7 capítulos
Medium 9788582715826

Capítulo 5 - Bioestatística e epidemiologia clínica

Stephen Doral Stefani, Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

MARCIO DEBIASI

STEPHEN DORAL STEFANI

DANIELE WALTER DUARTE

BRUCE B. DUNCAN

BIOESTATÍSTICA

Por exemplo, considerando-se haver 6 faces numeradas de 1 a 6 em um dado, a chance de sair o número “3” ao se lançar o dado é de 1:5.

QUADRO 5.1 RELAÇÃO ENTRE CHANCES E PROBABILIDADE

Define-se uma distribuição como “normal” quando: (1) apresenta-se sob forma de uma curva em formato de sino, com as caudas assintóticas ao eixo “x” (isso significa que os valores variam de –∞ a +∞; na prática, porém, podem-se utilizar curvas normais com limites finitos); (2) a curva é simétrica em relação à perpendicular que passa pela média; (3) média, moda e mediana são coincidentes; (4) a área sob a curva totaliza 1 ou 100%; (5) média (μ) e desvio-padrão(σ) resumem os dados:

Aproximadamente 68% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± σ.

Aproximadamente 95% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± 2σ.

Aproximadamente 99,7% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± 3σ.

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Medium 9788527735810

15 Anticoagulantes na Prática Clínica

Antonio Carlos Lopes, Fernando Sabia Tallo, Guilherme Di Camillo Orfali, Igor Gouveia Pietrobom, Paula M. Peçanha Pietrobom, Davi Jing Jue Liu, Luiz Fernando dos Reis Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Durante muitos anos, os antagonistas da vitamina K (AVK) e as heparinas representavam as únicas opções de fármacos para a anticoagulação, os quais, embora eficazes, apresentam algumas desvantagens, como risco de sangramento, trombocitopenia induzida por heparina, necessidade de seguimento ambulatorial para quantificação frequente do tempo de protrombina e sua relação normalizada internacional (TP/INR), no caso dos AVK, e a via de administração subcutânea (no caso da heparina de baixo peso molecular).

Com a recente mudança de paradigma objetivando um tempo de internação hospitalar cada vez menor e maneiras mais seguras e eficazes de proporcionar a anticoagulação, foram criados os novos anticoagulantes orais (NOAC), que apresentam as seguintes vantagens: grande facilidade de ser administrados oralmente; não precisam (na maioria das situações) do seguimento ambulatorial por meio de exames; e não exigem associação com heparinas no início até atingir o RNI adequado.

Este capítulo aborda as principais indicações e o manejo da anticoagulação nas principais doenças, valendo-se de todas as estratégias atualmente disponíveis.

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Medium 9788527735520

Parte 1: Fundamentos de Farmacologia Clínica na Enfermagem

Susan M. Ford Grupo Gen ePub Criptografado

O manejo dos medicamentos constitui uma das tarefas mais importantes na prática da enfermagem. Os indivíduos dependem enormemente do conhecimento e das instruções fornecidas pelos enfermeiros para aprender como administrar adequadamente suas próprias necessidades quanto aos cuidados de saúde. Quando em ambiente institucional, os pacientes dependem dos enfermeiros para a administração acurada e o monitoramento dos medicamentos, de modo a mantê-los seguros e promover sua saúde. Ambas as situações exigem um profissional de enfermagem competente, que possua sólida base de farmacologia clínica.

A Parte 1 fornece os fundamentos para entender a farmacologia no contexto da prática clínica de enfermagem. Três dos cinco capítulos desta parte discutem especificamente conceitos fundamentais para a enfermagem: administração de fármacos, processos de enfermagem e instruções ao paciente. Os princípios gerais de farmacologia e a matemática envolvida nos cálculos das doses são conceitos utilizados por todos os profissionais de saúde. Esses conceitos estão incluídos em seus respectivos capítulos. Segue-se um breve resumo do conteúdo de cada capítulo da Parte 1.

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Medium 9786581335076

Capítulo 7 - Sistemas de apoio à decisão clínica

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

7

>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Definir e descrever os principais usos dos sistemas de apoio à decisão clínica.

■Discutir a evolução histórica e relevância dos sistemas de apoio à decisão clínica.

■Descrever as principais categorias de sistemas de apoio à decisão clínica.

■Discutir o impacto dos sistemas de apoio à decisão clínica na performance dos profissionais de saúde e na qualidade do cuidado do paciente.

■Discutir os principais desafios relacionados aos sistemas de apoio à decisão clínica.

>> RESUMO

Os sistemas de apoio à decisão clínica (SADCs) são utilizados para auxiliar os profissionais de saúde no seu processo decisório, a fim de prevenir erros, facilitar acesso a informações relevantes para o cuidado do paciente e promover a prestação de assistência em saúde. Os SADCs são um dos componentes mais relevantes do prontuário eletrônico do paciente (PEP) e têm tido um papel de notável protagonismo na área de informática em saúde. Os primeiros SADCs foram desenvolvidos nos Estados Unidos entre as décadas de 1960 e 1970 e serviram de base para os primeiros PEPs longitudinais desenvolvidos por pioneiros da informática em saúde. Ao longo dos anos, diversas funcionalidades de apoio à decisão clínica com regras lógicas complexas têm sido desenvolvidas para auxiliar os profissionais clínicos no seu processo decisório. Este capítulo discute a evolução histórica e relevância dos SADCs, apresenta exemplos de sistemas com impacto clínico positivo e os desafios relacionados ao desenvolvimento, adoção e avaliação de SADCs.

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Medium 9788527735810

29 Obesidade em Adultos | Abordagem Clínica e Cirúrgica

Antonio Carlos Lopes, Fernando Sabia Tallo, Guilherme Di Camillo Orfali, Igor Gouveia Pietrobom, Paula M. Peçanha Pietrobom, Davi Jing Jue Liu, Luiz Fernando dos Reis Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

A obesidade é uma doença crônica responsável pelo aumento da mortalidade e morbidade populacional. E, apesar de não compreender um fenômeno recente, sua prevalência vem aumentando de maneira alarmante nas últimas décadas, sendo considerada atualmente uma epidemia global.

Deve-se iniciar a investigação para sobrepeso e obesidade com a medida do peso e da altura dos pacientes para determinar o índice de massa corpórea (IMC), que corresponde ao peso dividido pela altura ao quadrado (kg/m2). Uma vez diagnosticada a obesidade, ela deve ser graduada por sua gravidade (Tabela 29.1).

Ainda, a American Society for Metabolic and Bariatric Surgery classifica a obesidade em superobesidade (IMC entre 50 e 60 kg/m2) e supersuperobesidade (IMC > 60 kg/m2).

A medida da circunferência abdominal, apesar de não ser usada para diagnóstico, tem papel na identificação dos pacientes com obesidade central ou visceral, que apresentam maior risco de doenças cardiovasculares e metabólicas. Deve ser realizada com uma fita métrica paralela à pele, na altura da crista ilíaca anterossuperior. Usa-se geralmente como ponto de corte circunferência abdominal de 80 cm para mulheres e de 94 cm para homens; em asiáticos, porém, esses valores correspondem, respectivamente, a 80 e 90 cm.

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