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Medium 9788527723855

23 - Métodos de Estudo em Biologia Celular

De Robertis Grupo Gen PDF Criptografado

Métodos de Estudo em Biologia Celular

23

23.1 Introdução

A observação das estruturas biológicas é dificultada pelo fato de as células serem muito pequenas e transparentes. É mais difícil ainda descobrir a organização das moléculas e como estas agem para determinar as estruturas e as funções celulares.

O extraordinário progresso experimentado pela biologia molecular da célula nos últimos anos provém do desenvolvimento de novos métodos de estudo dos componentes celulares, com base na aplicação de técnicas bioquímicas e biofísicas de última geração. Como atualmente o número de metodologias experimentais é bem grande, a ideia de descrevê-las exaustivamente em um livro é impossível. Portanto, o atual capítulo não é mais que um resumo dos métodos geralmente empregados para decifrar as estruturas e as funções celulares.

Serão descritos os princípios gerais da microscopia óptica e eletrônica, alguns métodos especiais que tornam possível o estudo da célula viva, diversos métodos de citoquímica, imunoquímica, radioautografia e fracionamento celular. Além disso, serão apresentadas as técnicas utilizadas para análise molecular dos ácidos nucleicos.

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Medium 9788536305745

Capítulo 1. Biologia celular e molecular do neurônio

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

Parte I

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Princípios básicos de neurociências

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Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Biologia celular e molecular do neurônio

A. Kimberley McAllister, Ph.D.

W. Martin Usrey, Ph.D.

Arnold R. Kriegstein, M.D., Ph.D.

Stephen Rayport, M.D., Ph.D.

M

uitos transtornos neuropsiquiátricos podem ser relacionados a aberrações em mecanismos do desenvolvimento neural. Nos estágios iniciais do desenvolvimento cerebral, interações celulares representam a força dominante no estabelecimento de conexões no cérebro. À medida que os circuitos se formam, os neurônios individuais, bem como suas conexões, são refinados de um modo dependente da atividade, direcionados por sua atividade intrínseca e pela competição por fatores tróficos. Em um estágio mais maduro, a experiência torna-se a força dominante ao dar forma às conexões neuronais e ao regular sua eficácia. No cérebro maduro, esses mecanismos relacionados ao desenvolvimento neural são controlados de maneira diferente e medeiam a maioria dos processos plásticos (Black, 1995; Kandel e O’Dell, 1992). Os transtornos neuropsiquiátricos originados de problemas no desenvolvimento cerebral inicial são provavelmente gerados intrínseca ou geneticamente, enquanto os surgidos durante estágios mais tardios são provavelmente relacionados à experiência. Na senescência, processos neurodegenerativos podem desconectar circuitos neurais por mecanismos de desenvolvimento neural empregados erroneamente.

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Medium 9788527726184

Capítulo 86 - Técnicas Sorológicas e de Biologia Molecular

CUBAS Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 86

Técnicas Sorológicas e de Biologia Molecular

Leonardo José Richtzenhain

Rodrigo Martins Soares

Carlos Roberto Prudencio

CC

Introdução

As características genotípicas e fenotípicas dos patógenos possibilitam identificá‑los com diferentes níveis de discrimi‑ nação.

As características genotípicas são aquelas relacionadas com a estrutura do ácido nucleico, tanto em regiões codificadoras como em regiões não codificadoras. Já as fenotípicas são as decorrentes da expressão de um ácido nucleico e, portanto, sempre relacionadas com regiões codificadoras.

Empregando diferentes técnicas de caracterização genotí‑ pica e fenotípica é possível alcançar níveis crescentes de discri‑ minação, tornando possível identificar um gênero, uma espé‑ cie, um tipo ou um subtipo.

Neste capítulo serão abordados conceitos fundamentais que possibilitam avaliar criticamente a aplicabilidade e o desempenho de diferentes técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de doenças transmissíveis.

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Medium 9788582713846

Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Medium 9788527723855

22 - Morte Celular

De Robertis Grupo Gen PDF Criptografado

Morte Celular

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22.1 A morte celular programada é um fenômeno comum no organismo

A morte das células é um fenômeno comum durante o desenvolvimento embrionário, necessário para remover tecidos provisórios (p. ex., as membranas interdigitais durante a formação dos dedos), eliminar células supérfluas (como ocorre com quase metade dos neurônios ao longo da neurogênese), gerar ductos, formar orifícios etc.

Também ocorre morte celular durante a vida pós-natal, quando o organismo necessita remodelar tecidos ou remover células danificadas, desnecessárias, redundantes, envelhecidas ou perigosas para sua saúde, como, por exemplo, as células infectadas, as tumorais ou as autorreativas (p. ex., os linfócitos T que reagem contra o próprio organismo).

Como as células destinadas a morrer costumam perecer para que as restantes do corpo sobrevivam, pode-se dizer que protagonizam uma espécie de sacrifício biológico de imolação. Essas mortes celulares fisiológicas ou programadas ocorrem ao final de uma série de alterações morfológicas que recebem o nome de apoptose (do grego apó, “separado de”, e ptôsis, “queda”), termo utilizado para diferenciá-las das mortes celulares acidentais – provocadas por traumatismos, substâncias tóxicas, obstruções vasculares etc. –, denominadas necrose.

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