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Medium 9788520439449

9. O olho do furacão

David Stahel Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 9

O olho do furacão

O ponto culminante do ataque – O Grupo de Exércitos Centro para

Com os três grupos Panzer do Grupo de Exércitos Centro parados em todos os fronts e as Frentes Soviéticas Ocidental, de Kalinin e de Briansk recebendo reforços em um ritmo muito mais rápido, a Operação Tufão vinha se tornando uma ofensiva somente no nome. Quando chegou a última semana de outubro, as disposições de Bock no mapa permaneciam praticamente inalteradas de um dia para outro e sua força total estava em um estado de declínio lento, mas ainda assim declínio. Não somente a 1a Divisão de Cavalaria de Feldt estava sendo transferida para fora do Grupo de

Exércitos Centro, como a recém-chegada Divisão Azul Espanhola, renomeada 250a Divisão de Infantaria, que havia sido originalmente atribuída para Bock, de última hora foi redirecionada para o Grupo de Exércitos Norte de Leeb. A Divisão Azul, comandada pelo general Muñoz Grandes, era uma divisão voluntária composta em sua maior parte de veteranos da recente Guerra Civil Espanhola e estava em sua força total, com mais de 18 mil homens (641 oficiais, 2.272 suboficiais e 15.780 militares de outras patentes).1 No entanto, durante sua marcha de um mês até a linha de frente, o comportamento ardiloso e aparentemente indisciplinado levou a muitos relatos depreciativos por parte dos oficiais de ligação alemães, sendo que um deles foi registrado no início de setembro por Bock, em seu diário:

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Medium 9788570066220

13 – REFRAÇÃO DO OLHO

Aderbal de Albuquerque Alves Grupo Gen PDF Criptografado

REFRAÇÃO DO OLHO

6ª Edição

13

Aderbal de Albuquerque Alves

ESTUDO TEÓRICO

D = 60

Seria demasiadamente complexo o estudo teórico do olho humano, porque seu poder focal depende de algumas superfícies curvas, separadas por meios de diferentes índices de refração. As superfícies anterior e posterior da córnea, anterior e posterior do cristalino, são as mais importantes e teríamos que considerar, ainda, as superfícies anterior do vítreo e côncava da fóvea. O sistema foi simplificado para possibilitar a compreensão de fenômenos ópticos complexos. Destacamos, entre outros, o olho esquemático de Gullstrand e o olho reduzido de Listing (1853)

(Figs. 1 e 2).

Allvar Gullstrand, da Universidade de

Uppsala, na Suécia, ganhou o Prêmio

Nobel de Medicina e Fisiologia, em 1911.

P1P2

F1

N1 N2

17,05 mm

17,05 mm

D = +58,64

22,22 mm

Fig. 1 – Olho esquemático de Gullstrand.

Olho Reduzido

N

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Medium 9788536326184

Capítulo 154 - Olho Vermelho

Bruce B. Duncan, Maria Inês Schmidt, Elsa R. J. Giugliani, Michael Schmidt Duncan, Camila Giugliani Grupo A PDF Criptografado

1616

Medicina Ambulatorial

CAPÍTULO 154

Olho Vermelho

Jorge Esteves

Nelson Telichevesky

O olho vermelho é um sinal oftalmológico representado pela hiperemia da conjuntiva bulbar. Qualquer doença que afete a córnea, a conjuntiva, a íris ou o corpo ciliar pode se expressar por olho vermelho. Algumas dessas doenças são patologias benignas; outras podem causar graves danos à função visual. Porém, a maioria dos pacientes com olho vermelho tem um problema de fácil diagnóstico e tratamento em atenção primária TABELA 154.1.

TABELA 154.2 > Sinais de alerta em paciente com olho vermelho

Diminuição de acuidade visual

Dor ocular profunda

Reflexo pupilar ausente ou diminuído

História de trauma

Hipópio

Hifema

A alteração da acuidade visual é um sintoma que, associado ao olho vermelho, em geral sugere condição grave, como glaucoma agudo e iridociclite. Preferencialmente, ela deve ser aferida por meio da tabela de Snellen; entretanto, na indisponibilidade desse material, pode ser realizada uma triagem simples, como a leitura de um texto com o uso das lentes corretivas habituais. A incapacidade de visão diante desse teste já deve indicar avaliação oftalmológica imediata.2

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Medium 9788570066220

58 – CEFALEIAS E O OLHO

Aderbal de Albuquerque Alves Grupo Gen PDF Criptografado

CEFALEIAS E O OLHO

6ª Edição

58

Aderbal de Albuquerque Alves

A cefaleia é um dos sintomas mais referidos em qualquer consulta oftalmológica. O oftalmologista deve estar consciente para não desperdiçar a oportunidade de identificar a possível causa ocular ou de contribuir para o diagnóstico do fator sistêmico.

As de origem ocular, relacionadas com as ametropias, não são incapacitantes e se enquadram no grupo de sintomas definidos como astenopia. Geralmente bilaterais não muito intensas, surgem após esforço ocular persistente e, sobretudo, relacionadas com o mecanismo de compensação, mais do que com a própria existência da ametropia ou distúrbio de visão binocular.

As mais intensas, às vezes acompanhadas de vômitos e náuseas, são provocadas por glaucoma agudo, inflamações, ou doenças sistêmicas. O paciente queixa-se de dor em torno dos olhos, na região frontal ou até occipital, mais raramente temporal. Relaciona-se com a primeira divisão do V par ou dos nervos cervicais superiores.

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Medium 9788520434628

Anomalia do Olho do Collie

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

97

Espécies Canina e Felina

Anomalia do Olho do Collie

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Distúrbio congênito, presumivelmente autossômico recessivo, que consiste, no mínimo, em hipoplasia temporal ou superotemporal da coroide até a cabeça do nervo óptico.

• Colobomas do nervo óptico — segunda anormalidade primária que também pode estar presente em cães acometidos.

• Como possíveis defeitos concomitantes, indicativos de manifestações mais graves, destacam-se estafiloma; descolamento da retina; hemorragia intraocular; neovascularização da retina.

• Sempre bilateral; pode-se observar gravidade discrepante entre os olhos.

• Em função do descolamento da retina e da hemorragia intraocular recorrente, há potencial para cegueira.

• Como anomalias associadas, que não fazem parte diretamente da síndrome, temos — enoftalmia; microftalmia; pregas retinianas; mineralização do estroma anterior da córnea.

• Aproximadamente 70-97% dos cães da raça

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