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Capítulo 1 - Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia: Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

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Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia

Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

Thomas L. Schwartz e Shilpa Sachdeva

Introdução

Este livro objetiva fornecer ao leitor informações relativas a transtornos psiquiátricos específicos e sua receptividade ao tratamento com abordagens integradas de psicoterapia e psicofarmacologia. Informações baseadas em evidências serão apresentadas e, na ausência delas, serão oferecidas abordagens e explicações sobre por que a integração e o uso simultâneo dessas duas modalidades de tratamento devem fazer sentido tanto biológico como psicológico para o clínico e para o paciente. Este capítulo introdutório examinará primeiro alguns estudos integrativos típicos e seus desfechos, quando uma técnica de psicoterapia específica e/ou uma intervenção psicofarmacológica específica foram fornecidas a pacientes com um transtorno psiquiátrico definido. Os desfechos clínicos serão discutidos resumidamente neste capítulo, a fim de estabelecer um tom para os capítulos seguintes, sobre transtornos psiquiátricos específicos, nos quais análises mais profundas serão apresentadas. Mais importante do que revisar os desfechos iniciais mais relevantes,

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Capítulo 6 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos de Ansiedade

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

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Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos de Ansiedade1

David S. Shearer, Christopher S. Brown,

S. Cory Harmon e Bret A. Moore

Introdução

Este capítulo sintetiza as pesquisas sobre o uso de várias modalidades de tratamento para os transtornos de ansiedade, incluindo psicoterapia, farmacoterapia e a combinação de ambas. A última modalidade é de particular interesse dado o uso difundido dessa estratégia de tratamento na prática clínica e a escassez de pesquisas documentando sua eficácia (Olfson, Marcus, Wan, & Geissler, 2004).

O tratamento combinado faz sentido lógico e, talvez por essa razão, não tenha sido examinado empiricamente na mesma proporção que a psicoterapia e a farmacoterapia individualmente.

Olafson e colaboradores (2004) compararam dados do National Medical Expenditure Survey (NMES), de 1987, e do Medical

Expenditure Panel Survey (MEPS), de 1999, para descrever as tendências nos tratamentos dos transtornos de ansiedade em pacientes ambulatoriais. Eles encontraram um aumento no uso da associação psicoterapia/farmacoterapia de 29% da amostra de 1987 para 32% da amostra de 1999. Durante aquele período, o uso de ansiolíticos diminuiu, enquanto o de antidepressivos aumentou (embora nenhuma das tendências alcançasse significância esta-

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Capítulo 8 - Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

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Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

Tais S. Moriyama, Guilherme V. Polanczyk, Fernanda S. Terzi,

Kauy M. Faria, Manfred Döpfner e Luis A. Rohde

Introdução

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos mentais mais comuns na infância. Estima-se que cerca de 5% das crianças e adolescentes são afetados em todo o mundo (Polanczyk, de Lima, Horta,

Biederman, & Rohde, 2007) e que a maior parte deles manifestará sintomas e déficit funcional associado na vida adulta (Faraone, Biederman,

& Mick, 2006). O impacto do TDAH pode ser devastador; o transtorno afeta diferentes áreas de funcionamento e os sintomas estão associados a rendimento escolar mais baixo (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, & Hynes, 1997), problemas conjugais, dificuldades com os filhos

(Barkley & Fischer, 2010), emprego de menor status e desemprego (Mannuzza et al., 1997;

Stein, 2008), envolvimento mais frequente em acidentes de trânsito (Barkley & Cox, 2007) e aumento do risco de outros transtornos psiquiátricos (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, &

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Capítulo 7 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos Alimentares

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

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Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos Alimentares

Phillipa J. Hay, Josué Bacaltchuk e Stephen Touyz

Introdução

Este capítulo se concentra no uso integrado de psicofarmacologia e psicoterapia aplicadas ao tratamento de pacientes com anorexia nervosa (AN), bulimia nervosa (BN), transtorno de compulsão alimentar (TCA) e transtorno alimentar sem outra especificação

(TASOE).

Descrição geral do transtorno

Prevalência e aspectos diagnósticos

Em um estudo nacionalmente representativo dos transtornos alimentares (TAs) nos Estados Unidos em 2001 a 2003, a prevalência ao longo da vida de AN era de 0,9% nas mulheres e 0,3% nos homens; da BN era de 1,5% nas mulheres e 0,5% nos homens; e do TCA era de 3,5% nas mulheres e 2,0% nos homens

(Hudson, Hiripi, Pope, & Kessler, 2007). No

Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, quinta edição (DSM-5; APA,

2013), a AN é caracterizada pela busca incessante de magreza, resultando em perda de peso ou falha em ganhar peso durante o período de crescimento, recusa em manter um

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Capítulo 13 - Integração entre Psicofarmacologia e Psicoterapia Mediada pelo Computador

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

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Integração entre Psicofarmacologia e

Psicoterapia Mediada pelo Computador

John Greist

Introdução

É óbvio que tanto o tratamento farmacológico quanto a psicoterapia exercem efeitos em muitos transtornos psiquiátricos.  Ambas as modalidades produzem alterações em neurotransmissores, neuromoduladores, estruturas do encéfalo e seu funcionamento. Embora o organograma de decisões de tratamento seja tão abundante, continua sendo difícil prever para quem determinada modalidade ou combinação de modalidades irá funcionar melhor ou ser mais aceitável. Continuamos sendo guiados em grande medida por tentativas empíricas com cada paciente, avaliando sua preferência, a relação risco/benefício, a resposta pregressa, a disponibilidade e o custo. As considerações a respeito do uso combinado e do acréscimo de terapias começa com esse pano de fundo de humildade justificável. A substituição dos psicoterapeutas humanos por psicoterapias mediadas pelo computador acrescenta outra variável na tomada de decisão em relação ao tratamento. Este capítulo aborda muitas das questões relativas ao desenvolvimento, à avaliação e à implementação das psicoterapias mediadas pelo computador e sua combinação com o tratamen-

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