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Capítulo 2. Leitura, produção e análise de textos

Ada Magaly Matias Brasileiro Grupo A PDF Criptografado

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Leitura, produção e análise de textos

>> �Concepções e estratégias de LEITURA, os tipos de leitor e suas características e as relações textuais.

>> �Conceitos sobre leitura e produção de textos TÉCNICOS E ACADÊMICOS.

>> �Texto LITERÁRIO e suas diferentes classificações e especificidades.

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leitura e produção textual

Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício.

Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como outro falso; a palavra foi feita para dizer. (RAMOS, 2005).

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Capítulo 10 - Para ler e ouvir cem anos depois

Celso Gutfreind Grupo A PDF Criptografado

Quando um autor escreve muito e muito bem, ficam alguns carros-chefes do seu trabalho. São os textos mais marcantes de uma vasta obra. Freud tem os seus; um deles completou cem anos em 2013 e se chama Totem e tabu. Na época, Freud publicou bastante e lançou outro artigo, longe de ser carro-chefe. Chama-se A ocorrência, em sonhos, de material oriundo do conto de fadas. Não chega a seis páginas, não fez muito barulho. Mas

é este centenário que desejei comemorar.

Freud destaca a importância dos contos na vida mental “de nossos filhos”. Há cem anos, quase oitenta antes do clássico de Bettelheim (1976) sobre o tema. Para Freud, os contos são tão importantes que chegam a ocupar o espaço de lembranças da infância. Ou seja, para chegarmos a elas, precisamos passar por eles.

Freud também demonstra a proximidade entre conto e sonho e o quanto o primeiro costuma invadir o segundo. Ele dá dois exemplos. No primeiro, descreve o sonho de uma paciente. Ela sonha com a visita de um homúnculo cuja fonte inspiradora seria um personagem dos Grimm. A interpretação (bem freudiana) teve um conteúdo sexual. O quarto era a vagina, o homúnculo era o pênis. Não faltou nem o preservativo (a indumentária cinzenta do visitante), mas o conteúdo impressiona de tão convincente; afinal, na realidade, a mulher estava preocupada com a concepção de seu segundo filho, depois de ter transado realmente com o marido.

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Capítulo 2. “Ler” antes de ler. Como facilitar a aprendizagem da leitura e da escrita?

Fernanda Leopoldina Viana, Iolanda Ribeiro, Sylvia Domingos Barrera Grupo A PDF Criptografado

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“Ler” antes de ler. Como facilitar a aprendizagem da leitura e da escrita?

Fernanda Leopoldina Viana, Joana Cruz e Irene Cadime

Hoje, é consenso que a aprendizagem da leitura e da escrita tem início muito antes da entrada do aluno no 1º ciclo. Nos anos pré-escolares, independentemente da frequência à educação pré-escolar (que no Brasil é atualmente considerada obrigatória), as crianças vão construindo conhecimentos sobre a linguagem escrita, os quais assumem o papel de facilitadores da sua aprendizagem formal (JUSTICE;

KADERAVEK, 2002; WHITEHURST; LONIGAN, 1998).

Essa posição contraria a que prevaleceu durante várias décadas, a qual considerava que a aprendizagem da leitura se iniciava com a introdução formal ao código escrito (HANEY; HILL, 2004) e que esse ensino não deveria ter lugar sem que as crianças tivessem atingido um determinado grau de maturidade, ou seja, sem que tivessem um conjunto de competências – de tipo perceptivo e motor, como a lateralidade, a discriminação perceptiva, a coordenação visuomotora e o esquema corporal

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Capítulo 2 DAS LESÕES POR ESFORÇOSREPETITIVOS – LER/dort

MONTEIRO, Antonio Lopes; BERTAGNI, Roberto Fleury de Souza Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2

DAS LESÕES POR ESFORÇOS

REPETITIVOS – LER/dort

Sumário: 1. Do conceito. 2. Da prevenção. 3. Da indenização. 4.

Das formas clínicas das lesões por esforços repetitivos – LERs. 4.1.

Tenossinovites. 4.1.1. Tenossinovite dos extensores dos dedos. 4.1.2.

Tenossinovite de De Quervain. 4.2. Epicondilites. 4.3. Bursites. 4.4.

Tendinite do supraespinhoso e bicipital. 4.5. Cistos sinoviais. 4.6. Dedo em gatilho. 4.7. Contratura ou moléstia de Dupuytren. 4.8. Compres­ são de nervos periféricos. 4.8.1. Síndrome do Túnel do Carpo. 4.8.2.

Síndrome do canal de Guyon. 4.8.3. Síndrome do Pronador Redondo.

4.8.4. Síndrome cervicobraquial. 4.8.5. Síndrome do desfiladeiro to­ rácico. 4.8.6. Síndrome da Tensão do Pescoço (mialgia tensional). 5.

Perspectivas.

1. Do conceito

O termo LER – lesões por esforços repetitivos – foi introduzido no Brasil pelo médico Mendes Ribeiro, em 1986, durante o I Encon­ tro Estadual de Saúde de profissionais de processamento de dados, no Rio Grande do Sul.

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Lição 11 - Textos e formas

Deke McClelland Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

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TEXTO E FORMAS

COMO, SEM DÚVIDA, você já deve ter percebido, a principal missão do Photoshop é corrigir e manipular fotografias digitais e trabalhos digitalizados. (Se estiver chocado com isso, temo que você precise voltar e reler – caramba, como devo dizer isso? – o livro inteiro!) Mas existem duas exceções. Os culpados são os textos e as formas, dois componentes que não têm nada a ver com corrigir ou manipular fotografias digitais, trabalho digitalizado ou pixels em geral.

No que diz respeito a textos e formas, o Photoshop é mais um programa de ilustração do que um editor de imagens. Você pode criar linhas de texto simples ou definir texto dentro de colunas, pode editar erros tipográficos e de ortografia – você tem acesso a todas as variedades de atributos de formatação, desde aqueles mais comuns, como fontes, até os mais obscuros, como larguras de caractere fracionárias. Você pode até anexar texto em um caminho. Além de texto, você pode ampliar seus projetos com retângulos, polígonos e símbolos personalizados previamente desenhados – os tipos de formas geométricas que admite como naturais em um programa de desenho, mas raramente vê em um editor de imagens.

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