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Capítulo 16º - A Convenção Europeia dos Direitos Humanos – 1950

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Capítulo 16º

A CONVENÇÃO EUROPEIA DOS

DIREITOS HUMANOS – 1950

Celebrada em Roma em 4 de janeiro de 1950, a Convenção para a Proteção dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais foi elaborada no seio do Conselho da Europa, organização representativa dos Estados da Europa Ocidental, criada em 5 de maio de 1949 para promover a unidade europeia, proteger os direitos humanos e fomentar o progresso econômico e social.

O alcance da convenção limita-se aos direitos individuais clássicos e representa, sob esse aspecto, um recuo em relação à

Declaração Universal dos Direitos Humanos, invocada em seu preâmbulo. Um Protocolo Adicional, datado de 20 de março de

1952, acrescentou à Convenção uma declaração sobre a proteção da propriedade, o direito à instrução e o direito às eleições livres.

Nenhum desses direitos, no entanto, representou inovação alguma, relativamente ao que já se continha, por exemplo, na Constituição de Weimar, de 19191. A declaração sobre a propriedade, aliás, constituiu nítido recuo, pois se ateve apenas à proteção do direito individual, deixando de lado o dever de todo proprietário de dar a seus bens próprios uma destinação social.

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Capítulo 22º - As Convenções sobre a Proteção do Meio Ambiente – 1992

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Capítulo 22º

AS CONVENÇÕES SOBRE

A PROTEÇÃO DO MEIO

AMBIENTE – 1992

A campanha mundial pela preservação da biosfera iniciou-se em 1972, com a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio

Ambiente Humano, realizada em Estocolmo. Vinte anos depois, igualmente sob o patrocínio das Nações Unidas, duas Convenções

Internacionais foram assinadas: a Convenção sobre a Diversidade

Biológica e a Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima. A primeira entrou em vigor no plano internacional em 29 de dezembro de 1993, e a segunda, em 21 de março de 19941.

Em ambas as Convenções, procura-se aplicar, na esfera planetária, o princípio fundamental da solidariedade, tanto na dimensão presente quanto futura; isto é, solidariedade entre todas as nações, povos e grupos humanos da mesma geração, bem como solidariedade entre a geração atual e as futuras. É evidente que a geração presente tem o dever fundamental de garantir às futuras gerações uma qualidade de vida pelo menos igual à que ela desfruta atualmente. Mas não é menos evidente que esse dever para com as gerações pósteras seria despido de sentido se não se cuidasse de superar, desde agora, as atuais condições de degradação ambiental em todo

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Capítulo 4º - A Declaração de Independência e a Constituição dos Estados Unidos da América do Norte

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Capítulo 4º

A declaração de independência E A

CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS

UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE

A – A Declaração de Independência dos

Estados Unidos

A independência das antigas treze colônias britânicas da América do Norte, em 1776, reunidas primeiro sob a forma de uma confederação e constituídas em seguida em Estado federal, em

1787, representou o ato inaugural da democracia moderna, combinando, sob o regime constitucional, a representação popular com a limitação de poderes governamentais e o respeito aos direitos humanos.

Fatores predisponentes da independência americana

A identidade de uma nação é de natureza predominantemente cultural, formando um conjunto próprio de costumes, valores e visões do mundo. É essa especificidade cultural que distingue uma nação das demais e acaba por torná-la um Estado independente. No caso dos Estados Unidos, o patrimônio cultural próprio formou-se, desde os primórdios da colonização, em contraste com os valores sociais e costumes políticos vigentes na Grã-Bretanha. A independência das

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Capítulo 6º - A Constituição Francesa de 1848

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Capítulo 6º

A constituição Francesa de 1848

No início de 1848 – o ano do Manifesto Comunista – um furioso vendaval político varreu a Europa Ocidental, ameaçando deitar por terra, em pouco tempo, o edifício conservador e imperial, que o Congresso de Viena erigira, em 1815. As palavras de ordem eram: nacionalismo, trabalho e liberdade. Iniciando-se com a revolução popular de Paris de 24 de fevereiro, em questão de poucas semanas o movimento estendeu-se, como um rastilho de pólvora, ao sudoeste da Alemanha, Baviera, Prússia, Áustria, Hungria, Lombardia, os

Estados Pontifícios e a Itália meridional. Segundo a expressão que fez fortuna, foi “a primavera dos povos”. Ela retrocedeu, porém, em pouco tempo, a um rigoroso inverno político. Com a mesma velocidade do seu desencadear, o movimento insurrecional foi sufocado e seus líderes mortos, presos ou deportados.

Na França, o descontentamento do operariado urbano com os excessos capitalistas do reinado de Luís Felipe de Orléans, instalado no trono desde 1830, foi singularmente reforçado pelo agravamento da fome no campo, em consequência da desastrosa colheita de

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Capítulo 13º - A Declaração Universal dos Direitos Humanos – 1948

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Capítulo 13º

A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS

DIREITOS HUMANOS – 1948

Sentido histórico

Durante a sessão de 16 de fevereiro de 1946 do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, ficou assentado que a Comissão de Direitos Humanos, a ser criada, deveria desenvolver seus trabalhos em três etapas. Na primeira, incumbir-lhe-ia elaborar uma declaração de direitos humanos, de acordo com o disposto no artigo 55 da Carta das Nações Unidas1. Em seguida, dever-se-ia produzir, no dizer de um dos delegados presentes àquela reunião,

“um documento juridicamente mais vinculante do que uma mera declaração”, documento esse que haveria de ser, obviamente, um tratado ou convenção internacional. Finalmente, ainda nas palavras do mesmo delegado, seria preciso criar “uma maquinaria adequada para assegurar o respeito aos direitos humanos e tratar os casos de sua violação”.

A primeira etapa foi concluída pela Comissão de Direitos

Humanos, em 18 de junho de 1948, com um projeto de Declaração Universal de Direitos Humanos, aprovado pela Assembleia

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Lvaro De Azevedo Gonzaga (12)
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Capítulo 1 – DA ATIVIDADE DA ADVOCACIA

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1

DA ATIVIDADE DA ADVOCACIA

1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Estudaremos aqui alguns pontos importantes da ética Profissional do advogado. Analisaremos alguns dispositivos do Estatuto da OAB (EOAB, Lei 8.906/1994), do Novo Código de Ética e Disciplina (NCED) e do Regulamento Geral da OAB

(RGEOAB).

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina “Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina (CED) editado pelo Conselho

Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), que foi editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao

CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título é reservado ao processo disciplinar.

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Capítulo 10 – ORGANIZAÇÃO DA OAB

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10

ORGANIZAÇÃO DA OAB

(Arts. 44 a 67 do EOAB; Arts. 44 a 137 do RGEOAB)

10.1 DEFINIÇÃO

Como órgão de classe, a OAB presta um serviço público, é dotada de personalidade jurídica, forma federativa e não mantém qualquer vínculo funcional ou hierárquico com órgãos da Administração pública.

Não administra bens ou dinheiros públicos, e não é o Poder Público responsável pela escolha da sua direção. Goza de imunidade tributária total em relação aos seus bens, rendas e serviços.

Por apresentar características de autarquias e de não autarquias, é considerada entidade sui generis, ou inominada (ADI 3.026/2006).

O pagamento da anuidade à OAB isenta o advogado de pagar a contribuição sindical.

10.2 ÓRGÃOS DA OAB (ART. 45 DO EOAB) a) Conselho Federal; b) Conselho Seccional; c) Caixa de Assistência ao Advogado; d) Subseções.

Etica_Profissional_Sintetizado_Alvaro_de_Azevedo_617123.indb 127

27/06/2017 16:22:04

|

128    ÉTICA PROFISSIONAL SINTETIZADO – Alvaro de Azevedo Gonzaga

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Capítulo 5 – ADVOGADO EMPREGADO

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5

ADVOGADO EMPREGADO

(Arts. 18 a 21, do EOAB; arts. 11 a 14 do RGEOAB; art. 4.º do NCED)

5.1 DEFINIÇÃO

Advogado empregado é aquele que trabalha com subordinação, pessoalidade, continuidade e mediante remuneração a pessoa física ou jurídica, advogada ou não.

Sendo assim, o advogado terá a proteção da legislação trabalhista, além dos direitos especificamente garantidos pelo Estatuto da Advocacia.

5.2 ISENÇÃO TÉCNICA (ART. 18, EOAB, E ART. 8.º, § 1.º, NCED)

Por ser o advogado empregado, não há que pensar em diminuição ou retirada de sua isenção técnica, em outras palavras, não se deve retirar sua liberdade profissional, pois é patrono e não serviçal. Nem tem o empregador direito de reduzir a independência do advogado. A proteção às prerrogativas profissionais são as mesmas do que aquelas do advogado autônomo. O mesmo se aplica aos advogados públicos.

Todos esses direitos, entretanto, não retiram do advogado o dever de sempre manter seu cliente ou empregador informado e esclarecer as estratégias que serão tomadas.

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Capítulo 8 – ÉTICA E PUBLICIDADE

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8

ÉTICA E PUBLICIDADE

(Arts. 39 a 47 do NCED)

8.1 DA ÉTICA DO ADVOGADO

O advogado deve proceder de forma que o torne merecedor de respeito e que contribua para o prestígio da classe e da advocacia, devendo: a) manter independência em qualquer circunstância sem ter receio de desagradar juiz ou autoridade, nem de incorrer em impopularidade; b) ser responsável pelos atos que, no exercício profissional, praticar com dolo ou culpa; c) cumprir rigorosamente os deveres consignados no Código de Ética e Disciplina.

8.2 PUBLICIDADE DE ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA E

ADVOGADOS

O escritório de advocacia pode anunciar sua atividade com discrição e sobriedade. É preciso haver moderação e intuito de informar sem pretender captar clientela ou mercantilizar a advocacia.

Deve observar aos parâmetros legais da metragem da placa, por exemplo, bem como não pode anunciar suas atividades em outdoors ou em outro lugar que não seja seu escritório. Destacamos algumas dicas sobre publicidade:

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Capítulo 2 – DOS DIREITOS DO ADVOGADO

Álvaro de Azevedo Gonzaga Grupo Gen PDF Criptografado

2

DOS DIREITOS DO ADVOGADO

(Arts. 6.º e 7.º do EOAB; Arts. 15 a 19 do RGEOAB;

Arts. 1.º ao 8.º e 35 a 38 do NCED)

2.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Dispõe o art. 6.º do EOAB que inexiste hierarquia entre magistrados, membros do Ministério Público e advogados.

Art. 6.º do EAOAB. Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.

O art. 7.º do EOAB descreve alguns dos principais direitos do advogado, para que com isso exerça, com liberdade, a profissão em todo o território nacional.

Analisá-los-emos neste capítulo.

Além de direitos individuais dos advogados, são prerrogativas do exercício profissional. Assim, descumprindo-se umas das prerrogativas dos advogados, poder-se-á incorrer em crime contra a garantia do exercício profissional e abuso de autoridade, se o autor do desrespeito for autoridade policial ou judiciária.

Também seu desrespeito outorga legitimidade à OAB de atuar em nome e em favor da categoria profissional que representa.

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Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (3)
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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

Dos Princípios Fundamentais

D Comentários

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina

“Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina

(CED) editado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do

Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título

é reservado ao processo disciplinar.

O presente capítulo tratará dos princípios fundamentais que regem a atuação do advogado, isto é, traçará as normas elementares de cunho

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TABELA COMPARATIVA DO NOVO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

TABELA COMPARATIVA  DO NOVO CÓDIGO

DE ÉTICA E DISCIPLINA

CED/2015

CED/1995

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I

DAS REGRAS DEONTOLÓGICAS

FUNDAMENTAIS

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os demais princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 2º O advogado, indispensável à administração da Justiça, é defensor do Estado

Democrático de Direito, dos direitos humanos e garantias fundamentais, da cidadania, da moralidade, da Justiça e da paz social, cumprindo-lhe exercer o seu ministério em consonância com a sua elevada função pública e com os valores que lhe são inerentes.

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ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM

DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ADVOCACIA

CAPÍTULO I

Da Atividade da Advocacia

Art. 1º São atividades privativas de advocacia:

I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8).

II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.

§ 1º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal.

§ 2º Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados.

D Comentários

As atividades privativas inauguram o EAOAB antes mesmo de qualquer requisito ou definição sobre o que é o advogado, qual seu papel na sociedade e os requisitos indispensáveis para sua inscrição nos quadros do Conselho Seccional.

O inciso I trata de atividades propriamente judiciais, enquanto o inciso

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Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato Jr (2)
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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo GONZAGA, Karina Penna NEVES, Roberto BEIJATO Jr. Grupo Gen ePub Criptografado

TÍTULO I
DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I
Dos Princípios Fundamentais

Comentários

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina “Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina (CED) editado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título é reservado ao processo disciplinar.

O presente capítulo tratará dos princípios fundamentais que regem a atuação do advogado, isto é, traçará as normas elementares de cunho ético que devem fundar a atividade dos advogados, definindo deveres e abstenções, bem como delineando as diretrizes axiológicas gerais que devem nortear toda atividade advocatícia, tanto em juízo como fora dele.

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ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo GONZAGA, Karina Penna NEVES, Roberto BEIJATO Jr. Grupo Gen ePub Criptografado

TÍTULO I
DA ADVOCACIA

CAPÍTULO I
Da Atividade da Advocacia

Art. 1º São atividades privativas de advocacia:

I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8).

II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.

§ 1º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal.

§ 2º Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados.

Comentários

As atividades privativas inauguram o EAOAB antes mesmo de qualquer requisito ou definição sobre o que é o advogado, qual o seu papel na sociedade e os requisitos indispensáveis para sua inscrição nos quadros do Conselho Seccional.

O inciso I trata de atividades propriamente judiciais, enquanto o inciso II elenca a caracterização típica de atividades extrajudiciais que dependem não somente da formação em direito, como da regular inscrição do advogado nos quadros da OAB.

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Abdalla Samuel Lil (44)
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PERMUTAÇÕES

ABDALLA, Samuel Liló Editora Saraiva PDF Criptografado

130  Raciocínio Lógico para Concursos

3ᵃ linha

3

3

3

3

= 81 senhas

1

3

3

1

= 9 senhas

4ᵃ linha (última linha)

Portanto o total será: 81 + 81 + 9 = 171 senhas.

Resposta: 171

“Ah, prometo àqueles meus professores desiludidos que na próxima vida eu vou ser um grande matemático.

Porque a matemática é o único pensamento sem dor.”

(Mário Quintana — 1986)

�� PERMUTAÇÕES

Comecemos por entender o significado da palavra permutar.

Segundo o Dicionário Aurélio, permutação [Do lat. Permutatione] S. f.

1. Ato ou Efeito de permutar, trocar;

2. Substituição;

3. Transposição dos elementos de um todo para se obter uma nova combinação;

4. Substituição de uma letra por outra.

De acordo com o exposto acima, permutação claramente envolve troca de elementos. Na análise combinatória as permutações de objetos tais como números, letras, pessoas etc. serão bastante exploradas.

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EXERCÍCIOS

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106  Raciocínio Lógico para Concursos

Solução: Devemos pensar no pior caso para garantir com certeza a presença das três cores; considerando esse fato as três primeiras bolas são de cores distintas. Uma configuração possível é:

1º retirada

2º retirada

3º retirada

Branca

Vermelha

Preta

4º retirada

Uma das cores já retiradas anteriormente

Portanto se a pergunta fosse 2 de uma mesma cor seriam 4 retiradas. Seguindo o mesmo raciocínio:

1º retirada

2º retirada

3º retirada

4º retirada

5º retirada

6º retirada

Branca

Vermelha

Preta

Branca

Vermelha

Preta

7º retirada

Uma das cores que já foi retirada duas vezes

Portanto são 7 retiradas.

