Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

3. Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

3

Modelos assistenciais e a enfermagem em saúde coletiva

Eliete Maria Silva

Dalvani Marques

Josely Rimoli

Palavras-chave  Modelos assistenciais, enfermagem em saúde coletiva, acesso à assistência, vínculo.

Estrutura dos tópicos  Modelos hegemônicos, sistema local de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Defesa da vida e a enfermagem em saúde coletiva.

A Estratégia Saúde da Família e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

MODELOS HEGEMÔNICOS, SISTEMA LOCAL DE SAÚDE E A

ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

Por que interessa para a enfermagem entender e estudar sobre modelos assistenciais? Será que tais modelos exercem alguma influência no cotidiano do trabalho da enfermagem? Afinal, os modelos existem para serem seguidos, correto?

A concepção que se tem do mundo e da história interfere muito na forma como se pensa e se atua no cotidiano e vice-versa. Neste capítulo se partirá da premissa de que é um desafio

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Medium 9788520438671

2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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Medium 9788520438671

4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

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Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

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Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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1. As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos, Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

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Maria Cristina Traldi

Palavras-chave  Políticas públicas; atenção primária à saúde; gestão de serviços de saúde; gerência de enfermagem; modelos de gestão.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Políticas públicas de saúde: processo de construção e de implementação. Ciclo de políticas públicas. A política pública, a reforma administrativa do Estado e suas implicações na gestão dos serviços de atenção primária à saúde. As organizações sociais e as formas de relacionamento com o Estado. A contratualização e sua aplicabilidade na gestão da atenção primária à saúde. Os desafios para a gestão e a gerência de enfermagem na atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

O sistema público de saúde passa por um período de transição, marcado por mudanças em sua estrutura e que é fruto de sua expansão como rede de serviços e da reflexão que a experiên­

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Lvaro Oscar Campana (11)
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Medium 9788527716857

7- Semiologia Cardíaca

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

7 Semiologia cardíaca

Katashi Okoshi, João Carlos Hueb, Eder Trezza e Beatriz Bojikian Matsubara

O exame do aparelho cardiovascular constitui etapa da avaliação clínica que já deve ter incluído a história clínica completa e o exame físico geral, da cabeça e pescoço e do tórax.

Portanto, muitas informações importantes já estão devidamente registradas, e o médico tem boa chance de suspeitar qual é o órgão ou sistema comprometido, no caso específico em avaliação.

Sendo a suspeita de doença cardíaca, é de grande auxílio para o examinador ter em mente alguns princípios que nem sempre são descritos de forma sistematizada na literatura. Tais princípios foram elaborados depois de décadas de experiência, mas não se constituem em regras rígidas que devam ser seguidas, obrigatoriamente. Ao contrário, o examinador deverá ter senso crítico e estar atento para todas as exceções a essas regras.

Considerando-se o paciente com doença cardiovascular, pode-se estabelecer de forma genérica que sua doença se enquadra em cinco categorias de alterações cardíacas. Essas categorias incluiriam as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, do miocárdio e das coronárias e as pericardiopatias. As exceções a essas categorias seriam aqueles pacientes que se apresentam com queixa isolada de “palpitações” ou “batedeira”, sem outra doença cardíaca detectável além da própria arritmia.

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4- Exame Físico Geral

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

4 Exame físico geral

Marina Politi Okoshi e Álvaro Oscar Campana

O exame físico deve ser realizado em ambiente adequado, claro e bem iluminado, limpo e silencioso. O paciente ficará ou deitado sobre maca, em decúbito dorsal, ou sentado. A maca fica em posição tal que o médico possa locomover-se facilmente da direita para a esquerda do paciente. Durante o exame, o médico solicita ao paciente que, despindo-se, mantenha as roupas íntimas e que, ao deitar-se, cubra-se com o lençol.

Durante boa parte do exame, é hábito que o médico se mantenha à direita do paciente; algumas manobras, porém, são realizadas colocando-se o médico à sua esquerda. Como se constata pela leitura dos próximos capítulos, o exame físico obriga o paciente a mudar muitas vezes de posição. Então, é conveniente utilizar um esquema de sequência de procedimentos que reduza ao mínimo as mudanças de posição na maca. A seguir, é apresentado um esquema que inclui conjuntos de procedimentos visando atender aos objetivos mencionados. Assim:

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11- Semiologia Neurológica

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

11 Semiologia neurológica

Arthur Oscar Schelp, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Luiz Antonio de

Lima Resende, Ricardo Nitrini, Rodrigo Bazan e Ronaldo Guimarães Fonseca

A avaliação neurológica possui dois objetivos principais: procurar sintomas e sinais de acometimento do sistema nervoso central e periférico e definir a topografia da lesão.

Uma avaliação normal também é importante para afastar comprometimento neurológico na vigência de alterações subjetivas como cefaleia ou distúrbios psiquiátricos e doenças sistêmicas como neoplasias, colagenoses, diabetes e no alcoolismo, entre outras possibilidades.

Normalmente os sintomas e sinais neurológicos são muito objetivos, como hemiplegia, diplopia ou coma, condições em que a topografia da lesão passa a nortear a avaliação, na procura de sinais associados ao fenômeno clínico principal.

O exame neurológico deve ser dividido em grandes etapas, descritas a seguir.

Quando o examinador compreende bem seus objetivos, o exame neurológico pode ser breve.

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3- Antecedentes Pessoais e Familiares

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3 Antecedentes pessoais e familiares

Álvaro Oscar Campana

Esta parte da observação clínica segue-se ao interrogatório sobre os diversos aparelhos.

Neste item, as informações relacionam-se a vários aspectos da vida do doente desde o seu nascimento e a dados de sua família.

JJ

ANTECEDENTES PESSOAIS

JJ

Condições de nascimento e desenvolvimento

Inquirir como decorreu a gravidez materna e como se processou o parto; se o pacien-

te recebeu leite materno e até quando; sobre aspectos da dentição, deambulação e fala; a quais imunizações foi submetido; como se processou o aprendizado escolar. Observação: a coleta dessas informações deve levar em consideração a idade do paciente; em pacientes adultos e na terceira idade, essas informações são dispensáveis.

JJ

Condições de vida e hábitos

• Nacionalidade, naturalidade e roteiro – Registrar o país e o local (cidade, estado) de nascimento e os locais onde o paciente morou, mencionando o tempo de permanência.

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9- Semiologia do Aparelho Locomotor

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

9 Semiologia do aparelho locomotor

Beatriz Funayama Alvarenga Freire

JJ

ANAMNESE

JJ

Artralgia versus artrite

A abordagem geral do paciente foi amplamente discutida em capítulo anterior. Porém,

cabe ainda ressaltar algumas peculiaridades quando se depara com paciente apresentando queixas articulares ou musculoesqueléticas. A causa mais frequente de procura pelo atendimento médico é o sintoma doloroso. A dor articular – artralgia – pode ter caráter mecânico ou contínuo. A dor mecânica é típica de degeneração da cartilagem articular que ocorre na osteoartrose. Surge somente quando o paciente realiza movimentos com a articulação comprometida e desaparece com o repouso. A dor que caracteriza processos inflamatórios articulares de qualquer etiologia é tipicamente contínua, pode piorar com os movimentos, mas se manifesta mesmo em repouso. Pode vir acompanhada de aumento de volume articular, vermelhidão, aumento de temperatura local e, principalmente, perda da função da referida articulação. Quando esses cinco sintomas/sinais estão presentes, pode-se afirmar que há inflamação (flogose) articular e, portanto, artrite, não somente artralgia.

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A Catharine Ross Benjamin Caballero Robert J Cousins Katherine J Tucker Thomas R Ziegler (115)
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Medium 9788520437636

110. Diretrizes dietéticas baseadas em alimentos para populações saudáveis: considerações internacionais

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

110

Diretrizes dietéticas baseadas em alimentos para populações saudáveis: considerações internacionais*

Ricardo Uauy, Sophie H a wke swo rt h e A la n D . D a n g o u r

Considerações básicas na definição das diretrizes dietéticas baseadas em alimentos. . . . . . . . . . . . . .

Necessidades nutricionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Composição nutricional dos alimentos e biodisponibilidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Adequação nutricional das ingestões dietéticas das populações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Etapas no desenvolvimento de diretrizes dietéticas baseadas em alimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Eficácia e variação entre os países. . . . . . . . . . . . . . . . .

Estratégias para melhorar a qualidade da dieta em ações internacionais de saúde pública e nutrição. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

87. Caquexia neoplásica

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

87

Caquexia neoplásica*

Vick ie E. Baracos

Caquexia: desnutrição associada à doença . . . . . . . .

Controles de balanço energético e metabolismo em indivíduos com caquexia neoplásica e indivíduos saudáveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Insuficiência alimentar: anorexia e sintomas de impacto nutricional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

As três fases: pré-caquexia, caquexia e caquexia refratária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Instalação da caquexia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Caquexia em estágio avançado. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Princípios da terapia nutricional da caquexia neoplásica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nível de reservas corporais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

47. Mecanismos sensores de nutrientes

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

47

Mecanismos sensores de nutrientes*

Douglas G. Burrin e Te re sa A . D a vis

Detecção de nutrientes pelo intestino . . . . . . . . . . . . .

Sensores intracelulares de nutrientes . . . . . . . . . . . . . .

Detecção de glicose, aminoácidos e ácidos graxos . . . . .

Vias de sinalização de nutrientes . . . . . . . . . . . . . . . . .

Detecção de nutrientes pelo alvo de rapamicina em mamíferos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sinalização de nutriente para tradução . . . . . . . . . . . . . .

Sinalização de nutriente para degradação proteica . . . . .

Detecção de energia pela proteína quinase ativada por adenosina monofosfato e regulador de informação silencioso T1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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628

631

631

631

632

632

A expressão detecção de nutriente emergiu para descrever os mecanismos moleculares pelos quais os nutrientes e seus metabólitos interagem com vários receptores de superfície celular, proteínas de sinalização intracelular e receptores nucleares, e modulam a atividade de uma complexa rede de vias sinalizadoras que regulam o crescimento e a função celular.

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Medium 9788520437636

50. Consequências metabólicas da inanição

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

50

Consequências metabólicas da inanição*

L . John Hoffer

Definições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Jejum prolongado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metabolismo do carboidrato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cetose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metabolismo proteico-energético . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Perda de peso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Outros efeitos metabólicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Modificações do metabolismo dos macronutrientes no jejum. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520437636

78. A nutrição na doença inflamatória intestinal: implicações do seu papel no controle da doença de Crohn e da colite ulcerativa

A. Catharine Ross, Benjamin Caballero, Robert J. Cousins, Katherine J. Tucker, Thomas R. Ziegler Editora Manole PDF Criptografado

78

A nutrição na doença inflamatória intestinal: implicações do seu papel no controle da doença de Crohn e da colite ulcerativa*

Gerald W. Dry den e D o u g la s L. S e id n e r

Papel da nutrição na etiologia da doença inflamatória intestinal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Dieta como fator de suscetibilidade. . . . . . . . . . . . . . . .

O papel da nutrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Condição nutricional dos pacientes com doença inflamatória intestinal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Terapia nutricional para doença inflamatória intestinal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nutrição parenteral total. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nutrição enteral total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 23 - Transplante de células-tronco

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 23

Transplante de células-tronco

Tópicos-chave

QQ

Princípios do transplante de células-tronco

251

QQ

Coleta de células-tronco do sangue periférico

251

QQ

Coleta de medula óssea

251

QQ

Condicionamento mieloablativo e não mieloablativo

253

QQ

Transplante de células-tronco autólogas

254

QQ

Transplante de células-tronco alogênicas

255

QQ

Sistema de antígenos leucocitários humanos (HLA)

255

QQ

Complicações

256

QQ

Efeito enxerto versus leucemia e infusões de leucócitos do doador 261

Capítulo 23: Transplante de células-tronco  /  251

Princípios do transplante de células-tronco

O transplante de células-tronco (TCT) é um procedimento que envolve a eliminação dos sistemas hematopoético e imune de um paciente por quimioterapia e/ou irradiação e a substituição por células-tronco de outro indivíduo ou por uma porção previamente colhida de células-tronco hematopoéticas do próprio paciente (Figura 23.1). O termo engloba transplante de medula óssea (TMO), transplante de células-tronco do sangue periférico (CTSP) e transplante de células-tronco de cordão umbilical. Dependendo do tipo de doador, o TCT pode ser singênico (de gêmeo idêntico), alogênico (de outra pessoa) ou autólogo (de células-tronco do próprio paciente)

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Medium 9788582714508

Capítulo 6 - Anemias hemolíticas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Anemias hemolíticas

Tópicos-chave

QQ

Destruição normal dos eritrócitos

61

QQ

Introdução às anemias hemolíticas

62

QQ

Hemólises intravascular e extravascular

63

QQ

Anemias hemolíticas hereditárias

64

QQ

Anemias hemolíticas adquiridas

68

Capítulo 6: Anemias hemolíticas  /  61

Destruição normal dos eritrócitos

A destruição dos eritrócitos geralmente ocorre depois de uma sobrevida média de 120 dias, quando as células são removidas extravascularmente pelos macrófagos do sistema reticuloendotelial (RE), sobretudo na medula óssea, mas também no fígado e no baço. Como os eritrócitos não têm núcleo, seu metabolismo deteriora-se à medida que as enzimas são degradadas e não são repostas, tornando-os inviáveis. O catabolismo da heme dos eritrócitos libera ferro para recirculação via transferrina plasmática, principalmente para os eritroblastos da medula óssea, e protoporfirina, que é transformada em bilirrubina. Esta circula para o fígado, onde

