Lvaro Da Silva Santos Maria Cristina Traldi (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520438671

4. Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Competências gerenciais para a enfermagem em saúde coletiva

4

Maria Cristina Traldi

Álvaro da Silva Santos

Palavras-chave  Competência, competência profissional, enfermagem, gestão, gerência.

Estrutura dos tópicos  Introdução. As competências no contexto das organizações contemporâneas. A cidadania e a construção das competências profissionais. O papel das organizações no desenvolvimento das competências profissionais. A responsabilidade social e o desenvolvimento das competências profissionais.

Competências desejadas do gerente de enfermagem em serviços de atenção primária à saúde. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Desde as últimas décadas do século XX, importantes transformações socioculturais, econômicas e políticas movimentam as sociedades contemporâneas, provocando grande impacto no mundo do trabalho.

Nas organizações, essas transformações são percebidas por intermédio do enfoque atribuído à racionalização dos proces195

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438671

8. O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

O repertório investigativo na administração de enfermagem em saúde coletiva

8

Álvaro da Silva Santos

Rodrigo Eurípedes da Silveira

Palavras-chave  Saúde coletiva, enfermagem, gerenciamento, serviços de saúde, administração.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Métodos. Resultados e discussão.

Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Para melhor elucidar a proposta deste capítulo faz-se necessária a aproximação dos conceitos de saúde coletiva, administração e a distinta inserção da enfermagem no gerenciamento dos serviços de saúde. Nessa perspectiva, considera-se um equívoco comum, no que se refere à confusão entre os termos saúde coletiva, saúde pública e atenção primária à saúde. Contudo, em sua essência, a saúde coletiva advém da inserção das ciências sociais na saúde, que configura novos paradigmas para a saúde pública, na perspectiva de complementá-la e ao mesmo tempo lançar mão

361

Book 1.indb 361

09/05/17 17:48

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438671

2. Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Teorias da administração: articulações com a enfermagem em saúde coletiva

2

Maria Silvia Teixeira Giacomasso Vergílio

Palavras-chave  Enfermagem em saúde pública, organização e administração, teorias administrativas, administração de serviços de saúde, serviços de atenção ao paciente.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Construção histórica da administração. Um breve olhar para as teorias administrativas. Influência das TGAs no trabalho em saúde e na enfermagem em saúde coletiva. Momento da enfermagem no modelo médico-assistencial privatista. A partir dos anos 1980, uma nova perspectiva para o sistema de saúde e a enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais.

Referências.

INTRODUÇÃO

Logo ao chegar a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se percebe o modo de organização do serviço observando-se, por exemplo: o fluxo estabelecido para o atendimento a partir da recepção (com faixas coloridas indicando para que sala deve seguir); os prontuários colocados em caixinhas na porta dos consultórios ou no balcão identificado com o nome do profissional que irá atender; uma fila na porta da sala de vacina (ou o usuá69

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438671

5. Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento: instrumento de gerência e assistência de enfermagem em saúde coletiva

5

Márcia Regina Campos Costa da Fonseca

Palavras-chave  Planejamento em saúde. Enfermagem e gerência. Processo de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O planejamento em saúde: aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Planejamento das ações na Unidade Básica de Saúde – UBS. Os indicadores como fontes de diagnóstico situacional de saúde.

O processo de enfermagem em saúde coletiva. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

Inicia-se este capítulo com uma inquietação fruto da experiência como docente da área de saúde coletiva e das vivências desenvolvidas durante o acompanhamento das práticas e estágios dos graduandos de enfermagem nas diversas unidades de atenção primária à saúde.

