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Medium 9788536702292

Capítulo 2 - Conceito de dor e sua importância na clínica odontológica

Edela Puricelli Grupo A PDF Criptografado

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Conceito de dor e sua importância na clínica odontológica

A interpretação da experiência da dor vem se modificando com a evolução da humanidade. Na antiguidade, era castigo por faltas cometidas; mais tarde, meio de depuração da alma pelo sofrimento do corpo. Atualmente, segundo a International Association for the Study of Pain (IASP), dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, relacionada com lesão tecidual real ou potencial, ou descrita em termos desse tipo de dano.

O componente emocional da dor e o fato de ela poder ser desencadeada sem a necessidade de haver lesão tecidual são explicados pelo processamento da informação dolorosa.

Comparada a outros sistemas sensoriais, como o auditivo, o visual e o olfatório, a dor tem o seu processamento distribuído mais amplamente, incluindo diversas áreas corticais e subcorticais que englobam o sistema límbico (emoções), o sistema somatossensorial

(intensidade e localização do estímulo), o hipocampo (memória),

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Medium 9788565837620

Capítulo 9 | Muito além dos sapatos

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

MUITO ALÉM DOS SAPATOS

E

specialistas em posicionamento de marca entendem que os consumidores dão “permissão” às empresas no que diz respeito a extensão da oferta de seus produtos e serviços. Por exemplo, nos anos 1990, a Clorox pensou em aumentar sua bem estabelecida marca de alvejante para incluir sapão em pó para roupas, sabão para máquina de lavar louça e outras aplicações de limpeza doméstica. A pesquisa de consumidores, entretanto, mostrou que, na cabeça do público comprador, Clorox era sinônimo de alvejante, e os consumidores hesitariam na compra de qualquer produto da marca que tocasse suas mãos e seus pratos. Como resultado, a Clorox concentrou a extensão de sua marca na direção de produtos de limpeza de vasos sanitários, banheiras e azulejos e ralos. Assim como a Clorox, o posicionamento inicial da Zappos correu o risco de ter negada a permissão para crescer fora de uma caixa de sapatos. Entretanto, uma ampla visão do futuro, uma cuidadosa escuta das exigências dos clientes e um crescente nível de confiança do consumidor deu

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Medium 9788582712337

Capítulo 6 - Cardiopatia isquêmica no diabetes melito

Sandra Pinho Silveiro, Fabíola Satler Grupo A PDF Criptografado

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Cardiopatia isquêmica no diabetes melito

Luciana V. Viana

Marina Verçoza Viana

Mirela Jobim de Azevedo

Jorge Luiz Gross

Introdução

O diabetes melito (DM) está entre as doenças crônicas mais frequentes no mundo, sendo a doença cardiovascular (DCV) uma de suas principais comorbidades e a principal causa de mortalidade nesses pacientes, especialmente na forma de doença arterial coronariana (DAC), incluindo também doença cerebrovascular, insuficiência cardíaca e doença arterial periférica. Além disso, a DCV colabora direta e indiretamente com os custos relacionados ao DM. Um em cada três pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA) apresenta DM, e a presença de DM está associada a um risco 2 a 5 vezes maior de insuficiência cardíaca (IC) quando comparado a indivíduos sem DM. Pacientes com DM que apresentam

SCA evoluem para piores desfechos do que pacientes sem DM. Em pacientes com DM tipo 1

(DM1), a DCV ocorre mais cedo e é mais frequente do que em indivíduos sem DM.

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Medium 9788577808403

2. Contextualizando a Contabilidade Social

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

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Contextualizando a

Contabilidade Social

Adalberto Alves Maia Neto, Cássio da Silva Calvete e Duilio de Avila Bêrni

2.1 A REGULARIDADE DAS AÇÕES HUMANAS E O MUNDO DAS TEORIAS

A realidade realmente real apresentada na Figura 1.1 do Capítulo 1 (Divisão) do

“mundo lá fora” antecedeu o mundo da realidade imaginária, sobrevive sem ele e aparentemente transcenderá as imagens que lhe faz a mente humana. Estas imagens, fruto da racionalidade humana, assumem contornos mais ou menos racionais, dependendo do contexto em que o homem defronta-se com a natureza no sentido de debelar suas necessidades, das mais básicas às superiores. Neste contexto é que surgiu a ciência, uma forma privilegiada de lidar com o conhecimento humano sob o ponto de vista de sua associação com a tecnologia e com a possibilidade de geração de mais conhecimento e mais tecnologia. Existe um conhecimento associado exclusivamente ao mundo das ideias, como é o caso daquele que construímos a respeito dos triângulos ou dos conetivos lógicos. Este contrasta com o conhecimento que formamos a respeito de R3, nossa realidade realmente real, ou seja, o mundo tangível, a realidade “lá fora da casinha”. Neste caso, sabemos que tijolos caem de cima para baixo, e que eles são o resultado da queima de argila, que a argila é constituída por partículas, moléculas, e por aí vai.

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Medium 9788580556070

Respostas dos problemas selecionados

Frank M. White Grupo A PDF Criptografado

Respostas dos problemas selecionados

Respostas com asterisco apresentam valores aproximados, uma vez que as unidades daqueles exercícios foram convertidas para o sistema SI.

Capítulo 1

P1.2

6,1E18 kg; 1,3E44 moléculas

P1.6 {α} 5 {L21}

P1.8 s  1,00 My/I

P1.10

Sim, todos os termos são {ML/T2}

P1.12 {B} 5 {L21}

P1.14

Q 5 Const B g1/2H3/2

P1.16

Todos os termos são {ML22T 22}

P1.18

V 5 V0e2mt/K

P1.20 (b) 2080

P1.24 (a) 41 kPa; (b) 0,65 kg/m3

*P1.26

Par 5 3,16N

P1.28 rúmido 5 1,10 kg/m3, rseco 5 1,13 kg/m3

*P1.30

E122 5 28,5 N  m

P1.32 (a) 76 kN; (b) 501 kN

P1.34 (a) r1 5 5,05 kg/m3; (b) r2 5 2,12 kg/m3 (gás ideal)

P1.36 (b) r < 628 kg/m3

P1.38

 5 1380 Pa, ReL 5 28

P1.40

Aproximadamente 25 N · por metro

P1.42

T < 539C

P1.44 m < 0,040 kg/m  s

P1.46 (d) 3,0 m/s; (e) 0,79 m/s; (f) 22 m/s

P1.48

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