Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
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Medium 9788520438671

7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

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2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

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Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

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4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

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1. As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

As políticas públicas de saúde e os principais desafios para a administração de enfermagem em saúde coletiva

1

Maria Cristina Traldi

Palavras-chave  Políticas públicas; atenção primária à saúde; gestão de serviços de saúde; gerência de enfermagem; modelos de gestão.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Políticas públicas de saúde: processo de construção e de implementação. Ciclo de políticas públicas. A política pública, a reforma administrativa do Estado e suas implicações na gestão dos serviços de atenção primária à saúde. As organizações sociais e as formas de relacionamento com o Estado. A contratualização e sua aplicabilidade na gestão da atenção primária à saúde. Os desafios para a gestão e a gerência de enfermagem na atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

O sistema público de saúde passa por um período de transição, marcado por mudanças em sua estrutura e que é fruto de sua expansão como rede de serviços e da reflexão que a experiên­

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A V Hoffbrand (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 30 - Transfusão de sangue

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 30

Transfusão de sangue

Tópicos-chave

QQ

Doadores de sangue

334

QQ

Antígenos eritrocitários e anticorpos de grupos sanguíneos

334

QQ

Riscos da transfusão de sangue alogênico

338

QQ

Técnicas de sorologia de grupos sanguíneos

339

QQ

Prova cruzada e testes pré-transfusionais

340

QQ

Complicações da transfusão de sangue

340

QQ

Redução do uso de componentes hemoterápicos

343

QQ

Componentes hemoterápicos

343

QQ

Preparações de plasma humano

344

QQ

Perda aguda de sangue e hemorragia maciça

345

334  /  Capítulo 30: Transfusão de sangue

A transfusão de sangue consiste na transferência “segura” de componentes sanguíneos (Figura 30.1) de um doador para um receptor. No Reino Unido,* os Bancos de Sangue são inspecionados pela Medicines and Healthcare Regulatory

Agency (MHRA). Todos os eventos adversos que envolvam produtos hemoterápicos devem ser comunicados ao programa

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Capítulo 11 - Etiologia e genética das hemopatias malignas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Etiologia e genética das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Incidência das neoplasias hematológicas

123

QQ

Etiologia das hemopatias malignas

124

QQ

Genética das hemopatias malignas

125

QQ

Nomenclatura dos cromossomos

127

QQ

Exemplos específicos de anormalidades genéticas em hemopatias malignas

129

QQ

Métodos diagnósticos utilizados para estudar células malignas

131

QQ

Valor dos marcadores genéticos no tratamento das hemopatias malignas

133

Capítulo 11: Etiologia e genética das hemopatias malignas  /  123

% da população de células da medula óssea

100

50

0

Tecido hematopoético normal

Expansão clonal da nova linhagem celular

Mutação somática

Tempo

Figura 11.1  Gráfico teórico para mostrar a substituição de células da medula óssea por uma população clonal de células malignas, originadas por sucessivas divisões mitóticas de uma única célula com uma alteração genética adquirida.

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Capítulo 7 - Distúrbios genéticos da hemoglobina

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Distúrbios genéticos da hemoglobina

Tópicos-chave

QQ

Síntese da hemoglobina

73

QQ

Anormalidades da hemoglobina

74

QQ

Talassemias

75

QQ

Síndrome α-Talassêmicas

76

QQ

Síndrome β-Talassêmicas

76

QQ

Talassemia intermédia

79

QQ

Síndromes falcêmicas

81

QQ

Diagnóstico pré-natal dos distúrbios genéticos da hemoglobina

85

Capítulo 7: Distúrbios genéticos da hemoglobina  /  73

Este capítulo trata das doenças hereditárias causadas por diminuição ou anomalia da síntese de globina. As mutações nos genes das globinas são os distúrbios monogênicos de maior prevalência no mundo, afetando cerca de 7% da população mundial. Será descrita inicialmente a síntese da hemoglobina normal no feto e no adulto.

Síntese da hemoglobina

O sangue do adulto normal contém três tipos de hemoglobina

(ver Tabela 2.3). O principal componente é a hemoglobina

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Medium 9788582714508

Capítulo 25 - Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

Tópicos-chave

QQ

Distúrbios hemorrágicos vasculares

279

QQ

Trombocitopenia

281

QQ

Púrpura trombocitopênica autoimune (idiopática)

282

QQ

Púrpura trombocitopênica trombótica

285

QQ

Distúrbios de função plaquetária

287

QQ

Diagnóstico de distúrbios plaquetários

288

QQ

Transfusão de plaquetas

289

Capítulo 25: Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias  /  279

Sangramento anormal

Pode decorrer de:

 1 Distúrbios vasculares;

 2 Trombocitopenia;

 3 Função plaquetária defeituosa; ou

 4 Defeito da coagulação

O padrão do sangramento corresponde à etiologia de modo relativamente previsível. Os distúrbios vasculares e plaquetários tendem a associar-se a sangramento das mucosas e na pele, ao passo que, em distúrbios da coagulação, o sangramento ocorre com frequência em articulações ou em tecidos moles (Tabela 25.1). A Tabela 25.2 mostra a graduação do sangramento, segundo a OMS.

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Capítulo 26 - Distúrbios da coagulação

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 26

Distúrbios da coagulação

Tópicos-chave

QQ

Distúrbios hereditários da coagulação

291

QQ

Hemofilia A

291

QQ

Deficiências de fator IX

295

QQ

Doença de von Willebrand

295

QQ

Deficiência hereditária de outros fatores de coagulação

296

QQ

Distúrbios adquiridos da coagulação

296

QQ

Coagulação intravascular disseminada

297

QQ

Síndrome da transfusão maciça

301

QQ

Tromboelastografia: exame junto ao paciente

301

Capítulo 26: Distúrbios da coagulação  /  291

Distúrbios hereditários da coagulação

Foram descritas deficiências hereditárias de cada um dos fatores de coagulação. Hemofilia A (deficiência de fator VIII), hemofilia

B (doença de Christmas, deficiência de fator IX) e doença de von

Willebrand (VWD) são as mais frequentes; as demais são raras.

Hemofilia A

A hemofilia A é a mais comum das deficiências hereditárias de fatores de coagulação. A prevalência na população é de 30 a 100 por 1 milhão. A herança é ligada ao sexo (Figura 26.1), mas até um terço dos pacientes não tem história familiar, e a doença resulta de mutação recente.

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Aarestrup Beatriz Juli O (22)
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Medium 9788527720588

13 | Sistema Endócrino

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

13

Sistema Endócrino

Objetivos de estudo, 230

Palavras-chave, 230

Introdução, 230

Caracterização histofisiológica das glândulas endócrinas, 231

Resumo, 249

Autoavaliação, 249

Aarestrup 13.indd 229

27.03.12 10:47:58

230

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar os componentes do sistema endócrino

Reconhecer as glândulas do sistema endócrino ao microscópio óptico e saber as par­ticularidades que possibilitam sua identificação

Compreender a estrutura da hipófise a partir de seu desenvolvimento embrionário

Descrever microscopicamente a hipófise e diferenciar suas re­giões

Identificar as funções secretórias das células da adeno-hipófise e da neuro-hipófise

Descrever microscopicamente a glândula adrenal e diferenciar suas re­giões cortical e medular

Caracterizar funcionalmente e microscopicamente as camadas do córtex adrenal

Reconhecer e descrever a medula adrenal microscopicamente e caracterizar funcionalmente sua secreção

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19 | Sistema Tegumentar

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

19

Sistema Tegumentar

Objetivos de estudo, 390

Palavras-chave, 390

Introdução, 390

Pele, 391

Anexos epidérmicos, 397

Par­ticularidades topográficas, 403

Resumo, 406

Autoavaliação, 407

Aarestrup 19.indd 389

29.03.12 14:41:05

390

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar os componentes do sistema tegumentar

Reconhecer, ao microscópio, e saber descrever histologicamente as camadas da pele

Saber como é o processo de diferenciação celular epidérmico

Saber diferenciar a derme papilar da derme re­ticular, ao microscópio óptico

Conceituar hipoderme

Saber descrever as células não epiteliais da epiderme e saber suas funções

Conhecer os componentes histológicos que compõem os anexos epidérmicos

Reconhecer, ao microscópio óptico, os anexos epidérmicos e descrevê-los histologicamente

Reconhecer as par­ticularidades microscópicas da pele de acordo com a topografia

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2 | Principais Métodos de Visualização dos Tecidos

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

2

Principais Métodos de

Visualização dos Tecidos

Objetivos de estudo, 22

Palavras-chave, 22

Introdução, 22

Microscópio óptico, 22

Métodos especiais de v­ isua­lização do tecido, 26

Resumo, 28

Autoavaliação, 29

Aarestrup 2.indd 21

27.03.12 10:25:37

22

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer os princípios da microscopia óptica

Saber quais são os componentes e as lentes do microscópio óptico, possibilitando o manuseio do equipamento

Compreender como é calculado o aumento da imagem na microscopia óptica

Conhecer as diferenças entre microscopia óptica e microscopia eletrônica quanto aos princípios de funcionamento, processamento e v­ isua­lização da amostra

Saber que existem outros tipos de microscópio para ­visua­lização de amostras marcadas com compostos fluorescentes, enzimáticos ou radioativos, inseridos no processamento histológico

Saber que existem equipamentos que possibilitam a v­ isua­lização de células e tecidos vivos

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17 | Sistema Reprodutor Feminino

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

17

Sistema Reprodutor

Feminino

Objetivos de estudo, 346

Palavras-chave, 346

Introdução, 346

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 348

Resumo, 368

Autoavaliação, 369

Aarestrup 17.indd 345

29.03.12 14:36:06

346

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar a estrutura e os componentes histológicos do ovário

Conhecer as características microscópicas dos folículos ovarianos em suas diversas fases de desenvolvimento

Compreender as possíveis evoluções fisiológicas do folículo de Graaf, ao término de seu amadurecimento

Descrever microscopicamente a tuba uterina e compreender sua função

Identificar e descrever microscopicamente o útero

Reconhecer as diferenças histomorfológicas e histofisiológicas do endométrio em suas porções basal e funcional – esta

última nas fases proliferativa e secretória

Compreender o desenvolvimento placentário, conhecer seus elementos maternos e fetais e reconhecer o órgão ao microscópio

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7 | Tecido Ósseo

AARESTRUP, Beatriz Julião Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tecido Ósseo

Objetivos de estudo, 120

Palavras-chave, 120

Introdução, 120

Localização, 121

Funções, 121

Componentes histológicos, 121

Vascularização do tecido ósseo, 126

Interação celular, modelamento e remodelamento, 127

Tipos de osso, 129

Osteogênese, 130

Resumo, 134

Autoavaliação, 134

Aarestrup 7.indd 119

26.03.12 16:00:36

120

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido ósseo

Saber quais são as células do parênquima ósseo e que elas apresentam linhagens diferentes

Reconhecer as células ósseas ao microscópio óptico, em cortes desmineralizados, e saber descrevê-las histologicamente

Saber os componentes e as funções das porções orgânica e inorgânica da matriz extracelular

Entender como ocorre a vascularização óssea através das membranas e dos sistemas de canais

Reconhecer o ósteon e seus elementos ao microscópio óptico, em cortes preparados por desgaste, e descrevê-lo histologicamente

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Abib Simone De Campos Vieira Perfeito Jo O Al Ssio Juliano (12)
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Medium 9788520428986

Parte 2. Atendimento Pré-hospitalar

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

2

Atendimento

Pré-hospitalar

CAPÍTULO

5

Atendimento

Pré-hospitalar do Traumatizado

SIMONE DE CAMPOS VIEIRA ABIB

JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

INTRODUÇÃO

Deve-se sempre ter em mente o conceito de sistema de trauma, isto é, permitir que o politraumatizado grave chegue rapidamente aos recursos que lhe são necessários, evitando muitas mortes. Uma vez que o fator tempo é primordial no trauma, o acionamento do resgate, os recursos pré-hospitalares adequados para o atendimento e a regulação médica na central são de fundamental importância para garantir esse conceito.

Todo sistema de atendimento pré-hospitalar deve ser vinculado a uma rede hospitalar hierarquizada e regionalizada.

MECANISMOS DE TRAUMA

Trauma é qualquer lesão que resulta da transferência de energias físicas (cinética, calor, frio, eletricidade etc.). A energia cinética (EC) é a energia do movimento, calculada pela seguinte fórmula:

EC = mv2/2 em que: m = massa; v = velocidade.

