Adriano De Paula Rabelo (7)
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PARTE I - NICOLA SACCO

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PARTE I

NICOLA SACCO

CAPÍTULO 1

1921-1926

Nicola Sacco tinha vinte e nove anos quando foi preso com Vanzetti num bonde em Brockton, no estado de Massachusetts, no dia 5 de maio de 1920. Nenhum dos dois tinha passagem pela polícia. Seus doze anos de Estados Unidos anteriores àquela data haviam sido passados principalmente como operário em sapatarias das cidades-satélite de Boston, onde ele desembarcou ao chegar da Itália. Seu primeiro emprego foi como carregador de água para uma turma de operários que trabalhavam na construção de uma estrada em Milford, Massachusetts. Após passar algum tempo trabalhando no setor de fundição de algumas oficinas em Hopedale, no mesmo estado, ele conseguiu empregos melhores numa fábrica de sapatos em Webster e, posteriormente, na fábrica da Milford Shoe Company, na cidade homônima. Trabalhou nesta empresa de 1909 a 1917, fazendo economias por meio de depósitos bancários semanais. Nessa última empresa, ele aprendeu o ofício mais qualificado de dar acabamento aos sapatos.

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ÚLTIMA DECLARAÇÃO DE VANZETTI

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ÚLTIMA DECLARAÇÃO DE VANZETTI

Registrada pelo advogado William G. Thompson

Esta declaração pública foi escrita por Thompson a partir de anotações feitas logo após sua conversa com Vanzetti no dia 22 de agosto de 1927, uma segunda-feira, poucas horas antes da execução. Ele partiu diretamente da antecâmara da morte da Penitenciária Estadual de Charlestown para seu escritório e, chegando lá, transferiu sua experiência para o papel, enquanto ela estava vívida em sua mente. Este registro foi publicado na revista The Atlantic Monthly, em sua edição de fevereiro de 1928, sendo logo depois reimpresso em outra revista, The New Republic.

Sacco e Vanzetti estavam na antecâmara da morte da Penitenciária

Estadual de Charlestown. Tinham plena consciência de que morreriam imediatamente depois da meia-noite. O Sr. Ehrmann e eu, tendo esgotado em seu favor todas as possibilidades legais que estavam ao nosso alcance, renunciamos a uma conduta ativa em relação ao caso, nos mantendo de prontidão, contudo, para ajudar seu novo advogado em qualquer coisa de que ele precisasse.

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AS CARTAS DE SACCO E VANZETTI

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AS CARTAS DE SACCO E VANZETTI

AS CARTAS E SUA EDIÇÃO

A compilação das cartas de Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti que ainda hoje circula em edições sucessivas foi publicada pela primeira vez em novembro de 1928, organizadas por Marion Frankfurter e

Gardner Jackson. Foi o resultado mais significativo e mais duradouro do trabalho realizado pelo Comitê para a Defesa de Sacco e Vanzetti, que, durante os processos em que eles foram envolvidos, atuou intensamente para que os dois tivessem tido um julgamento justo. Pouco depois de consumada a execução, membros do comitê iniciaram contatos com muitos destinatários das cartas, convencendo-os a cedê-las para que compusessem um livro que seria considerado por muitos como a mais eloquente defesa da inocência dos dois anarquistas italianos e mesmo sua comprovação.

Esta compilação das cartas foi organizada e editada por Frankfurter e Jackson de modo a oferecer um retrato o mais aproximado, conciso e expressivo possível dos dois missivistas. Obviamente foi necessário fazer escolhas e proceder a supressões. Referências pessoais e alusões de interesse restrito ao mundo dos autores, tratamentos do mesmo assunto de modo semelhante em cartas diferentes, passagens com sentido muito obscuro, extensas descrições de fatos relacionados a movimentos políticos em outros países ficaram de fora, a fim de se ressaltar a unidade, o interesse e a legibilidade das cartas. Problemas de ortografia e algumas construções frasais muito estranhas à língua inglesa também foram corrigidos. Nada, porém, que prejudicasse a exposição do caráter autêntico das cartas, tendo havido um esforço para que os cortes e modificações se ativessem ao mínimo.

