William E Prentice (26)
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Medium 9788580550771

20. O Cotovelo

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

620

William E. Prentice

ANATOMIA DA ARTICULAÇÃO

DO COTOVELO

Ossos

A articulação do cotovelo é composta por três ossos:

úmero, rádio e ulna (Fig. 20.1). A extremidade distal do

úmero forma dois côndilos articulares. O côndilo lateral

é chamado capítulo, e o medial, tróclea. O capítulo, que

é convexo, articula-se com a cabeça côncava do rádio.

A tróclea, que tem a forma de um carretel, encaixa-se em um sulco articular, a incisura troclear, que se encontra na ulna, entre os processos do olécrano e coronoide.

Acima de cada côndilo, está uma projeção chamada epicôndilo. A formação estrutural da articulação do cotovelo permite a flexão e a extensão por meio da articulação da tróclea com a incisura troclear da ulna. A pronação e a supinação do antebraço são possíveis porque a cabeça do rádio roda contra o capítulo livremente, sem quaisquer limitações ósseas.20

Articulações

O complexo do cotovelo é constituído por três articulações distintas: umeroulnar, umerorradial e radioulnar proximal (Fig. 20.2). A articulação umeroulnar é a articulação entre o úmero distal medialmente e a ulna proximal. Quando o cotovelo está em flexão, a ulna desliza para a frente até que o processo coronoide da ulna atinja o assoalho da fossa coronoide do úmero. Na extensão, a ulna desliza para trás até que o processo do olécrano da ulna entre em contato com a fossa olecraniana do úmero

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24. Tórax e Abdome

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

Fisioterapia na Prática Esportiva

E

ste capítulo trata das lesões desportivas no tórax e no abdome. Em um meio esportivo, as lesões no tórax e no abdome têm uma incidência menor do que as lesões nas extremidades. No entanto, ao contrário das lesões musculoesqueléticas de membros discutidas até o momento, as lesões de coração, pulmões e vísceras abdominais podem ser graves e, até mesmo, fatais se não forem reconhecidas e tratadas de forma adequada. É imperativo que o fisioterapeuta esportivo esteja familiarizado com a anatomia e as lesões mais comuns de abdome e tórax (Fig. 24.1).

761

24.2). Suas prinA caixa torácica protege o coração e cipais funções são os pulmões. proteger os órgãos vitais respiratórios e circulatórios e ajudar os pulmões na inspiração e expiração durante o processo de ventilação. Dentro da caixa torácica, estão os pulmões, o coração e o timo.

Costelas, cartilagens costais e esterno

As costelas são ossos achatados que estão ligados às vértebras torácicas posteriormente e ao esterno anteriormente. As sete costelas superiores são chamadas de costelas esternais ou verdadeiras; cada costela se une ao esterno por uma cartilagem costal separada. A 8a, 9a e

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3. Considerações Ambientais

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

3

Considerações Ambientais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Descrever a fisiologia da hipertermia.

• Reconhecer os sinais clínicos do estresse térmico e explicar como ele pode ser prevenido.

• Identificar as causas da hipotermia e os principais distúrbios causados pelo frio e explicar como eles podem ser prevenidos.

• Examinar os problemas que a altitude elevada pode causar ao atleta e explicar como eles podem ser administrados.

• Revisar o modo como o atleta deve se proteger da exposição ao sol.

■ Sumário

• Descrever as precauções que devem ser tomadas durante uma tempestade com raios.

• Listar os problemas que a poluição do ar pode causar ao atleta e explicar como eles devem ser evitados.

• Discutir que efeito a disritmia circadiana pode ter sobre os atletas e quais são os melhores procedimentos para lidar com esse problema.

• Comparar o efeito da grama sintética sobre a incidência de lesões em comparação com a grama natural.

■ Palavras-chave

Hipertermia 92

hipertermia

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26. Outras Condições Médicas Gerais

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

26

Outras Condições Médicas Gerais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar o papel do sistema imunológico na prevenção de doenças.

• Distinguir as diferentes infecções virais que podem afetar o paciente.

• Identificar sinais e sintomas de infecções respiratórias.

• Categorizar distúrbios do sistema muscular.

• Examinar distúrbios associados ao sistema nervoso.

• Reconhecer distúrbios dos sistemas vascular e linfático.

• Explicar o diabetes melito e contrastar o coma diabético e o choque insulínico.

■ Sumário

• Indicar as causas da epilepsia e explicar como proceder corretamente quando acontece uma convulsão.

• Explicar o que causa a hipertensão e como ela pode ser controlada.

• Descrever os sinais e sintomas clássicos do câncer.

• Comparar e contrastar os sinais e sintomas das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns.

• Explicar as irregularidades menstruais e o seu efeito.

• Rever a reprodução feminina e a gravidez.

■ Palavras-chave

O papel do sistema imunológico 888

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19. Complexo do Ombro

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

19

Complexo do Ombro

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Indicar as principais características anatômicas das quatro articulações do complexo do ombro.

• Fazer uma avaliação profunda do complexo do ombro.

• Reconhecer as medidas que devem ser tomadas para minimizar os riscos de lesão no complexo do ombro.

• Explicar como a estabilidade do ombro é mantida por cápsula articular, ligamentos e músculos.

■ Sumário

Anatomia do ombro 578

Anatomia funcional 582

Prevenção de lesões no ombro 584

Avaliação do complexo do ombro 585

Reconhecimento e tratamento de lesões específicas 592

Mecânica do arremesso 605

Reabilitação do complexo do ombro 607

Resumo 615

• Resumir a relação anatômica e funcional entre a estabilidade e o impacto do ombro.

• Identificar a etiologia e reconhecer os sinais e os sintomas de lesões específicas da região da articulação do ombro e discutir planos de tratamento.

• Formular um plano geral, que possa integrar o programa de reabilitação para tratamento de diversas lesões no complexo do ombro.

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Vivian Nutton (16)
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Medium 9788530975883

17 - A Diversidade da Prática da Medicina, sobretudo no Universo Masculino

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

17

A Diversidade da Prática da Medicina, sobretudo no

Universo Masculino

É essencial, ao analisar o papel e a posição social dos médicos e dos praticantes de curas na Antiguidade, que se tenha em mente que eles não formavam um grupo coeso cujo status, reputação e ideologia podiam ser definidos com clareza.1 Alguns autores antigos referiram-se à “profissão da medicina” e procuraram estabelecer padrões universais de comportamento, mas suas opiniões com frequência não tiveram a importância devida, em razão da inexistência de instituições de apoio à profissão de medicina.2 Por outro lado, a definição mais abrangente de um médico, como uma pessoa que se oferecia para tratar de doenças por dinheiro, não descarta a hipótese de que o médico ou médica exercesse outras atividades lucrativas ao mesmo tempo, ou que antes de praticar a medicina tivesse uma ocupação diferente.3 Até mesmo os adjetivos como “superior” e “inferior”, “formal” e “informal” não captaram o contexto histórico de uma época cuja característica principal era a fluidez de todas as fronteiras definidas. Na realidade, em vez de empregar uma série de dicotomias distinguindo bons médicos de profissionais incompetentes, profissionais de amadores, religiosos e laicos, em uma tentativa de definir o papel exercido pelos médicos na Antiguidade, seria melhor adotar a metáfora

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5 - As Teorias Hipocráticas

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

5

As Teorias Hipocráticas

Em 1893, o papiro de Anonymus Londinensis foi publicado pela primeira vez e provocou um grande tumulto, porque contradisse o conhecimento milenar tradicional da medicina de Hipócrates.1 As discussões imediatas concentraram-se em uma questão hipocrática, a identificação da fonte ou das fontes das ideias atribuídas no papiro ao Hipócrates histórico, assim como a autoria e, por conseguinte, a confiabilidade das seções doxográficas de autores anônimos sobre Aristóteles.2 As discussões deram menos atenção às teorias descritas nos papiros, apesar de muitos autores que as descreveram fossem desconhecidos. Em razão de muitos desses autores terem se distinguido na primeira metade do século IV, houve mais um motivo para omiti-los de um estudo sobre a medicina de Hipócrates no século V. A justificativa dessa omissão tornou-se mais pertinente, ao se examinar o Corpus Hippocraticum como um conjunto de textos (porque muitos textos eram datados do século IV) e, por isso, não poderiam ser incluídos em um estudo da medicina grega em geral.

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3 - Antes de Hipócrates

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3

Antes de Hipócrates

Em 1879 o mundo culto soube que o poeta Homero havia escrito a

Ilíada enquanto trabalhava como vice-chefe da equipe médica do exército de Agamemnon na guerra de Troia. Não houve dúvida de que Homero era médico por sua ênfase notável no poema em ferimentos e outros assuntos médicos; e seu cargo de chefia foi comprovado pelo acesso a informações detalhadas das atividades nas duas linhas de frente. Sua posição estratégica, um pouco acima da rotina diária da batalha, demonstrou que ele não participava como soldado, embora tivesse visto cadáveres e pessoas morrerem. Além disso, o posto de chefia da equipe médica não lhe permitiria tempo para escrever, como a de um oficial menos graduado possibilitava. Embora essa conclusão refira-se mais à organização e aos preconceitos do exército real da Saxônia, no qual o Oberstabsarzt Frölich serviu do que a Homero, ela indica um fato inegável: o poeta escolheu incluir muitos detalhes médicos com uma abordagem sofisticada.1

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2 - Exemplos de Doenças

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

2

Exemplos de Doenças

O mundo da Antiguidade clássica era restrito geograficamente e em sua gama de doenças comparado ao mundo atual. Por sua limitação em grande parte à bacia do Mediterrâneo durante quase toda a sua existência, havia poucas incursões de estrangeiros que traziam com eles agentes patogênicos desconhecidos.1 Os comerciantes conseguiam chegar até a China, Malásia e Zanzibar, e a navegação para o Norte da África era feita pela ponta ao norte das ilhas Britânicas, mas essas viagens eram uma exceção.2 Em sua maioria, a população concentrava-se em torno do mar no interior da região, “nosso mar”, como os romanos o chamavam.

Mesmo quando os exércitos do Império Romano alcançaram os rios

Danúbio, Elba e Tigre, e quando soldados da Espanha, Síria e Dácia conquistaram a Muralha de Adriano e misturaram-se a vendedores ambulantes e civis de regiões distantes, como Comagena, na atual Turquia, ou Palmira, no deserto da Síria, que haviam seguido o exército, o padrão das viagens não sofreu uma alteração radical.3

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15 - A Vida e a Carreira de Galeno

Vivian Nutton Grupo Gen PDF Criptografado

15

A Vida e a Carreira de

Galeno

Galeno de Pérgamo foi um personagem essencial na história da medicina ocidental. Assim como a coletânea de obras do Corpus Hippocraticum no período helenístico antigo deu um novo formato à medicina grega, ao reunir textos passíveis de estimular a reação favorável ou não de estudiosos, 400 anos depois Galeno, com seu exemplo e suas obras, transmitiu aos médicos cultos posteriores o conceito da verdadeira medicina (e, ao mesmo tempo, a sua antítese), que se prolongara por mais de um milênio. Como vimos no capítulo anterior, muitos de seus conceitos não eram exclusivos dele, mas Galeno os desenvolveu de uma maneira incisiva e crítica a partir de outras ideias; além disso, suas frequentes afirmações da superioridade de uma determinada técnica e de uma metodologia intelectual, e o poder absoluto da prolificidade de sua obra imprimiram um selo galênico na medicina posterior em Bizâncio, no Oriente

Médio e no Ocidente medieval.1

Claudio Galeno nasceu em agosto ou setembro de 129, filho de uma família rica de Pérgamo (Bergama, oeste da Turquia).2 A cidade estava

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Vanderlei Moraes Corr A Rosane Rosner Boletti (6)
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Medium 9788582603147

Capítulo 1 - Introdução à ergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução à ergonomia

Da junção das palavras gregas “ergon” (trabalho) e “nomos” (leis, preceitos), surgiu a ergonomia, a ciência do trabalho, uma disciplina orientada para uma abordagem sistêmica de todos os aspectos da atividade humana. Sua meta é, essencialmente, analisar a adequação do trabalho ao ser humano, o que envolve principalmente observar o ambiente em que esse trabalho é executado. A acepção da palavra trabalho é ampla e compreende as ações efetuadas com o uso de equipamentos, bem como as diversas conjunturas que transcorrem na relação entre o ser humano e a produção. Neste capítulo, veremos quais são os fundamentos da disciplina que promove e sustenta as possibilidades de melhor adequação de um ambiente/produto ao seu usuário.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia e seus principais objetivos. s Discutir fatos importantes da história da disciplina. s Diferenciar microergonomia de macroergonomia. s Explicar qual é o papel do ergonomista e aplicar os conceitos discutidos. s Explicar por que a ergonomia é essencialmente transdisciplinar e adotar uma abordagem transdiciplinar na prática ergonômica. s Reconhecer as classificações da disciplina, explicando as particularidades de cada uma. s Identificar os ramos de atuação da ergonomia.

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Capítulo 6 - Análise ergonômica do trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Análise ergonômica do trabalho

Após conhecer todos os conceitos básicos de ergonomia, podemos abordar em detalhes o processo de intervenção ergonômica chamado de análise ergonômica do trabalho (AET). Este capítulo faz um apanhado geral sobre o método de análise ergonômica do trabalho, as análises de atividade, de demanda e de tarefa, bem como a elaboração do diagnóstico e suas recomendações. São tratados ainda o projeto de postos de trabalho e os sistemas de gestão.

Objetivos de aprendizagem s Explicar a importância da organização do trabalho para a prática ergonômica. s Definir o que é uma análise ergonômica do trabalho e listar as etapas de sua realização. s Analisar a atividade, a demanda e a tarefa segundo a AET. s Realizar diagnósticos ergonômicos. s Projetar postos de trabalho segundo a necessidade dos funcionários.

Organização do trabalho

Em geral, o trabalho é exercido em uma organização estabelecida, dividida em setores diversificados. Dependendo da empresa, os setores podem ser reduzidos, mas, na maioria dos casos, a empresa estabelecida conta ao menos com os seguintes departamentos: gestão de pessoas, planejamento, produção, vendas e distribuição.

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Medium 9788582603147

Capítulo 3 - Macroergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Macroergonomia

Hoje se tem uma visão mais ampla da ergonomia, uma visão holística, que não mais se restringe ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, mas também engloba o contexto organizacional, considerando as condições psicofisiológicas do trabalhador e sua interação com a estrutura da organização. A macroergonomia, ou ergonomia organizacional, prioriza o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas, o que garante intervenções ergonômicas com melhores resultados, reduzindo o índice de erros e gerando maior aceitação e colaboração por parte dos envolvidos. Neste capítulo, são mostrados em detalhes os fatores ambientais dos postos de trabalho e sua relação com a qualidade de vida no trabalho. Ainda, será analisado o contexto organizacional e sua relação com as condições de trabalho.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia ambiental e aplicar o conhecimento sobre as questões ambientais na análise ergonômica. s Interpretar e aplicar a norma NR 17 – Ergonomia. s Definir ergonomia organizacional e defender sua aplicação. s Relacionar conceitos como cultura organizacional e satisfação no trabalho com a macroergonomia. s Identificar e discutir as premissas para uma análise macroergonômica do trabalho, comparando-a à análise microergonômica.

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Medium 9788582603147

Capítulo 5 - Doenças relacionadas ao trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Doenças relacionadas ao trabalho

As doenças ocupacionais são enfermidades diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), que englobam mais de 30 doenças, como a tendinite

(inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

Neste capítulo, veremos em detalhes as doenças ocupacionais mais importantes, programas de prevenção e o que dizem as legislações brasileira e internacional a respeito.

Objetivos de aprendizagem s Distinguir doenças do trabalho de doenças ocupacionais. s Reconhecer as principais doenças relacionadas ao trabalho, identificar suas causas e listar formas de preveni-las. s Aplicar as normas da legislação na prática ergonômica. s Listar os programas de prevenção em SST. s Discutir as responsabilidades da organização e do empregado na prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. s Explicar o que é ginástica laboral e sua importância na prevenção em SST.

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Capítulo 2 - Ergonomia física

Vanderlei Moraes Corrêa, Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Ergonomia física

Como vimos no capítulo anterior, o ergonomista deve ter um conhecimento mínimo sobre as características físicas e cognitivas do homem a fim de criar e adaptar projetos adequados às suas proporções e possibilidades. Ainda, deve entender como o corpo humano realiza trabalho e quais são as características do indivíduo que lhe permitem estar apto a exercer determinada função. Neste capítulo, trataremos das disciplinas que constituem o domínio de especialização da ergonomia conhecido como ergonomia física. Serão apresentadas noções das disciplinas de anatomia e fisiologia humanas, biomecânica ocupacional e cinesiologia, bem como a antropometria em detalhes. Ainda, sempre que pertinente, será feita a relação entre o conteúdo e a qualidade de vida no trabalho, que será mais bem explorada nos capítulos posteriores.

Objetivos de aprendizagem s Aplicar conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia na concepção de projetos de postos de trabalho e equipamentos. s Defender a consideração da estrutura e função dos sistemas esquelético, muscular e nervoso na análise ergonômica. s Diferenciar trabalho muscular estático de dinâmico. s Definir antropometria e utilizá-la na análise ergonômica. s Discutir a evolução da disciplina antropometria. s Aplicar os conhecimentos de biomecânica e cinesiologia na análise ergonômica.

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Thais Manfrinato Miola Fernanda Ramos De Oliveira Pires (25)
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Medium 9788520462607

1 Epidemiologia do câncer

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Wilson Luiz da Costa Junior

Felipe José Fernández Coimbra

Maria Paula Curado

“O câncer é a segunda causa de óbito por neoplasia no mundo”1. Essa sentença traz uma informação importante para todos os profissionais envolvidos no cuidado de pacientes oncológicos. Ela não é, no entanto, suficiente para esclarecer todas as dúvidas. Diversos questionamentos devem ser acrescentados: Isso ocorre de fato em todos os países? Quais tumores são mais frequentes? Eles ocorrem em homens e mulheres igualmente? Podem ser prevenidos? Estão relacionados a hábitos de vida ou são decorrentes de herança genética?

O estudo da epidemiologia das doenças traz respostas a essas perguntas e facilita a compreensão do problema como um todo.

A epidemiologia estuda a distribuição das doenças nas populações e a associação de cada uma com seus determinantes.

As populações podem ser estabelecidas a partir de grupos com características comuns relacionadas a idade, gênero, local de moradia, se os indivíduos têm ou não acesso a determinado serviço médico, entre outros fatores. Para saber qual a frequência das doenças nessas populações é preciso usar métodos sistemáticos de contagem, que irão gerar também informações sobre como a doença se distribui e qual a classificação por idade, gênero e demais características.

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Medium 9788520462607

13 Radioterapia

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Antonio Cássio Assis Pellizzon

O termo “radiação ionizante” refere-se a ondas eletromagnéticas com energia suficiente para fazer com que os elétrons se desprendam de átomos e moléculas, alterando sua estrutura; esse processo é conhecido como ionização.1 O efeito mais significativo da radiação ionizante nesse contexto é a morte celular.2

A radioterapia utiliza a radiação ionizante como forma de tratamento. Na radioterapia, os raios X de alta energia são frequentemente usados para danificar as células cancerosas, impedindo-as de crescer e se dividir. As doses de radiação e o tempo de aplicação são calculados de acordo com o tipo e tamanho do tumor. Isso é feito de modo que a incidência de radiação seja eficiente para destruir as células doentes e preservar as sadias. O especialista no tratamento com radiação é chamado de radio-oncologista ou radioterapeuta.

De acordo com dados da OMS, aproximadamente 50% a 70% dos pacientes com diagnóstico de câncer serão submetidos à radioterapia em alguma fase de seu tratamento.3

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Medium 9788520462607

4 Avaliação nutricional por métodos de imagem

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Almir Galvão Vieira Bitencourt

Juliana de Oliveira Souza

Thais Manfrinato Miola

A avaliação adequada do status nutricional é fundamental para o prognóstico e planejamento do tratamento multidisciplinar em pacientes oncológicos, sendo a análise da composição corporal parte primordial dessa avaliação. A avaliação da composição corporal permite o diagnóstico preciso de condições como obesidade visceral e sarcopenia (baixa massa magra), que podem estar relacionadas a maior risco e pior prognóstico em diversos tipos de câncer. Medidas antropométricas (p. ex., índice de massa corporal, circunferência da cintura e relação cintura-quadril) e dobras cutâneas têm sido utilizadas para avaliação indireta da composição corporal na prática clínica, no entanto essas medidas apresentam limitações.1

Métodos de imagem têm sido cada vez mais utilizados para auxiliar na avaliação e no acompanhamento da composição corporal, permitindo a adequada caracterização das massas magra e gorda. Diversos métodos de imagem foram estudados para esse tipo de avaliação, sendo os mais comumente utilizados a densitometria de corpo inteiro usando a técnica de absorciometria de dupla energia (DEXA) e a TC.1,2 Cada um desses métodos apresenta vantagens e desvantagens que serão discutidas a seguir.

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Medium 9788520462607

6 Terapia nutricional em pacientes com câncer de cabeça e pescoço

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Thais Manfrinato Miola

Aline do Vale Firmino

A desnutrição é um efeito colateral secundário em pacientes com câncer de cabeça e pescoço, sendo ocasionada pela obstrução tumoral, alterações metabólicas causadas pelo tumor, consumo excessivo de álcool, deficiências nutricionais ou ainda como efeito colateral dos tratamentos, com consequente redução da ingestão alimentar e comprometimento do perfil nutricional.1-7 A perda de peso ocorre antes, durante e após o tratamento, sendo que, no momento inicial do tratamento, cerca de 50% desses pacientes já apresentam perda de peso e cerca de 35%-60% já estão desnutridos. A perda de peso aumenta para 75% a 80% dos casos durante o tratamento.8,9,10,11

A perda contínua de massa muscular esquelética em pacientes com câncer está associada tanto à redução da tolerância ao tratamento antineoplásico quanto à redução da resposta terapêutica, levando ao aumento do número de internações, complicações infecciosas, maior tempo de permanência hospitalar, qualidade de vida prejudicada e prognóstico de cura desfavorecido.12

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5 Tumores de cabeça e pescoço

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Marcelo Brasileiro Vaz

André Ywata de Carvalho

Thiago Celestino Chulam

O câncer é atualmente um problema de saúde no mundo inteiro. Considerando-se todas as idades, é a segunda maior causa de morte na população, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. Cerca de 2/3 das mortes por câncer ocorrem em países menos desenvolvidos, como o Brasil. A menor chance de sobrevivência ao câncer, observada nesses países, está principalmente relacionada à combinação de desconhecimento, diagnóstico tardio e acesso limitado ao tratamento tempestivo e padronizado.1

Em todo o mundo são diagnosticados, a cada ano, mais de 600 mil novos casos de câncer de cabeça e pescoço, a maioria localizada em boca, faringe ou laringe. Nos últimos anos, a incidência de câncer de tireoide tem aumentado significativamente. Os cânceres de vias aerodigestivas superiores são mais comuns em homens, na proporção de 2-4 homens para 1 mulher.1,2,3 Infelizmente, a maioria dos casos ainda é diagnosticada tardiamente, quando a doença se apresenta em estádio avançado,4 de cura mais difícil, e demanda tratamento em centros de alta complexidade. É grande o impacto social e econômico, com custo elevado,5 afastamento profissional prolongado e menor qualidade de vida imposta ao paciente e a seus familiares. O atraso no diagnóstico pode ser atribuído à evolução pouco sintomática nos estádios iniciais da doença, à falta de conhecimento dos pacientes sobre o câncer, às dificuldades de acesso ao sistema de saúde e ao despreparo dos profissionais de saúde.6,7

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Steven J Fleck William J Kraemer (11)
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Capítulo 3 - Adaptações Fisiológicas ao Treinamento Resistido

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

3

Adaptações Fisiológicas ao

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. entender os componentes básicos do metabolismo do exercício e como contribuem e se adaptam a estímulos diferentes de exercícios;

2. descrever a anatomia e fisiologia dos músculos esqueléticos e os mecanismos da especificidade de adaptação ao exercício;

3. explicar o papel do sistema nervoso nas ações, no controle e nas adaptações musculares ao exercício,

4. descrever o princípio de tamanho e compreender como ele reflete e, de modo fundamental, de­ termina os aspectos funcional e metabólico, tanto do exercício quanto das adaptações;

5. explicar as alterações na composição corporal esperadas com as diferentes formas de treina­ mento, além do tempo necessário para essas alterações;

6. discutir a complexidade e a importância das respostas a exercícios resistidos, bem como as adap­tações dos principais hormônios anabólicos e catabólicos, e como isso tem a ver com a ela­boração de um programa;

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Capítulo 9 - Mulheres e Treinamento Resistido

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

9

Mulheres e Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. compreender as diferenças de desempenho entre homens e mulheres;

2. identificar as diferenças entre homens e mulheres na força dos membros superiores e inferiores, nas perspectivas relativa e absoluta;

3. compreender as diferenças de sexo relacionadas à função hormonal e às respostas a exercícios de força;

4. identificar as principais diferenças da morfologia das fibras musculares entre homens e mulheres;

5. compreender os efeitos de diferentes programas de treino resistido para mulheres;

6. compreender as diferentes fases do ciclo menstrual e fatores relacionados à disfunção mens­ trual;

7. identificar fatores relacionados à prevenção de lesões em mulheres e o papel do treino resistido; e

8. desenvolver um programa de treinamento resistido para mulheres.

Mulheres de todas as idades já compreendem os be-

nefícios dos exercícios de força e do estilo ativo em geral.

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Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

4

Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

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Capítulo 10 - Treinamento Resistido para Crianças

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

10

Treinamento Resistido para Crianças

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as adaptações ao treinamento em pré-adolescentes e adolescentes;

2. discutir lesões agudas e crônicas decorrentes de treinamento em pré-adolescentes e adoles­centes;

3. descrever as etapas para o desenvolvimento adequado, seguro e eficaz de um programa de trei­ namento com pesos para pré-adolescentes e adolescentes;

4. descrever diferenças em programas de treinamento resistido para crianças de idades variadas;

5. elaborar um programa de treinamento resistido periodizado para pré-adolescentes e adoles­ centes; e

6. descrever as alterações/adaptações nos equipamentos de força que possam ser necessárias para que crianças realizem o treino resistido, incluindo aumentos apropriados da carga durante o programa.

A popularidade do treinamento resistido entre pré-púbe­-

r­ es e adolescentes aumentou espantosamente. A aceita­

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Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

8

Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

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