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27 - Anatomia de Superfície

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ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Mark Nielsen

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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16 - Tecido Nervoso

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Tecido Nervoso

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I N T ROD U Ç Ã O   Como aconteceu ao longo dos anos das décadas de 1980 e 1990, o computador continua revolucionando o nosso mundo atual. No final da década de 1970, os primeiros computadores de mesa operavam com uma memória RAM total de 16 KB.

Atualmente, é comum ter um computador de mesa ou até mesmo um notebook com 1 giga de RAM, aumentando a capacidade em um milhão de vezes nesses últimos 30 anos.

Entretanto, até mesmo os supercomputa‑ dores mais avançados perdem a sua superio‑ ridade quando comparados com a máquina que os criou – o sistema nervoso humano.

Neste capítulo, iremos introduzir a organiza‑

ção básica desse computador humano e es‑ tudar seus componentes fundamentais que atuam como fios condutores e circuitos.

Em virtude da grande complexidade do sistema nervoso, os diferentes aspectos de sua estrutura e função serão analisados em vários capítulos relacionados. Este capítulo trata da organização do sistema nervoso e das propriedades das células que compõem o tecido nervoso – os neurônios (células ner‑ vosas) e a neuróglia (células que sustentam as atividades dos neurônios). Nos capítulos seguintes, iremos examinar a estrutura e as funções da medula espinal e dos nervos espinais (Capítulo 17) e do en‑ céfalo e dos nervos cranianos (Capítulo

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12 - Sistema Circulatório | Sangue

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Sistema Circulatório |

Sangue

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INTRO D U ÇÃ O  A maioria das células de um organismo multicelular não tem a capacidade de circular livremente para obter oxigênio e nutrientes e para livrar-se do dióxido de carbono e de outras escórias do metabolismo. Essas necessidades são supridas por dois tipos de líquidos: o sangue e o líquido intersticial. O sangue é o tecido conjuntivo líquido, constituído de células envolvidas por matriz extracelular. A matriz extracelular é uma parte líquida, denominada plasma, enquanto a parte celular consiste em várias células e fragmentos celulares. O líquido intersticial é o líquido aquoso que banha as células do corpo e é constantemente renovado pelo sangue. O oxigênio inspirado pelos pulmões e os nutrientes e água provenientes do sistema digestório são transportados pelo sangue, se difundem do sangue para o líquido intersticial e, em seguida, se difundem para dentro das células do corpo. O dióxido de carbono e outras escórias do metabolismo se movimentam em sentido oposto, isto é, das células do corpo para o líquido intersticial e, a seguir, para o sangue. Em seguida, o sangue transporta as escórias do metabolismo para os pulmões, rins, pele e para o sistema digestório – para a sua eliminação do corpo.

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19 - Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

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Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

Mark Nielsen

INTRODUÇÃO  É final de semestre, você estudou assiduamente para a prova final de anatomia, e, agora, está na hora de fazer a prova. Quando você entra na sala lotada e procura um lugar para sentar-se, percebe a tensão existente no ambiente, enquanto outros estudantes conversam nervosamente sobre detalhes de última hora que consideram importantes para a prova. De repente, sente o seu coração acelerar devido à emoção – ou será apreensão? Você percebe que a sua boca se torna um pouco seca, e começa a suar frio. Você também pode sentir que a sua respiração está um pouco mais acelerada e mais profunda. Enquanto aguarda o professor entregar a prova, esses sintomas tornam‑se cada vez mais pronunciados. Por fim, a prova é entregue na sua carteira. Você folheia lentamente a prova para examinar as questões e constata que consegue responder a todas elas com segurança. Que alívio! Os sintomas começam a desaparecer conforme você se concentra em transferir o seu conhecimento de seu cérebro para o papel.

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14 - Sistema Circulatório | Vasos Sanguíneos

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Sistema Circulatório |

Vasos Sanguíneos

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INTRO D U ÇÃ O  Se você já cultivou um grande jardim, provavelmente

conhece bem a importância da irrigação. Em sua forma mais simples, um sistema de irrigação é uma rede de canais ou sulcos que fornecem a

água necessária, proveniente de uma fonte principal, para as raízes de todas as plantas de um jardim. De modo semelhante, os vasos sanguíneos do corpo formam uma extensa rede de “canais de irrigação” para fornecer o líquido necessário – neste caso, o sangue mantido de modo homeostático – a todas as células do corpo. De fato, essa rede vascular constitui parte de uma das redes de irrigação mais fenomenais imagináveis. Esses vasos, que se originam de uma bomba muscular, o coração, formam um extenso sistema de vias tubulares, que transportam o sangue nutritivo para longe do coração, em direção aos tecidos, por meio de pequenos vasos permeáveis existentes nos tecidos. Nestes locais, ocorrem as trocas que sustentam a vida entre o sangue e as células adjacentes, incluindo fornecimento de O2 e nutrientes e captação de escórias. Em seguida, o líquido carregado de escórias flui de volta ao coração por meio de um conjunto de vasos de retorno, que seguem trajetos paralelos aos dos vasos de irrigação. O padrão circular de fluxo que entra e sai do coração constitui um componente do sistema circulatório. Esse sistema de vias tubulares é tão incrivelmente extenso que, se todos os vasos fossem ligados entre si pelas suas extremidades, eles se estenderiam por cerca de 100.000 quilômetros, aproximadamente três vezes a circunferência da Terra. Além disso, os pequenos vasos permeáveis que irrigam os tecidos estão tão intimamente distribuídos entre os trilhões de células do corpo que até mesmo a ocorrência de uma lesão tecidual mínima leva à ruptura de pequenos vasos. Este capítulo realça a estrutura e as funções de diversos tipos de vasos sanguíneos e descreve como eles atuam em conjunto para formar as principais vias circulatórias do corpo humano. •

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