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Capítulo 21 - Fisiologia do Trabalho de Parto

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Fisiologia do Trabalho de Parto

FASES DA PARTURIÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 1 DA PARTURIÇÃO: INATIVIDADE UTERINA E

AMOLECIMENTO CERVICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 2 DA PARTURIÇÃO: PREPARAÇÃO PARA O

TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410

as espécies, sendo estas diferenças que complicam a elucidação dos fatores que regulam o parto humano. Quando a parturição não é normal, as consequências podem ser trabalho de parto prematuro, distocia ou gravidez pós-termo. Entre essas complicações, o trabalho de parto prematuro ainda é o principal contribuinte para os índices de morbidade e mortalidade neonatais nos países desenvolvidos.

FASE 3 DA PARTURIÇÃO: TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . 412

FASE 4 DA PARTURIÇÃO: PUERPÉRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416

PROCESSOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS QUE

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Capítulo 22 - Trabalho de Parto Normal

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Trabalho de Parto Normal

MECANISMOS DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . 433

POSIÇÃO FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 434

APRESENTAÇÃO OCCIPTOPÚBICA (OP) . . . . . . . . . . . . . . . . . 438

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DE

PARTO NORMAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 444

MECANISMOS DO TRABALHO DE PARTO

No início do trabalho de parto, a posição do feto em relação ao canal de parto é crucial para determinar o tipo de nascimento e, portanto, deve ser determinada logo de início. As relações importantes são situação, apresentação, atitude e posição do feto.

PRIMEIRO ESTÁGIO DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . 445

j Situação fetal

SEGUNDO ESTÁGIO DO TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . 447

A relação entre o eixo longitudinal fetal e o da mãe é denominada situação fetal, que pode ser longitudinal ou transversal. Em alguns casos, os eixos fetal e materno podem cruzar a um ângulo de 45 graus, constituindo a situação oblíqua. Essa situação é instável e, durante o trabalho de parto, torna-se longitudinal ou transversal. A situação longitudinal está presente em mais de 99% dos trabalhos de parto a termo. Entre os fatores que predispõem à situação fetal transversal estão multiparidade, placenta prévia, polidrâmnio e anomalias uterinas (Capítulo 23).

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Capítulo 10. Exames de Imagem do Feto

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CAPÍTULO 10

Exames de Imagem do Feto

ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

TECNOLOGIA E SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

simpósio organizado pelo National Institute of Child Health and Human Development (NICHD) concluiu que “todos os fetos devem ser submetidos a um exame físico” (Reddy, 2008).

ULTRASSONOGRAFIA DO PRIMEIRO TRIMESTRE . . . . . . . . . 195

ULTRASSONOGRAFIA DO SEGUNDO

E DO TERCEIRO TRIMESTRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197

ANATOMIA FETAL NORMAL E ANORMAL . . . . . . . . . . . . . . . 200

ULTRASSONOGRAFIAS TRIDIMENSIONAL (3D) E

QUADRIMENSIONAL (4D) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218

DOPPLERVELOCIMETRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222

ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA

Um dos marcos mais importantes da história obstétrica começou na segunda metade do século XX, quando se tornou possível ver imagens do útero gravídico e de seu conteúdo.

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Capítulo 26 - Indução e Aceleração do Trabalho de Parto

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 26

Indução e Aceleração do Trabalho de Parto

INDUÇÃO DO PARTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 523

MATURAÇÃO DO COLO PRÉ-INDUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . 525

“FAVORABILIDADE” DO COLO UTERINO . . . . . . . . . . . . . . . . 525

TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526

TÉCNICAS MECÂNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 528

MÉTODOS PARA INDUÇÃO E ACELERAÇÃO . . . . . . . . . . . . . 529

PROSTAGLANDINA E1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 529

OCITOCINA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 529

AMNIOTOMIA PARA INDUÇÃO E ACELERAÇÃO . . . . . . . . . . 531

Indução implica estimulação das contrações antes do início espontâneo do trabalho de parto, com ou sem ruptura de membranas. Quando o colo está fechado e não apagado, a indução do parto costuma ser iniciada com a maturação do colo, um processo no qual se empregam prostaglandinas para amolecer e abrir o colo.

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Capítulo 23 - Anormalidades no Trabalho de Parto

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CAPÍTULO 23

Anormalidades no Trabalho de Parto

DISTOCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 455

ANORMALIDADES DAS FORÇAS EXPULSIVAS . . . . . . . . . . . 458

RUPTURA PREMATURA DAS MEMBRANAS A TERMO . . . . . 462

TRABALHO DE PARTO PRECIPITADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 462

DESPROPORÇÃO FETOPÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463

CAPACIDADE PÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463

APRESENTAÇÃO DE FACE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466

APRESENTAÇÃO DE FRONTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

SITUAÇÃO TRANSVERSA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

APRESENTAÇÃO COMPOSTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469

COMPLICAÇÕES COM A DISTOCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 470

DISTOCIA

Há diversas anormalidades do trabalho de parto que podem interferir com a progressão ordenada do parto espontâneo. Essas anormalidades são genericamente denominadas distocias. Literalmente, distocia significa parto difícil, sendo caracterizada por trabalho de parto que evolui de forma anormalmente lenta. Ela ocorre a partir de quatro anormalidades distintas que podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Em primeiro lugar, as forças expulsivas podem ser anormais. Por exemplo, as contrações uterinas podem apresentar força insuficiente ou ser descoordenadas para que ocorram o apagamento e a dilatação do colo – disfunção uterina. Além disso, é possível que o esforço muscular voluntário materno seja insuficiente durante o segundo estágio do trabalho de parto. Em segundo lugar, as anormalidades na apresentação, na posição ou no desenvolvimento fetais podem atrasar o trabalho de parto. Ademais, anormalidades na estrutura óssea da pelve materna podem induzir uma contração pélvica. E, finalmente, anormalidades nos tecidos moles do trato reprodutor podem ser um obstáculo à descida do feto. Para

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