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Medium 9788582714508

Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Medium 9788582714508

Capítulo 16 - Mielodisplasia

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Mielodisplasia

Tópicos-chave

QQ

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

178

QQ

Classificação

179

QQ

Achados laboratoriais

180

QQ

Tratamento

182

QQ

Neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

184

178  /  Capítulo 16: Mielodisplasia

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

Patogênese

É um grupo de distúrbios clonais das células-tronco hematopoéticas, caracterizados por insuficiência progressiva da medula óssea com alterações displásicas em uma ou mais linhagens celulares (Tabela 16.1). Um aspecto fundamental dessas doenças é a proliferação e a apoptose simultâneas de células hematopoéticas (hematopoese ineficaz), provocando o paradoxo de medula hipercelular com pancitopenia no sangue periférico. Há uma tendência à progressão para leucemia mieloide aguda (LMA), embora a morte ocorra com frequência antes que ela se desenvolva.

Na maioria dos casos, a doença é primária, porém, em uma significativa proporção de pacientes, é secundária à quimioterapia e/ou à radioterapia utilizadas previamente como tratamento de outra doença maligna. Este último tipo é denominado SMD relacionada à terapia (SMD-t) e, atualmente, é classificado com a LMA relacionada à terapia.

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Medium 9788582714508

Apêndice

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

Classificação da

Organização Mundial da Saúde dos

Tumores dos Tecidos

Hematopoético e

Linfoide (2008)

Apêndice / 355

Neoplasias mieloproliferativas

Leucemia mieloide crônica BCRABL1 positiva

Leucemia neutrofílica crônica

Policitemia vera

Mielofibrose primária

Trombocitemia essencial

Leucemia eosinofílica crônica, não especificada separadamente

Mastocitose

Mastocitose cutânea

Mastocitose sistêmica

Leucemia mastocítica

Sarcoma mastocítico

Mastocitoma extracutâneo

Neoplasia mieloproliferativa, inclassificável

Neoplasias mieloides e linfoides com eosinofilia e anormalidades de PDGFRA, PDGFRB ou FGFR1

Neoplasias mieloides e linfoides com rearranjo PDGFRA

Neoplasias mieloides com rearranjo PDGFRB

Neoplasias mieloides e linfoides com anormalidades FGFR1

Neoplasias mielodisplásicas/ mieloproliferativas

Leucemia mielomonocítica crônica

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Aaron T Beck Neil A Rector Neal Stolar Paul Grant (14)
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Medium 9788536321806

8. Engajamento e Promoção da Relação Terapêutica

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

8

Engajamento e Promoção da Relação Terapêutica

Diversas equipes de pesquisa clínica que conduzem terapia cognitiva para a esquizofrenia chegaram a conclusões semelhantes sobre a natureza, o ritmo e o processo ideais das sessões. Existe uma ampla concordância de que a terapia cognitiva com indivíduos que têm delírios, vozes, sintomas negativos proeminentes, transtorno do pensamento e dificuldades comunicativas significativas, insight limitado e transtornos comórbidos potencialmente sobrepostas não difere de forma notável da terapia cognitiva com indivíduos que sofrem de ansiedade, depressão e uma série de outras condições psiquiátricas. Pelo contrário, os pressupostos básicos e as estratégias de intervenção, com alguma variação menor, baseiam-se diretamente nos tratamentos da terapia cognitiva para depressão (Beck et al., 1979) e ansiedade

(Beck et al., 1985). Todavia, existem algumas considerações importantes, que exigem atenção antes de começar a terapia com essa população. O resto deste livro considera os detalhes de estratégias de envolvimento, avaliação, formulação e intervenção para as principais metas do tratamento. Este capítulo concentra-se em aspectos gerais da promoção da relação terapêutica e redução dos obstáculos ao engajamento. Sugerimos estratégias para promover a aliança terapêutica, mesmo na presença de obstáculos potencialmente significativos.

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Medium 9788536321806

5. A Conceituação Cognitiva dos Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

5

A Conceituação Cognitiva dos

Sintomas Negativos

Um paciente com histórico de má higiene chega para a consulta com seu terapeuta parecendo sujo. Ao ser questionado a respeito, o paciente, Mike, é rápido em explicar que sua mãe machucara a mão, impedindoa de fazer as tarefas domésticas, incluindo, de forma importante, lavar a roupa dele. A seguir, Mike descreve uma consulta recente, no qual o psiquiatra perguntou como ele, no lugar da mãe, poderia lavar a roupa. Esse questionamento fez Mike explicar que precisava recuperar a saúde e a inteligência (por meio de um procedimento obscuro), para que pudesse conseguir uma garota que fizesse isso para ele. O psiquiatra, então, perguntou a Mike se ele ainda estava tomando a sua medicação. Depois, Mike confidenciou ao terapeuta que preferiu não dizer ao psiquiatra que, na verdade, planejava conseguir duas namoradas quando se curasse.

Mike é um norte-americano de origem irlandesa, de 40 e poucos anos, que desenvolveu esquizofrenia durante o ensino médio.

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Medium 9788536321806

6. A Conceituação Cognitiva do Transtorno do Pensamento Formal

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

6

A Conceituação Cognitiva do Transtorno do

Pensamento Formal

Bill é um ex-estudante universitário de 23 anos, solteiro e desempregado, que tem delírios de que escreveu novelas que foram publicadas, mas pelas quais não foi pago. Ele apresenta fala desorganizada, de modo que uma em cada três de suas frases não são compreensíveis em termos do significado pretendido.

As sentenças fazem sentido gramaticalmente, mas usam palavras de maneiras peculiares.

Um exemplo de uma resposta que foi pelo menos parcialmente compreensível é:

TERAPEUTA: O que você diria que quer da vida?

P ACIENTE : Estruturalmente falando, quero me manter firme.

Questionado pelo terapeuta sobre o que achou da última sessão:

PACIENTE: Eu estava falando com um cara de cabelo castanho.

Outro exemplo, quando foi interrompido por um familiar:

PACIENTE: Você está pisando no meu pé.

O terapeuta entendeu que essa última afirmação queria dizer que ele estava incomodado por seu familiar o interromper, e perguntou se era esse o caso. Ele respondeu que estava incomodado, e o familiar o deixou continuar.

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14. O Modelo Cognitivo Integrativo da Esquizofrenia

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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O Modelo Cognitivo

Integrativo da Esquizofrenia

Apesar dos muitos anos de investigação e da incontável quantidade de artigos científicos, o constructo da esquizofrenia ainda permanece revestido de mistério. Será uma doença

única ou um conglomerado de várias doenças diferentes? Qual é a sua etiologia? Existe um caminho comum, ou existem caminhos múltiplos para a expressão plena do transtorno?

Foi estabelecido que não existe um conjunto de anormalidades biológicas ou psicológicas que seja encontrado exclusivamente na esquizofrenia (especificidade) ou que abranja todos os casos (sensibilidade). Independentemente desse fato, existem suficientes fatores em comum nos aspectos clínicos, anormalidades neuroendócrinas e aberrações psicológicas para justificar a formulação de um modelo provisório para os caminhos evolutivos do transtorno ou transtornos.

O quadro clínico da esquizofrenia compreende quatro conjuntos separados de sintomas ou comportamentos: delírios, alucinações, transtorno do pensamento/discurso e sintomas negativos (John, Khanna, Thennarasu e Reddy, 2003). Embora as análises fatoriais tenham demonstrado consistentemente que os dois primeiros conjuntos mostram um fator comum, muitas vezes denominados

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11. Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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Avaliação e Terapia Cognitivas para Sintomas Negativos

Do ponto de vista histórico, os aspectos característicos dos sintomas negativos, como a baixa motivação, pouca energia, restrições na expressividade emocional e verbal, e distanciamento social são interpretados como

“déficits” que não são passíveis de mudança com intervenções psicológicas. Ainda assim, sabemos que os sintomas negativos vêm e vão para a grande maioria dos pacientes que os têm. Gatilhos internos (ouvir vozes) e externos (hospitalização) são associados ao seu início, e mudanças internas (menos desesperança) e externos (conseguir um emprego) foram observadas em relação à sua redução. Essas observações sugerem que os tratamentos psicológicos podem contribuir para a redução dos sintomas negativos, ajudando os pacientes a aprender a identificar e reduzir os gatilhos da sua ativação e/ou desenvolver estratégias para aliviá-los depois de iniciarem. No Capítulo 5, apresentamos um modelo cognitivo-comportamental dos sintomas negativos, detalhando como eles não se devem apenas a déficits biológicos subjacentes, mas representam uma inter-relação mais complexa entre avaliações, expectativas e crenças, bem como estratégias cognitivas e comportamentais características. Neste capítulo, apresentamos um modelo detalhado para a avaliação e tratamento de sintomas negativos, com base na conceituação cognitivo-comportamental desses sintomas, descrita no Capítulo 5.

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