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4.3 Auditoria operacional e de sistemas em ambiente de operação normal dos negócios da empresa

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Capítulo 4

Métodos, técnicas e apliações de auditoria operacional e de sistemas

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ambiente externo, desenvolvimento organizacional, novas estratégias de negócios etc. Isso faz com que todos os sistemas envolvidos sofram alterações localizadas ou de forma global.

Na sequência, apresentamos a aplicação dos métodos e das técnicas de auditoria operacional e de sistemas em ambiente normal de operação dos negócios da empresa.

4.3 Auditoria operacional e de sistemas em ambiente de operação normal dos negócios da empresa

Esta auditoria consiste em revisar e avaliar os processos e os resultados de um ambiente de sistema de informação sob as óticas dos parâmetros de controle interno, tais como segurança física, segurança lógica, fidelidade da informação em relação aos dados, confidencialidade, obediência à legislação em vigor, eficiência, eficácia e obediência às diretrizes administrativas. Os processos são constituídos de procedimentos, rotinas e módulos de programas que desenvolvem as atividades operacionais e de controle de processamento de dados e das informações. Os resultados correspondem aos dados e às informações que poderão estar em documentos, formulários, relatórios e telas, ou digitalizados e armazenados em arquivos magnéticos.

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2.5 Técnicas e procedimentos aplicados na auditoria de gestão

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Auditoria do negócio com TI: gestão e operação

Eleger pontos de controle segundo o foco de otimização empresarial, consoante os parâmetros da gestão/auditoria da gestão.

Realizar testes para verificar a qualidade com que os procedimentos são praticados e os resultados alcançados.

Apresentar soluções para a homogeneização tecnológica, detalhando as características operacionais, os motivos e a mecânica de implantação das práticas mais avançadas existentes em outras áreas empresariais.

Acompanhar a institucionalização da solução e de sua efetividade e a eficácia em cada situação/ponto de controle específico.

Focar a produtividade organizacional como objetivo central para a transfe­ rência de tecnologia.

Apurar o nível de absorção de novas tecnologias pelas áreas receptoras e compará-lo, por indicadores/métricas, com a força da mudança efetivada.

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Observações

�� Um dos vetores para justificar a existência da atividade de auditoria é a característica de ela ocorrer em todos os ambientes e tecnologias organizacionais, servindo como um aprendizado constante e permitindo que o auditor seja um termômetro das práticas e dos resultados vivenciados pela empresa.

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3.3 Controle interno e seu relacionamento com a área de auditoria

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Capítulo 3

Controle interno e auditoria operacional e de sistemas

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Analisando a extensão dessa definição, verifica-se a existência dos seguintes itens, aos quais o controle deve atender:

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proteger os bens;

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conferir a exatidão e a fidelidade dos dados contábeis;

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promover a eficiência operacional;

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estimular a obediência às diretrizes administrativas estabelecidas.

Tais itens possibilitam a determinação de diversos parâmetros de controle interno, permitindo o estabelecimento dos objetivos de desenvolvimento do trabalho da auditoria operacional e de sistemas.

3.3 Controle interno e seu relacionamento com a

área de auditoria

Conforme a natureza das especificações dos itens da definição de controle interno, e para permitir uma melhor identificação dos seus parâmetros, pode-se classificá-lo em dois subconjuntos:

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controle interno contábil;

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controle interno administrativo.

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2.4 Técnicas e procedimentos que permitem contribuir com os trabalhos da auditoria

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Capítulo 2

Técnicas e procedimentos de auditoria

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2.4 Técnicas e procedimentos que permitem contribuir com os trabalhos da auditoria

2.4.1 Técnica/procedimento 1

Nome: cumprir contratos

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Objetivos

�� Atender ao conceito de controle interno com atendimento a stakeholders, clientes ou fornecedores.

�� Evitar processos judiciais com o direcionamento dos esforços ao core business.

�� Garantir melhor atendimento à vertente governança da qualidade da sustentabilidade.

�� Analisar cláusulas de contratos da perspectiva da variável contingência, incerteza, risco (cláusula contábil-financeira e técnico-operacional).

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Breve descrição

�� Vigência de regulamentação específica para a elaboração e aceitação de contratos referentes ao processo/produto do negócio.

�� Contratos que contemplem cláusulas financeiras e, como complemento, o acordo de nível de serviços (service level agreement – SLA) com cláusulas técnico-operacionais.

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1.8 Compliance e auditoria

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Capítulo 1

Auditoria da gestão: processo/produto

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1.8 Compliance e auditoria

A vigência da área de compliance e de seus respectivos profissionais analistas de compliance nas organizações privadas ou governamentais é matéria relevante neste século XXI, em particular diante das ocorrências e da magnitude das fraudes, da corrupção e da conivência nos negócios com TI.

As responsabilidades imputadas a executivos e a pessoas jurídicas e respectivas penalidades financeiras, inclusive com prisões de profissionais da alta administração, traz como reflexo a criação da função analista de compliance, responsável pela estabilização do controle interno organizacional.

Dessa sorte, a função conformidade tem um novo elemento interveniente, o analista de compliance, o qual deve ser objeto de projetos de auditoria na perspectiva do cumprimento de normas, regulamentações, documentação de sistemas, contratos, legislação e demais instrumentos que formalizam as boas práticas de governança institucional.

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