1873 capítulos
Medium 9788520424971

1. Turismo e Meio Ambiente: Relação de Interdependência

PHILIPPI JR., Arlindo; RUSCHMANN, Doris van de Meene Editora Manole PDF Criptografado

Turismo e

Meio Ambiente:

Relação de

1

Interdependência

Paulo dos Santos Pires

Engenheiro Florestal, Univali

INTRODUÇÃO

A relação entre o turismo e o meio ambiente é tão ampla e multifacetada que a sua abordagem teórica obriga, de saída, à definição de um enfoque para que, a partir dele, delimite o alcance do conteúdo temático sem, com isso, ignorar as conexões existentes com outros aspectos pertinentes, porém inseridos em âmbitos de abordagem temática externos ao enfoque definido.

Dessa forma e, ainda, com uma preocupação didática no sentido de apresentar um conteúdo informativo que possa ser útil, sobretudo à formação acadêmica de estudantes de graduação dos cursos de turismo, hotelaria e hospitalidade, e também a quem atua profissionalmente nessas mesmas áreas, buscou-se expor as múltiplas facetas e implicações da relação entre turismo e meio ambiente. Como poderá ser constatado, trata-se de uma relação de interdependência já plenamente integrada ao sistema turístico, e que nesta oportunidade será apresentada muito mais em sua amplitude do que em seu aprofundamento, entendendo-se que seja esse o tratamento mais adequado aos objetivos do público leitor para o qual é destinado, considerando, ainda, o formato da presente publicação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432006

12. Evolução da Legislação Ambiental no Brasil: Políticas de Meio Ambiente, Educação Ambiental e Desenvolvimento Urbano

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Evolução da Legislação

Ambiental no Brasil:

Políticas de Meio

Ambiente, Educação

Ambiental e

Desenvolvimento Urbano

12

Elvino Antonio Lopes Rivelli

Advogado, Rivelli Advogados

A matéria ambiental, pode‑se dizer sem medo de errar, foi uma das que promoveram uma mudança mais radical e importante no mundo moderno.

Ela foi a responsável pela modificação das percepções do mundo, fazendo com que o homem atual despertasse para a grande verdade: a natureza é finita e o uso sem escrúpulos dos recursos ambientais ameaça a vida humana, repe‑ tindo‑se, por óbvio, o que aconteceu com alguns dos povos da Antiguidade.

Evolução histórica no BrasiL

No Brasil, desde o século XIX, já existiam legislações que disciplina‑ vam o meio ambiente no mundo do Direito. Pode‑se citar, como exemplo, a Lei n. 1, de 1º de outubro de 1828, que já tecia considerações de cunho ambiental e atribuía à polícia o dever de zelar pelos poços, tanques, fontes, aquedutos, chafarizes e quaisquer outras construções de benefício comum dos habitantes, bem como a plantação de árvores para preservação de seus limites à comodidade dos viajantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

4. Turismo e políticas públicas no Brasil

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

4

Turismo e políticas públicas no Brasil

CÍNTIA MÖLLER ARAUJO

G I S E L A TA S C H N E R

Introdução

No campo das Ciências Sociais Aplicadas, o turismo é uma área de recente desenvolvimento como objeto de estudo acadêmico. Por conta dessa juventude, de sua natureza interdisciplinar e das imediatas demandas práticas de seus profissio‑ nais, a pesquisa acadêmica enfrenta obstáculos de diversos tipos, desde certos pre‑ conceitos – que veem o turismo como tema frívolo – até problemas de subteoriza‑

ção. O turismo é uma área de estudo sobre a qual faltam consensos em algumas questões básicas e que ainda carece de formulações e de contribuições científicas, embora já se identifique uma ampla gama de estudos. No Brasil, a situação desses estudos é mais complexa que em países avançados, e é muito mais limitado o reper‑ tório existente de estudos e pesquisas sistematizados/estruturados, prevalecendo, em contrapartida, certo caráter pioneiro. Na verdade, tais pesquisas dotam o cam‑ po do turismo de uma profusão de objetos de estudo empíricos, os quais se expan‑ dem horizontalmente, mas, ao mesmo tempo, evidenciam a necessidade de se pro‑ mover um fortalecimento vertical da produção científica, principalmente no âmbito analítico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728096

Seção 3 | Saúde no Trabalho e Meio Ambiente

LOPES, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 3 | Saúde no Trabalho e

Meio Ambiente

Coordenadora

Lys Esther Rocha

Capítulo 19 | Introdução, 152

Capítulo 20 | Instituições da Área de Saú­de no Trabalho | Meio Ambiente e suas Relações com os Clínicos, 155

Capítulo 21 | Ética Médica e Bioé­tica na Saú­de, no Trabalho e no Meio Ambiente, 175

Capítulo 22 | Promoção da Saú­de dos Trabalhadores, 183

Capítulo 23 | O Clínico e as Intoxicações Ocupacionais e Ambientais, 190

Capítulo 24 | Câncer Relacionado com o Trabalho, 197

Capítulo 25 | Biomarcadores Moleculares , 202

Capítulo 26 | Distúrbios Osteomusculares Relacionados com o Trabalho, 207

Capítulo 27 | Doenças Ocupacionais Respiratórias, 220

Capítulo 28 | Saú­de Mental e Trabalho, 232

Capítulo 29 | Doenças Otorrinolaringológicas Relacionadas com o Trabalho, 242

Capítulo 30 | Dermatoses Ocupacionais, 253

Capítulo 31 | Saúde dos Trabalhadores no Meio Rural, 259

Capítulo 32 | Contaminação de Água e Solo | Radiações Ionizantes e Não Ionizantes, 266

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

8. A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

8 A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Karina Toledo Solha

Bruna de Castro Mendes

Lívia Morais Garcia Lima

Introdução

De acordo com a última projeção da população do Brasil realizada pelo

IBGE, o país está na quinta posição no ranking dos mais populosos (2008).

Nesse mesmo estudo estima‑se que uma queda ainda mais acentuada do número de filhos por mulher deve levar ao crescimento negativo e ao enve‑ lhecimento da população brasileira. Hoje, o país já faz parte do grupo dos dez países com maior percentual de idosos, junto da China, Índia, Estados

Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e Espanha (Bacha et al.,

2006).

Certamente, a mudança na estrutura etária da população brasileira traz muitos desafios, mas também oportunidades, pois não se trata apenas do crescimento do número de pessoas idosas (Debert, 1999), mas de uma mu‑ dança no comportamento de todos os segmentos da sociedade.

Se por um lado as consequências inerentes ao processo de envelheci‑ mento da população, como as apontadas por Veras et al. ao estudar o cres‑ cimento da população idosa no Brasil alertando para “a potencial gravidade dessa situação a longo prazo”, indicavam a necessidade urgente de se en‑ contrar caminhos que gerassem uma melhor distribuição dos serviços pú‑

171

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos