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Capítulo 17 - Provas Propostas para Treinamento

Fabricio Mariano Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 17

Provas Propostas para Treinamento

17.1. Arquivologia – CESGRANRIO – 2013

1.

Na análise tipológica dos documentos de arquivos, não é suficiente, para o arquivista, conhecer a estrutura da espécie documental. É necessário relembrar os princípios fundamentais que regem a organização dos arquivos. Esses princípios que constituem o marco principal da Arquivística são:

A) primário, secundário, terciário e quaternário.

B) criação, identificação, produção e destinação.

C) unicidade, organicidade, integridade e proveniência.

D) corrente, técnico, permanente e administrativo.

E) ético, sistemático, orgânico e constitucional.

2.

A grande especificidade dos documentos de arquivo, que os diferencia dos documentos das bibliotecas e dos museus, é a organicidade. Por isso, arquivisticamente, só se entende o documento unitário (unidade mínima) dentro de um conjunto de outros documentos tipologicamente iguais e que somente em conjunto podem documentar uma:

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Capítulo 8 – Leasing

Fabricio Mariano, Anderson Meneses Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Leasing

Partindo da concepção de que os rendimentos se originam no uso e não na propriedade de um bem, entende-se como o leasing (ou arrendamento mercantil) funciona: uma operação de leasing será regida por um contrato entre um arrendador e um arrendatário. O arrendador retém a propriedade legal do bem, e o arrendatário detém o uso por meio do pagamento de contraprestações por um período de tempo predeterminado.

O arrendador providencia o equipamento ao arrendatário, que se compromete ao pagamento pelo usufruto e, no fim do contrato firmado entre ambos, poderá comprar o bem, devolvê-lo ao arrendador ou contratar um novo período de arrendamento.

As empresas vendedoras de bens costumam apresentar o leasing como mais uma forma de financiamento, mas o contrato deve ser lido com atenção, pois se trata de operação com características próprias.

Esta operação se assemelha, no sentido financeiro, a um financiamento que utilize o bem como garantia e que pode ser amortizado num determinado número de “aluguéis” (prestações) periódicos, acrescidos do valor residual garantido e do valor devido pela opção de compra.

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Capítulo 13 – Derivativos

Fabricio Mariano, Anderson Meneses Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Derivativos

Em um primeiro momento, podemos definir como derivativos os títulos cujos valores dependem de valores de outras variáveis mais básicas. Como exemplo, temos os derivativos de café, que têm seu valor derivado do comportamento do café no mercado à vista.

Assim, em uma análise primária, os derivativos podem ser entendidos como contratos formados entre as partes com o objetivo de trocar valor e somente valor de ativos, índices ou até mesmo commodities.

O derivativo envolve riscos de uma contraparte que está exposta a ele e pode transferi-lo a outra contraparte, assumindo um risco diferente do original, ou pagando para se livrar dele.

De acordo com o exposto anteriormente, o mercado de derivativos é resultante do mercado à vista e tem como principal objetivo proteger o mercado de grandes oscilações de preços. O mercado de derivativos negocia commodities que, na realidade, são ativos negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), índice

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