2881 capítulos
Medium 9788536310374

2. Lei de Diretrizes e Bases no Cotidiano Escolar

Marina Rodrigues Borges Acúrcio, Rosamaria Calaes de Andrade Grupo A PDF Criptografado

71

Coleção Escola em Ação

Lei de Diretrizes e Bases no Cotidiano Escolar

2

Albertina Maria Rocha Salazar

INTRODUÇÃO

“De nada vale ao homem a pura compreensão de todas as coisas, se ele tem algemas que o impedem de levantar os braços para o alto.” (Vinícius de Moraes)

Este trabalho nasceu da sistematização, da reflexão e da organização de atividades desenvolvidas ao longo dos

últimos anos em escolas públicas e privadas, em Secretarias Municipais de Educação, em debates e análises sobre a educação brasileira e a lei que estabeleceu suas diretrizes e bases em 1996, a Lei Federal no 9394/96. É também o resultado de vivências, de experiências de sala de aula, do contato com profissionais da educação, de direção de escolas, de convivências em órgãos administrativos e normativos do sistema estadual de educação.

A sistematização e a reunião de experiências podem ser consideradas uma conseqüência de debates e estudos em seminários, encontros pedagógicos, programas, aberturas de anos letivos, atividades voltadas para a formação continuada de educadores, na implementação da LDB – Lei Federal no 9394, aprovada em 20 de dezembro de 1996 e das normas que se seguiram com vistas à sua regulamentação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291199

Estratégia 35 - Problemas do cotidiano

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

96  Camargo & Daros

COMPETÊNCIAS

•• Organização e planejamento da escrita.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1. Depois que já possui uma temática e um problema bem definido, o professor deve entregar ao aluno uma folha, preferencialmente A3, com um diagrama em forma de pirâmide com, no mínimo, seis divisões, sem nada escrito, e post-its coloridos.

2. O aluno deve iniciar pelo topo da pirâmide, inserindo, em um post-it, um título, ainda que provisório, para situar o restante do planejamento.

3. Na segunda parte, o acadêmico insere as principais ideias, que compõem a introdução, como objetivo, metodologia e justificativa. Nesta fase, o acadêmico pode usar três post-its diferentes para ajudar na organização. É importante lembrar que cada ideia deve corresponder a pelo menos um parágrafo.

4. A terceira, quarta e quinta (caso necessário) partes correspondem às seções do texto. O aluno deve inserir os títulos para cada seção que deve compor o artigo. As seções devem ajudar a responder o problema principal. Para cada seção ou subtítulo, o acadêmico escreve um parágrafo sobre a principal ideia que pretende abordar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536313139

Capítulo 10 - COMO ESTIMULAR AS INTELIGÊNCIAS

Celso Antunes Grupo A PDF Criptografado

114

CELSO ANTUNES

O QUE HOJE SABEMOS SOBRE A INTELIGÊNCIA HUMANA

Se, por um lado, ainda se hesita na unicidade de uma definição para a inteligência e persistem algumas dúvidas sobre os limites de sua medição, por outro lado, existem algumas certezas que as ciências cognitivas, após a visão do cérebro em ação através de equipamentos especialíssimos2, pode garantir-nos. Entre elas figuram: z

A inteligência é estimulável e, independentemente da carga genética ou da história biológica e evolucionista de uma pessoa, são inegáveis os efeitos em seu progresso, ocasionados por um ambiente estimulador e por pessoas empenhadas nesse fim.

Guardando-se a devida proporção, é possível dizer que a inteligência é semelhante à habilidade de uma pessoa destra com a mão esquerda. Incapaz de pentear o cabelo, escovar os dentes, acionar a ignição de um carro com a chave ou abrir uma singela fechadura, desenvolve essas habilidades se por algum tempo ficar impedida de usar a mão direita.

Experiências recentes feitas em ambientes altamente estimuladores ou observadas com crianças abandonadas entre animais comprovam essa evidência e derrubam teorias que por muito tempo afirmavam que a inteligência representava um traço estável e fixo em todas as pessoas. z

Ver todos os capítulos
Medium 9788536313139

Capítulo 6 - COMO “ENSINAR” CAPACIDADES? AS CAPACIDADES MOTORAS

Celso Antunes Grupo A PDF Criptografado

51

NOVAS MANEIRAS DE ENSINAR, NOVAS FORMAS DE APRENDER

6

COMO “ENSINAR” CAPACIDADES?

AS CAPACIDADES MOTORAS

ENSINAR OU DESPERTAR?

Não é sem motivo que a palavra “ensinar” aparece entre aspas. Se consultamos o Minidicionário Enciclopédico Escolar, de Ruth Rocha e Hindenburg da Silva Peres, o verbete informa que ensinar significa instruir, educar, adestrar, castigar.

O conceito apavora e concordar plenamente com ele seria um retrocesso, pois instruir e educar são conceitos aceitáveis, mas adestrar e castigar remete-nos justamente à escola da qual procuramos fugir. É por esse motivo que grafamos “ensinar” entre aspas, e também para refletirmos sobre o fato de que capacidades não se ensinam. Melhor seria afirmar que elas são despertadas, postas em atividade, e que, nesse sentido, o trabalho docente deve levar o estudante a acumular algo que já nasce com ele. Ao estimular as capacidades de seus alunos, o professor deve levá-los a aumentar seu potencial, acumular ações, transformar-se pelo acesso.

Quais capacidades podemos ensinar? Ainda que muitas sejam plausíveis e algumas delas se confundam com a própria mobilização de competências e estímulos às inteligências, nós nos fixaremos em três, as quais são pertinentes à escola que temos: as capacidades motoras, emocionais e, principalmente, cognitivas. Essa relação não difere muito das estabelecidas pelo Ministério de Educação e Cultura ao elaborar os Parâmetros Curriculares

Ver todos os capítulos
Medium 9788536313139

Capítulo 3 - O QUE É POSSÍVEL SABER SOBRE A APRENDIZAGEM?

Celso Antunes Grupo A PDF Criptografado

15

NOVAS MANEIRAS DE ENSINAR, NOVAS FORMAS DE APRENDER

3

O QUE É POSSÍVEL SABER

SOBRE A APRENDIZAGEM?

NÃO EXISTE UMA ÚNICA MANEIRA DE APRENDER

Ainda não sabemos todos os processos usados pela mente para aprender, mas sabemos que existem alguns. A maneira como uma criança “aprende” a engatinhar não é exatamente a mesma como, mais tarde, aprende a lidar com suas emoções ou a usar o computador.

Entretanto, não há dúvida de que existem diferentes processos de aprendizagem e de que

é importante que todo professor conheça-os bem. Distancia-se do perfil de hoje o professor apenas preocupado com os fundamentos e os conteúdos da disciplina que leciona; conhecêlos, evidentemente, é importantíssimo, mas compreender a maneira como a mente opera o conhecimento e assimila-o é primordial.

O PAPEL DA EXPERIÊNCIA

Para que possamos aprofundar uma discussão sobre como se aprende, é essencial que antes se conceitue aprendizagem, a qual pode ser definida como uma mudança relativamente permanente no comportamento que resulta da experiência.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos