítulo 18).

Tabela 14.1  Leucemia mieloide crônica (LMC) e neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

(ver Capítulo 16; ver também Apêndice)

Tipo

LMC rearranjo BCR-ABL1 positivo

LMC rearranjo BCR-ABL1 negativo

Leucemia neutrofílica crônica

Leucemia eosinofílica crônica

Leucemia monocítica crônica

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Capítulo 8 - Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Tópicos-chave

QQ

Granulócitos

89

QQ

Granulopoese

90

QQ

Aplicações clínicas de G-CSF

91

QQ

Monócitos

92

QQ

Distúrbios funcionais dos neutrófilos e dos monócitos

92

QQ

Causas de neutrofilia (leucocitose neutrófila)

94

QQ

Neutropenia

95

QQ

Causas de monocitose, eosinofilia e basofilia

96

QQ

Distúrbios de células histiocíticas e dendríticas

97

QQ

Doenças de armazenamento lisossômico

99

88  /  Capítulo 8: Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Os leucócitos (glóbulos brancos) podem ser divididos em dois grandes grupos: os fagócitos e os linfócitos. Os fagócitos incluem as células do sistema imune inato, que pode agir rapidamente após uma infecção, ao passo que os linfócitos mediam a resposta imune adaptativa, que pode desenvolver memória imunológica, por exemplo, após vacinação. Os fagócitos podem ser subdivididos em granulócitos (que incluem neutrófilos, eosinófilos e basófilos) e monócitos. Este capítulo aborda o desenvolvimento, a

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Aarestrup Beatriz Juli O (22)
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Medium 9788527720588

9 | Tecido Nervoso

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

9

Tecido Nervoso

Objetivos de estudo, 154

Palavras-chave, 154

Introdução, 154

Funções, 155

Tecido nervoso, 156

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Aarestrup 9.indd 153

26.03.12 16:27:30

154

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos nervosos e do sistema nervoso

Compreender as funções do sistema nervoso

Conhecer os tipos de neurônios e seus componentes estruturais

Conhecer a histomorfologia dos diferentes tipos de neurônios

Saber conceituar sinapse e conhecer seus componentes

Identificar ao microscópio as fibras mielínicas e amielínicas e diferenciá-las funcionalmente

Conhecer as células da neuróglia, sua morfologia e função

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

Palavras-chave

��

Astrócito

Bainha de mielina

Célula de Schwann

Célula ependimária

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13 | Sistema Endócrino

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

13

Sistema Endócrino

Objetivos de estudo, 230

Palavras-chave, 230

Introdução, 230

Caracterização histofisiológica das glândulas endócrinas, 231

Resumo, 249

Autoavaliação, 249

Aarestrup 13.indd 229

27.03.12 10:47:58

230

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar os componentes do sistema endócrino

Reconhecer as glândulas do sistema endócrino ao microscópio óptico e saber as par­ticularidades que possibilitam sua identificação

Compreender a estrutura da hipófise a partir de seu desenvolvimento embrionário

Descrever microscopicamente a hipófise e diferenciar suas re­giões

Identificar as funções secretórias das células da adeno-hipófise e da neuro-hipófise

Descrever microscopicamente a glândula adrenal e diferenciar suas re­giões cortical e medular

Caracterizar funcionalmente e microscopicamente as camadas do córtex adrenal

Reconhecer e descrever a medula adrenal microscopicamente e caracterizar funcionalmente sua secreção

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1 | Histologia e Processamento Histológico

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

1

Histologia e

Processamento

Histológico

Objetivos de estudo, 4

Palavras-chave, 4

Introdução, 4

Histologia | Conceito e objeto de estudo, 6

Obtenção da amostra de tecido para estudo microscópico, 6

Acondicionamento e identificação da amostra, 8

Processamento histológico de rotina, 9

Processamentos histológicos especiais e técnicas auxiliares, 14

Artefatos, 18

Identificação, transporte e arquivamento da lâmina histológica, 18

Resumo, 19

Autoavaliação, 20

Aarestrup 1.indd 3

26.03.12 15:49:56

4

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a história da histologia e seu estabelecimento como ciência

Entender o conceito de histologia

Saber o que é o processamento histológico e quais são as suas etapas

Identificar os objetivos das fases do processamento histológico, bem como o material utilizado na rotina em cada uma

Conhecer as técnicas básicas de obtenção de material para se estudar ao microscópio

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Medium 9788527720588

11 | Sistema Circulatório

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

11

Sistema Circulatório

Objetivos de estudo, 192

Palavras-chave, 192

Introdução, 192

Caracterização histológica do sistema circulatório, 193

Resumo, 206

Autoavaliação, 207

Aarestrup 11.indd 191

26.03.12 16:29:32

192

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem embrionária do sistema circulatório

Identificar os tipos de vasos sanguí­neos e linfáticos

Estabelecer as características gerais de cada túnica que constitui a parede dos vasos

Descrever e reconhecer os vasos sanguí­neos ao microscópio óptico, em seus diferentes calibres, destacando as par­ticularidades de cada um

Compreender a estrutura histológica dos capilares e vasos linfáticos

Conhecer e descrever histologicamente as camadas do coração

Conhecer a morfologia dos diversos tipos de fibra cardía­ca

Correlacionar o conhecimento histológico referente ao sistema circulatório com suas principais associações clínicas

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Medium 9788527720588

4 | Tecido Conjuntivo Propriamente Dito

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

4

Tecido Conjuntivo

Propriamente Dito

Objetivos de estudo, 68

Palavras-chave, 68

Introdução, 68

Variedades de tecido conjuntivo, 68

Tecido conjuntivo propriamente dito, 71

Resumo, 88

Autoavaliação, 89

Aarestrup 4.indd 67

26.03.12 15:53:59

68

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos conjuntivos

Conhecer os tipos de tecido conjuntivo embrionário (mesênquima e mucoso), propriamente dito (frouxo, denso não modelado, denso modelado, elástico e re­ticular) e os especiais (ósseo, cartilaginoso, adiposo, hematopoé­tico/sangue)

Saber quais são e compreender as funções do tecido conjuntivo propriamente dito

Saber quais são os componentes celulares e extracelulares do tecido conjuntivo propriamente dito

Conhecer a histomorfologia e as funções das células fixas do tecido conjuntivo

Identificar ao microscópio óptico as fibras colágenas (em colorações de rotina), as fibras elásticas e as fibras re­ticulares (em preparos histoquí­micos), observando a diferença de formato e de diâ­me­tro entre elas

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Abib Simone De Campos Vieira Perfeito Jo O Al Ssio Juliano (12)
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Medium 9788520428986

Parte 2. Atendimento Pré-hospitalar

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

2

Atendimento

Pré-hospitalar

CAPÍTULO

5

Atendimento

Pré-hospitalar do Traumatizado

SIMONE DE CAMPOS VIEIRA ABIB

JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

INTRODUÇÃO

Deve-se sempre ter em mente o conceito de sistema de trauma, isto é, permitir que o politraumatizado grave chegue rapidamente aos recursos que lhe são necessários, evitando muitas mortes. Uma vez que o fator tempo é primordial no trauma, o acionamento do resgate, os recursos pré-hospitalares adequados para o atendimento e a regulação médica na central são de fundamental importância para garantir esse conceito.

Todo sistema de atendimento pré-hospitalar deve ser vinculado a uma rede hospitalar hierarquizada e regionalizada.

MECANISMOS DE TRAUMA

Trauma é qualquer lesão que resulta da transferência de energias físicas (cinética, calor, frio, eletricidade etc.). A energia cinética (EC) é a energia do movimento, calculada pela seguinte fórmula:

EC = mv2/2 em que: m = massa; v = velocidade.

69

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Medium 9788520428986

Parte 4. Trauma de Cabeça e Pescoço

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

4

Trauma de Cabeça e Pescoço

CAPÍTULO

13

Considerações Gerais sobre o Atendimento Inicial ao Paciente com Trauma

Cranioencefálico

ORESTE PAULO LANZONI

INTRODUÇÃO

A avaliação do estado neurológico do paciente politraumatizado reveste-se de uma importância capital, visto que lesões do sistema nervoso podem ser determinantes tanto na preservação da vida do paciente, quanto na manutenção da qualidade desta.

Os detalhes morfológicos do sistema nervoso, no que diz respeito à célula nervosa em si e ao seu arranjo anatômico, assim como a fisiologia do sistema nervoso, por suas características únicas, justificam que sejam tomados todos os cuidados em relação à preservação do paciente traumatizado.

O neurônio, por se tratar de uma célula do tipo permanente, ou seja, que possui baixíssima chance de se reproduzir, deve ser preservado durante todo o processo de tratamento do paciente politraumatizado. Por ser uma célula permanente e extremamente diferenciada, não pode ser substituída por outras células e, por causa de sua diferenciação, é extremamente suscetível aos efeitos de uma oxigenação inadequada ou à falta de nutrientes básicos. Em outras palavras, um neurônio não sobrevive à hipóxia prolongada ou à falta de glicose por muito tempo, ao contrário de outras células, como as do epitélio do tubo digestivo, que, além de poderem se reproduzir com grande facilidade e sem perda de suas características próprias, ainda conseguem aguentar muito mais tempo em situação de hipóxia e hipoglicemia.

165

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Medium 9788520428986

Parte 10. Situações Específicas

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

10

Situações

Específicas

CAPÍTULO

65

Anestesia e Analgesia no Trauma

DAVID FEREZ

INTRODUÇÃO

A anestesia no paciente traumatizado requer conhecimento em várias áreas de atuação médica, pois frequentemente envolve a reanimação do paciente. Isso exige que os médicos anestesiologistas que atuam nesse setor se atualizem constantemente em inúmeros segmentos do conhecimento médico. Deve-se ressaltar que a atuação do anestesiologista contribui para diminuir a morbimortalidade dos pacientes, destacando-se o controle da dor, a reposição volêmica e o controle da via aérea.

No paciente com traumatismo, a avaliação e a reanimação geralmente são eventos simultâneos. Frequentemente, há uma inevitável dicotomia entre a necessidade de um rápido, porém minucioso, exame e a urgência da cirurgia e da reanimação. Por esse motivo, o traumatizado é, muitas vezes, levado ao centro cirúrgico já no início da avaliação hospitalar.

Por razões de ordem didática, anamnese, exame físico, monitoração e vias de infusão serão discutidos separadamente. Na prática, porém, essas fases podem ocorrer concomitantemente.

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Medium 9788520428986

Parte 7. Trauma Geniturinário

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

7

Trauma

Geniturinário

CAPÍTULO

32

Considerações

Gerais sobre

Trauma Geniturinário

CÁSSIO ANDREONI

Durante o atendimento do politraumatizado, é possível diagnosticar lesões geniturinárias em cerca de 10% dos casos. Apesar de não serem comuns, se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, essas lesões podem causar repercussões graves imediatamente ou sequelas irreparáveis no futuro.

As lesões geniturinárias são específicas, mas o cirurgião geral, na sala de emergência, deve estar apto a fazer a suspeita clínica e a realizar os exames diagnósticos e os procedimentos iniciais para a estabilização do paciente, de acordo com a sequência do atendimento ao politraumatizado.

Muitas vezes, é necessária a avaliação de um especialista, que deve ser feita no menor prazo possível. É comum o urologista receber pacientes vítimas de trauma no ambulatório após um período que inviabiliza a correção do problema da melhor forma possível.

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Medium 9788520428986

Parte 1. Aspectos Gerais

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

1

Aspectos Gerais

CAPÍTULO

1

Trauma –

Algumas Palavras de História

DARIO BIROLINI

A história do trauma confunde-se com a história do homo sapiens. Consequência de acontecimentos intencionais ou não, o trauma faz parte da história da humanidade e da seleção natural da espécie humana. Ainda que responsável por sofrimentos, sequelas e mortes, o trauma contribuiu, ao longo dos milênios, para a lenta, mas progressiva, incorporação ao patrimônio genético da espécie humana de características altamente favoráveis para sua própria defesa e sobrevivência. Não é por acaso que o ser humano adquiriu a capacidade de reagir de forma coerente e eficaz à agressão, por meio de uma série de mecanismos hemodinâmicos, endócrinos e metabólicos de adaptação.

Essa capacidade foi reconhecida e descrita, inicialmente, por Walter Bradford Cannon, nas décadas de 1920 e 1930, como fight-or-flight reaction. O conceito foi ampliado, dez anos mais tarde, por Hans Hugo Bruno Selye, que elaborou a teoria da general adaptation syndrome. Finalmente, em 1959, Francis D. Moore, em seu monumental texto Metabolic care of the surgical patient, contribuiu para ampliar esses conhecimentos e os incorporou definitivamente à prática da cirurgia. Em termos práticos, entretanto, o atendimento às vítimas do trauma mereceu pouca atenção durante séculos. Somente nas últimas décadas, a história do trauma foi substancialmente modificada. Por um lado, houve aumento exponencial das lesões traumáticas, em grande parte como subproduto dos progressivos avanços tecnológicos que foram incorporados à vida do ser humano, mas também em

3

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Abraham M Nussbaum (13)
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Medium 9788582711521

Capítulo 5 - Mudanças Fundamentais no DSM-5

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Mudanças Fundamentais no DSM-5

O DSM-5 serve como uma ponte a partir do atual sistema de diagnóstico, o qual é baseado em categorias de sintomas, para um sistema diagnóstico futuro, baseado em perturbações em circuitos do cérebro específicos e interligados (Kupfer e Regier, 2011). De acordo com o que discutimos no Capítulo 4, “Aventuras em Dimensões”, as dimensões são os suportes essenciais nessa ponte, mas os entrevistadores também precisam saber sobre outras mudanças no DSM-5. Seus autores refinaram os critérios diagnósticos para todos aqueles incluídos e alteraram sua apresentação. Neste capítulo, analiso como essas mudanças no DSM-5 alteram a entrevista diagnóstica ao examinar casos envolvendo quatro diagnósticos comuns. Na última seção deste capítulo, discuto o fim do sistema de avaliação multiaxial e descrevo como o DSM-5 renova a atenção sobre os processos de desenvolvimento em suas categorias diagnósticas.

Transtorno Depressivo Maior

Ruth é uma professora de 56 anos sem histórico psiquiátrico anterior e que alega estar ouvindo, há três semanas, a voz do seu falecido marido lhe dizendo que sente sua falta. Ele morreu em decorrência de um ataque cardíaco enquanto eles assistiam ao casamento de um de seus filhos. Ruth e seu marido desfrutavam de uma relação próxima e planejavam celebrar seu aniversário de trinta anos de casamento no final do ano. Embora seu marido tivesse colesterol alto e hipertensão, ela ficou surpresa com sua morte e receia que “deveria ter percebido o perigo e salvado seu marido”. Ela se sente culpada em relação à morte dele, especialmente à noite, momento em que não se sente capaz de dormir mais do que algumas horas. Ela nega ter pensamentos suicidas, mas pensa com frequência se sua vida continua valendo a pena. Ela descreve seu humor como depressivo, relata ter pouca energia e parece cansada. Admite que o seu apetite diminuiu e encolhe os ombros quando é questionada sobre se perdeu peso. Ela diz que tem permanecido junto à sua família enlutada e que retornou ao trabalho na última semana sem dificuldade, mas

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Medium 9788582711521

Capítulo 2 - Estabelecendo a Aliança Terapêutica Durante uma Entrevista Diagnóstica

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Estabelecendo a Aliança

Terapêutica Durante uma

Entrevista Diagnóstica

Cada encontro com uma pessoa, mesmo o primeiro deles, deve ser terapêutico. Como você pode alcançar essa meta, especialmente no contexto de uma entrevista diagnóstica? Conforme discutido no Capítulo 1, “Introdução à Entrevista Diagnóstica”, parte de sua resposta ao sofrimento do paciente é diagnosticar precisamente a sua perturbação mental. Dar um nome à perturbação de uma pessoa já é, por si só, benéfico. Embora suas responsabilidades possam começar com um diagnóstico preciso, elas se estendem ao estabelecimento de um relacionamento no qual você e seu paciente estão mutuamente comprometidos com o bem-estar dele. Esse relacionamento, chamado de aliança terapêutica, pode ser iniciado até mesmo em uma entrevista diagnóstica.