As teorias do planejamento em saúde são bem fundamentadas e é vasta a literatura sobre a temática, mas, no cotidiano

235

Book 1.indb 235

09/05/17 17:48

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438671

7. Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

Álvaro da Silva Santos; Maria Cristina Traldi Editora Manole PDF Criptografado

Educação permanente e a enfermagem em saúde coletiva

7

Cristina Rodrigues da Costa

Palavras-chave  Educação, educação em saúde, educação permanente. educação em enfermagem, educação continuada.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A formação em saúde e as necessidades de educação permanente. Estratégias de formação profissional em serviço: larga escala e Profae. Estratégias de mudança curricular dos cursos de graduação em saúde: UNI e Pró-Saúde. A enfermagem em saúde coletiva: entre a educação continuada e a educação permanente. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A educação é um fenômeno social e universal que consiste em uma atividade necessária à existência humana e ao funcionamento da sociedade. Essa sociedade tem como uma de suas atribuições cuidar do desenvolvimento dos indivíduos, auxiliando no incremento de suas competências e preparando-os para a participação ativa e transformadora em todas as instâncias da vida.1

327

Book 1.indb 327

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Lvaro Glerean Manuel De Jesus Sim Es (1)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788572889698

Capítulo 20 – Sistema Endócrino

Álvaro Glerean, Manuel de Jesus Simões Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Sistema Endócrino

20

Rita de Cassia Sinigaglia Galli Coimbra

Rita de Cássia Ribeiro da Silva Lapa

Em todo o organismo multicelular, a comunicação é vital para o funcionamento correto. No corpo humano, existem sistemas especializados nessa comunicação, um é o sistema nervoso e o outro, o endócrino. A ação do sistema nervoso é efetuada pelos neurotransmissores que são liberados na fenda sináptica para a indução de respostas rápidas na célula-alvo, enquanto as glândulas endócrinas liberam na corrente sanguínea moléculas, a fim de atingirem suas células-alvo distantes, tendo uma resposta mais tardia. Para tanto, as glândulas endócrinas possuem um importante sistema de vascularização, especialmente rico em capilares fenestrados.

Deve ser mencionado que os sistemas nervoso e endócrino trabalham em harmonia, de tal forma que informações sobre os meios externo e interno são analisadas e ajustes são feitos a todo instante para manter a homeostase do organismo.

Ver todos os capítulos
Lvaro Oscar Campana (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527716857

8- Semiologia do Abdome

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

8 Semiologia do abdome

Giovanni Faria Silva, Carlos Roberto Victória, Carlos Antonio Caramori,

Tibirê Alves de Rezende (in memoriam), Pedro Achilles, Ligia Yupie Sassaki e

Álvaro Oscar Campana

O abdome é a parte do corpo do homem e de outros animais vertebrados situada entre o tórax e a bacia e cuja cavidade, revestida pelo peritônio, está separada do tórax, em seu limite superior, pelo diafragma. É limitada anteriormente pela parede abdominal, constituída pelos músculos reto e oblíquos do abdome. Posteriormente, seus limites são os músculos paravertebrais, juntamente com a coluna vertebral. Lateralmente, suas paredes são formadas pelos músculos oblíquos. Inferiormente, seu limite é o assoalho pélvico. Contém em seu interior numerosos órgãos dos aparelhos digestório e urinário, do sistema endócrino, e, na mulher, órgãos do sistema reprodutor.

JJ

Divisões do Abdome e Regiões Abdominais

Externamente, na parede anterior, podemos dividir o abdome em nove regiões. Para tal, utilizamos três linhas horizontais: a) uma que passa pela base do apêndice xifoide; b) outra que une os pontos de encontro da linha hemiclavicular com o rebordo costal, à direita e à esquerda; c) e a terceira, que une as espinhas ilíacas anteriores superiores, também à direita e à esquerda. São utilizadas, também, duas linhas verticais, que se originam, superiormente, no ponto de encontro da linha hemiclavicular com o rebordo costal e que se dirigem obliquamente para a extremidade do ramo horizontal do púbis, à direita e à esquerda. Desse modo, temos as seguintes regiões abdominais: 1. hipocôndrio direito,

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716857

9- Semiologia do Aparelho Locomotor

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

9 Semiologia do aparelho locomotor

Beatriz Funayama Alvarenga Freire

JJ

ANAMNESE

JJ

Artralgia versus artrite

A abordagem geral do paciente foi amplamente discutida em capítulo anterior. Porém,

cabe ainda ressaltar algumas peculiaridades quando se depara com paciente apresentando queixas articulares ou musculoesqueléticas. A causa mais frequente de procura pelo atendimento médico é o sintoma doloroso. A dor articular – artralgia – pode ter caráter mecânico ou contínuo. A dor mecânica é típica de degeneração da cartilagem articular que ocorre na osteoartrose. Surge somente quando o paciente realiza movimentos com a articulação comprometida e desaparece com o repouso. A dor que caracteriza processos inflamatórios articulares de qualquer etiologia é tipicamente contínua, pode piorar com os movimentos, mas se manifesta mesmo em repouso. Pode vir acompanhada de aumento de volume articular, vermelhidão, aumento de temperatura local e, principalmente, perda da função da referida articulação. Quando esses cinco sintomas/sinais estão presentes, pode-se afirmar que há inflamação (flogose) articular e, portanto, artrite, não somente artralgia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716857

11- Semiologia Neurológica

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

11 Semiologia neurológica

Arthur Oscar Schelp, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Luiz Antonio de

Lima Resende, Ricardo Nitrini, Rodrigo Bazan e Ronaldo Guimarães Fonseca

A avaliação neurológica possui dois objetivos principais: procurar sintomas e sinais de acometimento do sistema nervoso central e periférico e definir a topografia da lesão.

Uma avaliação normal também é importante para afastar comprometimento neurológico na vigência de alterações subjetivas como cefaleia ou distúrbios psiquiátricos e doenças sistêmicas como neoplasias, colagenoses, diabetes e no alcoolismo, entre outras possibilidades.

Normalmente os sintomas e sinais neurológicos são muito objetivos, como hemiplegia, diplopia ou coma, condições em que a topografia da lesão passa a nortear a avaliação, na procura de sinais associados ao fenômeno clínico principal.

O exame neurológico deve ser dividido em grandes etapas, descritas a seguir.

Quando o examinador compreende bem seus objetivos, o exame neurológico pode ser breve.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716857

7- Semiologia Cardíaca

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

7 Semiologia cardíaca

Katashi Okoshi, João Carlos Hueb, Eder Trezza e Beatriz Bojikian Matsubara

O exame do aparelho cardiovascular constitui etapa da avaliação clínica que já deve ter incluído a história clínica completa e o exame físico geral, da cabeça e pescoço e do tórax.

Portanto, muitas informações importantes já estão devidamente registradas, e o médico tem boa chance de suspeitar qual é o órgão ou sistema comprometido, no caso específico em avaliação.

Sendo a suspeita de doença cardíaca, é de grande auxílio para o examinador ter em mente alguns princípios que nem sempre são descritos de forma sistematizada na literatura. Tais princípios foram elaborados depois de décadas de experiência, mas não se constituem em regras rígidas que devam ser seguidas, obrigatoriamente. Ao contrário, o examinador deverá ter senso crítico e estar atento para todas as exceções a essas regras.

Considerando-se o paciente com doença cardiovascular, pode-se estabelecer de forma genérica que sua doença se enquadra em cinco categorias de alterações cardíacas. Essas categorias incluiriam as cardiopatias congênitas, as doenças valvares, do miocárdio e das coronárias e as pericardiopatias. As exceções a essas categorias seriam aqueles pacientes que se apresentam com queixa isolada de “palpitações” ou “batedeira”, sem outra doença cardíaca detectável além da própria arritmia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716857

1- Observação Clínica– Atendimento do Doente – Anamnese

Álvaro Oscar Campana Grupo Gen PDF Criptografado

1 Observação clínica

– atendimento do

doente – anamnese

Álvaro Oscar Campana

A prática médica visa à preservação e à restauração da saúde. Os desvios do estado de saúde correspondem às doenças. A matéria exposta a seguir descreve os procedimentos pelos quais o médico identifica situações de perturbação do estado de saúde.

A cada doença corresponde uma possibilidade terapêutica, e para isso é essencial que a doença seja corretamente reconhecida, isto é, que o seu diagnóstico seja corretamente feito.

O diagnóstico das doenças apoia-se na utilização de dois grupos principais de informações: as fornecidas pela observação clínica e aquelas fornecidas pelos exames complementares: exames laboratoriais, radiológicos e outros.

JJ

Observação Clínica

A observação clínica compreende as informações obtidas pelo médico relativas à doença que motiva a consulta e o conjunto de anormalidades verificadas no momento da consulta.

As primeiras correspondem à anamnese.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582714508

Capítulo 7 - Distúrbios genéticos da hemoglobina

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Distúrbios genéticos da hemoglobina

Tópicos-chave

QQ

Síntese da hemoglobina

73

QQ

Anormalidades da hemoglobina

74

QQ

Talassemias

75

QQ

Síndrome α-Talassêmicas

76

QQ

Síndrome β-Talassêmicas

76

QQ

Talassemia intermédia

79

QQ

Síndromes falcêmicas

81

QQ

Diagnóstico pré-natal dos distúrbios genéticos da hemoglobina

85

Capítulo 7: Distúrbios genéticos da hemoglobina  /  73

Este capítulo trata das doenças hereditárias causadas por diminuição ou anomalia da síntese de globina. As mutações nos genes das globinas são os distúrbios monogênicos de maior prevalência no mundo, afetando cerca de 7% da população mundial. Será descrita inicialmente a síntese da hemoglobina normal no feto e no adulto.

Síntese da hemoglobina

O sangue do adulto normal contém três tipos de hemoglobina

(ver Tabela 2.3). O principal componente é a hemoglobina

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 4 - Sobrecarga de ferro

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Sobrecarga de ferro

Tópicos-chave

QQ

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

42

QQ

Hemocromatose hereditária (genética ou primária)

43

QQ

Sobrecarga de ferro transfusional

44

QQ

Tratamento quelante

45

42  /  Capítulo 4: Sobrecarga de ferro

Não há mecanismo fisiológico para eliminação do ferro em excesso no organismo e, assim, a absorção de ferro normalmente é regulada para evitar acúmulo. Sobrecarga de ferro (hemossiderose) ocorre em distúrbios associados com absorção excessiva ou em pacientes com anemias refratárias graves que precisam ser tratados com transfusões de sangue regulares. O ferro em excesso depositado nos tecidos pode causar lesões graves, sobretudo no coração, no fígado e nas glândulas endócrinas. As causas de sobrecarga de ferro estão relacionadas na Tabela 4.1, e as de hemocromatose genética, na Tabela 4.2.

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Aarestrup (22)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527720588

14 | Sistema Respiratório

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

14

Sistema Respiratório

Objetivos de estudo, 252

Palavras-chave, 252

Introdução, 252

Caracterização histofisiológica do sistema respiratório, 253

Resumo, 272

Autoavaliação, 273

Aarestrup 14.indd 251

26.03.12 16:34:52

252

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar os órgãos do sistema respiratório que formam a porção condutora e a porção respiratória

Reconhecer as estruturas extra e intrapulmonares

Compreender o que é o condicionamento do ar e como é rea­li­zado

Identificar, ao microscópio, o epitélio respiratório típico e descrevê-lo

Reconhecer os diferentes órgãos do sistema respiratório ao microscópio óptico e saber as par­ticularidades que possibilitam sua identificação

Identificar e compreender as modificações gra­duais pelas quais o sistema respiratório passa da cavidade nasal ao alvéo­lo pulmonar

Reconhecer as células que compõem a parede do alvéo­lo e a função de cada uma

Ver todos os capítulos
Medium 9788527720588

9 | Tecido Nervoso

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

9

Tecido Nervoso

Objetivos de estudo, 154

Palavras-chave, 154

Introdução, 154

Funções, 155

Tecido nervoso, 156

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Aarestrup 9.indd 153

26.03.12 16:27:30

154

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos nervosos e do sistema nervoso

Compreender as funções do sistema nervoso

Conhecer os tipos de neurônios e seus componentes estruturais

Conhecer a histomorfologia dos diferentes tipos de neurônios

Saber conceituar sinapse e conhecer seus componentes

Identificar ao microscópio as fibras mielínicas e amielínicas e diferenciá-las funcionalmente

Conhecer as células da neuróglia, sua morfologia e função

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

Palavras-chave

��

Astrócito

Bainha de mielina

Célula de Schwann

Célula ependimária

Ver todos os capítulos
Medium 9788527720588

11 | Sistema Circulatório

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

11

Sistema Circulatório

Objetivos de estudo, 192

Palavras-chave, 192

Introdução, 192

Caracterização histológica do sistema circulatório, 193

Resumo, 206

Autoavaliação, 207

Aarestrup 11.indd 191

26.03.12 16:29:32

192

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem embrionária do sistema circulatório

Identificar os tipos de vasos sanguí­neos e linfáticos

Estabelecer as características gerais de cada túnica que constitui a parede dos vasos

Descrever e reconhecer os vasos sanguí­neos ao microscópio óptico, em seus diferentes calibres, destacando as par­ticularidades de cada um

Compreender a estrutura histológica dos capilares e vasos linfáticos

Conhecer e descrever histologicamente as camadas do coração

Conhecer a morfologia dos diversos tipos de fibra cardía­ca

Correlacionar o conhecimento histológico referente ao sistema circulatório com suas principais associações clínicas

Ver todos os capítulos
Medium 9788527720588

20 | Órgãos Linfoides

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

20

Órgãos Linfoides

Objetivos de estudo, 410

Palavras-chave, 410

Introdução, 410

Caracterização dos órgãos, 410

Resumo, 423

Autoavaliação, 423

Aarestrup 20.indd 409

29.03.12 14:39:21

410

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar os órgãos linfoides primários e secundários e compreender por que são assim considerados

Reconhecer e descrever microscopicamente o timo

Conhecer os princípios imunológicos da diferenciação terminal dos linfócitos T

Identificar as características morfológicas do timo involuí­do

Descrever microscopicamente a polpa branca e a polpa vermelha do baço. Conhecer suas funções

Compreender a estrutura histológica do linfonodo e reconhecer seus componentes ao microscópio óptico

Compreender a função dos linfonodos e a importância de sua disposição em cadeias sequenciais

Reconhecer e descrever as tonsilas ao microscópio óptico. Compreender sua função

Ver todos os capítulos
Medium 9788527720588

4 | Tecido Conjuntivo Propriamente Dito

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

4

Tecido Conjuntivo

Propriamente Dito

Objetivos de estudo, 68

Palavras-chave, 68

Introdução, 68

Variedades de tecido conjuntivo, 68

Tecido conjuntivo propriamente dito, 71

Resumo, 88

Autoavaliação, 89

Aarestrup 4.indd 67

26.03.12 15:53:59

68

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos conjuntivos

Conhecer os tipos de tecido conjuntivo embrionário (mesênquima e mucoso), propriamente dito (frouxo, denso não modelado, denso modelado, elástico e re­ticular) e os especiais (ósseo, cartilaginoso, adiposo, hematopoé­tico/sangue)

Saber quais são e compreender as funções do tecido conjuntivo propriamente dito

Saber quais são os componentes celulares e extracelulares do tecido conjuntivo propriamente dito

Conhecer a histomorfologia e as funções das células fixas do tecido conjuntivo

Identificar ao microscópio óptico as fibras colágenas (em colorações de rotina), as fibras elásticas e as fibras re­ticulares (em preparos histoquí­micos), observando a diferença de formato e de diâ­me­tro entre elas

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais