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CAPÍTULO 6 - OUTRAS PSICOLOGIAS

Ana Mercês Bahia Bock, Maria de Lourdes T. Teixeira, Odair Furtado Editora Saraiva PDF Criptografado

s a r t u

O l o c i s p

CAPÍTULO 6

Apresentamos aos nossos leitores, até este momento, três matrizes de compreensão da Psicologia, mas é preciso considerar que ela não se restringe à Psicanálise de Sigmund Freud, ao Behaviorismo de

Skinner ou à Psicologia Sócio-histórica que, na verdade, não representa um sistema como as outras duas vertentes, mas uma alternativa produzida no Brasil a partir de Psicologia Histórico-cultural de

Vigotski (veja o Capítulo 5).

O fato é que há muitos outros modos de fazer Psico­ logia. As duas primeiras matrizes teóricas tiveram seguidores e dissidentes que as trouxeram até esse início do século XXI. Outras matrizes desapareceram, foram substituídas pelas duas mencionadas (e que são muito importantes) ou foram assimiladas por outras que serão mencionadas neste capítulo. É o caso da teoria da Gestalt (Psicologia da Forma), matriz importante no início do século XX,1 mas que não encontra seguidores no momento atual do desenvolvimento da Psicologia.

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CAPÍTULO 1 - A PSICOLOGIA OU AS PSICOLOGIAS

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l o c i s p

A o c i s p as

CAPÍTULO 1

Usamos o termo psicologia no cotidiano com vários sentidos. Por exemplo,

quando falamos do poder de persuasão de um vendedor, dizemos que ele usa

de psicologia para vender seu produto; quando nos referimos à jovem estudante que usa seu poder de sedução para atrair o rapaz, falamos que ela usa de psicologia; e quando procuramos aquele amigo, que está sempre disposto a ouvir nossos problemas, dizemos que ele tem psicologia para entender as pessoas.

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Será essa a psicologia dos psicólogos? Certamente não. Essa psicologia, usada no cotidiano pelas pessoas, em geral, é denominada de Psicologia do

Senso Comum. Mas nem por isso deixa de ser uma psicologia. O que estamos querendo dizer é que as pessoas, em geral, têm um domínio, mesmo que pequeno e superficial, do conhecimento acumulado pela

Psicologia Científica, o que lhes permite explicar ou compreender seus problemas cotidianos de um ponto de vista psicológico. O fato é que no cotidiano as pessoas vão se apropriando do conhecimento acumulado pela humanidade e fazem o uso não científico desse conhecimento, um uso que não é estritamente técnico, mas trata-se de um uso que ajuda a compreender o mundo e as coisas do mundo.

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CAPÍTULO 7 - A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO

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o l o c i s p

A o r p o m co

CAPÍTULO 7

A Psicologia é ciência e profissão. Como profissão, está regulamentada, no Brasil, desde 1962 e, atualmente (2018), existem cerca 300 mil profissionais registrados nos conselhos regionais da profissão já atuando ou com condições de atuar no mercado de trabalho.

Saber com clareza o que é ser psicólogo e sua prática

é fundamental para os jovens que pretendem ingressar nessa profissão. Assim como é relevante superar os preconceitos e equívocos a respeito dela.

Para isso, abordamos até aqui a ciência psicológica que busca a compreensão do ser humano a partir da

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constituição de sua subjetividade – sonhos, desejos, emoções, pensamentos, comportamentos. Neste capítulo, ao abordar a Psicologia como profissão, vamos verificar as inúmeras possibilidades de aplicação do conhecimento produzido por ela.

QUE PRO FISSÃO É ESSA?

A Psicologia, no Brasil, é uma profissão reconhecida pela Lei n. 4.119, de 1962. São psicólogos, habilitados ao exercício profissional, aqueles que completam o curso de graduação em Psicologia e se registram no

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CAPÍTULO 4 - O BEHAVIORISMO

Ana Mercês Bahia Bock, Maria de Lourdes T. Teixeira, Odair Furtado Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

v a h e b

O

No início do século XX, a Psicologia buscava sua inserção e reconhecimento como ciência.

Para alguns pesquisadores no campo da

Psicologia, isso significava seguir as regras do método científico definido na época.

A definição clara e precisa de um objeto e a utilização de procedimentos objetivos de estudo eram fundamentais para que se pudesse ocupar lugar ao lado das ciências já reconhecidas, como a física e a química. O

Behaviorismo, com Watson, tem o que nos contar sobre isso.

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O EST UDO DO COM PORTAMENTO

O termo Behaviorismo foi inaugurado pelo americano John B. Watson, em artigo publicado em

1913, que apresentava o título “A psicologia como o behaviorista a vê”.1 O termo inglês behavior significa “comportamento”; por isso, para denominar essa tendência teórica, usamos o termo Behaviorismo – além de Comportamentalismo, Teoria

Comportamental, Análise Experimental do Comportamento, Psicologia Comportamental e Análise do

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CAPÍTULO 11 - OS AFETOS

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CAPÍTULO 11

f a

Os

Não existe pensamento sem afeto e não existe afeto sem uma imagem, uma ideia. Os dois aspectos da subjetividade humana – afeto e pensamento – estão associados. Ou melhor, são indissociáveis.

Quando colocamos um deles como objeto de estudo é no sentido de obter maior profundidade de compreensão, um exercício didático. Em nossa vida cotidiana não é assim: pensamentos e afetos não estão cindidos, embora em muitas circunstâncias da convivência social os padrões culturais estabelecidos para a

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conduta deixem pouco ou nenhum espaço para a expressão dos afetos. Mas não expressar não significa “não sentir”.

A IM PORTÂNCIA DA V IDA AFETIVA

O coração tem razões que a própria razão desconhece.

No senso comum, o coração é considerado a sede dos afetos, sentimentos e emoções. Eles se expressam em desejos, sonhos, fantasias, expectativas, palavras, gestos, no que fazemos e pensamos. Eles contribuem para tornar cada pessoa absolutamente singular e única.

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