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7 DICIONÁRIO DE TERMOS CORPORATIVOS

Ana Shirley França Grupo Gen PDF Criptografado

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DICIONÁRIO DE

TERMOS CORPORATIVOS

Fonte: Disponível em: .

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Comunicação Escrita nas Empresas  • França

Existem termos comuns a qualquer profissional em cada profissão. Na área de gestão, não é diferente. Alguns termos são estrangeirismos e Siglas usuais no mundo dos negócios e outras palavras e expressões vindas das diversas teorias da administração. É este conjunto de termos que popularmente se chama de “Corporativês”.

Quem deseja estar em dia com a linguagem das corporações precisa conhecer os Termos Corporativos. Assim, segue o glossário abaixo:

Absentrísmo: falta constante ao trabalho por parte do empregado, ou sua ausência devido a problemas de saúde.

Assessment management: avaliação do potencial de profissionais.

Assignments: tarefas ou compromissos a serem cumpridos.

Avaliação 180 graus: avaliação de desempenho feita por chefes e clientes.

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Medium 9788536313627

Capítulo 3. O vôo da sociologia da educação

Anne Van Haecht Grupo A PDF Criptografado

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Anne Van Haecht

O vôo da sociologia da educação

UMA SOCIOLOGIA DAS DESIGUALDADES

O ponto de vista crítico, de maneira essencial tal como defendido teoricamente por Bourdieu e sua escola de pensamento – com nomes como

Saint-Martin, Boltanski e Chamboredon, por exemplo –, alimentou, sem dúvida, a maior parte da produção em sociologia da educação de língua francesa durante o período que vai da metade dos anos de 1960 à metade dos anos de 1970. Mas por que o terreno era-lhe então tão favorável?

Para fazer esse balanço, é útil apoiar-se nas diversas sínteses realizadas por Forquin (1979, 1980, 1982) e remeter o leitor que gostaria de uma informação detalhada a elas. Durante os anos de 1960, os materiais empíricos mostrando a importância das desigualdades em matéria de educação tinham se multiplicado e vinham ao encontro de uma argumentação reformista. Na França, mais particularmente, uma pesquisa longitudinal feita pelo Institut d’Études Démographiques (INED) sobre uma mesma coorte de indivíduos de 1962 a 1972 revelou-se a fonte de informação mais importante no que diz respeito aos processos de orientação e de seleção escolares para a época, e serviu, portanto, de referência a inúmeros pesquisadores, entre os quais Baudelot e Establet (1971), Boudon

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Medium 9788520429372

1. Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

1 Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Kátia Simone Ploner

Introdução

A educação para pessoas de mais idade pode ter vários objetivos: ocupa‑

ção do tempo livre, suprimento de carências educacionais ou educação para transformação, tanto dos que desejam um envelhecimento saudável, quan‑ to da sociedade. Uma possibilidade real de transformação de idosos e so‑ ciedade se dá quando acontece a atuação voluntária, pois nessa interação há trocas de informações, valores, serviços, sentimentos, reconhecimentos que promovem uma nova perspectiva sobre o que é envelhecer.

A transformação nunca se realiza apenas em um sentido, de acordo com a Psicologia Social Crítica, pois o indivíduo é transformado pela so‑ ciedade e promove uma transformação por meio desse envolvimento. Para

Guareschi (2004), relação significa mutualidade, uma via de mão dupla.

Assim, os idosos e a sociedade estão sendo transformados pelo processo educacional.

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Medium 9788536313627

Capítulo 2. As críticas feitas ao esquema de A reprodução

Anne Van Haecht Grupo A PDF Criptografado

Sociologia da educação

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As críticas feitas ao esquema de A reprodução

Sintetizar as críticas dirigidas à teoria da reprodução tal como foi formulada por Bourdieu e Passeron exige, se a preocupação com a atualidade é mais importante, minimizar o lugar ocupado pelas condenações essencialmente ideológicas que lhes foram dirigidas pelo lado marxista.1

Privilegiaremos deliberadamente aqui a crítica ontológica, depois a crítica epistemológica, o que nos levará a debater o individualismo metodológico.

A CRÍTICA ONTOLÓGICA

Por crítica ontológica é preciso compreender uma crítica sobre o ser, aqui mais particularmente sobre o ser do fato social e do ator social.

A astúcia da razão

Entre as observações mais mordazes dirigidas nesse sentido à sociologia de Bourdieu, vejamos, primeiro, as de Raynaud (1980, p. 86), que vê presente em A reprodução e em A distinção a representação filosófica hegeliana da astúcia da razão:

O problema é sempre o mesmo: se a ação de Deus é universalmente inteligível (Leibniz), se o real é racional (Hegel), ou se a sociedade se reproduz como sistema (e não como conglomerado heteróclito de estratégias individuais) (Bourdieu), como explicar o mal, o irracional, ou mais geralmente o que parece irredutível à coerência do sistema?

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Capítulo 1. O esquema da reprodução: da escola ao sistema de classes sociais

Anne Van Haecht Grupo A PDF Criptografado

Sociologia da educação

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O esquema da reprodução: da escola ao sistema de classes sociais

No mundo francófono, a teoria da reprodução de Bourdieu e Passeron

é certamente a mais conhecida. Ela leva a uma teoria geral da cultura, ganhando sentido em uma sociologia das classes sociais mais sofisticada que aquela desenvolvida pelos sociólogos marxistas (Baudelot e Establet,

1971).

Os trabalhos de Bourdieu e de Passeron inspiram-se em várias grandes tradições – durkheimiana – weberiana e marxista e tentam, senão conciliá-las, ao menos tirar de cada uma as contribuições essenciais. Aliás, aí está a dificuldade de criticar a sociologia desses autores que acertaram em mostrar que não subestimam nenhuma das contribuições importantes de cada uma dessas correntes de pesquisa.

De maneira bastante sintética, podemos encontrar em Bourdieu e

Passeron, para cada uma das três grandes tradições abordadas, as seguintes influências:

– Tradição durkheimiana: ruptura com o senso comum, confronto da teoria com a empiria, afirmação de um método sociológico específico (para Durkheim: “é preciso tratar dos fatos sociais como coisas”, “o social explica-se pelo social”).

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