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Medium 9788541202558

CAPÍTULO 2 - LÍQUIDOS CAVITÁRIOS

NEVES, Paulo Augusto; Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

LÍQUIDOS CAVITÁRIOS

Os líquidos cavitários incluem os líquidos pleural, pericárdico e peritoneal. Sua formação depende de ultrafiltração através da membrana parietal, em função da pressão hidrostática, determinada principalmente pela pressão sanguínea e pela pressão coloidosmótica (relacionada às proteínas plasmáticas). A permeabilidade capilar também é um importante fator envolvido na formação dos líquidos cavitários. As principais funções dos líquidos cavitários são a proteção mecânica dos órgãos, o fornecimento de nutrientes e a eliminação de catabólitos. Os volumes normais para um indivíduos adulto são de aproximadamente 10mL de líquido pleural, 20 a 50mL de líquido pericárdico e 100mL de líquido peritoneal.

O acúmulo de líquidos cavitários, ou derrame, pode decorrer de vários processos fisiopatológicos, como aumento de permeabilidade capilar (encontrado em processos inflamatórios, infecciosos e tumorais), aumento de pressão hidrostática (como em insuficiência cardíaca congestiva e hipertensão arterial sistêmica), diminuição da pressão coloidosmótica

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Medium 9788553131242

16.4 TÉCNICAS DE CONSOLIDAÇÃO

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 16

Demonstrações financeiras consolidadas

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16.3 ` CONCEITOS IMPORTANTES

16.3.1 Holding

Sociedade que controla outra mediante participação substancial no seu capital social, tendo como objetivo social a administração, participação e empreendimentos, ou seja, representa a concentração do poder decisório de várias empresas nas mãos de uma que detém o controle acionário das demais.

16.3.2 Controle decisório

É o exercício, de direito e de fato, do poder de eleger administradores da sociedade e de dirigir o funcionamento dos órgãos da empresa.

16.4 ` TÉCNICAS DE CONSOLIDAÇÃO

Em princípio, a consolidação das demonstrações financeiras consiste em somar os valores correspondentes aos elementos contábeis semelhantes, existentes nas empresas que serão consolidadas, excluindo-se: a) as participações de uma sociedade em outra; b) os saldos de quaisquer contas entre as sociedades; c) as parcelas correspondentes aos resultados, ainda não realizados, de negócios entre as sociedades, que constem no resultado do exercício, dos lucros ou prejuízos acumulados, do custo dos estoques ou do Ativo Não Circulante das respectivas demonstrações contábeis.

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Medium 9788527719193

10 - Técnicas Anestésicas em Animais de Laboratório

Flávio Massone Grupo Gen PDF Criptografado

10

Técnicas Anestésicas em

Animais de Laboratório

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Introdução, 95

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Técnicas anestésicas em camundongos e ratos, 95

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Técnicas anestésicas em cobaias, 95

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Técnicas anestésicas em coelhos, 96

93

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Capítulo 10 | Técnicas Anestésicas em Animais de Laboratório

Introdução

A escolha do animal a ser empregado em experimentação científica é importante, uma vez que é necessário levar em consideração os aspectos a seguir:

Praticidade de manipulação: em função de cada delineamento experimental, as espécies menores tornam-se mais práticas (ratos, camundongos e cobaias).

Tipo de ensaio biológico: o rato ou camundongo se presta melhor no caso de ensaio de dose letal 50 (DL50) de anestésico; já, no caso de ensaios anestésicos locais, obriga-se o emprego de coelhos.

Custo operacional: fármacos anestésicos a serem testados em uma população animal oneram o teste, obrigando o experimentador a testá-los em pequenas espécies, extrapolando os resultados para outras. Isso, até certo ponto, apresenta vantagens bilaterais, pois comprova a eficácia dos fármacos, permitindo sua aplicação prática nas demais espécies.

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Medium 9788520434383

6. Técnicas de terapia manual

HOUGLUM, Peggy A. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

Técnicas de terapia manual

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Discutir as três técnicas de massagem e suas indicações, precauções e contraindicações.

2. Explicar a progressão da restrição miofascial após uma lesão.

3. Discutir as técnicas de liberação miofascial.

4. Explicar a teoria do mecanismo de pontos-gatilho miofasciais.

5. Discutir a teoria da liberação de pontos-gatilho por spray e alongamento.

6. Explicar as regras côncavo-convexa e convexo-côncava.

7. Definir os graus de movimento da mobilização articular.

8. Discutir a direção de deslizamento e de tração em relação ao plano de tratamento.

9. Explicar a síndrome do duplo esmagamento.

10. Discutir os perigos da mobilização neural.

11. Descrever uma técnica de automobilização neural para os membros superiores e uma para os membros inferiores.

Exercicio terapeutico cap. 06.indd 145

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Medium 9788541202510

EXAME PARASITOLÓGICO DE FEZES

NEVES, Paulo Augusto; Grupo Gen PDF Criptografado

12 FEZES

• Sublimado corrosivo:

– 33g de bicloreto de mercúrio em 500mL de água.

• Acrescentar 3 a 5mL de uma emulsão de fezes a um tubo de ensaio, e igual quantidade de sublimado corrosivo. Após 5min a 24h, o sedimento adquire uma coloração vermelho-tijolo na presença de estercobilina ou estercobilinogênio, ou verde, se o pigmento existente for a bilirrubina. O tubo pode ser incubado a 37ºC para acelerar a reação. A ausência de cor indica acolia, ou seja, ausência de bile no intestino.

EXAME PARASITOLÓGICO DE FEZES

Seu principal objetivo é o de identificar os parasitas intestinais que são eliminados pelas fezes. São utilizados inúmeros métodos qualitativos e quantitativos, com diferentes sensibilidades para a detecção de ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários. Durante a realização do exame macroscópico das fezes, é possível observar a presença de vermes adultos ou parte deles. No exame microscópico, é possível identificar-se ovos ou larvas de helmintos, cistos, trofozoítos ou oocistos de protozoários. O exame quantitativo permite inferir a intensidade do parasitismo. Entretanto, é pouco utilizado, pois tem interesse apenas científico e não para tratamento. Os métodos qualitativos são mais utilizados e podem incluir métodos de enriquecimento e coloração para facilitar a identificação dos parasitas.

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