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27 - Anatomia de Superfície

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ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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23 - Sistema Respiratório

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SISTEMA RESPIRATÓRIO

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INTRODUÇÃO   Você alguma vez já engoliu algo que “desceu pelo caminho erra‑ do”, provocando tosse ou sufocação incontroláveis? Essa situação desconfortável (e, por vezes, embaraçosa) ocorre porque tanto o sistema respiratório quanto o sistema digestório originam‑se do tubo digestório embrionário e compartilham o nariz, a boca e a faringe como via de passagem inicial comum. Enquanto a maior parte do tubo di‑ gestório embrionário dá origem ao sistema digestório (Capítulo 24), o tubo que irá se tornar o sistema respiratório forma uma rede altamente ramificada de vias respira‑ tórias que terminam nos pulmões. Os tubos respiratórios possuem caracterís‑ ticas estruturais básicas compartilhadas por toda a anatomia tubular: um revestimento interno de tecido epitelial, uma camada intermediária de tecido muscular do tipo liso e conjuntivo e uma camada externa de revestimento de tecido conjuntivo. As adaptações desse plano estrutural básico respondem pelas principais funções associadas ao sistema respiratório – o transporte e a troca de gases.

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2 - Células

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Células

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I N T R O D U Ç Ã O   O corpo humano é formado por mais de 100 trilhões de células classificadas em aproxi­ madamente 200 tipos diferentes. As células de um tipo específico são formadas por características próprias.

Seu funcionamento coordenado possibilita a realização de uma função bioquímica ou estrutural específica. Conforme são estudadas as diversas partes de uma célula e suas relações entre si, você aprenderá que a estrutura e a função celular são interdependentes e inseparáveis. Na célula, ocorrem simultaneamente muitas reações químicas independentes, que possibilitam os processos vitais. Como a célula separa essas reações? Um recurso é a compartimentalização, ou seja, o isolamento de tipos específicos de reações químicas em estruturas especializadas envolvidas por membranas. Embora isoladas, as reações químicas são coordenadas para manter a vida da célula, do tecido, do órgão, do sistema e do organismo. •

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10 - Tecido Muscular

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Tecido Muscular

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INTRODUÇÃO  As máquinas fazem parte de nossa vida diária, desde simples abri‑ dores de lata ou de garrafa até computadores complexos, automóveis e copiadoras. De acordo com o dicionário Webster, uma máquina é “um conjunto de partes que trans‑ mitem forças, movimento e energia umas às outras de maneira predeterminada”. As‑ sim, até mesmo as máquinas mais complexas são compostas de partes mais simples, como alavancas, pontos de apoio, trincos, encaixes, receptores, fontes de energia, fios e cabos, que se combinam para criar a estrutura mais complicada que definimos como máquina. Se você ima‑ ginar o seu corpo como uma máquina, e os seus órgãos e sistemas como partes dessa máquina, você poderá com‑ preender mais facilmente a estrutura e o funcionamento dessa máquina que chamamos corpo humano.

Um componente essencial da maquinaria do corpo hu‑ mano é o tecido muscular, cujo peso corresponde a 40 a

50% da massa corporal total (dependendo da porcenta‑ gem de gordura corporal, do sexo e do programa de exer‑ cícios). Grande parte do trabalho realizado pelo corpo, como bombear o sangue pelos vasos sanguíneos, alimen‑ tar‑se, respirar, mover o alimento pelo tubo gastrintesti‑ nal, eliminar a urina da bexiga urinária, gerar calor, falar, ficar de pé e fazer o esqueleto se movimentar constitui o resultado da atividade dos músculos. Neste capítulo, iremos explorar os músculos desde o nível celular até os músculos como um todo, alguns dos quais são mui‑ to grandes, como a músculo quadríceps femoral, que ocupa a maior parte da face anterior da coxa. Iremos também aprender como as partes simples de nossa má‑ quina muscular trabalham em conjunto para produzir forças contráteis potentes responsáveis pela maior parte da atividade do corpo humano. •

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21 - Sentidos Especiais

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Sentidos Especiais

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INTRODUÇÃO  No Capítulo 20, vimos que os sentidos gerais incluem os sentidos somáticos (sensibilidade tátil, térmica, do‑ lorosa e proprioceptiva) e as sensações viscerais. Os receptores para a sensibilidade geral estão distribuídos por todo o corpo e apresentam uma estrutura relativamente simples. Variam desde dendritos modificados de neurônios sensitivos até estruturas especializadas associadas às terminações dos dendritos. Os receptores para os sentidos especiais – ol‑ fato, paladar, visão, audição e equi‑ líbrio – são anatomicamente distin‑ tos uns dos outros e concentram‑se em locais específicos na cabeça. Em geral, estão inseridos no tecido epi‑ telial, nos órgãos dos sentidos com‑ plexos, como os olhos e as orelhas.

As vias neurais para os sentidos es‑ peciais são mais complexas do que aquelas envolvidas nos sentidos ge‑ rais. Neste capítulo, iremos examinar a estru‑ tura e a função dos órgãos dos sentidos especiais e as vias envolvidas na condução de suas informações até a parte central do sistema nervoso. •

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