Resposta: C

�� EXERCÍCIOS

1. (BNDES — 2013) Dentro de um pote, há 5 bombons embrulhados em papel azul, 6 embrulhados em

papel vermelho, e 7 embrulhados em papel verde. Quantos bombons, no mínimo, devem ser retirados do pote, sem que se veja a cor do papel, para se ter certeza de haver retirado dois bombons embrulhados em papéis de cores diferentes? a) 3 d) 7 b) 4 e) 8 c) 6

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GABARITO

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164  Raciocínio Lógico para Concursos

os trajetos A ou B são, respectivamente, 0,6 e 0,4. Sabendo-se que Ana não se atrasou, então a probabilidade de ela ter escolhido o trajeto B é igual a: a) 6/25 d) 7/25 b) 6/13 e) 7/16 c) 7/13

43. (FISCAL DE RENDAS — SEFAZ — 2008 — FGV) Um candidato se submete a uma prova contendo três questões de múltipla escolha precisando acertar pelo menos duas para ser aprovado. Cada questão apresenta cinco alternativas, mas apenas uma é correta. Se o candidato não se preparou e decide responder a cada questão ao acaso, a probabilidade de ser aprovado no concurso é igual a: a) 0,104. e) 0,008. b) 0,040. e) 0,200. c) 0,096.

Gabarito

1. d

2. c

3. Errado

Certo

4. b

5. Errado

Certo

Certo

6. Errado

Certo

Errado

Certo

7. a) Certo

b) Errado

8. d

9. b

10. a

11. b

12. a

13. c

14. b

15. a

16. a

17. e

18. c

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PROBLEMA RESOLVIDO

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Princípios de análise combinatória  141

Podemos indicar as permutações com repetição como segue:

Pmm1 ,m 2 ,m3 ,...,mp =

m! m1 ! × m2! × m3 ! × ... × mp !

Essa fórmula será interpretada como sendo Permutação de m elementos e dentre eles existe um tipo de elemento que se repete m1 vezes, um segundo tipo de elemento que se repete m2 vezes, e assim por diante.

Exemplo 2. Obter todas as permutações das letras da palavra ARARA.

Resolução: Observa­‑se que temos que permutar 5 letras e dentre elas existem 3 letras A e 2 letras R, portanto:

P53,2 =

5!

120 120

=

= 10

=

2! × 3! 2 × 6 12

Outra indicação utilizada é mostrada abaixo.

PR(m; m1 , m2 , m3 , ..., mp ) =

m! m1 ! × m2! × m3! × ... × mp !

Para o exemplo anterior teremos:

PR(5; 3, 2) =

5!

= 10

3! 2!

Resposta: 10 permutações

Exemplo 3. Quantos são os anagramas da palavra “BANANA”?

Resolução: Se as letras fossem diferentes, a resposta seria 6! (anagramas); como as três letras

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GABARITO

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Argumentação  81

Gabarito

1. d

2. a

3. a

4. a

5. a

6. c

7. Errado

8. a

9. d

10. d

11. Errado

12. Errado

13. Certo

14. c

15. b

16. d

17. c

18. Certo

19. d

20. c

21. e

22. a

23. e

24. e

25. e

26. c

27. e

28. c

29. I. Errado

II. Certo

30. e

31. d

32. b

33. d

RaciocinioLogicoParaConcursos_2ed_001-182.indd 81

34. e

35. d

36. b

37. d

38. e

39. e

40. c

41. d

42. e

43. b

44. Certo

Errado

Errado

45. Certo

Errado

46. d

47. e

48. e

49. a

50. a

51. c

52. e

53. Errado

54. Errado

55. e

56. c

57. Certo

Certo

58. e

59. a

60. e

19/06/2018 12:55:36

RaciocinioLogicoParaConcursos_2ed_001-182.indd 82

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