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179 - Semiologia da Infância

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

179

Semiologia da

Infância

Paulo Sérgio Sucasas da Costa, Johnathan Santana de

Freitas e Sandra Josefina Ferraz Ellero Grisi

Introdução

De acordo com estimativa de 2018  do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as crianças e os adolescentes com menos de 14 anos de idade representam cerca de 45,4 milhões da população do paí­s, de 208 milhões de pessoas.

O ser humano em crescimento e desenvolvimento apresenta par­ticularidades de acordo com a faixa etária. As especi­fici­ dades de cada idade manifestam-se na composição corporal, na velocidade de crescimento, no desenvolvimento neuro­psico­ lógico, nas necessidades nutricionais e no funcionamento do sistema imunológico.

Etapas da infância e adolescência

■■ Recém-nascido (RN): 0 a 28 dias de vida.

■■ Lactente: 29 dias de vida até 2 anos de idade.

■■ Pré-escolar: entre 2 e 7 anos de idade.

■■ Escolar: dos 7 aos 10 anos de idade.

■■ Adolescente: dos 10 aos 19 anos de idade.

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181 - Semiologia do Idoso

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

Porto_181.indd 1275

5.175.376

3.531.655

2.258.073

1.579.743

2010

1.082.138

2005

848.555

2000

661.009

1990

384.646

1980

2.425.788

1.570.922

1.196.234

925.949

534.564

239.621

Homens

351.347

4.000.000

2020

3.654.156

6.000.000

2030

5.888.828

10.000.000

2040

8.573.332

8.000.000

2050

2.000.000

A Figura 181.1 mostra as projeções para o crescimento da população brasileira de 80 ou mais anos no período de 1980 a 2050.

Com o envelhecimento populacional, verifica‑se a transição entre as principais causas de morbidade e mortalidade (transi‑

ção nosológica), de tal modo que as doenças não transmissíveis

80 anos ou mais de idade

0

Deve‑se acrescentar a estas mudanças demográficas os pacientes centená‑ rios, os quais precisam ser estudados em seus aspectos biológicos – anatô‑ micos, fisiológicos, bioquímicos, imunológicos – e psicossociais para serem adequadamente cuidados. Tais conhecimentos serão necessários para interpretar os resultados de exames laboratoriais e de imagem, além de indispensáveis para as propostas terapêuticas, clínicas ou cirúrgicas.

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180 - Semiologia da Adolescência

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

180

Semiologia da

Adolescência

Eliane Terezinha Afonso, Maria Helena Alves Canuto e

Elisa Oliveira Dafico Pfrimer

Introdução

A adolescência é o perío­do de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizado por rápido crescimento e desenvolvimento,

com relevantes transformações anatômicas, fisiológicas, mentais e psicossociais (ver Capítulo 179, Semiologia da Infância).

Às transformações biológicas ocorridas nessa fase dá‑se o nome de puberdade, perío­do em que ocorrem aceleração do crescimento pôndero‑estatural, mudanças na composição corporal e alterações hormonais desen­ca­dea­das pelo desen‑ volvimento do aparelho reprodutivo.

A adolescência, conceitualmente mais ampla, está sujeita às in­fluên­cias de fatores ambientais, sociais e culturais, que fre‑ quentemente podem afetar de diversas maneiras a saú­de desse grupo populacional.

Os limites da adolescência são va­riá­veis, pois ela tem início com as primeiras manifestações da puberdade, mas é difícil determinar seu término. Para efeitos práticos, adotam‑se os limites cronológicos propostos pela Organização Mundial da

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3 - O ritual da consulta médica

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3

O ritual da consulta médica

Os rituais, inerentes a todas as sociedades humanas, assumem diversas formas e desempenham importantes funções. A consulta médica é um momento ritualístico, por excelência, e não pode deixar de ser considerado como tal.

Os rituais coletivos são de fácil reconhecimento. Os mais comuns são os religiosos, os esportivos, os musicais, os turísticos e os políticos. Em todos eles, os componentes simbólicos são sempre explorados ao máximo, porque, embora não façam parte do conteú­do do que está sendo ritualizado – solenidade religiosa, comício político, show artístico, disputa esportiva –, eles reforçam o objeto central – a oração, a música, o jogo, a doutrinação. Daí­, a grande importância do componente simbólico dos rituais. As mesmas orações em voz baixa em uma capela silenciosa repercutem de modo diferente nos participantes do que as realizadas em uma catedral repleta de luzes, música, vestes coloridas e cânticos.

Os elementos simbólicos observados nos rituais são os mais variados – roupas, gestos, palavras, sons, músicas, aromas, luzes.

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175 - Modelos Médicos e Princípios da Semiologia - Psiquiá

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175

Modelos Médicos e Princípios da Semiologia

Psiquiá­trica

Marco Antonio Alves Brasil e Heloisa Helena Alves Brasil

Introdução

A psiquiatria, embora seja um ramo da medicina, tem á­ rea de atuação mais ampla que as demais especialidades médicas.

Na verdade, não se trata de uma especialidade que visa a uma determinada parte do corpo, um sistema ou um órgão, mas, sim, ao homem como um todo e às relações que o ligam a seu mundo. Além disto, a psiquiatria, com seu modo singular de encarar, compreender e atuar na doen­ça mental, adota um modelo – o modelo compreensivo – com referenciais distintos daqueles do modelo médico tradicional.

Modelo médico tradicional

A partir da última metade do ­século XVIII, a ciên­cia médica experimentou um grande avanço, incorporando princípios da física e da quí­mica, desenvolveu‑se nos estudos de fisiopatolo‑ gia, patologia celular e anatomia microscópica.

A doen­ça é definida como um fato concreto, observável, que pode ser evidenciado por uma série de recursos técnicos.

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