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Medium 9788580556124

Capítulo 6 - Simulação clínica

Edward Yeomans, Barbara L. Hoffman, Larry C. Gilstrap, III, F. Gary Cunningham Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

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Simulação clínica

A EVOLUÇÃO DA SIMULAÇÃO OBSTÉTRICA. . . . . . . . . . . . . . . 82

METAS DA SIMULAÇÃO OBSTÉTRICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82

SIMULADORES EM OBSTETRÍCIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83

SIMULAÇÕES OBSTÉTRICAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84

FUTUROS PAPÉIS PARA A SIMULAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89

A simulação é a imitação ou representação de um ato ou sistema por outro. De acordo com a Society for Simulation in

Healthcare (2015), a simulação em medicina tem quatro propósitos para auxiliar a segurança do paciente: (1) educação, (2) avaliação, (3) pesquisa e (4) integração do sistema de saúde.

Nos últimos anos, a simulação se desenvolveu como uma técnica para melhorar o treinamento obstétrico. Atualmente, muitas técnicas cirúrgicas obstétricas estão diminuindo em frequência e isso resulta, em grande parte, do treinamento inadequado decorrente do menor número de procedimentos. Assim, a simulação é uma solução para esse ciclo negativo, proporcionando a prática.

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Medium 9788553614851

2ª PARTE CRIMINOLOGIA CLÍNICA

Nestor Penteado Filho, Nestor Sampaio Penteado Editora Saraiva PDF Criptografado

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Pesquisas efetuadas com pessoas expostas aos ataques na Maratona de Boston revelam que a “resposta aumentada da amígdala à informação emocional negativa pode representar um marcador neurobiológico de vulnerabilidade ao trauma, sendo potencialmente fator de risco ao

TEPT10”.

Assim, estudos com neuroimagem funcional e estrutural demonstraram alterações no volume cerebral e/ou ativação no hipocampo e amígdala com pessoas com TEPT11.

Destarte, a ciência médica muito tem contribuído para o tratamento adequado aos sobreviventes de atentados terroristas.

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Idem, p. 625-626.

Ibidem, p. 626.

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2a PARTE

CRIMINOLOGIA CLÍNICA

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Medium 9788582715826

Capítulo 5 - Bioestatística e epidemiologia clínica

Stephen Doral Stefani, Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

MARCIO DEBIASI

STEPHEN DORAL STEFANI

DANIELE WALTER DUARTE

BRUCE B. DUNCAN

BIOESTATÍSTICA

Por exemplo, considerando-se haver 6 faces numeradas de 1 a 6 em um dado, a chance de sair o número “3” ao se lançar o dado é de 1:5.

QUADRO 5.1 RELAÇÃO ENTRE CHANCES E PROBABILIDADE

Define-se uma distribuição como “normal” quando: (1) apresenta-se sob forma de uma curva em formato de sino, com as caudas assintóticas ao eixo “x” (isso significa que os valores variam de –∞ a +∞; na prática, porém, podem-se utilizar curvas normais com limites finitos); (2) a curva é simétrica em relação à perpendicular que passa pela média; (3) média, moda e mediana são coincidentes; (4) a área sob a curva totaliza 1 ou 100%; (5) média (μ) e desvio-padrão(σ) resumem os dados:

Aproximadamente 68% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± σ.

Aproximadamente 95% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± 2σ.

Aproximadamente 99,7% dos valores de “x” situam-se entre os pontos μ ± 3σ.

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Medium 9788527726146

3 - Genograma na Clínica com Crianças

Ceneide Maria de Oliveira Cerveny Grupo Gen PDF Criptografado

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Genograma na Clínica com Crianças

Maria Irene dos Santos Zerbini

O genograma sempre foi, em minha prática clínica, um instrumento prático, rápido e eficaz para desvelar relações familiares. Seu caráter diagnóstico possibilita a compreensão de redes invisíveis que permeiam o indivíduo e a transmissão intergeracional de legados, dívidas, crenças e padrões relacionais.

Na clínica, a utilização de recursos não verbais, como jogos, desenhos, montagens, fotos e caixa de areia, com crianças é usual, mas teriam elas condições de expressar-se e demonstrar o que percebem de suas relações familiares?

A resposta a essa questão será tecida ao longo deste capítulo. Por meio da construção do genograma pela criança e da participação do terapeuta, desvela-se a história vivida e internalizada por ela. Esse tipo de genograma é denominado por Cerveny e Dietrich

(2008) de genograma construtivista, pois sua construção está pautada na interação família/terapeuta, nesse caso, criança/terapeuta, na qual o espaço relacional provê amplas possibilidades de percepção.

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Medium 9786581335243

14 - Comunicação clínica e espiritualidade

Marcela Dohms, Gustavo Gusso Grupo A ePub Criptografado

Janaine Aline Camargo de Oliveira; Eno Dias de Castro Filho e Fábio Duarte Schwalm

SITUAÇÃO-PROBLEMA 1

Julio retorna para mostrar exames solicitados por sua médica.

Carla: “Bom dia, Sr. Júlio!”.

Júlio: “Bom dia, Dra.! Tudo bem com o Sra.?”.

Carla: “Tudo bem! E aí, como posso ajudá-lo hoje?”.

Júlio: “Ah, então, Dra., eu trouxe os exames dos intestinos, que a gente fez pra ver se tinha algum probleminha, ?”.

Carla: “Sim, eu me lembro”.

Júlio: “Aí estou trazendo aqui hoje”.

Carla: “E, além do exame, Sr. Júlio, tem mais alguma coisa que o Sr. quer que a gente veja hoje?”.

Júlio: “Não... eu estou bem… Mas dá uma angústia pensar nesse exame, ? (silêncio) A gente fica meio cabreiro com essas coisas”.

Carla: “Sim... vamos ver (olhando nos olhos, a angústia do Sr. Júlio é nítida. Sobrevém uma respiração profunda de encorajamento) Há algo especial que o preocupa nesse exame, Sr. Júlio?”.

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