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27 - Anatomia de Superfície

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ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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10 - Tecido Muscular

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Tecido Muscular

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INTRODUÇÃO  As máquinas fazem parte de nossa vida diária, desde simples abri‑ dores de lata ou de garrafa até computadores complexos, automóveis e copiadoras. De acordo com o dicionário Webster, uma máquina é “um conjunto de partes que trans‑ mitem forças, movimento e energia umas às outras de maneira predeterminada”. As‑ sim, até mesmo as máquinas mais complexas são compostas de partes mais simples, como alavancas, pontos de apoio, trincos, encaixes, receptores, fontes de energia, fios e cabos, que se combinam para criar a estrutura mais complicada que definimos como máquina. Se você ima‑ ginar o seu corpo como uma máquina, e os seus órgãos e sistemas como partes dessa máquina, você poderá com‑ preender mais facilmente a estrutura e o funcionamento dessa máquina que chamamos corpo humano.

Um componente essencial da maquinaria do corpo hu‑ mano é o tecido muscular, cujo peso corresponde a 40 a

50% da massa corporal total (dependendo da porcenta‑ gem de gordura corporal, do sexo e do programa de exer‑ cícios). Grande parte do trabalho realizado pelo corpo, como bombear o sangue pelos vasos sanguíneos, alimen‑ tar‑se, respirar, mover o alimento pelo tubo gastrintesti‑ nal, eliminar a urina da bexiga urinária, gerar calor, falar, ficar de pé e fazer o esqueleto se movimentar constitui o resultado da atividade dos músculos. Neste capítulo, iremos explorar os músculos desde o nível celular até os músculos como um todo, alguns dos quais são mui‑ to grandes, como a músculo quadríceps femoral, que ocupa a maior parte da face anterior da coxa. Iremos também aprender como as partes simples de nossa má‑ quina muscular trabalham em conjunto para produzir forças contráteis potentes responsáveis pela maior parte da atividade do corpo humano. •

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7 - Sistema Esquelético | Esqueleto Axial

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Sistema Esquelético |

Esqueleto Axial

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I N T R O D U Ç Ã O   Sem os ossos não seria possível realizar movimentos como caminhar ou segurar um objeto. Um leve golpe na cabeça ou no tó‑ rax poderia causar lesão fatal do encéfalo ou do coração. Seria impossível fazer até mesmo algo tão simples como mastigar. Todos os dias o esqueleto rea­liza diversas atividades. Pense em todos os movimentos e forças a que o esqueleto é submetido desde o momento em que levantamos da cama de manhã. Quando andamos, corremos, subimos escadas ou erguemos objetos leves, como um caderno de provas, ou pesados, como uma caixa de livros de Anatomia, o esqueleto precisa sustentar o peso do corpo e as várias cargas que ele transporta. Além da sustentação, o esqueleto também possibilita a livre movimentação de um lugar a ou‑ tro. A maravilhosa capacidade do esqueleto torna‑se ainda mais impressionante quando se consideram as cargas e tensões a que é submetido durante vários exercícios e atividades esportivas, como campeonatos de ginásti‑ ca, patinação artística no gelo e jogos de basquete.

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2 - Células

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Células

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I N T R O D U Ç Ã O   O corpo humano é formado por mais de 100 trilhões de células classificadas em aproxi­ madamente 200 tipos diferentes. As células de um tipo específico são formadas por características próprias.

Seu funcionamento coordenado possibilita a realização de uma função bioquímica ou estrutural específica. Conforme são estudadas as diversas partes de uma célula e suas relações entre si, você aprenderá que a estrutura e a função celular são interdependentes e inseparáveis. Na célula, ocorrem simultaneamente muitas reações químicas independentes, que possibilitam os processos vitais. Como a célula separa essas reações? Um recurso é a compartimentalização, ou seja, o isolamento de tipos específicos de reações químicas em estruturas especializadas envolvidas por membranas. Embora isoladas, as reações químicas são coordenadas para manter a vida da célula, do tecido, do órgão, do sistema e do organismo. •

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14 - Sistema Circulatório | Vasos Sanguíneos

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Sistema Circulatório |

Vasos Sanguíneos

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INTRO D U ÇÃ O  Se você já cultivou um grande jardim, provavelmente

conhece bem a importância da irrigação. Em sua forma mais simples, um sistema de irrigação é uma rede de canais ou sulcos que fornecem a

água necessária, proveniente de uma fonte principal, para as raízes de todas as plantas de um jardim. De modo semelhante, os vasos sanguíneos do corpo formam uma extensa rede de “canais de irrigação” para fornecer o líquido necessário – neste caso, o sangue mantido de modo homeostático – a todas as células do corpo. De fato, essa rede vascular constitui parte de uma das redes de irrigação mais fenomenais imagináveis. Esses vasos, que se originam de uma bomba muscular, o coração, formam um extenso sistema de vias tubulares, que transportam o sangue nutritivo para longe do coração, em direção aos tecidos, por meio de pequenos vasos permeáveis existentes nos tecidos. Nestes locais, ocorrem as trocas que sustentam a vida entre o sangue e as células adjacentes, incluindo fornecimento de O2 e nutrientes e captação de escórias. Em seguida, o líquido carregado de escórias flui de volta ao coração por meio de um conjunto de vasos de retorno, que seguem trajetos paralelos aos dos vasos de irrigação. O padrão circular de fluxo que entra e sai do coração constitui um componente do sistema circulatório. Esse sistema de vias tubulares é tão incrivelmente extenso que, se todos os vasos fossem ligados entre si pelas suas extremidades, eles se estenderiam por cerca de 100.000 quilômetros, aproximadamente três vezes a circunferência da Terra. Além disso, os pequenos vasos permeáveis que irrigam os tecidos estão tão intimamente distribuídos entre os trilhões de células do corpo que até mesmo a ocorrência de uma lesão tecidual mínima leva à ruptura de pequenos vasos. Este capítulo realça a estrutura e as funções de diversos tipos de vasos sanguíneos e descreve como eles atuam em conjunto para formar as principais vias circulatórias do corpo humano. •

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