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Medium 9788520435649

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Lesley Scott Editora Manole PDF Criptografado

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

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Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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Medium 9788536305189

3. A invenção do sujeito ecológico: identidade e subjetividade na formação dos educadores ambientais

Michèle Sato, Isabel Cristina Moura Carvalho Grupo A PDF Criptografado

Educação Ambiental

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A invenção do sujeito ecológico: identidade e subjetividade na formação dos educadores ambientais

Isabel Cristina Moura Carvalho

Quem está e atua na história faz constantemente a experiência de que nada retorna.

Reconhecer o que é não quer dizer aqui conhecer o que há num momento, mas perceber os limites dentro dos quais ainda há possibilidade de futuro para as expectativas e os planos: ou mais fundamentalmente, que toda expectativa e toda planificação dos seres finitos é, por sua vez, finita e limitada. A verdadeira experiência é assim, a experiência da própria historicidade. (Gadamer, 1998, p. 527-528)

INTRODUÇÃO

Este capítulo discute os processos de subjetivação implicados na internalização de um ideário ecológico, como parte importante dos processos de constituição da identidade dos profissionais ambientais. Considera-se a formação do profissional ambiental, de um modo geral, e do educador ambiental, em particular, como parte da constituição de um campo de relações sociais – materiais, institucionais e simbólicas – em torno da preocupação ambiental, que caracteriza um campo ambiental, onde se destaca a noção de sujeito ecológico, como articuladora do ethos deste campo.

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Medium 9788584291199

Estratégia 35 - Problemas do cotidiano

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

96  Camargo & Daros

COMPETÊNCIAS

•• Organização e planejamento da escrita.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1. Depois que já possui uma temática e um problema bem definido, o professor deve entregar ao aluno uma folha, preferencialmente A3, com um diagrama em forma de pirâmide com, no mínimo, seis divisões, sem nada escrito, e post-its coloridos.

2. O aluno deve iniciar pelo topo da pirâmide, inserindo, em um post-it, um título, ainda que provisório, para situar o restante do planejamento.

3. Na segunda parte, o acadêmico insere as principais ideias, que compõem a introdução, como objetivo, metodologia e justificativa. Nesta fase, o acadêmico pode usar três post-its diferentes para ajudar na organização. É importante lembrar que cada ideia deve corresponder a pelo menos um parágrafo.

4. A terceira, quarta e quinta (caso necessário) partes correspondem às seções do texto. O aluno deve inserir os títulos para cada seção que deve compor o artigo. As seções devem ajudar a responder o problema principal. Para cada seção ou subtítulo, o acadêmico escreve um parágrafo sobre a principal ideia que pretende abordar.

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Medium 9788580551167

1. A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

Laurence L. Brunton, Bruce A. Chabner, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

1

Capítulo

A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

Suzanne M. Rivera e

Alfred Goodman Gilman *

A primeira edição deste livro, publicada em 1941, com frequência é considerada como organizadora do campo da farmacologia dando-lhe validade intelectual e identidade acadêmica. A primeira edição iniciava com “O objeto da farmacologia é amplo e compreende o conhecimento da origem das propriedades físicas e químicas, composição, ações fisiológicas, absorção, destino, excreção e usos terapêuticos dos fármacos. O fármaco pode ser definido, grosseiramente, como qualquer substância química que afeta o protoplasma vivo, sendo poucas substâncias excluídas por esta definição”. As duas afirmações permanecem úteis. Esta primeira seção da 12a edição deste livro-texto disponibiliza subsídios para estas definições explorando os processos de invenção e desenvolvimento de fármacos em uma entidade terapêutica, acompanhado das propriedades básicas das interações entre fármacos e sistemas biológicos: farmacodinâmica, farmacocinética (incluindo transporte e metabolismo dos fármacos) e farmacogenética. A seção subsequente trata do uso dos fármacos como agentes terapêuticos em humanos.

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Medium 9788580554502

Capítulo 1 - A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

Randa Hilal-Dandan, Laurence Brunton Grupo A PDF Criptografado

I

Seção Princípios gerais

1

Capítulo

A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

A primeira edição do Goodman & Gilman ajudou a organizar o campo da farmacologia dando-lhe validade intelectual e identidade acadêmica. Aquela edição iniciava com “O objeto da farmacologia é amplo e compreende o conhecimento de: origem, propriedades físicas e químicas, composição, ações fisiológicas, absorção, destino, excreção e usos terapêuticos dos fármacos. O fármaco pode ser definido, grosseiramente, como qualquer substância química que afeta o protoplasma vivo, sendo poucas as substâncias excluídas por esta definição”. Esta seção de Princípios Gerais disponibiliza subsídios para estas definições explorando os processos de invenção dos fármacos seguido das propriedades básicas das interações entre fármacos e sistemas biológicos: farmacodinâmica, farmacocinética (incluindo transporte e biotransformação) e farmacogenética. A seção subsequente trata do uso dos fármacos como agentes terapêuticos em humanos.

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