O coração de todos os tratamentos psiquiátricos é a aliança terapêutica. Ela é estabelecida quando um paciente identifica metas de tratamento e você se alia a ele no esforço de alcançar esses objetivos. Isto é, forma-se uma aliança entre você e seu paciente, tendo em vista a meta de mobilizar forças de cura no interior de seu paciente por meios psicológicos. Sua capacidade de formar essas alianças influencia profundamente a eficácia de seu trabalho com o indivíduo, bem como a sua satisfação com esse trabalho (Summers e Barber, 2003).

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Medium 9788582711521

Capítulo 7 - Uma Versão Concisa do DSM-5

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Uma Versão Concisa do DSM-5

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Critérios/período

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Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

Transtorno do espectro autista

Déficits na reciprocidade socioemocional; déficits nos comportamentos comunicativos não verbais; déficits para desenvolver e manter relacionamentos

Movimentos motores, uso de objetos ou fala estereotipados ou repetitivos; adesão excessiva a rotinas ou resistência excessiva à mudança; interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade ou foco; hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais

Desatenção: comete erros por descuido; não consegue manter a atenção; parece não escutar; frequentemente não segue instruções até o fim; tem dificuldades para organizar tarefas; não gosta de fazer esforço mental; perde objetos necessários para tarefas; distraído; esquecido

Hiperatividade/impulsividade: remexe-se; levanta-se da cadeira; corre ou sobe nas coisas; incapaz de ficar quieto; não consegue parar; deixa escapar respostas; não consegue aguardar a vez; interrompe; age sem pensar

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Medium 9788582711521

Capítulo 12 - Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da Personalidade

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Capítulo 12

Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da

Personalidade

O DSM-5 inclui dois métodos distintos para diagnosticar traços e transtornos da personalidade. O primeiro é um método categórico familiar a entrevistadores habituados ao DSM-IV (e ao DSM-IV-TR). Esse método categórico está incluído na seção principal do DSM-5 para uso clínico e é incorporado na entrevista diagnóstica nos Capítulos 3, “A

Entrevista Diagnóstica de 30 Minutos”, e 6, “A Entrevista Diagnóstica

Baseada no DSM-5”, deste guia. No entanto, o segundo é um método dimensional que será novidade para a maioria dos entrevistadores. Atualmente, o modelo dimensional é recomendado para o uso de pesquisadores e é incluído na Seção III do DSM-5 como um modelo emergente, que pode eventualmente substituir o modelo categórico, que é mais familiar.

Para nos preparar, julguei ser útil introduzir o modelo dimensional neste capítulo.

O modelo dimensional de transtornos da personalidade requer uma introdução porque, inicialmente, ele parece clinicamente inapropriado.

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Capítulo 13 - Sistemas Diagnósticos Alternativos e Escalas Classificatórias

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Capítulo 13

Sistemas Diagnósticos

Alternativos e Escalas

Classificatórias

O DSM-5 proporciona uma linguagem comum para a caracterização do sofrimento mental que uma pessoa experimenta. Contudo, não é a única. Em várias comunidades, linguagens alternativas podem ser amplamente usadas. Embora eu não possa considerar neste livro todas essas linguagens de forma integral, discuto algumas alternativas notáveis, juntamente com escalas classificatórias específicas para diagnóstico.

Sistemas Diagnósticos Alternativos

Classificação Internacional de Doenças

A Organização Mundial da Saúde mantém seu próprio sistema diagnóstico, a Classificação internacional de doenças, comumente conhecida por sua abreviação, CID. A atual edição (10ª), ou CID-10, inclui transtornos mentais em meio a um catálogo de todas as doenças médicas. A décima primeira edição é esperada para 2014, e estão ocorrendo diálogos para sincronizar a CID-11 e o DSM-5 (Andrews et al., 2009). Embora a maioria dos clínicos fora dos Estados Unidos use a CID-10 para diagnosticar transtornos mentais, ela é menos detalhada do que o DSM-5 e foi elaborada, principalmente, para ajudar epidemiologistas a acompanhar a incidência e a prevalência de doenças. Apesar dos modos diferentes em que foram elaborados, o DSM e a CID-10 atribuem os mesmos códigos aos diagnósticos psiquiátricos, e esses códigos compartilhados são amplamente usados por seguradoras e planos de saúde. Você pode encontrar informações sobre a CID-10 e uma lista de códigos diagnósticos em www.who.int/classifications/icd/en/. O quinto capítulo, “Transtornos

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