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DEPOIMENTOS DE SACCO E VANZETTI NOS TRIBUNAIS

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DEPOIMENTOS DE SACCO

E VANZETTI NOS TRIBUNAIS

ESCRIVÃO WORTHINGTON: Nicola Sacco, o Sr. tem algo a dizer que justifique por que a pena de morte não lhe deva ser aplicada?

NICOLA SACCO: Sim, senhor. Não sou orador. Também não tenho muita familiaridade com a língua inglesa. Pelo que sei, pelo que meus amigos disseram, meu camarada Vanzetti falará mais que eu, de modo que ele terá a oportunidade de dar mais detalhes.

Nunca tive notícia, nunca ouvi nem mesmo li em toda a história sobre algo tão cruel quanto este tribunal. Após sete anos de processo, ainda nos consideram culpados. E hoje estes gentis senhores estão alistados para nos condenar.

Sei que a sentença resultará de um confronto entre duas classes, a oprimida e a dos ricos, e que sempre haverá colisão entre uma e outra. Nós irmanamos as pessoas através dos livros, da literatura.

Vocês as oprimem, as tiranizam e as matam. Nós buscamos sempre educar as pessoas. Vocês buscam nos colocar à parte da sociedade, bem como a gente de outras nacionalidades, fazendo com que as pessoas se odeiem umas às outras. Por isso é que estou aqui hoje, sentado no banco dos réus, por pertencer à classe oprimida. Afinal vocês são os opressores.

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UM HISTÓRICO DO CASO SACCO E VANZETTI

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UM HISTÓRICO DO CASO SACCO E VANZETTI

Por volta das três horas da tarde do dia 15 de abril de 1920, Parmenter, funcionário encarregado de fazer o pagamento dos empregados da fábrica de sapatos Slater & Morrill, e Berardelli, guarda que o acompanhava, foram alvejados e mortos por dois homens armados com pistolas, enquanto transportavam duas caixas contendo o dinheiro que seria utilizado para pagar os salários dos funcionários da empresa, quantia que somava US$ 15.776,51. Iam do edifício onde ficavam os escritórios para o galpão da fábrica, passando pela rua principal da cidadezinha de South Braintree, no estado de Massachusetts. Enquanto os assassinatos estavam sendo cometidos, um carro com vários outros homens se dirigiu para o local. Os criminosos jogaram as duas caixas de dinheiro no automóvel, pularam para dentro dele, e o veículo partiu em alta velocidade por uma das estradas próximas da linha férrea.

Dois dias depois, o carro foi encontrado abandonado num bosque, longe do cenário desses acontecimentos. Também distante do local do crime, estava um carro menor. No momento do assalto de Braintree, a polícia estava investigando outro assalto, este mal sucedido, ocorrido algum tempo antes na cidade vizinha, Bridgewater. Nos dois casos, testemunhas oculares acreditavam que os criminosos eram italianos.

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Celso Cukier Vanessa Cukier (31)
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26. Cromo

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26

Cromo

Daniella de Brito Trindade

Jéssika Dayane Pereira Soares

Patrícia Cristina Barreto Lobo

Gustavo Duarte Pimentel

INTRODUÇÃO

O cromo (Cr) está presente na água, no solo, nas plantas e animais. Esse metal pode ser encontrado nas valências de –2 a +6; entretanto, as formas mais comuns são: trivalente (Cr3+), biologicamente presente nos alimentos; e hexavalente (Cr6+), forma tóxica e originada da poluição industrial (Lewicki et al.,

2014; NLM, 2016; NIH, 2013).

Embora seja um elemento-traço essencial na alimentação dos seres humanos, dados sobre o teor de cromo nos alimentos ainda são escassos, dificultando a determinação da ingestão dietética recomendada (RDA). Em 2011, foi estabelecida a ingestão adequada (AI), a qual está representada na Tabela 1

(IOM, 2001).

TABELA 1  Ingestão adequada de cromo segundo estágios de vida e sexo

Estágio de vida

AI (µg/dia)

Bebês e crianças

0-6 meses

0,2

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5. Vitamina A

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5

Vitamina A

Fernanda Cobayashi

Camila Longhi Macarrão

INTRODUÇÃO

A vitamina A (lipossolúvel) desempenha diversas funções no organismo, sendo essencial para o crescimento e desenvolvimento, a manutenção da integridade epitelial, o sistema imunológico e a reprodução (Mason et al.,

2001; Underwood e Arthur, 1996). Além disso, destaca-se o seu papel na visão, cujas manifestações clínicas como cegueira noturna e manchas de Bitot indicam quadros de deficiência de vitamina A sistêmica moderada a grave

(WHO, 1996).

A Organização Mundial de Saúde considera a deficiência de vitamina A como problema de saúde pública leve: quando a prevalência no país for ≥ 2 e

≤ 10%; moderada: > 10 e < 20%; e grave: ≥ 20% (WHO, 1996).

A deficiência de vitamina A é prevalente particularmente em países em desenvolvimento. No Brasil, por exemplo, a deficiência é considerada um problema moderado de saúde pública (WHO, 2009). De acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), realizada em 2006, das 3.499 amostras de sangue de crianças menores de 5 anos e das 5.698 amostras de mulheres de 15 a 49 anos, a prevalência de deficiência encontrada foi de 17,4 e 12,3%, respectivamente. E as maiores prevalências foram encontradas nas regiões Nordeste (21,6%) e Sudeste (19,0%) (Brasil, 2009).

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14. Vitamina B6

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14

Vitamina B6

Ana Clara Barreto Marini

Bruna Melo Giglio

Renata Costa Fernandes

Gustavo Duarte Pimentel

INTRODUÇÃO

A vitamina B6 foi identificada na década de 1930, quando Gyorgy observou a sua capacidade de solucionar dermatite acrodinia em ratos, e no ano de

1937 foi proposto o termo vitamina B6. A princípio, a vitamina B6 era inteiramente piridoxina; mais tarde Snell observou a existência de três formas estruturais derivadas da piridina que diferem entre si pelo grupo funcional ligado ao anel. São elas: piridoxina, piridoxal e piridoxamina (Figura 1) (Gyorgy e

Eckardt, 1940).

Essas estruturas, quando fosforiladas na posição cinco, apresentam funções bioativas, como o piridoxal-5-fosfato (PLP) e a piridoxamina-5-fosfato (PMP)

(Figura 1). O PLP é a configuração primária de reações biológicas. A vitamina

B6 é considerada cofator para uma grande quantidade de enzimas que catalisam reações de transaminases, descarboxilases e sintetases, entre outras, que estão envolvidas no metabolismo de carboidratos, na biossíntese e degradação de lipídios, no metabolismo de aminoácidos, na biossíntese de hemoglobina, de neurotransmissores e em várias vias metabólicas importantes (Galluzzi et al., 2013).

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8. Vitamina E

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8

Vitamina E

Gyslaine Pequeno Araujo Cadenazzi

Milena Gonçalves Lima Cardoso

Africa Isabel de la Cruz Perez

Camila Ferraz Lucena

INTRODUÇÃO

A vitamina E é o termo coletivo usado para designar oito compostos lipossolúveis: quatro tocoferóis (alfa, beta, gama e delta tocoferóis) e quatro tocotrienóis (alfa, beta, gama e delta tocotrienóis) produzidos apenas por plantas, que possuem diversas funções fisiológicas específicas, sendo que o alfa-tocoferol é o mais eficiente, presente em maior quantidade nos tecidos, plasma sanguíneo e LDL-colesterol, além de ser o único a suprir os requerimentos de vitamina

E no organismo humano, pois as outras formas não são convertidas em alfa-tocoferol e são fracamente reconhecidas pela proteína transportadora de alfa-tocoferol (alfa-TTP) no fígado (Boni et al., 2010; Traber, 2007).

Esta vitamina é essencial para a fisiologia normal do organismo e seu baixo consumo está associado ao desenvolvimento de doenças, principalmente as crônicas não transmissíveis (DCNT), mas a deficiência pode ser evitada pela ingestão do alfa-tocoferol (Cozzolino, 2009; Boni et al., 2010; Azzi, 2018).

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9. Vitamina C

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9

Vitamina C

Audrey Yule Coqueiro

Raquel Raizel

Andrea Bonvini

Julio Tirapegui

INTRODUÇÃO

A vitamina C apresenta diversas denominações, como: ácido ascórbico, L-ácido ascórbico, ácido deidroascórbico (forma oxidada), ascorbato (forma reduzida), entre outros (Bender, 2003). O termo “vitamina antiescorbútica” também

é utilizado para designar essa vitamina, tendo em vista que sua deficiência ocasiona uma doença conhecida como escorbuto, caracterizada por hemorragias, principalmente nas gengivas, letargia, fadiga, lesões de pele e comprometimento do sistema imune (Monsen, 2000; Bender, 2003; Bivona, Patel e Vajdy, 2017;

Carr e Maggini, 2017; Duarte, Reis e Cozzolino, 2017).

Considerada indispensável à saúde, a vitamina C é um micronutriente que está envolvido na síntese de colágeno, nos mecanismos de defesa antioxidante

(Pullar, Carr e Vissers, 2017) e desempenha, também, papel fundamental no desenvolvimento e na regeneração dos músculos, na conversão de colesterol em ácidos biliares e no aumento da absorção intestinal de ferro. Como um antioxidante, essa vitamina protege o organismo de vários efeitos deletérios causados pelos radicais livres, poluentes e toxinas (Savini et al., 2005; Carr e

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Jos N Umanne Pinto (70)
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ALMIR PAZZIANOTTO

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ALMIR PAZZIANOTTO

19 de abril de 2018

Ex-ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, advogado dos metalúrgicos do ABC nas greves dos anos 70, vaticina perda de força dos sindicatos.

Há uma diferença capital entre as duas prisões de Lula: em 1980, durante o Regime

Militar, foi preso político, acusado de liderar greves consideradas ilegais pelo regime; e, hoje, é preso comum, condenado em primeira e segunda instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro. Almir Pazzianotto

Pinto, que foi advogado do Sindicato dos

Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e

Diadema, hoje do ABC, quando Lula era seu Almir constata que Lula presidente, limitou-se aos fatos acima constata- foi preso político em 1980 e hoje é preso comum. dos. No convívio com o ex-chefe, o ex-ministro do Trabalho lembra que o petista nunca foi

“getulista, petebista, comunista, socialista, social-democrata, democrata cristão e jamais empunhou armas em movimentos terroristas.”

É só “lulista” e sempre se recusou “a reconhecer as limitações pessoais.”

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MARA GABRILLI

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MARA GABRILLI

24 de maio de 2018

Filha de empresário achacado por bandidos armados no esquema de corrupção de Santo André, Mara Gabrilli constata que, pelo menos, tem sido feita justiça no caso Celso Daniel, escândalo que ainda aflige o Brasil.

A deputada federal Mara Gabrilli, filha de um empresário de ônibus de Santo André

– que foi uma das vítimas do achaque de administrações petistas da cidade sob o comando do prefeito Celso Daniel, executado a tiros no meio do mato –, acredita que esse esquema foi “laboratório” para mensalão, petrolão e outros escândalos posteriores. Lamenta que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal

(STF) Ricardo Lewandowski tenha feito retroceder processos judiciais em que seus assassinos estavam sendo punidos e, também por isso, o mandante do crime, Sérgio Gomes

Mara Gabrilli lamenta que mandante da da Silva, tenha morrido impune. Ela também morte de Celso Daniel cita consequências em que vários envolvitenha morrido impune, dos na corrupção e no assassinato pagaram mercê de penada de por isso.

