568 capítulos
Medium 9788580551310

2. Princípios de Toxicologia

Curtis D. Klaassen, John B. Watkins III Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

Princípios de Toxicologia

2

David L. Eaton e Steven G. Gilbert

INTRODUÇÃO À TOXICOLOGIA

Diferentes áreas da toxicologia

Toxicologia e sociedade

Características gerais da resposta tóxica

CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES TÓXICOS

ESPECTRO DE EFEITOS INDESEJÁVEIS

Hipóteses na derivação da relação dose-resposta

Avaliação da relação dose-resposta

Comparação de dose-resposta

Índice terapêutico

Margens de segurança e de exposição

Potência versus eficácia

VARIAÇÃO DAS RESPOSTAS TÓXICAS

Reações alérgicas

Toxicidade seletiva

Reações idiossincráticas

Espécies diferentes

Toxicidade imediata versus retardada

Diferenças individuais na resposta

Efeitos tóxicos reversíveis versus irreversíveis

Toxicidade local versus sistêmica

Interação de substâncias químicas

Tolerância

CARACTERÍSTICAS DE EXPOSIÇÃO

TESTES DE TOXICIDADE DESCRITIVA EM ANIMAIS

Letalidade aguda

Irritação dérmica e ocular

Sensibilização

Ensaios subagudos (estudos de doses repetidas)

Vias e locais de exposição

Ensaios subcrônicos

Duração e frequência de exposição

Ensaios crônicos

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551532

Capítulo 2: Lei de Coulombe Intensidadede Campo Elétrico

William Hart Hayt Jr., John A. Buck Grupo A PDF Criptografado

2

Lei de Coulomb e Intensidade de Campo Elétrico

A

gora que formulamos a linguagem de análise vetorial no primeiro capítulo, vamos estabelecer e descrever alguns princípios básicos de eletricidade. Neste capítulo, introduziremos a lei da Força Eletrostática de Coulomb e, então, formularemos esta lei de forma geral utilizando a teoria de campo. As ferramentas que desenvolveremos podem ser usadas para resolver quaisquer problemas em que o objetivo seja avaliar forças entre cargas elétricas ou determinar o campo elétrico associado com qualquer distribuição de carga. Inicialmente, restringiremos o estudo aos campos no vácuo ou espaço livre. Este estudo é aplicável aos seguintes meios: ar e outros gases. Materiais adicionais são introduzidos nos Capítulos 5 e 6 e campos variáveis no tempo são abordados no Capítulo 9. 䊏

2.1

LEI EXPERIMENTAL DE COULOMB

Documentos de pelo menos 600 a.C. mostram evidências de conhecimento sobre a eletricidade estática. Os gregos foram responsáveis pelo termo eletricidade, derivado de sua palavra para âmbar, e passaram muitas horas de lazer esfregando um pequeno pedaço de âmbar nas suas roupas e observando como ele atraía pedaços de penugem e similares depois dessa fricção. Entretanto, seus principais interesses repousavam em filosofia e lógica, e não em ciência experimental, – e isso foi muitos séculos antes que o efeito de atração tivesse sido considerado alguma coisa diferente de mágica ou “força vital”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634942

19 - Princípios de Controle de Sistemas de AVAC

MITCHELL, John W.; BRAUN, James E. Grupo Gen PDF Criptografado

Princípios de Controle de

Sistemas de AVAC

Capítulo

19

19.1 INTRODUÇÃO

Em uma concepção abrangente, controle significa o gerenciamento de um sistema de AVAC objetivando atender os critérios desejados de conforto, de qualidade do ar e de desempenho. O sistema de controle integra os equipamentos com a programação1 necessária para realizar essas tarefas. Os equipamentos incluem os sensores que medem as variáveis importantes, os atuadores que efetuam as mudanças nos parâmetros de operação, os controladores que recebem os sinais dos sensores e enviam sinais para os atuadores e os microprocessadores que processam a informação e enviam sinais. A programação é a lógica do controle incorporada aos controladores e microprocessadores que compara as entradas dos sensores aos níveis desejados e envia sinais de controle para os atuadores.

O sistema de controle pode ser relativamente simples se apenas uma variável é controlada por uma entrada, mas na maior parte dos sistemas de AVAC há muitas entradas e variáveis a serem controladas. O sistema de controle de um grande sistema central de água gelada, por exemplo, tem muitas entradas, tais como temperatura e umidade do ambiente externo, e é usado para controlar a temperatura e umidade no interior da edificação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714621

Capítulo 17. Princípios de física

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Anestesiologia

17.

Princípios de física

Rogean Rodrigues Nunes

Germano P. Medeiros

A prática anestesiológica segura e otimizada envolve a utilização de uma enorme gama de dispositivos, além do manejo de muitas variáveis fisiológicas. O conhecimento dos aspectos físicos a eles relacionados, além da otimização das condutas, leva ao entendimento de limitações, resultando em uma prática segura.1

O objetivo deste capítulo é discutir princípios físicos básicos que podem ajudar no manejo e no entendimento de situações clínicas comuns.

Anestesia inalatória e sistema respiratório

Estados da matéria

O entendimento da anestesia inalatória passa pela compreensão dos processos físicos que regem o comportamento dos anestésicos. A matéria, constituída por diminutas partes

(átomos, moléculas, íons), pode encontrar-se em três estados físicos – sólido, líquido e gasoso –, dependendo das forças de repulsão ou de atração atuantes entre essas pequenas partes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715611

Capítulo 5 - Princípios da oxigenação preparatória

Calvin A. Brown III, John C. Sakles, Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Princípios da oxigenação preparatória

5

C apítulo 5  Princípios da oxigenação preparatória     49

Robert F. Reardon, Brian E. Driver e Steven C. Carleton

INTRODUÇÃO

A hipoxemia durante o manejo de emergência da via aérea é uma complicação temida e está associada a arritmias, lesão cerebral hipóxica e parada cardíaca. A hipoxemia crítica ocorre quando o profissional se concentra primariamente na laringoscopia e na colocação do tubo em vez das trocas gasosas e oxigenação. A hipoxemia poderia ser evitada em muitos casos com a oxigenação preparatória ideal, mas os princípios da oxigenação preparatória não costumam ser bem compreendidos nem aplicados.

É fundamental para os profissionais que lidam com via aérea de emergência compreender que a oxigenação preparatória robusta, bem como a capacidade de reoxigenar os pacientes com ventilação com bolsa-válvula-máscara (VBVM) (Cap. 9) são os aspectos mais importantes do manejo de emergência seguro da via aérea. O principal objetivo do manejo da via aérea é a troca gasosa e, embora isso possa ser obtido por laringoscopia e colocação bem-sucedida de um tubo endotraqueal, é de fundamental importância evitar a hipoxia durante essa etapa.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos