William E Prentice (26)
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Medium 9788580550771

10. Avaliação da Lesão Fora do Campo

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

10

Avaliação da Lesão Fora do Campo

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Discutir sobre a importância do fisioterapeuta esportivo na determinação de um diagnóstico clínico preciso.

• Revisar a terminologia usada na avaliação de lesões.

• Aplicar o esquema de avaliação fora do campo

HOPTE.

• Organizar o processo de registro dos resultados da avaliação fora do campo ou progressiva.

■ Sumário

• Reconhecer as técnicas de diagnóstico adicionais que podem ser colocadas à disposição do fisioterapeuta esportivo pelo médico da equipe.

• Discutir como se pode realizar uma avaliação de risco ergonômico para reduzir lesões relacionadas ao local de trabalho.

■ Palavras-chave

Diagnóstico e avaliação clínica 277

biomecânica

sequela

Conhecimentos básicos 277

patomecânica

síndrome

Avaliações do progresso 289

etiologia

Como registrar a avaliação da lesão 291

mecanismo

amplitude de movimento ativa

Notas SOAP 291

patologia

Exames e testes diagnósticos adicionais usados pelo médico 292

sintomas clínicos

Avaliação de risco ergonômico 297

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Medium 9788580550771

11. Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e Precauções Universais

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

11

Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e

Precauções Universais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Discutir como as doenças infecciosas são transmitidas de uma pessoa a outra.

• Descrever como o sistema imunológico neutraliza e elimina antígenos que invadem o corpo.

• Explicar o que são os patógenos de transmissão sanguínea e como eles podem infectar pacientes e fisioterapeutas esportivos.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite B.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite C.

• Descrever a transmissão, os sintomas e os sinais do vírus da imunodeficiência humana.

■ Sumário

• Explicar as formas de transmissão mais frequentes vírus da imunodeficiência humana.

• Relacionar os prós e os contras da participação esportiva de atletas com vírus da hepatite B, vírus da hepatite C ou vírus da imunodeficiência humana.

• Avaliar as precauções universais conforme determinado pela Occupation Safety and Health

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Medium 9788580550771

12. Uso de Modalidades Terapêuticas

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

12

Uso de Modalidades Terapêuticas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer as implicações jurídicas de tratar o paciente com modalidades terapêuticas.

• Descrever os usos de vários tipos de modalidades.

• Demonstrar corretamente diferentes tipos de técnicas termoterapêuticas e crioterapêuticas.

■ Sumário

• Discutir a base fisiológica e os usos terapêuticos das correntes elétricas estimulantes.

• Examinar o uso do ultrassom na sala de fisioterapia.

• Descrever como a massagem, a tração e a compressão intermitente podem ser usadas como agentes terapêuticos.

■ Palavras-chave

Considerações jurídicas 317

isquemia

atenuação

Classificação das modalidades terapêuticas 317

condução

efeito piezelétrico

Modalidades eletromagnéticas 317

convecção

área de radiação efetiva

Modalidades sonoras 332

radiação

Modalidades mecânicas 336

conversão

Modalidades que comumente não são usadas por fisioterapeutas esportivos 343

resposta de caça

proporção de não uniformidade do raio (BNR – beam nonuniformity ratio)

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Medium 9788580550771

13. Utilização do Exercício Terapêutico na Reabilitação

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

13

Utilização do Exercício

Terapêutico na Reabilitação

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Explicar como o fisioterapeuta esportivo aborda a reabilitação.

• Comparar o exercício terapêutico e o de condicionamento.

• Descrever as consequências da inatividade súbita e a imobilização por lesão.

• Reconhecer os principais componentes de um programa de reabilitação.

• Discutir o conceito de exercícios de cadeia cinética aberta versus fechada.

• Explicar a importância de incorporar o treinamento da estabilização central no programa de reabilitação.

■ Sumário

Abordagem do fisioterapeuta esportivo à reabilitação

350

Exercício terapêutico versus exercício de condicionamento 350

Inatividade física súbita e imobilização por lesão 351

Principais componentes de um programa de reabilitação 351

Desenvolvimento de um plano de reabilitação 359

Abordagens adicionais ao exercício terapêutico na reabilitação 362

Aquisição e manutenção dos equipamentos de exercício terapêutico 376

Resumo 376

• Avaliar a importância dos exercícios aquáticos na reabilitação.

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Medium 9788580550771

14. Farmacologia, Fármacos e Esportes

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

14

Farmacologia, Fármacos e Esportes

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Definir o termo fármaco.

• Identificar os vários métodos pelos quais os fármacos podem ser administrados.

• Analisar a farmacocinética relativa a absorção, dispensação, metabolismo e excreção.

• Explicar a diferença entre administrar e dispensar medicamentos.

• Manifestar preocupações jurídicas relativas à administração de medicamentos à população de atletas.

• Aplicar os vários protocolos que o fisioterapeuta esportivo deve seguir para administrar medicamentos de venda livre aos pacientes.

■ Sumário

O que é um fármaco? 382

Farmacocinética 382

Aspectos legais na administração versus dispensação de fármacos 384

Fármacos terapêuticos de uso restrito 388

Fármacos que podem aumentar a frequência de doenças causadas pelo calor 401

Protocolos para o uso de medicamentos de venda livre 402

Abuso de substâncias entre os atletas 402

Exame antidoping em atletas 414

Resumo 417

• Categorizar os vários medicamentos que podem ser usados para tratar infecções, reduzir dor e inflamação, relaxar músculos, tratar distúrbios gastrintestinais, tratar sintomas de resfriados e congestões nasais e controlar sangramentos.

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Vanderlei Moraes Corr A Rosane Rosner Boletti (6)
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Medium 9788582603147

Capítulo 1 - Introdução à ergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução à ergonomia

Da junção das palavras gregas “ergon” (trabalho) e “nomos” (leis, preceitos), surgiu a ergonomia, a ciência do trabalho, uma disciplina orientada para uma abordagem sistêmica de todos os aspectos da atividade humana. Sua meta é, essencialmente, analisar a adequação do trabalho ao ser humano, o que envolve principalmente observar o ambiente em que esse trabalho é executado. A acepção da palavra trabalho é ampla e compreende as ações efetuadas com o uso de equipamentos, bem como as diversas conjunturas que transcorrem na relação entre o ser humano e a produção. Neste capítulo, veremos quais são os fundamentos da disciplina que promove e sustenta as possibilidades de melhor adequação de um ambiente/produto ao seu usuário.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia e seus principais objetivos. s Discutir fatos importantes da história da disciplina. s Diferenciar microergonomia de macroergonomia. s Explicar qual é o papel do ergonomista e aplicar os conceitos discutidos. s Explicar por que a ergonomia é essencialmente transdisciplinar e adotar uma abordagem transdiciplinar na prática ergonômica. s Reconhecer as classificações da disciplina, explicando as particularidades de cada uma. s Identificar os ramos de atuação da ergonomia.

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Medium 9788582603147

Capítulo 2 - Ergonomia física

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Ergonomia física

Como vimos no capítulo anterior, o ergonomista deve ter um conhecimento mínimo sobre as características físicas e cognitivas do homem a fim de criar e adaptar projetos adequados às suas proporções e possibilidades. Ainda, deve entender como o corpo humano realiza trabalho e quais são as características do indivíduo que lhe permitem estar apto a exercer determinada função. Neste capítulo, trataremos das disciplinas que constituem o domínio de especialização da ergonomia conhecido como ergonomia física. Serão apresentadas noções das disciplinas de anatomia e fisiologia humanas, biomecânica ocupacional e cinesiologia, bem como a antropometria em detalhes. Ainda, sempre que pertinente, será feita a relação entre o conteúdo e a qualidade de vida no trabalho, que será mais bem explorada nos capítulos posteriores.

Objetivos de aprendizagem s Aplicar conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia na concepção de projetos de postos de trabalho e equipamentos. s Defender a consideração da estrutura e função dos sistemas esquelético, muscular e nervoso na análise ergonômica. s Diferenciar trabalho muscular estático de dinâmico. s Definir antropometria e utilizá-la na análise ergonômica. s Discutir a evolução da disciplina antropometria. s Aplicar os conhecimentos de biomecânica e cinesiologia na análise ergonômica.

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Medium 9788582603147

Capítulo 3 - Macroergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Macroergonomia

Hoje se tem uma visão mais ampla da ergonomia, uma visão holística, que não mais se restringe ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, mas também engloba o contexto organizacional, considerando as condições psicofisiológicas do trabalhador e sua interação com a estrutura da organização. A macroergonomia, ou ergonomia organizacional, prioriza o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas, o que garante intervenções ergonômicas com melhores resultados, reduzindo o índice de erros e gerando maior aceitação e colaboração por parte dos envolvidos. Neste capítulo, são mostrados em detalhes os fatores ambientais dos postos de trabalho e sua relação com a qualidade de vida no trabalho. Ainda, será analisado o contexto organizacional e sua relação com as condições de trabalho.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia ambiental e aplicar o conhecimento sobre as questões ambientais na análise ergonômica. s Interpretar e aplicar a norma NR 17 – Ergonomia. s Definir ergonomia organizacional e defender sua aplicação. s Relacionar conceitos como cultura organizacional e satisfação no trabalho com a macroergonomia. s Identificar e discutir as premissas para uma análise macroergonômica do trabalho, comparando-a à análise microergonômica.

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Medium 9788582603147

Capítulo 4 - Ergonomia cognitiva

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

Ergonomia cognitiva

A ergonomia cognitiva, também conhecida como engenharia psicológica, ocupa-se da análise dos processos mentais, como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetam a relação entre o homem e outros elementos de um sistema. Trata-se de um campo de estudo interdisciplinar, mas seu objetivo primeiro é tornar as soluções tecnológicas compatíveis às necessidades e características dos usuários. Neste capítulo, conheceremos melhor as atividades mentais que são importantes para a análise ergonômica, bem como os conceitos mais importantes da interação humano-máquina.

Objetivos de aprendizagem s Definir atividade mental no âmbito do trabalho. s Explicar por que a captação da informação, a memória e a manutenção do estado de alerta são processos mentais de suma importância para o ergonomista. s Identificar as etapas do processamento de informação no sistema humano-máquina. s Reconhecer a importância da interface no projeto de produtos. s Identificar mostradores e controles adequados a cada atividade de trabalho. s Conceituar e aplicar o ergodesign.

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Medium 9788582603147

Capítulo 5 - Doenças relacionadas ao trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Doenças relacionadas ao trabalho

As doenças ocupacionais são enfermidades diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), que englobam mais de 30 doenças, como a tendinite

(inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

Neste capítulo, veremos em detalhes as doenças ocupacionais mais importantes, programas de prevenção e o que dizem as legislações brasileira e internacional a respeito.

Objetivos de aprendizagem s Distinguir doenças do trabalho de doenças ocupacionais. s Reconhecer as principais doenças relacionadas ao trabalho, identificar suas causas e listar formas de preveni-las. s Aplicar as normas da legislação na prática ergonômica. s Listar os programas de prevenção em SST. s Discutir as responsabilidades da organização e do empregado na prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. s Explicar o que é ginástica laboral e sua importância na prevenção em SST.

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Steven J Fleck William J Kraemer (11)
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Medium 9788582713891

Capítulo 10 - Treinamento Resistido para Crianças

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

10

Treinamento Resistido para Crianças

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as adaptações ao treinamento em pré-adolescentes e adolescentes;

2. discutir lesões agudas e crônicas decorrentes de treinamento em pré-adolescentes e adoles­centes;

3. descrever as etapas para o desenvolvimento adequado, seguro e eficaz de um programa de trei­ namento com pesos para pré-adolescentes e adolescentes;

4. descrever diferenças em programas de treinamento resistido para crianças de idades variadas;

5. elaborar um programa de treinamento resistido periodizado para pré-adolescentes e adoles­ centes; e

6. descrever as alterações/adaptações nos equipamentos de força que possam ser necessárias para que crianças realizem o treino resistido, incluindo aumentos apropriados da carga durante o programa.

A popularidade do treinamento resistido entre pré-púbe­-

r­ es e adolescentes aumentou espantosamente. A aceita­

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Medium 9788582713891

Capítulo 11 - Treinamento Resistido para Idosos

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

11

Treinamento Resistido para Idosos

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. diferenciar fatores modificáveis e não modificáveis relacionados à população com mais idade;

2. descrever as alterações hormonais resultantes do processo de envelhecimento em homens e mulheres com relação à andropausa e à menopausa, e as implicações gerais à população idosa;

3. listar as alterações na composição corporal associadas ao envelhecimento e ao indivíduo, bem como os impactos cumulativos;

4. explicar o fenômeno da perda de força e potência musculares, bem como as causas na popu­ lação de pessoas idosas;

5. listar as adaptações principais no treino resistido para a população idosa; e

6. identificar os aspectos mais importantes na elaboração de um programa de treino resistido para idosos.

Com o avanço da idade, os indivíduos mais velhos passam

por várias mudanças em seus corpos, incluindo diminuições nas secreções hormonais, atrofia muscular e reduções na densidade óssea. As alterações que ocorrem com o envelhecimento têm efeitos drásticos, em consequência de perda de função e da independência. Um programa ideal de treinamento resistido pode atenuar as reduções fisiológicas, melhorar o funcionamento e inten­si­ficar as capacidades físicas. Para pessoas de todas as idades, a saúde de sistemas, tecidos e células melhora somente quando usados. Para a musculatura esquelética, isso significa que alterações e adaptações associadas ao treinamento ocorrem apenas naquelas unidades motoras empregadas num exercício. Cabe ressaltar que outros sistemas também se beneficiam do recrutamento das unidades motoras (como a tensão cardiovascular reduzida com aumento da força periférica). Idosos de todas as idades podem se beneficiar da realização de programas de treino resistido corretamente elaborados, sendo capazes de colocá-los em prática, inclusive homens e mulheres de idades bastante avançadas (ver Figura 11.1).

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Medium 9788582713891

Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

1

Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

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Medium 9788582713891

Capítulo 2 - Tipos de Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

2

Tipos de Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. definir treinamento isométrico, de carga externa dinâmica constante, de carga variável, de carga dupla­mente variável, isocinético, e excêntrico;

2. descrever o que se sabe a partir de pesquisas sobre frequência ideal, volume e intensidade de treinamento para resultar em aumentos de força, aumentos no desempenho motor, aumentos na hipertrofia e mudanças na composição corporal com os vários tipos de treino;

3. descrever as considerações específicas a cada tipo de treinamento;

4. discutir de que maneira os vários tipos de treino se comparam quanto aos incrementos de força, melhora de de­sempenho motor, hipertrofia e mudanças de composição corporal; e

5. definir e discutir a especificidade de fatores de treinamento, como especificidade do ângulo ar­ ticular, especificidade da velocidade e especificidade de teste.

A maioria dos atletas e entusiastas da aptidão física rea­liza o treinamento de força como parte dos seus pro­gramas gerais de treinamento. O principal interesse dos atletas não é quanto peso pode ser levantado, mas se os aumentos na força e na potência e as alterações na com­posição corporal provocados pelo treinamento de força resultarão em me­ lhor desempenho nos seus esportes. Os entusiastas da apti­ dão física podem estar interessados em algumas das mes­ mas adaptações ao treinamen­to que os atletas, mas também nos benefícios para a saúde como, por exem­plo, redução da pressão arterial e mudanças na compo­sição cor­poral, bem como uma aparência em forma, que po­dem ser ocasionadas pelo treinamento de força.

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Medium 9788582713891

Capítulo 3 - Adaptações Fisiológicas ao Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

3

Adaptações Fisiológicas ao

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. entender os componentes básicos do metabolismo do exercício e como contribuem e se adaptam a estímulos diferentes de exercícios;

2. descrever a anatomia e fisiologia dos músculos esqueléticos e os mecanismos da especificidade de adaptação ao exercício;

3. explicar o papel do sistema nervoso nas ações, no controle e nas adaptações musculares ao exercício,

4. descrever o princípio de tamanho e compreender como ele reflete e, de modo fundamental, de­ termina os aspectos funcional e metabólico, tanto do exercício quanto das adaptações;

5. explicar as alterações na composição corporal esperadas com as diferentes formas de treina­ mento, além do tempo necessário para essas alterações;

6. discutir a complexidade e a importância das respostas a exercícios resistidos, bem como as adap­tações dos principais hormônios anabólicos e catabólicos, e como isso tem a ver com a ela­boração de um programa;

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Steve Cotter (11)
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Medium 9788582711101

Apêndice - Nutrição e hidratação

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

NUTRIÇÃO E HIDRATAÇÃO

Comer pelo valor calórico e comer para saúde e desempenho são fundamentalmente diferentes. Também, não há um tipo de planejamento alimentar ou dieta universalmente aceita pelos especialistas em nutrição, e as livrarias estão lotadas de livros de dieta.

Qual delas é a melhor?

Escolher a melhor dieta para você é um processo de autodescoberta e experimentação; entretanto, uma coisa com a qual podemos contar é uma abordagem lógica para nutrição. Se alguma coisa faz sentido para você, parece bom e fornece bons resultados, você pode assumir que é uma boa maneira de se alimentar. Se você se sente saudável e forte, mantenha o equilíbrio na alimentação quanto ao tipo, quantidade e combinações que dão a você bons resultados. Mas se você se sente lento ou tem problemas de saúde, considere cuidadosamente o que você está comendo e tente se tornar mais informado sobre o que é mais saudável para o seu corpo.

Este não é um livro sobre nutrição, mas posso contar a você o que faz eu me sentir ótimo! Aqui estão algumas das dicas nutricionais que compartilho como parte de minha filosofia de alimentar-se de forma saudável. Você pode escolher em seguir algumas dessas ideias e desistir de outras, ou pode combinar algumas ideias com outras até descobrir a fórmula que funcione para você. A nutrição é uma parte crucial em nossas vidas, e uma abordagem nutricional saudável o ajudará a se recuperar mais rápido depois dos treinos e ter melhor desempenho durante eles.

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Medium 9788582711101

Capítulo 10 - Programas de treinamento específicos para o esporte

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

PROGRAMAS DE TREINAMENTO

ESPECÍFICOS PARA O ESPORTE

O

treinamento com kettlebell não é apenas benéfico para melhorar o condicionamento físico geral, mas, também, pode complementar a preparação de força e condicionamento de atletas de muitos esportes. Embora alguns esportes tenham um foco restrito, enfatizando uma qualidade sobre todas as outras, a maioria dos esportes exige uma variedade de habilidades, amplitudes de movimento e sistemas de energia. Por exemplo, o halterofilismo concentra-se na qualidade peculiar de desenvolver força máxima, ou no limite; e a maratona foca em maximizar a aptidão cardiorrespiratória e resistência. Mas muitos outros esportes exigem uma combinação integrada de qualidades. Por essa razão, o treinamento com kettlebell é um ótimo complemento para o condicionamento da maioria dos atletas – que é por natureza uma combinação de força, potência, resistência e mobilidade. Ao mesmo tempo, para que um programa de cross-training com kettlebell (ou qualquer outro programa) seja eficaz, os sistemas de energia e padrões de movimento do esporte em questão precisam ser levados em conta também.

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Medium 9788582711101

Capítulo 1 - Vantagens do treinamento com kettlebell

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

VANTAGENS DO TREINAMENTO

COM KETTLEBELL

E

se eu dissesse que você pode alcançar todos os seus objetivos de aptidão física se exercitando apenas 30 minutos, ou menos, por dia, três ou quatro vezes por semana, apenas com uma única ferramenta de preço acessível no conforto de sua própria casa ou escritório? E se eu dissesse que você pode ter os benefícios completos de um programa de exercícios compacto sem utilizar um equipamento extravagante, de mau gosto e suplementos caríssimos, ou ainda, sem precisar frequentar academias de ginásticas caras? Bem, você pode, e esse livro mostrará a você como. Seja bem-vindo ao Treinamento com Kettlebell, o livro sobre a ginástica compacta e portátil chamada

Kettlebell!

Os adeptos da aptidão física, força e condicionamento têm tido um longo caminho nas últimas duas décadas. Há pouco tempo atrás, nosso conhecimento sobre aptidão física e treinamento era limitado a programas de musculação, que geralmente deixam duro e dolorido mais tarde; os métodos de treinamento de distância longos e curtos, como caminhada e ciclismo, e outros programas de condicionamento aeróbio baseado no consumo de tempo que trabalham coração e pulmão, mas não fortalecem o resto do seu corpo; e os abarrotados programas de exercícios de alto impacto, que geralmente são prejudiciais para joelhos, quadris e costas, e que podem ser frustrantes para praticantes fora de forma ao tentar seguir o animado instrutor. Para dificultar mais ainda, a maioria dessas opções populares de treinamento de aptidão física é unidimensional, enfatizando a força, tônus muscular ou condicionamento cardiorrespiratório, mas raramente combinam esses componentes importantes em um pacote abrangente. Além disso, ao focar em uma única forma em detrimento de outra, não é

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Medium 9788582711101

Capítulo 2 - Iniciando o treinamento com kettlebell

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

INICIANDO O TREINAMENTO

COM KETTLEBELL

O

treinamento com kettlebell tem conquistado entusiastas da boa forma ao redor do mundo porque incorpora muitas características físicas importantes em uma única sessão de exercícios e com uma única ferramenta. Força, potência, resistência e mobilidade são todas desafiadas com o treinamento com kettlebell. Antes de iniciar seu próprio programa de treinamento, é necessário que você tenha uma completa apresentação da ferramenta e do método de treinamento. Você precisa saber quais tipos de kettlebell estão disponíveis e qual é a melhor opção para você, como comprar um, que roupa vestir durante o treinamento e onde você pode treinar. Este capítulo fornece as informações que você necessita para iniciar o treinamento com confiança.

TIPOS DE KETTLEBELL

Existem dois tipos comuns: o clássico de ferro fundido, para condicionamento físico; e o competitivo de aço, para kettlebell esportivo. A despeito de seus nomes, o de competição pode ser utilizado para fins de condicionamento físico, e o clássico pode ser utilizado para competição.

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Medium 9788582711101

Capítulo 3 - Princípios dos exercícios

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

PRINCÍPIOS DOS EXERCÍCIOS

A

gora que você já aprendeu o que é um kettlebell e porque ele pode ser a ferramenta e o método de treinamento ideais para ajudá-lo a atingir seus objetivos de condicionamento físico, está quase pronto para começar a aprender os exercícios básicos. Mas, antes de fazer isso, será útil entender alguns dos princípios dos exercícios subjacentes envolvidos no levantamento de kettlebell para que você saiba, com certeza absoluta, o que pode e o que não pode, provavelmente, ocorrer durante os vários estágios de treinamento. Isso ajudará você no estabelecimento de metas claras e específicas e aumentará a probabilidade de alcançá-los.

O kettlebell tem um desenho único e oferece alguns aplicativos exclusivos para o condicionamento físico, mas não é mágico e você está sujeito a certas leis anatômicas e fisiológicas se estiver usando um kettlebell, barra, haltere ou qualquer outro tipo de aparelho de exercício. Este capítulo discute essas importantes orientações de exercícios para que você tenha um roteiro detalhado dos pontos fortes e limitações dessa notável ferramenta. Em um primeiro momento, ele descreve os princípios fisiológicos da ciência do exercício e explica como usar esses importantes fundamentos, a fim de estruturar de modo inteligente suas sessões de treinamento com kettlebell.

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Staugaard Jones Jo Ann (11)
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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

10

A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Medium 9788520440018

1. Direção anatômica, planos e movimentos

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Direção anatômica, planos e movimentos

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A posição anatômica fornece um ponto de referência padrão para um indivíduo. Nesta posição, o corpo está na vertical, a cabeça, os olhos e os artelhos estão voltados para a frente e os braços e as mãos estão pendentes na lateral do corpo, com as palmas das mãos voltadas para a frente.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

DIREÇÃO ANATÔMICA, PLANOS E MOVIMENTOS

Termos para descrever a direção

Anterior. Situado ou voltado à frente do corpo. (Também chamada de ventral.) Assim, um termo com o prefixo “antero” significa “antes”.

Posterior. Situado em direção à parte de trás do corpo (Também chamada dorsal.) “Postero” indica um modo combinado, denotando relação com a parte posterior, por exemplo, posterolateral.

Inferior. Situado abaixo, ou dirigido para baixo, afastando-se da cabeça.

Superior. Situado acima, em direção à cabeça.

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Medium 9788520440018

2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

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O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

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3. Coluna vertebral

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Coluna vertebral

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Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

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4. Core

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Core

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O core do corpo recebe muita atenção, mas do que se trata realmente? Dependendo da fonte, pode ser qualquer coisa, desde os músculos abdominais até todo o tronco. Neste livro, será considerado como a área da parte lombar da coluna vertebral à pelve, geralmente chamada de core central. A parte inferior da coluna vertebral e a pelve são interdependentes; devem estar em equilíbrio e em alinhamento entre si para funcionar corretamente. Qualquer incongruência afetará outras

áreas, desde a parte superior da coluna vertebral até os pés; essencialmente, todo o comprimento do corpo.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

CORE

Região lombar da coluna vertebral

Existem cinco vértebras lombares (LI-LV), localizadas aproximadamente no centro do corpo. São maiores, mais espessas e, portanto, mais pesadas do que os outros ossos da coluna vertebral. Têm uma curva lordótica, ou seja, anteriorizada ou para a frente, que contrabalança a curva torácica posterior. Os discos intervertebrais (a cartilagem entre os ossos) têm um terço da espessura dos corpos vertebrais, o que possibilita uma maior mobilidade em flexão, extensão e inclinação lateral. A rotação é limitada, em razão das propriedades de projeção reta, comprimento curto e volume aumentado dos processos espinhosos posteriores, juntamente

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