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17 - Tecnologia dos Alimentos

Thiago Durand Mussoi Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 17

Tecnologia dos Alimentos

Aline de Oliveira Fogaça

Introdução

A expressão tecnologia dos alimentos refere-se à aplicação da ciência e da engenharia na produção, no processamento, embalagem, distribuição, preparação e utilização dos alimentos.

É a aplicação prática da Ciência e da Engenharia na produção, no processamento, na embalagem, na distribuição e na utilização dos alimentos (Gava, 1998).

A ciência dos alimentos responde aos “por quês?” acerca dos alimentos que ingerimos: por que são nutritivos, ficam impróprios para consumo, podem ser tóxicos e causar doenças, por que têm cores e aromas distintos e, em última análise, por que nos agradam ou não.

A tecnologia dos alimentos mostra qual é o melhor procedimento para se processar e estocar o alimento de maneira segura, como aumentar seu tempo de conservação e como reter suas características originais como cor, sabor e valor nutricional.

A aplicação correta dessa tecnologia pode ser útil na resolução de problemas relacionados com o desenvolvimento de novos produtos, processos ou equipamentos e na seleção de matérias-primas, para se definir e controlar as mudanças fundamentais na composição química ou no estado físico do alimento, assegurando a manutenção do valor nutritivo e a sanidade desse alimento. As bases da tecnologia de alimentos são a química, a biologia, a física, as ciências sociais, a engenharia e a agricultura (Gava, 1998).

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3. Medida dos alimentos

Ana Leal Editora Almedina PDF Criptografado

3. Medida dos alimentos

A prestação de alimentos é determinada de acordo com as necessidade do credor e as possibilidades do devedor, conforme resulta do disposto no art. 2004º, nºs 1 e 2, do C.Civ., devendo ambas ser aferidas no momento da fixação da prestação.

Nessa fixação deve atender-se a critérios de razoabilidade e proporcionalidade na ponderação dos meios de que dispõe o alimentante e das necessidades do alimentando, devendo os alimentos fixados serem proporcionais a esses meios.

Conforme referem Pires de Lima/Antunes Varela, op. cit., p. 581, os alimentos “Não podem, por conseguinte, ser fixados em montante desproporcionado com os meios de quem se obriga, mesmo que desse modo se não consiga eliminar por completo a situação de carência da pessoa a quem a prestação é creditada”.

Neste mesmo sentido, vid. o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de

12/10/1995, (relator Camilo Camilo), in www.dgsi.pt., segundo o qual os alimentos hão-de ser proporcionados aos meios daquele que houver de prestá-los e às necessidades de quem tiver de recebê-los. Tais necessidades têm de ser satisfeitas na medida do indispensável, sendo esse indispensável determinado pela ponderação de fatores como a idade, o estado de saúde, a ocupação do alimentado, etc.

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Capítulo 1 | Introdução à tecnologia de alimentos

Cássia Regina Nespolo, Fernanda Arboite de Oliveira, Flávia Santos Twardowski Pinto, Florencia Cladera Olivera Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução à tecnologia de alimentos

Qualquer método ou técnica de processamento de alimentos envolve uma combinação de procedimentos ou operações unitárias que modificam as características da matéria-prima. Atualmente, os consumidores não desejam apenas um alimento com uma ampla vida de prateleira e sem necessidade de refrigeração: também demandam produtos fáceis de preparar, prontos para o consumo, gostosos e atrativos. Além disso, observa-se uma demanda crescente por alimentos mais saudáveis e naturais. Neste capítulo, serão introduzidos os principais conceitos relacionados à tecnologia de alimentos e à sua importância na sociedade hoje.

Objetivos de aprendizagem

Definir os principais conceitos relativos aos alimentos e à sua industrialização.

Explicar os objetivos do processamento de alimentos e os fatores que contribuíram para o desenvolvimento da tecnologia de alimentos.

Discutir sobre as áreas do conhecimento relacionadas à tecnologia de alimentos.

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Capítulo 6 | Tecnologia de alimentos de origem vegetal

Cássia Regina Nespolo, Fernanda Arboite de Oliveira, Flávia Santos Twardowski Pinto, Florencia Cladera Olivera Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Tecnologia de alimentos de origem vegetal

As matérias-primas de origem vegetal (como frutas, hortaliças e grãos alimentícios) podem ser submetidas a diversos processos com o objetivo de aumentar seu tempo de vida útil e obter produtos alimentícios diversificados.

Neste capítulo, serão abordadas as principais etapas do processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios e as operações preliminares comuns ao processamento desses vegetais.

Objetivos de aprendizagem

Apresentar os fundamentos do processamento de alimentos de origem vegetal.

Identificar as operações preliminares comuns ao processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios.

Avaliar as diferentes características do processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios.

Introdução

Os alimentos de origem vegetal (como as frutas e as hortaliças, por sua perecibilidade e sazonalidade) requerem um processamento que amplie sua distribuição e vida de prateleira. No caso específico dos cereais, principalmente do trigo, a produção de farinhas assume um papel importante, uma vez que elas servirão de insumo para inúmeros alimentos e para o aumento do aporte nutricional da alimentação humana.

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10. Alimentos provisórios

Ana Leal Editora Almedina PDF Criptografado

10. Alimentos provisórios

A prestação de alimentos provisórios encontra-se regulada no art. 2007º do

C.Civ. o qual dispõe que, enquanto se não fixarem definitivamente os alimentos, pode o tribunal conceder alimentos provisórios, que serão taxados segundo o prudente arbítrio, não havendo, em caso algum, lugar à restituição dos recebidos.

Assim, para a fixação dos alimentos provisórios atender-se-á a juízos de equidade.

Quanto à medida dos alimentos, no anterior Código de Processo Civil era possível apontar diferenças entre os alimentos definitivos e os alimentos provisórios, sendo que os primeiros englobavam tudo quanto fosse indispensável

à satisfação das necessidades do credor de alimentos, enquanto os segundos englobavam apenas o estritamente necessário para o efeito.

Tal era o que resultava, designadamente, do teor do art. 399º, nº 2, do anterior C.P.Civ., nos termos do qual a prestação de alimentos provisória era fixada em função do estritamente necessário para o sustento, habitação e vestuário do alimentante, visando, assim, dar uma resposta célere a situações de risco e colmatar os inconvenientes das demoras naturais das ações. Vid., neste sentido, o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 3/03/1998 (relator Pereira da

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