68 capítulos
Medium 9788582715154

Capítulo 10 - Atividades de laboratório com animais não humanos

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto de Medeiros Grupo A ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Realizar modelagem de comportamentos simples;

2Conduzir reforçamento contínuo de um comportamento;

3Realizar procedimento de extinção;

4Analisar gráficos de frequência e comparar os efeitos do reforçamento e da extinção sobre o comportamento;

5Realizar um treino discriminativo;

6Identificar padrões comportamentais de diferentes esquemas de reforça-mento;

7Registrar frequência de comportamentos simples.

Os livros de psicologia, das mais diversas áreas e abordagens, apresentam uma grande gama de teorias sobre uma infinidade de assuntos relativos ao ser humano e, em alguns casos, aos organismos vivos em geral (em se tratando da psicologia, organismos pertencentes ao reino animal). Nesses livros você pode encontrar, por exemplo, dezenas de teorias sobre a aprendizagem, muitas das quais fornecem explicações bastante diferentes para um mesmo fenômeno. Por que tantas teorias sobre um mesmo assunto? Todas elas estão certas e se completam? Existem várias teorias porque nenhuma é, de fato, correta ou completa?

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714669

Volume de líquidos excessivo

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

Definição da NANDA-I

Retenção aumentada de líquidos isotônicos.

Características definidoras

Maiores (uma ou mais devem estar presentes)

Edema (periférico, sacral)

Pele distendida e brilhante

Menores (podem estar presentes)

Ingestão maior do que a eliminação

Aumento de peso

Fatores relacionados

Fisiopatológicos

Relacionados ao comprometimento dos mecanismos reguladores secundário a:

Insuficiência renal (aguda ou crônica)

Anormalidades sistêmicas e metabólicas

Disfunção endócrina

Lipedema

Relacionados à hipertensão portal, pressão osmótica do plasma coloidal baixa e retenção de sódio secundárias a:

Doença hepática

Cirrose

Ascite

Câncer

Relacionados às anormalidades no retorno venoso e arterial secundárias a:

Veias varicosas

Flebite

Infecção

Doença vascular periférica

Imobilidade

Trauma

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714669

Volume de líquidos deficiente

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

Volume de líquidos deficiente

Risco de volume de líquidos deficiente

Definição da NANDA-I

Diminuição do líquido intravascular, intersticial e/ou intracelular. Refere-se à desidratação, perda de água apenas, sem mudança no sódio.

Características definidoras

Maiores (uma ou mais devem estar presentes)

Ingestão oral de líquidos insuficiente

Pele*/mucosas* secas

Balanço negativo entre a ingestão e a eliminação

Perda de peso

Menores (podem estar presentes)

Sódio sérico aumentado

Sede*/náuseas/anorexia

Urina concentrada ou frequên­cia urinária

Eliminação urinária diminuída* ou excessiva

Fatores relacionados

Fisiopatológicos

Relacionados à eliminação excessiva de urina:

Diabete descontrolado

Diabete insípido (hormônio antidiurético inadequado)

Relacionados ao aumento da permeabilidade capilar e à perda de líquidos por queimadura (não aguda)

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714669

Risco de volume de líquidos desequilibrado

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

Definição da NANDA-I

Vulnerabilidade a diminuição, aumento ou rápida mudança de uma localização para outra do líquido intravascular, intersticial e/ou intracelular, que pode comprometer a saúde. Refere-se à perda, ao ganho, ou a ambos, dos líquidos corporais.

Fatores de risco*

Cirurgia abdominal

Pancreatite

Ascite

Transfusão por aférese

Queimaduras

Sepse

Obstrução intestinal

Lesão traumática (p. ex., fratura de quadril)

Nota da autora

Este diagnóstico pode representar uma série de condições clínicas, como edema, hemorragia, desidratação e síndrome compartimental. Se o enfermeiro estiver monitorando um indivíduo quanto ao volume de líquidos desequilibrado, rotular o desequilíbrio específico como um problema colaborativo, como hipovolemia, síndrome compartimental, aumento da pressão intracraniana, sangramento gastrintestinal ou hemorragia pós-parto, será mais útil clinicamente. Por exemplo, a maior parte dos indivíduos no intraoperatório seria monitorada quanto à hipovolemia. Se o procedimento for neurocirúrgico, a pressão craniana também será monitorada. Se o procedimento for ortopédico, a síndrome compartimental será abordada. Ver a Parte 3 para os problemas colaborativos específicos e as intervenções.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714669

Parte 3 | Manual de problemas colaborativos

Lynda Juall Carpenito Grupo A ePub Criptografado

PARTE 3

Esta parte contém 14 problemas colaborativos específicos. (Problemas colaborativos eram chamados de Complicações potenciais: (especificar) ou CP (especificar) nas edições anteriores deste livro). Esses 14 problemas colaborativos foram selecionados devido à sua alta incidência de ocorrência na maioria dos cenários clínicos. Um problema colaborativo genérico, Risco de Complicações de Disfunção cardíaca/vascular/respiratória, representa o monitoramento geral que é feito em todas as pessoas sob cuidados de enfermagem. Se a pessoa tiver risco maior de uma complicação específica, então, aquele problema colaborativo poderá ser identificado; por exemplo, Risco de Complicações de Trombose venosa profunda.

Carpenito (1999) define problemas colaborativos como:

Algumas complicações fisiológicas que os enfermeiros monitoram para detectar o início da condição ou alterações que nela ocorram. Os enfermeiros controlam os problemas colaborativos usando intervenções prescritas pelo médico e por eles próprios para minimizar as complicações dos eventos.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos