Alessandra Diehl Daniel Cruz Cordeiro Ronaldo Laranjeira (69)
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Capítulo 56. Internação em hospital psiquiátrico e clínica de recuperação

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Internação em hospital psiquiátrico e clínica de recuperação

Alessandra Diehl, Aline Coraça, Priscila Jacheta Lauri, Juliana C. Santos Ribeiro, Daniele R. Colosso Craveiro,

Lincoln Eduardo Cardoso e Marcelo Ortiz de Souza

PONTOS-CHAVE internação psiquiátrica pode representar a oportunidade de resgate da segurança e da dignidade e ser

 Ao início, quando indicado, de um processo de tratamento que em seguida deverá contar com todas as modalidades necessárias para a recuperação.

hospitais psiquiátricos não integram a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Ministério da Saúde

 Os no Brasil. Apesar das iniciativas de criação e fortalecimento dos equipamentos constituintes da RAPS,

indivíduos com condições graves têm poucos equipamentos disponíveis que permitam a estabilização do quadro de forma intensiva e em ambiente seguro.

de internação em hospital psiquiátrico podem combinar uma variedade de estratégias

 Modelos terapêuticas de reconhecida evidência e ser humanizados, éticos e inclusivos. proposta de tratamento em regime de internação em hospital psiquiátrico pode se beneficiar, por

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Capítulo 34. Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais LGBTTQQIA +

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Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais

LGBTTQQIA +

Alessandra Diehl

“O mundo não é dividido em ovinos e caprinos. Nem todas as coisas são pretas nem todas as coisas brancas.

Somente a mente humana inventa categorias e tenta forçar os fatos em escaninhos separados. O mundo vivo é um continuum em cada e todos os seus aspectos. O quanto antes nós aprendermos a este respeito do comportamento sexual humano, mais brevemente alcançaremos o som do entendimento da realidade sobre sexo.”

Kinsey1

PONTOS-CHAVE gays, bissexuais, transexuais e intersexuais (LGBTI) estão sob maior risco de uso de álcool e

 Lésbicas, outras drogas, assim como de transtornos e problemas mentais como depressão, ansiedade, suicídio e tentativas de suicídio em comparação com a população em geral ou com seus pares heterossexuais e cisgêneros.

específicas, como homofobia, bullying homofóbico, preconceito, discriminação, assédio,

 Vulnerabilidades maus-tratos e outras formas de violência tentam explicar as taxas aumentadas de consumo de substâncias em indivíduos LGBTI a partir da teoria do estresse das minorias.

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Capítulo 66. Álcool, publicidade e propaganda

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Álcool, publicidade e propaganda

Ilana Pinsky e Nelson D. Fragoso

PONTOS-CHAVE

 As veiculações comerciais de bebidas alcoólicas na mídia estão fortemente ligadas ao esporte. televisão, os pontos de vendas alternativos e as revistas demonstram uma ação massiva em direção ao

 Apúblico jovem quando o produto é bebida alcoólica. governamental em relação à propaganda terá um efeito positivo, da mesma maneira que

 Regulamentação ocorreu com o cigarro.

A partir dos anos de 1980, vários levantamentos foram realizados sobre o consumo de bebidas alcoólicas entre adolescentes e jovens no Brasil. As pesquisas mais recentes apontam o início do consumo entre 12 e 14 anos,1 sendo que a idade legal para consumo de álcool no Brasil é de 18 anos. O único levantamento probabilístico nacional, finalizado em 2006, mostrou que 66% dos adolescentes (14-17 anos) não consumiram álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa, e pouco menos de um quarto já bebeu em binge ao menos uma vez no mesmo período.1 Entre as bebidas alcoólicas consumidas, cerveja ou chope representam cerca de metade.1 Segundo o site Cervesia,2 o mercado brasileiro de cerveja é dominado por grandes marcas;

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Capítulo 59. Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

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Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE

 As drogas fazem parte da história da humanidade. determinadas épocas, foram usadas abertamente e prescritas por médicos e curandeiros; em outras,

 Em foram proibidas e marginalizadas. dependência química se estabelece por meio de fatores diversos, como o efeito farmacológico da

 Asubstância, as características pessoais do indivíduo, o meio físico e a sociedade onde ele se encontra.

O que faz uma substância ser considerada nociva? Por que a cocaína é considerada droga, e o sal ou o açúcar não, uma vez que os três são encontrados em forma de pó, são brancos, produzem prazer e têm potencial para matar? Se o consumo de álcool provoca mais prejuízos que o consumo de crack, por que as bebidas são legalizadas? O tabaco mata metade de seus consumidores, então por que fumar tabaco é aceito socialmente, ao passo que o consumo da maconha sofre tanta discriminação?

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Capítulo 3. Epidemiologia do uso de substâncias no Brasil

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

3

Epidemiologia do uso de substâncias no Brasil

Raul Caetano

PONTOS-CHAVE epidemiologia do uso de substâncias avançou consideravelmente no Brasil a partir de 2006, com o

 Adesenvolvimento de vários estudos nacionais, entre eles o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e

Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), repetido a cada ano.

vigilância epidemiológica é mais completa em relação ao uso e abuso de álcool e ao ato de dirigir

 Essa após beber. Outros importantes indicadores epidemiológicos, como, por exemplo, o transtorno por uso de

álcool, não são cobertos.

indicadores epidemiológicos sinalizam estabilidade de uso abusivo de álcool e de dirigir após beber no

 Os

Brasil entre 2006 e 2015. vigilância epidemiológica não cobre o uso, o abuso e os transtornos por uso de drogas ilícitas ou lícitas

 Ausadas sem prescrição médica. Essa área foi coberta por dois estudos acadêmicos, em 2006 e 2012, e por um único estudo nacional entre universitários, em 2010. Infelizmente, esses estudos não são periódicos.

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Am Lia Pasqual Marques Ana Assump O Luciana Akemi Matsutani (6)
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3. Tratamentos

Amélia Pasqual Marques, Ana Assumpção, Luciana Akemi Matsutani Editora Manole PDF Criptografado

3

Tratamentos

Luciana Akemi Matsutani

Colaboradora: Laís Verderame Lage*

TRATAMENTO MEDICAMENTOSO*

A fibromialgia caracteriza-se pela cronicidade de dores difusas, não inflamatórias, que afetam todos os segmentos do corpo, de intensidade variável, hipersensibilidade tátil (alodínea) e amplificação de estímulos periféricos, in­fluenciando e interferindo na qualidade de vida em todos os aspectos: físico, afetivo, emocional e social.

Face ao amplo espectro e variabilidade de queixas clínicas, associado à impossibilidade de enfoque específico nos mecanismos etiopatogênicos, raramente uma única modalidade de tratamento alcançará a eficácia desejada. Assim, diferentes abordagens podem ser utilizadas, tanto no que diz respeito ao arsenal medicamentoso como aos recursos não medicamentosos. De qualquer forma, o conhecimento dos benefícios de um programa multidisciplinar e a adoção de medidas que levem em conta as peculiaridades de cada paciente contribuem para o grau de eficácia do tratamento.1

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1. Introdução à fibromialgia

Amélia Pasqual Marques, Ana Assumpção, Luciana Akemi Matsutani Editora Manole PDF Criptografado

1

Introdução à fibromialgia

Ana Assumpção

Luciana Akemi Matsutani

HISTÓRICO

As primeiras referências a quadros que lembram a fibromialgia são de 1824, sugerindo um processo inflamatório no tecido conjuntivo responsável pela dor que era, então, chamada de reumatismo muscular. Pouco mais de 20 anos depois,

Valleix descreveu pacientes com pontos musculares hipersensíveis à palpação e passíveis de desencadear dor irradiada.1-3

Acreditando que a inflamação fosse a principal característica do reumatismo muscular, surgiu o termo fibrosite, acompanhado pela descrição de áreas musculares específicas e sensíveis à digitopressão. No final dos anos 1920, outras denominações foram sugeridas: miofascite, miofibrosite e neurofibrosite.2 Na ocasião, foi definida como um estado doloroso agudo, subagudo ou crônico dos músculos, tecido subcutâneo, ligamentos, tendões e aponeuroses.1,3

Em 1950, Ellman e Shaw destacaram as poucas manifestações físicas que justificavam a dor apresentada pelos pacientes, sugerindo uma condição essencialmente psicossomática (reumatismo psicogênico).2

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6. Pesquisa clínica em fibromialgia

Amélia Pasqual Marques, Ana Assumpção, Luciana Akemi Matsutani Editora Manole PDF Criptografado

6

Pesquisa clínica em fibromialgia

Amélia Pasqual Marques

Ana Assumpção

Luciana Akemi Matsutani

Para quem deseja se atualizar, a internet e os periódicos ainda são os meios mais fáceis e modernos. Muitas das revistas estão hoje disponibilizadas na internet em sites próprios, e sem dúvida alguma facilitam e muito o trabalho de atualização.

Para quem além de atualização quer realizar pesquisas, em especial na área da saúde, damos aqui as noções básicas e os principais modelos.

Durante muitos anos, os fisioterapeutas atuaram com base em livros de reabi­ li­tação importados, cuja característica marcante eram as “receitas” prontas, que dispensavam a necessidade de pensar para a tomada de decisões. Era notória, nas décadas de 1960 e 1970, a importação de técnicas norte-americanas e europeias –

Bobath, Kabat, Klapp etc. –, ainda hoje utilizadas. Essas técnicas ou métodos provinham da experiência pessoal e tinham frágil fundamentação científica.

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2. Avaliação fisioterapêutica

Amélia Pasqual Marques, Ana Assumpção, Luciana Akemi Matsutani Editora Manole PDF Criptografado

2

Avaliação fisioterapêutica

Amélia Pasqual Marques

O estabelecimento dos critérios de classificação da fibromialgia pelo Colégio

Americano de Reumatologia (ACR) liderado por Wolfe, em 1990, representou um marco na pesquisa e nos cuidados dessa síndrome. Muitas discussões têm sido geradas em virtude de os critérios diagnósticos contarem primariamente com características subjetivas, como a própria dor. Quanto a isso, não há exames laboratoriais ou radiológicos que confirmem ou excluam o diagnóstico, pois os pacientes não apresentam alterações evidentes em órgãos ou sistemas, embora refiram elevados níveis de dor, fadiga, ansiedade e outros sintomas associados, o que é semelhante a outras doenças, mas sem uma fisiopatologia evidente, como a artrite reumatoide (Martinez et al., 1994).1

Em 2010, o ACR propôs critérios alternativos, que contemplam outros sintomas relevantes na síndrome além da dor e não necessitam do exame de tender points.2,3

Os novos critérios de diagnóstico para fibromialgia do ACR consideram dois aspectos: Índice de Dor Generalizada (IDG) e Severidade dos Sintomas (SS). No IDG, soma-se o número de áreas em que o paciente refere dor na última semana, resultando em um escore que pode variar entre 0 e 19 pontos. A análise da SS é feita pela soma da gravidade dos três sintomas (fadiga, acordar cansado e sintomas cognitivos) com o valor correspondente ao número de sintomas somáticos presentes, resultando em um escore entre 0 e 12 pontos.

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5. Trabalho educativo e autoajuda dos pacientes

Amélia Pasqual Marques, Ana Assumpção, Luciana Akemi Matsutani Editora Manole PDF Criptografado

5

Trabalho educativo e autoajuda dos pacientes

Amélia Pasqual Marques

Ana Assumpção

VERIFIQUE SE VOCÊ É FIBROMIÁLGICO

Responda às perguntas e preencha os questionários para verificar se você é fibromiálgico.

• Você tem dor há mais de três meses?

• Você tem sono repousante?

• Você tem dor no lado direito e esquerdo do seu corpo? Assinale na figura abaixo os locais em que você tem dor.

Direito

Esquerdo

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Figura 5.1  Mapa de dor. Modificado de McBeth J.1

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!Fibromialgia.indb 98

15/01/16 09:54

TRABALHO EDUCATIVO E AUTOAJUDA DOS PACIENTES

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Ana Lucia Jezuino Da Costa (5)
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Capítulo 3 - Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

A preocupação com a saúde de clientes e profissionais e a prevenção de acidentes devem fazer parte do dia a dia das instituições de beleza. Realizar todos os procedimentos com responsabilidade e conhecer as normas e as orientações legais é fundamental para a realização de serviços de beleza seguros.

Competência

Adotar uma postura ética na identificação, no registro e na comunicação de ocorrências relativas à saúde e à segurança dos profissionais do setor de beleza, com vistas à minimização de danos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar a origem dos riscos ocupacionais a que profissionais e clientes do setor de beleza estão expostos.

Identificar, nas Normas Regulamentadoras 6 e 32, as orientações relacionadas

à área de beleza, tendo como meta a adaptação dessas recomendações na prática profissional (BRASIL, 1978, 2005).

Adotar medidas de prevenção dos principais riscos que acometem a saúde dos profissionais da área de beleza, como os que envolvem agentes físicos, químicos, biológicos e de organização do trabalho.

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Apêndice - Perfil dos profissionais da área de beleza

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

apêndice

Perfil dos profissionais da área de beleza

As caracterizações profissionais descritas no quadro abaixo foram retiradas do Guia Pronatec de Cursos de Formação

Inicial Continuada e do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, ambos elaborados pelo Ministério da Educação. Observamos a existência de contradição na delimitação de ação de algumas ocupações, mas esses dois documentos, revistos periodicamente, representam um avanço no controle e na avaliação de cursos técnicos no país.

Antes da edição desses guias, existia uma multiplicidade de nomenclaturas criadas pelas instituições de ensino para atender a anseios particulares e locais. A descrição profissional foi um avanço e uma forma de estabelecer a uniformidade nacional em relação ao fazer de cada profissional, nos diferentes ramos da economia. Esses guias não são úteis somente para as instituições de educação, mas orientam os serviços de beleza em relação aos profissionais que devem contratar.

Boas práticas em serviços de beleza

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Capítulo 1 - Ambiente acessível, seguro e atraente

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Ambiente acessível, seguro e atraente

Para a clientela que frequenta as instituições de beleza, um ambiente acessível é a garantia da consolidação da fidelidade. Normalmente, as pessoas, além de procurarem bons profissionais, buscam um lugar que tenha conforto, segurança e uma aparência convidativa.

Competência

Reconhecer a importância da segurança e da acessibilidade nos serviços de beleza a fim de eliminar possíveis riscos para clientes e profissionais e de harmonizar segurança, conforto e estilo.

Objetivos de aprendizagem

Compreender as principais normas estabelecidas para a promoção de ambientes seguros e acessíveis e para melhorar a qualidade dos espaços em que são oferecidos serviços de beleza.

Identificar as principais lacunas existentes nos salões de beleza que contrariam as normas de acessibilidade e de segurança.

Reconhecer que um ambiente atraente é fonte de estímulo ao consumo e ao bem-estar.

Introdução

A procura por estabelecimentos que ofereçam comodidades que vão além do serviço em si é cada vez mais comum, consequência das mudanças pelas quais o perfil da clientela brasileira passou nos últimos anos. A população tem ficado mais exigente e atenta a detalhes que, há alguns anos, não eram notados.

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Capítulo 4 - Como avaliar serviços de beleza

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

Como avaliar serviços de beleza

Avaliar a qualidade e a eficácia dos produtos oferecidos pelos diferentes segmentos do comércio já faz parte da rotina do consumidor. Com os serviços oferecidos nas instituições de beleza não é diferente, pois eles também estão sucetíveis às críticas dos clientes. Neste capítulo, apresentamos critérios e parâmetros que irão ajudá-lo a avaliar sua atuação como profissional de beleza e seu ambiente de trabalho.

Competência

Identificar os aspectos estruturais e profissionais que interferem na qualidade da prestação de serviços de beleza e que reduzem a fidelização da clientela, utilizando, para isso, a avaliação, tendo em vista a superação dos desafios apresentados.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar a estrutura física dos salões de beleza tendo como foco a acessibilidade, a segurança, a organização e a aparência do ambiente.

Observar o desempenho dos profissionais tendo como referência a sua capacidade de acolher a clientela.

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Capítulo 2 - Qualidade em salões de beleza

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Qualidade em salões de beleza

As pessoas que frequentam salões de beleza, embora busquem os mesmos serviços, podem ser muito diferentes entre si, com interesses e estilos variados. Compreender e respeitar as diferenças e as necessidades de cada um é fundamental para oferecer serviços de qualidade para todos os clientes, em todas as situações, minimizando equívocos e priorizando a saúde e a satisfação.

Competência

Identificar os equívocos cometidos em salões de beleza a partir de princípios

éticos e aspectos de promoção da saúde de clientes e trabalhadores, com vistas à correção e à minimização de danos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar os reflexos do Código de Defesa do Consumidor no processo de trabalho dos salões de beleza.

Identificar equívocos dos salões a partir de princípios éticos e aspectos de promoção da saúde de clientes e trabalhadores.

Instrumentalizar clientes e trabalhadores para que identifiquem infrações de normas técnicas que coloquem em risco sua saúde e a qualidade do serviço.

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B Rbara Santarosa Emo Peters Ligia A Martini (16)
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14. Ingestão de cálcio e vitamina D ao redor do mundo

Bárbara Santarosa Emo Peters, Ligia A. Martini Editora Manole PDF Criptografado

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INGESTÃO DE CÁLCIO E VITAMINA D

AO REDOR DO MUNDO

Giselle Adriana Pereira Pignotti

Luciana Gavilan Dias Folchetti

INTRODUÇÃO

O papel do cálcio e da vitamina D na saúde óssea já é bem estabelecido na literatura. Contudo, nos últimos anos, pesquisas têm sugerido relações entre a ingestão desses micronutrientes e a prevenção de doenças, como câncer, doença cardiovascular e doenças autoimunes, aumentando sua importância para a saúde pública1, 2.

Com isso, o consumo de nutrientes de valores adequados é bem reconhecido por autoridades internacionais de saúde, mas dados sobre a ingestão sugerem que um grande percentual da população na maioria dos países não consome quantidades recomendadas. Assim, cada vez mais surgem alimentos fortificados e uso de suplementos dietéticos, fazendo emergir controvérsias sobre os níveis máximos de ingestão1.

O objetivo do presente capítulo é revisar as recomendações e ingestões de cálcio e vitamina D em vários países para fornecer a atual situação da nutrição desses nutrientes ao redor do mundo. Para atingir esse objetivo, alguns métodos de busca foram utilizados para localizar informações sobre recomendações e dados de consumo publicadas desde 1991. A busca foi realizada nas bases de dados Lilacs, Medline e Google Acadêmico, além dos sites das agências nacionais de saúde dos países. Assim, este capítulo se destina a fornecer exemplos selecionados que podem ilustrar a variabi-

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6. Vitamina D, cálcio e doenças cardiovasculares

Bárbara Santarosa Emo Peters, Ligia A. Martini Editora Manole PDF Criptografado

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VITAMINA D, CÁLCIO E DOENÇAS

CARDIOVASCULARES

Priscila Portugal dos Santos

Bruna Paola Murino Rafacho

Loraine Gollino

Sergio Alberto Rupp de Paiva

INTRODUÇÃO

A função mais conhecida da vitamina D no organismo humano é a regulação do cálcio e do fósforo. Entretanto, na última década, houve grande interesse pela ação da vitamina D em outros sistemas. Essas ações foram chamadas de ações não clássicas e envolvem: o crescimento celular, as atividades do sistema imune, a modulação do sistema renina-angiotensina, a função muscular, o sistema nervoso e a manutenção da função e da estrutura cardíaca1-5. As ações não clássicas foram verificadas, em grande parte, em estudos epidemiológicos que associaram o baixo estado nutricional da vitamina D nos indivíduos a uma variedade de efeitos adversos para a saúde, inclusive no coração6-9. A associação entre a deficiência de vitamina D com doenças cardiovasculares (DCV) tem gerado atenção especial por apontar novo fator de risco facilmente modificável, com importantes implicações para a saúde pública10. O efeito da vitamina D sobre o sistema cardiovascular é multifatorial e envolve o sistema renina-angiotensina-aldosterona, a inibição da proliferação de cardiomiócitos e do músculo liso vascular e efeitos anti-inflamatórios11.

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3. Vitamina D, cálcio e aspectos genômicos e epigenéticos

Bárbara Santarosa Emo Peters, Ligia A. Martini Editora Manole PDF Criptografado

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VITAMINA D, CÁLCIO E ASPECTOS

GENÔMICOS E EPIGENÉTICOS

Dennys Esper Cintra

Eduardo Rochete Ropelle

José Rodrigo Pauli

INTRODUÇÃO

As investigações sobre as ações da vitamina D e do cálcio (Ca2+) tiveram seu auge nos anos 1920, iniciadas pelo bioquímico Elmer McCollum, que descobriu, entre outras vitaminas, a vitamina D. Além disso, McCollum conseguiu correlacionar a vitamina D com a presença ou ausência de Ca2+ nos ossos1. Na sequência dos anos, assim como a vitamina D, outras vitaminas e minerais foram descobertos e estudados, havendo compreensão sobre suas formas de obtenção, metabolização e também das consequências de possíveis deficiências. Os estudos bioquímicos avançaram às décadas de 1950 e 1960, contribuindo para o entendimento básico dos mecanismos de ação dessas substâncias, repercutindo na criação de novos produtos alimentícios, medicamentos2 e até de hábitos de vida, já que a exposição ao sol3 e a prática de atividade física estariam fortemente correlacionadas à incorporação de

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2. Vitamina D: aspectos fisiológicos e metabólicos

Bárbara Santarosa Emo Peters, Ligia A. Martini Editora Manole PDF Criptografado

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VITAMINA D: ASPECTOS FISIOLÓGICOS E

METABÓLICOS

Tatiane Silva Vilaça

Marise Lazaretti-Castro

INTRODUÇÃO

Apesar do nome consagrado, a vitamina D seria mais apropriadamente classificada como um pré-hormônio. Vitaminas são compostos orgânicos essenciais para o funcionamento do organismo, que, por definição, não podem ser produzidos por ele, devendo então ser ingeridos por meio da alimentação.

Hormônios são os mensageiros orgânicos: compostos produzidos por determinadas células que agem regulando diversas funções. Essa regulação pode ocorrer na própria célula (ação autócrina), em células próximas (ação parácrina) ou em regiões distantes do organismo (ação endócrina). A vitamina

D pode ser produzida pelo organismo e apresenta diversas ações em diferentes sítios, o que a torna um hormônio e não uma vitamina1.

PRODUÇÃO DE VITAMINA D

A vitamina D3, também chamada de colecalciferol, é produzida na pele sob ação dos raios ultravioletas B (UVB), cujos comprimentos de onda variam entre 290 nm e 315 nm. Isso acontece pela ação dos raios solares sobre o

7-dehidrocolesterol (7-DHC), uma molécula derivada do colesterol e presente nas camadas superficiais da epiderme. O 7-DHC, portanto, também possui

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16. Suplementação de cálcio: indicações, monitoramento e posologia

Bárbara Santarosa Emo Peters, Ligia A. Martini Editora Manole PDF Criptografado

16

SUPLEMENTAÇÃO DE CÁLCIO: INDICAÇÕES,

MONITORAMENTO E POSOLOGIA

Beatriz Figueiredo Leite

Vera Lucia Szejnfeld

Marcelo de Medeiros Pinheiro

CÁLCIO

O cálcio, mineral presente em maior quantidade no organismo humano, desempenha funções primordiais na regulação de eventos fisiológicos como coagulação sanguínea, secreção de hormônios como insulina e contração muscular, sendo ainda o nutriente essencial para a mineralização de ossos e dentes. Do total de cálcio no organismo humano, 99% está localizado no esqueleto, sendo este então seu principal reservatório. Por causa da fundamental ação fisiológica desse nutriente, pode haver desmineralização óssea quando a ingestão é insuficiente1.

As principais fontes alimentares de cálcio são o leite e seus derivados, como iogurtes e queijos, os alimentos fortificados e alguns vegetais verde-escuros. Entretanto, o consumo desses alimentos tem se mostrado insuficiente para alcançar a recomendação (ver Capítulo 1). Dados da Pesquisa de

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Blandine Calais Germain (5)
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2. Algumas palavras-chave para ajudar na compreensão

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

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Algumas palavras­‑chave para ajudar na compreensão

34 A pelve e o ligamento inguinal

35 Como os músculos abdominais fazem a pelve se mover?

36 A coluna vertebral e a coluna lombar

37 Os movimentos da coluna lombar (e torácica inferior)

38 O que é um disco intervertebral?

39 O que são os músculos dorsais?

40 O que é a caixa torácica?

41 O que é o diafragma?

42 O que é a glote?

43 O que é uma hérnia?

44 Em torno do períneo

45 Prolapso e incontinência

46 Outras palavras-chave

47 Como os abdominais tracionam a linha alba?

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A pelve e o ligamento inguinal

A pelve é formada por um conjunto de quatro ossos que sustentam a base do tronco. Sua forma é afunilada.

Os quatro ossos são: o sacro

os dois ossos ilíacos

Sentimos a parte superior da pelve quando colocamos as mãos sobre os quadris: é a crista ilíaca. A parte mais anterior da crista ilíaca é saliente: trata-se da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS). Sentimos a sua parte inferior e pontuda quando nos sentamos em um assento um pouco duro: são os ísquios. A parte situada embaixo e na frente do osso ilíaco é denominada púbis.

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5. Exercícios sem riscos para resultados eficazes

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

5

Exercícios sem riscos para resultados eficazes

118 Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

126 Sete preparações do método Abdominais sem riscos©

134 Dezesseis exercícios do método Abdominais sem riscos©

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Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

119 Aviso

120 Manter a abertura das costelas qualquer que seja o modo de respirar

121 Coordenar abdominais e períneo

122 Coordenar transverso e reto do abdome

123 Coordenar transverso e oblíquo

124 Para os “abdominais glúteos”: abrir primeiramente os quadris

125 Trabalhar os abdominais e os dorsais conjuntamente

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Aviso

As páginas a seguir apresentam uma série de exercícios abdominais que pertencem a um conjunto mais amplo: o método Abdominais sem riscos©. Esses exercícios levam em consideração as observações apontadas previamente neste livro, em particular nas páginas 51 a 70.

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1. O que são os abdominais?

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

1

O que são os abdominais?

10 Introdução

14 Os retos do abdome

20 Os transversos

24 Os oblíquos internos

28 Os oblíquos externos

abdos sans risque.indd 9

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Introdução

Começamos a exercitar nossos abdominais desde muito cedo

No nascimento, o recém-nascido contrai fortemente os músculos abdominais para forçar o primeiro choro. Alguns instantes antes, sua mãe contraiu esses mesmos músculos para a impulsão final do parto.

Mais tarde, esses músculos acompanham todas as nossas emoções: nós os contraímos quando choramos, rimos, quando ficamos com raiva ou sentimos medo.

Eles atuam a cada vez que falamos, e até mesmo em nossa respiração.

Os músculos abdominais influenciam os movimentos das vísceras alterando o tônus.

Eles intervêm frequentemente nos movimentos do corpo, acompanhando ou direcionando os movimentos do tronco; também podem estabilizá-lo, permitindo o jogo de amplitude dos braços e das pernas.

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4. Os cinco principais exercícios abdominais

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

4

Os cinco principais exercícios abdominais

74 Para trabalhar os abdominais: a “receita” com base na fundamentação anatômica

75 Quais são os riscos associados aos exercícios abdominais?

76 Flexões de tronco ou flexões abdominais

90 A elevação de pernas na posição deitada

98 As flexões de braços

104 As rotações de tronco na posição deitada

110 A retração do abdome na expiração forçada

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Para trabalhar os abdominais:

a “receita” com base na fundamentação anatômica

O princípio básico é sempre o mesmo.

É necessário fixar ou mobilizar as partes do tronco sobre as quais os músculos abdominais estão inseridos:

- a pelve;

- as costelas;

- a coluna lombar ou toracolombar.

É necessário criar ou aumentar a resistência à ação proposta, o que a torna mais difícil de ser realizada

(ver p. 71).

Como criar ou aumentar uma resistência?

Pode ser o peso da cabeça que traciona a caixa torácica

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Medium 9788520432914

3. Abdominais e abdome plano – Por que fazer exercícios abdominais?

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

3

Abdominais e abdome plano –

Por que fazer exercícios abdominais?

50 Abdominais e abdome plano

58 Abdome plano e abdome protruso

64 Recomendações para ter um abdome plano

70 Abdome plano e força dos abdominais

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Abdominais e abdome plano

51 As falsas evidências

52 Alguns exercícios abdominais provocam protrusão do abdome

54 É possível retrair o abdome sem contrair os músculos abdominais

55 Alguns exercícios abdominais afinam a cintura, mas não definem o abdome

56 Não é bom manter o abdome sempre plano

57 Retrair o abdome: consequências sobre o períneo e a próstata

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As falsas evidências

Associamos facilmente os termos “exercícios abdominais” e “abdome plano” – como se essa relação fosse natural e evidente. No entanto...

Quebrando crenças e preconceitos

Os exercícios abdominais nem sempre produzem um abdome plano

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