117 capítulos
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1. Explorar e improvisar o movimento

Sandra Cerny Minton Editora Manole PDF Criptografado

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Explorar e improvisar o movimento

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19/11/19 15:00

2 COREOGRAFIA

Para mim, o processo criativo sempre foi maravilhoso, ainda que ilusório. É maravilhoso porque a dança, ou produto final, é uma entidade capaz de entreter, comunicar e inspirar. É ilusório porque o coreógrafo (a pessoa que cria a dança) usa o processo criativo para energizar um espaço previamente vazio e torná-lo vivo. Com o advento de várias tecnologias eletrônicas e da internet, as possibilidades de produzir dança podem ser estendidas e, futuramente, poderão incluir formas de multimídia que hoje nem sequer conseguimos imaginar.

Exemplos de formas de dança multimídia são descritos no Capítulo 2.

Se uma dança inclui ou não inovações tecnológicas, a descoberta de movimentos adaptativos por meio da improvisação (criar movimentos de maneira espontânea) é uma parte importante do processo coreográfico. Tenho notado que, quando insisto nos movimentos improvisados − quando eles parecem “certos”

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Capítulo 1 - Marketing de serviços

MARIANO, Sandra R.H. (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

conteúdo

Marketing de serviços

Quais são os principais conceitos do marketing e como utilizá-los no consultório?

Quais são os principais elementos do marketing?

O que forma o composto do marketing de serviços e como esse composto pode auxiliar na melhoria do atendimento aos clientes do seu consultório?

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Joysi Moraes

Principais conceitos do marketing de serviços

As primeiras ações de marketing de que se tem notícia datam de mais de 10 mil anos, quando surgiram as primeiras embalagens e as primeiras assinaturas dos artesãos nos seus produtos. O artesão queria que um determinado produto feito por ele fosse identificado como dele e de mais ninguém; do mesmo modo, não gostaria que um produto de qualidade duvidosa feito por outro artesão fosse confundido com um dos seus. Então, cada um começou a utilizar um símbolo, um desenho ou mesmo uma simples assinatura que o identificasse.

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Apêndice 2. Fichas e formulários

Sandra Cerny Minton Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice 2 – Fichas e formulários

Ficha de avaliação coreográfica

Para cada um dos critérios a seguir, pode ser atribuído 1-2 pontos, dependendo da pontuação total almejada. (Também é possível usar frações de pontos.) Por exemplo, se você concluir que o coreógrafo criou uma dança que tem um senso de forma do começo ao fim, e se uma escala de 10 pontos for usada, atribua a pontuação máxima de 1 no espaço em branco do item 1. Se houver um senso de forma intermitente, atribua uma pontuação de 0,5 ponto. Atribuir zero ponto, se a dança não apresentar forma nem desenvolvimento.

Caso o uso de pontuação seja entediante ou intimidador, apenas use o formulário como um guia para descrever seus comentários ou sugestões referentes a uma determinada dança. Se houver outros componentes mais compatíveis com seus próprios conceitos coreográficos, eles poderão ser substituídos por alguns dos itens listados.

Pontuação

___   1. Forma geral: iniciante, intermediário, final

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4. Organização das fases da apresentação

Sandra Cerny Minton Editora Manole PDF Criptografado

4

Organização das fases da apresentação

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13/11/19 16:47

122 COREOGRAFIA

A dança existe apenas na mente do coreógrafo e como um exercício de ensaio, até ser executada. O processo de coreografia é completado quando a dança é trazida ao palco e apresentada a um público. No entanto, a realização de uma apresentação de dança requer planejamento de longo alcance e diversas etapas intermediárias.

Planejar uma apresentação de dança pode ser uma tarefa difícil, contudo, é possível minimizar o desafio organizando o processo de produção em uma série de tarefas menores e mais digeríveis. É possível agendar cada tarefa individual, começando pela data da apresentação e trabalhando de forma retrógrada até a audição. Este capítulo ensina como deixar a sua dança pronta para a apresentação. Em termos da estrutura apresentada no Capítulo 1, a informação oferecida aqui deve ser usada após a finalização da criação e depois que seu trabalho estiver polido.

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Capítulo 2 - Qualidade em serviços

MARIANO, Sandra R.H. (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

conteúdo

Qualidade em serviços

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Quais os principais conceitos da qualidade e como utilizá-los no consultório?

Quais os custos da não qualidade de um serviço e o trabalho de base do profissional de saúde/ gestor?

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Joysi Moraes

Principais conceitos da qualidade em serviços

Fonte: http://www.culturabrasil.org/hamurabi.htm

atenção

A qualidade, ao longo do século XX e principalmente nos dias atuais, adquiriu ares de modernidade. É um assunto atual e que deve ser preocupação de todos: do pequeno ao grande empresário, do consultório com apenas um médico e um atendente às clínicas e redes hospitalares. Mas a qualidade não é tão jovem assim. Deve estar, pelo menos, perto dos 4 mil anos. Seus princípios já foram entalhados em pedra!

Por volta do ano 1.700 a.C., o Código de Hammurabi

(Figura 2.1) já tratava de leis que buscavam garantir a qualidade de um produto ou serviço e determinava as punições caso as leis não fossem respeitadas. Vejamos apenas algumas delas.

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