2413 capítulos
Medium 9788520428955

10. Criando um programa de força e condicionamento

Dave Salo, Scott A. Riewald Editora Manole PDF Criptografado

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Criando um programa de força e condicionamento

Agora que você já viu como a força e o condicionamento físico podem melhorar seu desempenho na Natação, vamos discutir como é possível estruturar seu treinamento no decorrer de uma temporada.Vários princípios de treinamento são subjacentes ao tipo de programa, porém na verdade o mais importante é ter um plano – conhecendo seus objetivos específicos ou os dos nadadores que você treina. Saiba o que quer e quando deseja fazê-lo.Você pode ter o objetivo de atingir dois picos de desempenho neste ano e querer que eles ocorram durante as provas dos campeonatos estaduais no verão e na primavera. Seus objetivos podem ser um pouco diferentes dos da equipe nacional, que são conseguir apenas um pico por ano no Pan Pacific ou no Campeonato Mundial ou então a cada quatro anos nos

Jogos Olímpicos. Quer você seja membro da equipe do seu país, um nadador máster, membro de um grupo de nadadores jovens ou um triatleta, um programa bem desenvolvido de força e condicionamento o ajudará a levar seu nível de desempenho para o próximo patamar. Independentemente de quais sejam suas aspirações, quanto mais você entende a ciência por trás da periodização e do desenvolvimento de um plano de treinamento, mais capaz você será de aprimorar a integração do treinamento de força ao seu nado.

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Medium 9788582712832

Capítulo 19 - Família, estresse e aspectos neurocognitivos: um modelo desenvolvimental

Jerusa Fumagalli de Salles, Vitor Geraldi Haase, Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

19

Família, estresse e aspectos neurocognitivos: um modelo desenvolvimental

MARIANA GONÇALVES BOECKEL

ADRIANA WAGNER

BRUNO KLUWE-SCHIAVON

JÉSSICA CAMARGO

RODRIGO GRASSI-OLIVEIRA

O desenvolvimento humano é permea­ do por processos progressivos e mútuos de crescimento, acomodação e adaptação en­ tre a pessoa e o contexto em que ela está in­ serida. Ao longo de toda a sua existência, a pessoa é influenciada tanto pelos ambien­ tes mais próximos como pelos mais dis­ tantes, assim como influencia e impacta os contextos em que circula (Bronfenbrenner,

1979/1996). Esse desenvolvimento é de ca­ ráter biopsicossocial, ou seja, inclui aspec­ tos biológicos, psicológicos e sociocultu­ rais.

O ambiente, a partir dessa perspectiva, tem um peso importante nos processos de desenvolvimento humano. Contextos ad­ versos, violentos e abusivos podem ser fon­ te de intenso estresse e, consequentemen­ te, prejudiciais ao indivíduo. O cotidiano é repleto de situações estressantes, nas quais o organismo reage com respostas de en­ frentamento. No entanto, se os eventos es­ tressantes forem em grande intensidade e persistentes ao longo do tempo, os efeitos psicobiológicos podem ser intensamente deletérios (McEwen, 2000a, 2007, 2009).

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Medium 9788536319254

Capítulo 1. Introdução: um modelo de quatro etapas para acessar famílias e casais

Salvador Minuchin, Michael P. Nichols, Wai-Yung Lee Grupo A PDF Criptografado

Introdução: um modelo de quatro etapas para acessar famílias e casais

BREVE REVISÃO DO DESENVOLVIMENTO DA TERAPIA FAMILIAR

Os pioneiros da terapia familiar nos ensinaram a ver além das personalidades individuais, percebendo os padrões que fazem delas uma família � uma organização de vidas interconectadas por regras definidas, mas não verbalizadas.

Desde os tempos de Bateson, Bowen e Ackerman, porém, a área vem passando da ênfase original nas interações familiares ao foco na construção narrativa da experiência ou, resumindo, das relações interpessoais à cognição individual. Esta progressão parece intrigante se considerarmos que a grande inovação da teoria dos sistemas familiares foi a descoberta de que as vidas das pessoas são inextricavelmente entrelaçadas e que o comportamento dos membros da família é, em grande medida, uma função da forma como uns interagem com os outros.

As várias terapias baseadas nessa premissa se direcionam a mudar a organização da família. Pensava-se, então, que, quando a organização da família era transformada, a vida de cada membro da família também era alterada de forma correspondente. A terapia familiar floresceu não apenas por sua efetividade, mas também porque nos ajudou a redescobrir a interconectividade fundamental da condição humana: o que a terapia dos sistemas familiares nos ensinou foi que a família é mais do que uma coleção de indivíduos; é um sistema, uma totalidade organizada cujas partes funcionam de maneira que transcende suas características isoladas.

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Medium 9788536320342

Capítulo 3. O cérebro e o sistema nervoso

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

O ORGANISMO COMO MÁQUINA 110

COMO SE ESTUDA O SISTEMA NERVOSO

INTERAÇÕES PELA CORRENTE SANGUÍNEA 141

111

A ARQUITETURA DO SISTEMA NERVOSO 116

143

COMENTÁRIOS FINAIS: TODAS AS QUESTÕES

PSICOLÓGICAS DEVEM TER RESPOSTAS

O CÓRTEX 121

AS ORIGENS DO CÉREBRO

PLASTICIDADE

BIOLÓGICAS?

127

RESUMO

OS COMPONENTES DO SISTEMA NERVOSO 130

COMUNICAÇÃO ENTRE NEURÔNIOS

132

146

145

O C ÉREBRO E O

S ISTEMA N ERVOSO

N

o Capítulo 2, apresentamos lembretes poderosos de que os seres humanos são organismos biológi-

cos, com muito em comum com as outras criaturas que habitam este planeta. Isso significa, entre outras coisas, que devemos entender nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos em termos da máquina biológica

dentro de cada um de nós, máquina essa que possibilita tudo que fazemos.

Essa máquina, por sua vez, foi moldada em grande medida pelos genes que herdamos dos nossos pais, e os genes, enfim, são o produto final de milhares de gerações de seleção natural.

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Medium 9788582715130

Capítulo 8 - Especificação rápida em caramujos e nematódeos

Scott F. Gilbert, Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

PARTE III    Desenvolvimento inicial

Clivagem, gastrulação e formação dos eixos

8

Especificação rápida em caramujos e nematódeos

Como os embriões de caramujo são determinados a enrolar para a direita ou para a esquerda?

A FERTILIZAÇÃO DÁ AO ORGANISMO um novo genoma e um novo rearranjo do citoplasma. Quando ela é completada, o zigoto resultante começa a produzir um organismo multicelular. Durante a clivagem, a rápida divisão celular divide o citoplasma do zigoto em várias células. Essas células sofrem um dramático deslocamento durante a gastrulação, um processo por meio do qual as células se movem para diferentes partes do embrião e adquirem uma nova vizinhança. Os diferentes padrões de clivagem e gastrulação foram descritos no Capítulo 1 (ver pp. 11-14).

Durante a clivagem e a gastrulação, os principais eixos do corpo da maioria dos animais são determinados, e as células embrionárias começam a adquirir seus respectivos destinos. Três eixos precisam ser especificados: o eixo anteroposterior (cabeça-cauda), o eixo dorsoventral (costas-barriga) e o eixo direita-esquerda (ver Figura 1.6). Diferentes espécies especificam esses eixos em diferentes momentos, usando mecanismos diferentes. A clivagem sempre precede a gastrulação, porém, em algumas espécies, a formação do eixo do corpo começa tão cedo quanto a formação do ovócito (como em

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