73 capítulos
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Capítulo 34 - Dualidade Onda-Partícula e Física Quântica

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

P A R T E

V I

FÍSICA MODERNA:

Mecânica Quântica,

Relatividade e a Estrutura da Matéria

34

C A P Í T U L O

Dualidade Onda–Partícula e Física Quântica

34-1

34-2

34-3

34-4

34-5

34-6

34-7

34-8

34-9

34-10

N

034tipr 1

Ondas e Partículas

Luz: De Newton a Maxwell

A Natureza Corpuscular da Luz: Fótons

Quantização da Energia em Átomos

Elétrons e Ondas de Matéria

A Interpretação da Função de Onda

Dualidade Onda–Partícula

Partícula em uma Caixa

Valores Esperados

PADRÃO DE INTERFERÊNCIA DE

ELÉTRONS PRODUZIDO POR ELÉTRONS

INCIDENTES NUMA BARREIRA CONTENDO

DUAS FENDAS: (A)10 ELÉTRONS, (B)

100 ELÉTRONS, (C) 3000 ELÉTRONS, E

(D) 70 000 ELÉTRONS. OS MÁXIMOS E

MÍNIMOS DEMONSTRAM A NATUREZA

ONDULATÓRIA DO ELÉTRON QUANDO

ELE PASSA ATRAVÉS DAS FENDAS.

PONTOS DISTINTOS MARCADOS NO

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Capítulo 40 - Física Nuclear

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

40

C A P Í T U L O

Física Nuclear

40-1

40-2

40-3

40-4

P

Propriedades do Núcleo

Radioatividade

A USINA NUCLEAR DE DIABLO CANYON

PERTO DE SAN LUIS OBISPO, CALIFÓRNIA.

(Tony Hertz/Alamy.)

?

Quanta energia é liberada na fusão de um grama de 235U?

(Veja o Exemplo 40-6)

Reações Nucleares

Fissão e Fusão

ara muitos químicos, o núcleo atômico pode ser modelado como uma carga puntiforme que contém a maioria da massa do átomo. Neste capítulo, vamos olhar para o núcleo na perspectiva dos físicos e ver como prótons e nêutrons, que formam o núcleo, têm tido um papel importante na nossa vida diária, assim como na história e estrutura do universo.

Neste capítulo, vamos estudar as propriedades dos núcleos atômicos, investigar a radioatividade e explorar as reações nucleares. Vamos também discutir fissão e fusão. A fissão de um núcleo muito pesado, como o urânio,

é uma grande fonte de energia hoje em dia, enquanto a fusão de núcleos muito leves é a fonte de energia das estrelas, incluindo o Sol, e pode ser a chave para nossas necessidades de energia no futuro.

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CAPÍTULO 2 - Movimento em Uma Dimensão

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

P A R T E

I

MECÂNICA

2

C A P Í T U L O

Movimento em Uma Dimensão

2-1

2-2

2-3

2-4

Deslocamento, Velocidade e Rapidez

MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO É O

MOVIMENTO AO LONGO DE UMA LINHA

RETA, COMO O DE UM CARRO EM UMA

ESTRADA RETA.

(©2008 Edmundo Dias Montalvão.)

?

Como o motorista pode estimar seu tempo de chegada?

(Veja o Exemplo 2-3.)

Aceleração

Movimento com Aceleração Constante

Integração

I

magine um automóvel viajando em uma rodovia. Há inúmeras maneiras pelas quais você poderia descrever para alguém o movimento do automóvel.

Por exemplo, você poderia descrever a mudança de posição do automóvel enquanto ele viaja de um ponto a outro, quão rápido o automóvel se desloca e o sentido de sua viagem, e se o carro se movimenta cada vez mais rápido, ou menos rápido, à medida que se desloca. Estas descrições básicas do movimento — conhecidas como deslocamento, velocidade e aceleração — são uma parte essencial da física. Na verdade, foi a tentativa de descrever o movimento dos objetos que deu nascimento à física, mais de 400 anos atrás.

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CAPÍTULO 16 - Superposição e Ondas Estacionárias

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

16

C A P Í T U L O

Superposição e Ondas

Estacionárias

16-1

16-2

*16-3

V

Superposição de Ondas

COMPOSTO DE MAIS DE 6134 TUBOS

COM UMA GRANDE VARIEDADE DE

TAMANHOS, ESTE ÓRGÃO É CAPAZ DE

PRODUZIR NOTAS DESDE UM DÓ ABAIXO

DO MAIS BAIXO DÓ DE UM PIANO, COM

UMA FREQÜÊNCIA DE 16 Hz, ATÉ UMA

NOTA MAIS DE UMA OITAVA ACIMA DA

NOTA MAIS ALTA DO PIANO, COM UMA

FREQÜÊNCIA DE 10.548 Hz. (© Garryuk |

Dreamstime.com)

Ondas Estacionárias

Tópicos Adicionais

?

Qual é o comprimento do tubo que produz a nota de 16 Hz? (Veja o

Exemplo 16-9.)

isando uma compreensão clara do movimento ondulatório simples examinamos, no Capítulo 15, o movimento de uma seqüência de perturbações em um meio. No entanto, você já deve ter observado, no mar, o que acontece quando essas perturbações colidem e se cruzam. Quando duas ou mais ondas se sobrepõem no espaço, suas perturbações individuais também se sobrepõem, somando-se algebricamente, para criar uma onda resultante. No caso de ondas harmônicas, a sobreposição de ondas de mesma freqüência produz padrões ondulatórios espaciais que se sustentam.

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CAPÍTULO 3 - Movimento em Duas e Três Dimensões

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

Movimento em Duas e

Três Dimensões

3-1

3-2

3-3

3

C A P Í T U L O

Deslocamento, Velocidade e Aceleração

Caso Especial 1: Movimento de Projéteis

Caso Especial 2: Movimento Circular

O

movimento de um veleiro levado pelo vento ou a trajetória de uma bola disputada no estádio não podem ser completamente descritos pelas equações apresentadas no Capítulo 2. Na verdade, para descrever esses movimentos, devemos estender a idéia de movimento unidimensional discutida no Capítulo 2 para duas e três dimensões. Para isto, precisamos revisitar o conceito de vetores e ver como eles podem ser usados para analisar e descrever o movimento em mais de uma dimensão.

Neste capítulo discutiremos os vetores deslocamento, velocidade e aceleração em mais detalhes. Ademais, vamos discutir dois tipos específicos de movimento: o movimento de projéteis e o movimento circular. O material deste capítulo presume que você esteja familiarizado com o material que introduz vetores nas Seções 6 e 7 do Capítulo 1. Sugerimos que você revise essas seções antes de prosseguir neste capítulo.

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