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Medium 9788580555257

Capítulo 2. Anatomia da Mãe

F. Gary Cunningham, Kenneth J. Leveno, Steven L. Bloom, Catherine Y. Spong, Jodi S. Dashe, Barbara L. Hoffman, Brian M. Casey, Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Anatomia da Mãe

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

ÓRGÃOS REPRODUTORES EXTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

ÓRGÃOS REPRODUTORES INTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

ANATOMIA MUSCULOESQUELÉTICA DA PELVE . . . . . . . . . . . 31

O conhecimento sobre a anatomia feminina da pelve e da parede inferior do abdome é essencial à prática obstétrica. Embora a norma seja a manutenção de relações anatômicas consistentes entre essas estruturas, é possível haver variações acentuadas entre as mulheres. Isso é especialmente verdadeiro para os grandes vasos e nervos.

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME j Pele, camada subcutânea e fáscia

A parede anterior do abdome contém as vísceras abdominais, sofre estiramento para acomodar o útero em expansão na gravidez e provê acesso cirúrgico aos órgãos reprodutores internos.

Assim, há necessidade de um conhecimento abrangente sobre sua estrutura disposta em camadas para que seja possível penetrar cirurgicamente a cavidade abdominal.

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Medium 9786586618082

Anatomia

Deonísio Da Silva Editora Almedina PDF Criptografado

mil e uma pal avras de direito

voltaram em ordem para seus lugares de origem. Anábase é também nome de planta.

Analfabetismo: de analfabeto, do grego analphábetos, passando pelo

latim analphabetu, mais o sufixo ismo, tão comum em termos pejorativos.

A palavra foi formada pelo prefixo de negação juntado a alfa e beta, as duas primeiras letras do alfabeto grego, para designar o estado de quem não sabia ler, nem escrever, já que não passava das duas primeiras etapas.

Analogia: do latim analogia, analogia, ponto de semelhança entre coisas diferentes. Às vezes lembra a metáfora, como nessa passagem do Tratado da natureza humana, do filósofo escocês David Humes: “o que a velhice é para a vida, a noite é para o dia. Por isso dizemos que a noite é a velhice do dia e a velhice é a noite da vida”.

Anarquismo: do grego anarchía, negação ou falta de autoridade, formaram-se anarquia e anarquismo. Várias têm sido as tentativas de estabelecer uma sociedade anarquista, isto é, regulada pelos próprios indivíduos em grupos livremente formados, sem as forças coercitivas que constituem o

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Medium 9788595150331

Capítulo 1 Anatomia do Joelho

Gilberto Luis CAMANHO, Marco Kawamura DEMANGE, Riccardo Gomes GOBBI Grupo Gen ePub Criptografado

CAPÍTULO 1.1

Sistema Osteomuscular

CAPÍTULO 1.2

Anatomia da Região Lateral do Joelho

CAPÍTULO 1.3

Anatomia da Região Medial do Joelho

CAPÍTULO 1.4

Anatomia dos Meniscos

CAPÍTULO 1.5

Anatomia do Ligamento Cruzado Anterior

CAPÍTULO 1.6

Anatomia do Ligamento Cruzado Posterior

CAPÍTULO 1.7

Biomecânica do Joelho

O estudo da anatomia do joelho é fundamental para que possamos compreender todas as alterações que esta articulação pode sofrer de forma aguda.

O joelho é composto por quatro ossos: fêmur, tíbia, fíbula e patela.

A face articular do fêmur distal possui dois côndilos assimétricos conectados anteriormente pela tróclea e separados distal e posteriormente pelo intercôndilo. O côndilo femoral medial é mais largo, se estende mais distalmente e possui uma curvatura mais simétrica, enquanto o côndilo femoral lateral apresenta um aumento progressivo do raio de curvatura posteriormente, no plano sagital. Da parede medial do côndilo femoral lateral, origina-se o ligamento cruzado anterior (LCA), enquanto o ligamento cruzado posterior (LCP) se origina da parede lateral do côndilo femoral medial (Figura 1.1). O LCA é delimitado anteriormente pela crista intercondilar lateral e suas bandas são separadas pela crista bifurcada lateral (Figura 1.2).1 O LCP é delimitado superiormente pela crista intercondilar medial e suas bandas são separadas pela proeminência bifurcada. O ligamento meniscofemoral posterior (Wrisberg) se situa paralelo e proximal à crista intercondilar lateral e à banda posteromedial. Quando o complexo ligamentar apresenta ambos ligamentos meniscofemorais, o ligamento meniscofemoral anterior (Humphrey) em geral se situa distal à banda posteromedial (Figura 1.3).2 O estreitamento da fossa intercondilar é relacionado com um aumento no risco de lesão do LCA, portanto o alargamento cirúrgico da fossa tem sido considerado na reconstrução do LCA.3-5 No lado medial do fêmur distal (Figura 1.4), constatamos três pontos de referência anatômicos: tubérculo do adutor, tubérculo do gastrocnêmio e epicôndilo medial. O tubérculo do adutor se localiza 12,6 mm (variação de 9,0 a 15,2 mm) proximal e 8,3 mm (variação de 5,9 a 11,6 mm) posteriormente ao epicôndilo medial. O tubérculo do gastrocnêmio se localiza 6,0 mm (variação de 4,4 a 8,9 mm) proximal e 13,7 mm (variação de 10,8 a 15,8 mm) posteriormente ao epicôndilo medial. O local da origem do ligamento colateral medial superficial (LCMs) é, em média, 3,2 mm (variação de 1,6 a 5,2 mm) proximal e 4,8 mm (variação de 2,5 a 6,3 mm) posterior ao epicôndilo medial. O ligamento oblíquo posterior (LOP) se origina no fêmur, em média, 7,7 mm (variação de 6,1 a 9,8 mm) distal e 6,4 mm (variação de 4,5 a 10,6 mm) posteriormente ao tubérculo adutor, além de 1,4 mm (variação de 0,8 a 2,1 mm) distal e 2,9 mm (variação de 2,1 a 4,1 mm) anteriormente ao tubérculo do gastrocnêmio. O centro do ligamento femoropatelar medial se origina em 41,4% do comprimento da patela, de proximal para distal e se insere entre o epicôndilo medial e o tubérculo do adutor, estando, em média, 10,6 mm (variação de 8,0 a 13,4 mm) proximal e 8,8 mm (variação de 6,7 a 10,3 mm) posteriormente ao epicôndilo femoral medial, sendo o trajeto possível de ser visibilizado artroscopicamente após sinovectomia.6,7 No lado lateral do fêmur distal (Figura 1.5), podemos identificar o epicôndilo lateral, o sulco poplíteo femoral e a inserção do tendão do músculo poplíteo. O local da origem do ligamento colateral lateral (LCL) é 1,4 mm proximal e 3,1 mm posterior ao epicôndilo lateral. A inserção do tendão do músculo poplíteo está aproximadamente 18,5 mm distal e anteriormente à origem do LCL.8

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Medium 9788563308061

1. Anatomia e embriologia do olho

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Anatomia e embriologia do olho

1

Paul Riordan-Eva, FRCS, FRCOphth

O limite anterior da cavidade orbitária é o septo orbitário, que funciona como uma barreira entre as pálpebras e a órbita (ver adiante).

As órbitas estão relacionadas com o seio frontal acima, o seio maxilar abaixo e os seios etmoidal e esfenoidal medialmente. O fino assoalho orbitário é facilmente lesionado por traumatismo direto ao globo ocular, resultando em uma fratura “explosiva” (blow-out) com herniação do conteúdo orbitário para o seio maxilar.

Infecções dentro dos seios etmoidal e esfenoidal podem causar erosão da parede medial que é fina (lâmina papirácea) e envolver o conteúdo da órbita. Defeitos no teto da órbita (p. ex., neurofibromatose) podem resultar em pulsações visíveis do globo ocular transmitidas a partir do cérebro.

O entendimento abrangente da anatomia do olho, da

órbita, das vias visuais, dos nervos cranianos superiores e das vias centrais para o controle dos movimentos oculares

é um pré-requisito para a interpretação adequada das doenças com manifestações oculares. Além disso, tal conhecimento anatômico é essencial para o planejamento adequado e a execução segura de cirurgias oculares e orbitárias. Embora a maior parte do conhecimento desses assuntos se baseie em dissecções anatômicas, seja de cadáveres ou durante cirurgias, técnicas invasivas — em particular a ressonância magnética (RM), a ultrassonografia e a tomografia de coerência óptica (OCT, na sigla em inglês) — proporcionam cada vez mais informações. Sem dúvida, o estudo da embriologia do olho é uma área mais difícil, por causa da relativa escassez de material humano, sendo, portanto, necessário utilizar estudos feitos em animais, com as dificuldades inerentes de inferir paralelismo com o desenvolvimento humano. Apesar disso, sabe-se bastante acerca da embriologia do olho humano e, com a expansão recente da genética molecular, tem-se uma compreensão bem maior das anomalias oculares do desenvolvimento.

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Medium 9788536309156

Capítulo 4 - Anatomia do Sistema Cardiorrespiratório

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 4

ANATOMIA DO SISTEMA

CARDIORRESPIRATÓRIO

Sean M. Collins

Barbara Cocanour

INTRODUÇÃO

Anatomia, da palavra grega anatome, é a ciência médica

1 básica mais antiga. Trata do estudo das estruturas de um organismo, sendo principalmente uma ciência morfológica

(morfologia é o estudo das estruturas, sem levar em conta sua função). Função é a atividade executada por qualquer estrutura. Para entender de fato a função do corpo humano, normal ou anormal, é essencial o conhecimento de suas estruturas. Os fisioterapeutas examinam, avaliam e tratam indivíduos com diversas incapacidades cardiorrespiratórias.

A compreensão da anatomia cardiorrespiratória permite identificar a função e reconhcer as relações entre os sistemas corporais envolvidos no transporte de oxigênio e de nutrientes.

Não é intenção deste capítulo ser uma fonte completa sobre a anatomia do sistema cardiorrespiratório, mas sim descrever os aspectos pertinentes à fisioterapia, esclarecendo os termos anatômicos básicos.

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