69

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Medium 9788520428986

Parte 6. Trauma Abdominal

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

6

Trauma

Abdominal

CAPÍTULO

24

Considerações Gerais sobre Trauma Abdominal

OCTACILIO MARTINS JÚNIOR

SAMIR RASSLAN

INTRODUÇÃO

O abdome é um dos locais mais frequentemente acometidos nos pacientes vítimas de trauma. Por sua grande área e principalmente por abrigar órgãos e estruturas vitais no seu interior, o traumatismo abdominal merece destaque no estudo do paciente traumatizado.

Didaticamente, pode-se dividir o traumatismo abdominal em dois grandes grupos: traumatismo abdominal fechado (TAF), também chamado de contusão abdominal, e traumatismo abdominal penetrante (TAP). No TAF, não ocorre solução de continuidade da pele, diferentemente do que ocorre com os ferimentos abdominais penetrantes, e as lesões internas abdominais que podem ocorrer devem-se a mecanismos diretos (p.ex., trauma na região do hipocôndrio direito com lesão hepática direta) ou indiretos (p.ex., trauma no hipocôndrio direito com fraturas de arcos costais com fragmento ósseo levando à lesão hepática) sobre a cavidade abdominal.

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Medium 9788520428986

Parte 7. Trauma Geniturinário

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

7

Trauma

Geniturinário

CAPÍTULO

32

Considerações

Gerais sobre

Trauma Geniturinário

CÁSSIO ANDREONI

Durante o atendimento do politraumatizado, é possível diagnosticar lesões geniturinárias em cerca de 10% dos casos. Apesar de não serem comuns, se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, essas lesões podem causar repercussões graves imediatamente ou sequelas irreparáveis no futuro.

As lesões geniturinárias são específicas, mas o cirurgião geral, na sala de emergência, deve estar apto a fazer a suspeita clínica e a realizar os exames diagnósticos e os procedimentos iniciais para a estabilização do paciente, de acordo com a sequência do atendimento ao politraumatizado.

Muitas vezes, é necessária a avaliação de um especialista, que deve ser feita no menor prazo possível. É comum o urologista receber pacientes vítimas de trauma no ambulatório após um período que inviabiliza a correção do problema da melhor forma possível.

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Parte 3. Atendimento Inicial

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

3

Atendimento

Inicial

CAPÍTULO

10

Sistematização do

Atendimento Inicial

SIMONE DE CAMPOS VIEIRA ABIB

LILAH MARIA CARVAS MONTEIRO

STELLA MARIA BOTEQUIO MELLA

INTRODUÇÃO

O número de óbitos por trauma vem crescendo ao longo dos anos e, atualmente, tornou-se a principal causa de morte nas primeiras 4 décadas de vida, atingindo especialmente a faixa etária jovem, dos 15 aos 40 anos. Somam-se a essas mortes pacientes que sofrem de sequelas, como aqueles que sofreram amputação de um membro ou que estão cegos por causa de acidentes.

Estima-se que, para cada óbito, 4 pessoas fiquem permanentemente sequeladas. Há, ainda, as sequelas temporárias, que afastam os indivíduos das suas atividades habituais e do trabalho, gerando custos de ordem econômica e social.

Em 2004, de acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil atingiu o 1o lugar em número de mortos por arma de fogo. De acordo com um estudo do Projeto Trauma 2005-2025,1 ocorrem mais de 150 mil mortes violentas por ano e o atendimento de cada vítima de trauma por acidente com um veículo automotor, em regiões urbanas no Brasil, custa, em média, 100 mil reais. Ainda de acordo com o projeto, o custo anual com o trauma pode chegar a 9 bilhões de reais, incluindo os custos do pré e do intra-hospitalar, além do gasto com sequelas, reabilitação e perda de anos de produtividade da vítima.

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Medium 9788520428986

Parte 1. Aspectos Gerais

ABIB, Simone de Campos Vieira; PERFEITO, João Aléssio Juliano Editora Manole PDF Criptografado

parte

1

Aspectos Gerais

CAPÍTULO

1

Trauma –

Algumas Palavras de História

DARIO BIROLINI

A história do trauma confunde-se com a história do homo sapiens. Consequência de acontecimentos intencionais ou não, o trauma faz parte da história da humanidade e da seleção natural da espécie humana. Ainda que responsável por sofrimentos, sequelas e mortes, o trauma contribuiu, ao longo dos milênios, para a lenta, mas progressiva, incorporação ao patrimônio genético da espécie humana de características altamente favoráveis para sua própria defesa e sobrevivência. Não é por acaso que o ser humano adquiriu a capacidade de reagir de forma coerente e eficaz à agressão, por meio de uma série de mecanismos hemodinâmicos, endócrinos e metabólicos de adaptação.

Essa capacidade foi reconhecida e descrita, inicialmente, por Walter Bradford Cannon, nas décadas de 1920 e 1930, como fight-or-flight reaction. O conceito foi ampliado, dez anos mais tarde, por Hans Hugo Bruno Selye, que elaborou a teoria da general adaptation syndrome. Finalmente, em 1959, Francis D. Moore, em seu monumental texto Metabolic care of the surgical patient, contribuiu para ampliar esses conhecimentos e os incorporou definitivamente à prática da cirurgia. Em termos práticos, entretanto, o atendimento às vítimas do trauma mereceu pouca atenção durante séculos. Somente nas últimas décadas, a história do trauma foi substancialmente modificada. Por um lado, houve aumento exponencial das lesões traumáticas, em grande parte como subproduto dos progressivos avanços tecnológicos que foram incorporados à vida do ser humano, mas também em

3

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Abraham M Nussbaum (13)
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Capítulo 6 - A Entrevista Diagnóstica Baseada no DSM-5

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

A Entrevista Diagnóstica

Baseada no DSM-5

No Capítulo 3,

“A Entrevista Diagnóstica de 30 Minutos”, delineei uma entrevista diagnóstica que incluiu uma pergunta de triagem para cada uma das categorias de transtornos mentais do DSM-5. Se uma pessoa responde afirmativamente a uma dessas perguntas, o que você faz? Neste capítulo, eu demonstro como as perguntas de triagem são as vias da entrevista diagnóstica psiquiátrica. Um bom entrevistador percorre essas vias com o paciente e, quando possível, atinge um diagnóstico específico e preciso ao longo do caminho.

Este capítulo segue a ordem dos transtornos do DSM-5, começando com os transtornos do neurodesenvolvimento. Para cada categoria de diagnósticos do DSM-5, seja transtornos bipolares ou transtornos da eliminação, a seção começa com uma ou mais perguntas de triagem do modelo de entrevista apresentado no Capítulo 3. Após as perguntas de triagem, há perguntas adicionais. Se as perguntas adicionais incluírem uma medida de comprometimento ou de tempo, isso significa que são exigidas pelos critérios diagnósticos subsequentes. Ao colocar as perguntas adicionais antes daquelas sobre os sintomas incluídos nos critérios diagnósticos, estou tentando deixar a entrevista mais eficiente, enquanto asseguro o diagnóstico completo de um transtorno mental.

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Capítulo 10 - A Avaliação de Habilidades Clínicas do American Board of Psychiatry and Neurology

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

A Avaliação de Habilidades

Clínicas do American Board of

Psychiatry and Neurology

Se você é um psiquiatra buscando certificação, deve primeiro demonstrar sua capacidade de entrevistar e apresentar um paciente, a quem você nunca encontrou antes, enquanto está sendo diretamente observado por um psiquiatra já certificado. O paciente deve ser real em vez de um paciente padronizado. Embora cada programa de residência médica tenha o seu próprio conjunto de regras para a observação dessas entrevistas, chamadas avaliações de habilidades clínicas, o American Board of Psychiatry and Neurology (ABPN) estabeleceu exigências para entrevistas de qualificação.

O ABPN determina que um candidato seja aprovado em três dessas avaliações com três pacientes diferentes. Cada avaliação deve incluir, no mínimo, 30 minutos para entrevistar um paciente e um adicional de 15 minutos para apresentar o caso, mas os programas de residência médica podem fornecer tempo adicional a seu critério. As avaliações podem ocorrer em qualquer momento da residência médica. Independentemente de quando um trainee é examinado, ele deve realizar a entrevista em um nível consistente com aquele de um psiquiatra atualmente em atividade para passar em uma avaliação.

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Capítulo 13 - Sistemas Diagnósticos Alternativos e Escalas Classificatórias

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Sistemas Diagnósticos

Alternativos e Escalas

Classificatórias

O DSM-5 proporciona uma linguagem comum para a caracterização do sofrimento mental que uma pessoa experimenta. Contudo, não é a única. Em várias comunidades, linguagens alternativas podem ser amplamente usadas. Embora eu não possa considerar neste livro todas essas linguagens de forma integral, discuto algumas alternativas notáveis, juntamente com escalas classificatórias específicas para diagnóstico.

Sistemas Diagnósticos Alternativos

Classificação Internacional de Doenças

A Organização Mundial da Saúde mantém seu próprio sistema diagnóstico, a Classificação internacional de doenças, comumente conhecida por sua abreviação, CID. A atual edição (10ª), ou CID-10, inclui transtornos mentais em meio a um catálogo de todas as doenças médicas. A décima primeira edição é esperada para 2014, e estão ocorrendo diálogos para sincronizar a CID-11 e o DSM-5 (Andrews et al., 2009). Embora a maioria dos clínicos fora dos Estados Unidos use a CID-10 para diagnosticar transtornos mentais, ela é menos detalhada do que o DSM-5 e foi elaborada, principalmente, para ajudar epidemiologistas a acompanhar a incidência e a prevalência de doenças. Apesar dos modos diferentes em que foram elaborados, o DSM e a CID-10 atribuem os mesmos códigos aos diagnósticos psiquiátricos, e esses códigos compartilhados são amplamente usados por seguradoras e planos de saúde. Você pode encontrar informações sobre a CID-10 e uma lista de códigos diagnósticos em www.who.int/classifications/icd/en/. O quinto capítulo, “Transtornos

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Capítulo 12 - Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da Personalidade

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Capítulo 12

Diagnósticos Dimensionais de Transtornos da

Personalidade

O DSM-5 inclui dois métodos distintos para diagnosticar traços e transtornos da personalidade. O primeiro é um método categórico familiar a entrevistadores habituados ao DSM-IV (e ao DSM-IV-TR). Esse método categórico está incluído na seção principal do DSM-5 para uso clínico e é incorporado na entrevista diagnóstica nos Capítulos 3, “A

Entrevista Diagnóstica de 30 Minutos”, e 6, “A Entrevista Diagnóstica

Baseada no DSM-5”, deste guia. No entanto, o segundo é um método dimensional que será novidade para a maioria dos entrevistadores. Atualmente, o modelo dimensional é recomendado para o uso de pesquisadores e é incluído na Seção III do DSM-5 como um modelo emergente, que pode eventualmente substituir o modelo categórico, que é mais familiar.

Para nos preparar, julguei ser útil introduzir o modelo dimensional neste capítulo.

O modelo dimensional de transtornos da personalidade requer uma introdução porque, inicialmente, ele parece clinicamente inapropriado.

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Capítulo 1 - Introdução à Entrevista Diagnóstica

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Capítulo 1

Introdução à

Entrevista Diagnóstica

Quando uma pessoa está passando por uma experiência de sofrimento mental, o seu primeiro encontro psiquiátrico é, muitas vezes, confuso e assustador. Mais do que em outras áreas da medicina, a pessoa frequentemente tem que superar uma série de obstáculos antes de se submeter a uma avaliação mental (Radden e Sadler 2010). Os obstáculos podem incluir o acesso, o custo, o medo ou o estigma, mas logo que supera esses obstáculos particulares, ela merece ter um encontro que estabeleça a natureza do seu sofrimento e inicie um relacionamento construtivo.

Embora existam várias maneiras de explicar o sofrimento mental, este livro descreve o uso da quinta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5; American Psychiatric Association, 2013), a mais nova versão da linguagem comum falada pelos profissionais da saúde mental. O DSM-5 tem muitos críticos perspicazes (p. ex., ver

Phillips et al., 2012a, 2012b, 2012c), e eu não presumo, neste livro, que ele seja perfeito, mas que ofereça um caminho comum para a organização de um diagnóstico a partir de um encontro psiquiátrico, de forma que os profissionais contemporâneos possam entendê-lo (Kinghorn, 2011).

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