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Medium 9788527733175

23 Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Identificar as principais estruturas do sistema respiratório que se localizam no tórax.

2. Descrever o movimento do ar pelas vias nasais e alveolares.

3. Discutir a função do surfactante na manutenção da insuflação alveolar.

4. Diferenciar a função das circulações brônquica e pulmonar.

5. Descrever a mecânica da ventilação em relação a movimento do ar para dentro e para fora dos pulmões, complacência pulmonar e resistência das vias respiratórias.

6. Explicar os quatro fatores que afetam a difusão dos gases através da membrana alveolocapilar.

7. Identificar as condições fisiológicas e fisiopatológicas que produzem um desequilíbrio da ventilação–perfusão.

8. Identificar as condições que afetam a relação descrita na curva de dissociação da oxi-hemoglobina e como essas condições afetam a troca de oxigênio.

9. Descrever a função dos quimiorreceptores e dos receptores pulmonares.

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Medium 9788597021936

11 Ativo Intangível

Bruno Meirelles Salotti, Gerlando A. S. F. de Lima, Fernando Dal-Ri Murcia,Malacrida, Mara Jane C., Renê Coppe Pimentel Grupo Gen ePub Criptografado

O valor das marcas e das carteiras de clientes adquiridas de terceiros são o principal tipo de ativo intangível das empresas brasileiras listadas em bolsa, depois dos direitos contratuais, como as concessões públicas, segundo estudo exclusivo obtido do Valor.

A pesquisa feita pela consultoria e auditoria Mazars mapeou a maneira como os intangíveis são registrados nos balanços por 12 diferentes setores. Os intangíveis são ativos não físicos considerados estratégicos, por trazerem vantagens competitivas, como domínios de internet e licenças. No Brasil, a partir da Lei 11.638, de dezembro de 2007, passou a existir um lugar para eles nos balanços das empresas. ‘Não existia uma visão consolidada da forma como se faz na prática o registro de intangíveis por setor no Brasil. A proposta foi produzir um diagnóstico da nossa realidade’, diz Fabio Pecequilo, diretor da Mazars.

[...] A firma analisou as demonstrações financeiras de 2012 e 2013 de 228 companhias de capital aberto, reunidas segundo a relevância de seu valor de mercado ou pela listagem em um dos segmentos de governança da bolsa. Os direitos contratuais responderam por 39% dos intangíveis reconhecidos nos últimos dois anos, seguidos por aqueles relacionados a clientes e marcas, com cerca de 5% cada um. Excluídas as empresas de utilidade pública, como geradoras de energia, o valor dos direitos relacionados a contratos representa apenas 4% das transações e é superado pelo preço pago por carteiras de clientes (10,4%) e por marcas (9,4%), mostra o estudo.

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Medium 9788530984199

Capítulo LXVI – Efeitos da Posse

Caio Mario da Silva Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

295. Efeitos da posse em geral. 296. Ações possessórias. 297. Indenizar ao possuidor.

Ribas, Ações Possessórias, págs. 189 e segs.; Espínola, Posse, Propriedade, Condomínio, Direitos Autorais, nos 55 e segs., págs. 79 e segs.; Lafayette, Direito das Coisas, §§ 18 e segs.; Raviart e Raviart, Actions Possessoires et Bornage, nos 240 e segs.; Clóvis Beviláqua, Direito das Coisas, vol. I, §§ 18 e segs.; Dassen e Villalobos, Derechos Reales, nos 84 e segs.; Edmundo Lins, Estudos Jurídicos, págs. 126 e segs.; Tito Fulgêncio, Da Posse e das Ações Possessórias, vol. I, nos 73 e segs.; Ruggiero e Maroi, Istituzioni, vol. I, § 126; Hedemann, Derechos Reales, págs. 65 e segs.; De Page, Traité, vol. V, nos 871 e segs.; Mazeaud e Mazeaud, Leçons, vol. II, nos 1.456 e segs.; Brugi, Digesto Italiano, V. Azioni Possessorie; Planiol, Ripert e Boulanger, Traité, vol. I, nos 2.785 e segs.; Washington de Barros Monteiro, Curso, Direito das Coisas, págs. 46 e segs.; Colin e Capitant, Droit Civil, vol. I, nos 953 e segs.; Enneccerus, Kipp e Wolff, Tratado, Derechos de Cosas, vol. I, §§ 16 e segs.; Alberto Montel, Il Possesso, passim; Barassi, Il Possesso, passim; Trabucchi, Istituzioni di Diritto Civile, nº 178, págs. 412 e segs.; Serpa Lopes, Curso de Direito Civil, vol. VI, nos 104 e segs.

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Medium 9788527734929

37 Miopatia Inflamatória Idiopática Juvenil

Marco Antonio P. Carvalho, Cristina Costa Duarte Lanna, Manoel Barros Bertolo, Gilda Aparecida Ferreira Grupo Gen ePub Criptografado

A dermatomiosite juvenil (DMJ) representa a principal miopatia inflamatória idiopática (MII) em crianças. Outras menos frequentes e que contribuem com 10 a 15% dos casos são a polimiosite e as síndromes de sobreposição de miosite com outras doenças do tecido conjuntivo. Apenas 1% pode ser denominada dermatomiosite amiopática/hipomiopática.

Diferentemente das MII em adultos, são excepcionais os casos associados a neoplasias e à miosite por corpo de inclusão. Formas raras de MII têm sido descritas e incluem miosite focal, orbital, eosinofílica, granulomatosa e miofascite macrofágica.

A maioria dos estudos sobre incidência da DMJ aponta dois a três casos a cada 1.000.000 de crianças, com predomínio no sexo feminino (2:1 a 3:1) e média de idade de início em torno de 4 a 9 anos. A miosite com sobreposição e a polimiosite também predominam no sexo feminino, mas têm início mais tardio, em torno dos 10 a 12 anos.1

A DMJ é uma doença autoimune de etiologia desconhecida, embora se suspeite que um fator externo, talvez um agente infeccioso, desencadeie uma disfunção imune e resposta tecidual específica em indivíduos geneticamente suscetíveis. Entretanto, faltam evidências que comprovem essa relação.2

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Medium 9788597021578

4. Ambientes de Atuação da Gestão da Qualidade

Edson Paladini Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Compreender as particularidades que caracterizam a Gestão da Qualidade nos ambientes industriais e de geração de serviços, com ênfase nas diferenças entre ambos.

■ Entender como a Gestão da Qualidade é estruturada em dois ambientes específicos e muito relevantes no cenário social e político de qualquer país: as pequenas empresas e as organizações prestadoras de serviços públicos.

■ Assimilar os conceitos e a aplicação prática dos modelos de qualidade in-line, on-line e off-line.

Este capítulo analisa diversos ambientes de atuação da Gestão da Qualidade. Consideram-se os tipos de atividades produtivas desenvolvidas (produtos industriais, serviços e métodos); o porte da empresa e os chamados modelos da qualidade in-line, on-line e off-line, foco de classificação da avaliação da qualidade baseada em indicadores (para detalhes, ver Paladini, 2014 – Capítulo 2). Observa-se, em todos esses casos, uma unicidade de filosofia, embora haja diversidade de métodos e várias formas de desenvolver e avaliar o processo gerencial da qualidade.

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