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JOSÉ PAULO CAVALCANTI FILHO

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JOSÉ PAULO CAVALCANTI FILHO

25 de julho de 2018

Para Cavalcanti, como no caso do tríplex, o Führer não assinou ordem para matar judeus e só 0,6% dos recursos contra prisão após 2ª instância foram revistos.

Não há um papel assinado por Hitler ordenando a matança dos judeus, lembra o jurista José

Paulo Cavalcanti Filho, que fez parte da Comissão de Notáveis para fazer um projeto para a

Constituição, convidado por

Tancredo Neves, e da Comissão

Cavalcanti confessa que escolherá candidato menos ruim à Presidência

Nacional da Verdade sobre os na última hora. crimes da ditadura, a convite de

Foto: Acervo familiar.

Dilma Rousseff. Segundo ele, “a pergunta é se a ausência de um documento assinado por Hitler seria suficiente para negar ter sido ele responsável pelo Holocausto.

Basicamente, temos depoimentos dos sobreviventes. Sem nada em comum entre eles. Como nas delações premiadas do triplex. O que nos leva à questão básica de saber se, ausente uma assinatura, depoimentos ou documentos assim valeriam, como prova, para condenar alguém. Problema, contra Hitler, é não ser crível que algo assim pudesse ter ocorrido longe de seus olhos. Ou de seu comando. Sem conhecimento, e consentimento, da autoridade maior. Do chefe.

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IPOJUCA PONTES

José Nêumanne Pinto Editora Almedina PDF Criptografado

IPOJUCA PONTES

10 de outubro de 2018

Ipojuca Pontes diz que Lula e o PT, da organização criminosa internacional

Foro de São Paulo, transformaram o Brasil no pior saco de excrementos do mundo ocidental.

“Bolsonaro, pelo que investiguei, sempre foi um rebelde, faltava a causa”, diz Ipojuca

Pontes. “E quer causa mais justa do que se indignar – e enfrentá-las – com as comanditas que exploram miseravelmente o Brasil?

Tenho a impressão de que ele se fez político quando percebeu que uma boa parte da população consciente se lançou contra o establishment esquerdista. Quero dizer, aprendeu, corajosamente, a navegar a favor da

Para Ipojuca, o Brasil maré nacionalista, patriótica e cristã que distem futuro, desde tingue a nossa população. Deu no que deu!”. que coloque a hidra

Ipojuca, que foi secretário nacional da Cultura em seu lugar, e o que no governo Collor, disse que, “para o político importa é se manter vivo e combater o bom profissional, as bruxas podem devorar a grana combate. saqueada do bolso do contribuinte, mas ele tem

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MODESTO CARVALHOSA

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MODESTO CARVALHOSA

3 de maio de 2018

Especialista em combate à corrupção, Carvalhosa denuncia arcabouço de impunidade com que chefões dos partidos e burocratas de alto escalão dos três poderes sempre escapam de punição.

“O crime organizado da corrupção, que tem como instrumento os partidos políticos, construiu um arcabouço de leis em causa própria e de apropriação criminosa de recursos do Tesouro que assegura aos nossos atuais

“representantes” – todos bandidos – a reeleição para os mesmos ou para outros cargos em

2018.” Este é um dos petardos disparados pelo jurista Modesto Carvalhosa. Assim como esta, outra conclusão do mesmo entrevistado é: “o

Carvalhosa usa lógica e

‘quadrilhão do STF’ é o braço armado do crime destemor para denunciar organizado da corrupção, que, desafiando a nossa Justiça que tolera, ao invés de combater, a sociedade, pretende continuar lutando pela impunidade. restauração plena dos corruptos na direção

Foto: Acervo da família. do nosso país. Cabe aos ilustres e respeitados ministros decentes daquela Corte, em maioria, resistir às investidas cavernosas de seus colegas do quadrilhão, cada vez mais ousados na defesa, proteção e liberação dos bandidos da classe política e do empresariado”.

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