1025 capítulos
Medium 9788553602995

3 FUNDAMENTOS

Leone Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

IX – INTERVENÇÃO DE TERCEIROS NO PROCESSO DO TRABALHO

355

O conceito de terceiro é dado por um critério de exclusão. É considerado terceiro aquele que não é parte.

E parte é aquele que pleiteia no Poder Judiciário a entrega do seu bem da vida, bem como aquele contra quem essa demanda é proposta.

3 FUNDAMENTOS

São fundamentos da existência do instituto jurídico da intervenção de terceiros:

�� harmonização dos julgados: minimizar o risco de decisões conflitantes proferidas pelo próprio Poder Judiciário, o que prejudica significativamente sua imagem e credibilidade perante a sociedade;

�� princípio da economia processual em sua dimensão macroscópica: embora a admissão de um terceiro resulte em maior complexidade ao processo em tramitação, evita o ajuizamento de outras ações no Poder Judiciário.

Sobre o tema, ensina o Professor Daniel Amorim Assumpção Neves2:

“Por intervenção de terceiros entende-se a permissão legal para que um sujeito alheio à relação jurídica processual originária ingresse em processo já em andamento. Apesar das diferentes justificativas que permitem esse ingresso, as intervenções de terceiro devem ser expressamente previstas em lei, tendo fundamentalmente como propósitos a economia processual (evitar a repetição de atos processuais) e a harmonização dos julgados (evitar decisões contraditórias). É natural que, uma vez admitido no processo, o sujeito deixa de ser terceiro e passa a ser considerado parte; em alguns casos ‘parte na demanda’ e noutros ‘parte no processo’”.

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Medium 9788547222567

3 - Fundamentos

PEREIRA, Leone Editora Saraiva PDF Criptografado

IX – INTERVENÇÃO DE TERCEIROS NO PROCESSO DO TRABALHO

391

O conceito de terceiro é dado por um critério de exclusão. É considerado terceiro aquele que não é parte.

E parte é aquele que pleiteia no Poder Judiciário a entrega do seu bem da vida, bem como aquele contra quem essa demanda é proposta.

3 Fundamentos

São fundamentos da existência do instituto jurídico da intervenção de terceiros:

�� harmonização dos julgados: minimizar o risco de decisões conflitantes proferidas pelo próprio Poder Judiciário, o que prejudica significativamente sua imagem e credibilidade perante a sociedade;

�� princípio da economia processual em sua dimensão macroscópica: embora a admissão de um terceiro resulte em maior complexidade ao processo em tramitação, evita o ajuizamento de outras ações no Poder Judiciário.

Sobre o tema, ensina o Professor Daniel Amorim Assumpção Neves2:

“Por intervenção de terceiros entende-se a permissão legal para que um sujeito alheio à relação jurídica processual originária ingresse em processo já em andamento. Apesar das diferentes justificativas que permitem esse ingresso, as intervenções de terceiro devem ser expressamente previstas em lei, tendo fundamentalmente como propósitos a economia processual (evitar a repetição de atos processuais) e a harmonização dos julgados (evitar decisões contraditórias). É natural que, uma vez admitido no processo, o sujeito deixa de ser terceiro e passa a ser considerado parte; em alguns casos ‘parte na demanda’ e noutros ‘parte no processo’”.

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Medium 9788553614844

3 Fundamentos

Leone Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

348

MANUAL DE PROCESSO DO TRABALHO situações que autorizarão a intervenção de outros no processo’ (Partes e terceiros no processo civil brasileiro, 2. ed., Saraiva, 2006, n. 2, p. 4).

Conforme o magistério de Ovídio Baptista da Silva, caso ‘o terceiro ingresse no processo para defender um interesse próprio dependente da relação jurídica objeto do litígio, com o fim de auxiliar na vitória da parte a que seu direito se liga, ou, ao contrário, nele ingresse para contrapor-se a uma ou a ambas as partes, diz-se, no primeiro caso, que a intervenção é ad adjuvandum, enquanto no

último será ad excludendum’ (Curso de processo civil, 7. ed., Forense, v. I, n. 11.1, p. 259).

Convém, no entanto, melhor explicitar tal conceito. De maneira geral, determinada pessoa é alheia à imensa maioria, se não à totalidade das causas em andamento no Brasil (e no exterior), e nem sequer sabe da existência de tais demandas e, a fortiori, sobre que versam; de algumas poucas, o público em geral tem o sumário conhecimento decorrente de sua divulgação nos meios de comunicação. Nesses casos, cuida-se de pessoas totalmente indiferentes a tais demandas.

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Medium 9788521635895

3 Fundamentos de aprendizagem ativa

Gabriel Elmôr Filho, Laurete Zanol Sauer, Nival Nunes de Almeida, Valquíria Villas-Boas Grupo Gen ePub Criptografado

E por isso, repito, que ensinar não é transferir conteúdo a ninguém, assim como aprender não é memorizar o perfil do conteúdo transferido no discurso vertical do professor. Ensinar e aprender têm que ver com o esforço metodicamente crítico do professor de desvelar a compreensão de algo e com o empenho igualmente crítico do aluno de ir entrando como sujeito em aprendizagem, no processo de desvelamento que o professor ou professora deve deflagrar. Isso não tem nada que ver com a transferência de conteúdo e fala da dificuldade, mas, ao mesmo tempo, da boniteza da docência e da discência.

Paulo Freire,
Pedagogia da Autonomia, 1996

Que base conceitual é capaz de fundamentar o planejamento de ambientes de aprendizagem ativa, onde o estudante tenha espaço para agir, discutir, problematizar e analisar a sua ação? Um modo de explicar o aprender no qual possam ser considerados os aspectos físicos, biológicos, mentais, psicológicos, culturais e sociais? Que leve em conta a interdependência entre os processos de pensamento e de construção do conhecimento? Que promova a visão de contexto, sem separar o sujeito de sua circunstância e de seus relacionamentos, auxiliando-o a compreender o mundo como uma teia sistêmica e interligada, de forma a evidenciar os processos cíclicos da natureza, da qual se faz parte? Um modo de pensar, que desencadeie um novo sistema ético, com valores, percepções e condutas que contribuam para o desenvolvimento sustentável? Tais questionamentos têm sido motivo de estudos (SAUER; SOARES apud CURY, 2004; INOVA ENGENHARIA, 2006; TANG, 2015; BATES, 2015), os quais, em muitos casos, não têm sido considerados com a devida atenção.

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Medium 9788580552065

Capítulo 3 - Fundamentos de máquinas CA

Stephen J. Chapman Grupo A PDF Criptografado

capítulo

3

Fundamentos de máquinas CA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender como gerar uma tensão CA em uma espira que gira dentro de um campo magnético uniforme.

Aprender como gerar conjugado em uma espira que conduz uma corrente dentro de um campo magnético uniforme.

Aprender como criar um campo magnético girante a partir de um motor trifásico.

Compreender como um campo magnético oriundo de um rotor em rotação induz tensões CA nos enrolamentos de um estator.

Compreender a relação entre frequência elétrica, o número de polos e a velocidade de rotação de uma máquina elétrica.

Compreender como o conjugado é induzido em uma máquina CA.

Compreender os efeitos da isolação dos enrolamentos sobre a vida útil da máquina.

Compreender os tipos de perdas em uma máquina e o diagrama de fluxo de potência.

As máquinas CA são geradores que convertem energia mecânica em energia elétrica CA e motores que convertem energia elétrica CA em energia mecânica. Os princípios fundamentais das máquinas CA são muito simples, mas infelizmente eles são obscurecidos pela construção complicada das máquinas reais. Este capítulo explicará primeiro os princípios do funcionamento das máquinas CA por meio de exemplos simples e, a seguir, examinará algumas das complicações que ocorrem nas máquinas CA reais.

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