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Capítulo 48 - Risco Sanitário Hospitalar | Qualidade e Segurança

HINRICHSEN, Sylvia Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

48

Risco Sanitário Hospitalar |

Qualidade e Segurança

Sylvia Lemos Hinrichsen  Lucas Santos Zambom  Reginaldo Gonçalves de Lima Neto 

José Ribamar Branco Filho  Maria da Conceição Lira

Nenhuma mente sozinha é completa. (Andrew Carnegie)

Introdução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma instituição vinculada ao Ministério da Saúde, cuja missão é proteger e promover a saúde, garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços por meio da transparência e do conhecimento como fonte de ação e da cooperação. Tem como áreas de atuação alimentos, toxicologia, produtos fumígenos, medicamentos/genéricos, cosméticos, saneantes, sangue, tecidos e outros

órgãos; além de serviços e produtos para a saúde; laboratórios de saúde pública; inspeção e controle de medicamentos e produtos; portos, aeroportos e fronteiras; regulação econômica e monitoramento de mercado e vigilância sanitária de produtos de saúde pós-comercialização (revalidando, alterando ou mesmo suspendendo o registro de medicamentos, materiais médico-hospitalares, equipamentos eletroeletrônicos, saneantes de uso hospitalar, kits diagnósticos e sangue/hemoderivados).

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Capítulo 33 - Controle e Processo de Armazenamento | Farmácia Hospitalar e Controle de Infecções

HINRICHSEN, Sylvia Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

33

Controle e Processo de Armazenamento |

Farmácia Hospitalar e Controle de Infecções

Sylvia Lemos Hinrichsen

Introdução

A farmácia hospitalar é a unidade da instituição de saúde res‑ ponsável pela administração e pelo gerenciamento de produ‑ tos farmacêuticos, participando da seleção, da aquisição e do controle da movimentação do estoque de medicamentos e outros correlatos, além da sistematização de processos rela‑ cionados com manipulação, armazenamento e distribuição de todos os insumos adquiridos e usados institucionalmente. Os medicamentos são, portanto, considerados um dos insumos usados no processo assistencial, dos mais importantes, repre‑ sentando um poderoso instrumento capaz de curar, remediar e prevenir doenças.

O uso adequado de medicamentos é a principal atividade de um programa de assistência farmacêutica e a farmácia deve ter como objetivo proporcionar ao paciente o medicamento certo, na hora certa, administrado pela via certa.

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Capítulo 59 - Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde | Importância e Medidas de Controle

HINRICHSEN, Sylvia Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

59

Infecções Relacionadas à Assistência à

Saúde | Importância e Medidas de Controle

Sylvia Lemos Hinrichsen  Marcos Gallindo

Introdução

Nas instituições de saúde/hospitais de todo o mundo, é grande o desafio para a prevenção de danos, em particular das infecções relacionadas à assistência à saúde (IrAS). Sem a menor dúvida, as IrAS causam impacto social e financeiro; por isso, têm sido uma preocupação que vem exigindo de todos um investimento em políticas e programas para pre‑ venção e controle.

A prevenção das IrAS envolve diversos segmentos, como, por exemplo, a gestão de qualidade/segurança do paciente, que objetiva ações e recursos para garantia de estrutura de trabalho focada em atenção à higiene, formação de profissio‑ nais de saúde e pessoal, e conhecimento constante das mudan‑

ças dos agentes infecciosos que levam ao crescente aumento do risco de infecção, associado a avanços nos cuidados à saúde e aos pacientes cada vez mais vulneráveis. Portanto, conhecer os riscos relacionados às IrAS e as suas medidas de prevenção

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Capítulo 34 - Limpeza e Desinfecção do Ambiente e Importância no Controle de Infecções

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Capítulo

34

Limpeza e Desinfecção do Ambiente e

Importância no Controle de Infecções

Sylvia Lemos Hinrichsen  Reginaldo Gonçalves de Lima Neto

Introdução

A limpeza de ambientes em instituições de saúde consiste na remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas e, consequente‑ mente, na redução da carga microbiana nas diversas áreas da estrutura assistencial e não assistencial.

Na atualidade, o termo higienização hospitalar engloba todos os processos envolvidos na limpeza e desinfecção de superfícies fixas em estabelecimentos de assistência à saúde.

Muitas instituições de saúde contam com serviços específi‑ cos (próprios ou terceirizados) para a higiene e limpeza de ambiente. A execução segue um cronograma previamente estabelecido e monitorado por meio de auditorias, a partir de planilhas de planejamento profissional, de responsabili‑ dade dos membros da equipe de controle de infecções, junto aos representantes da administração predial e aos represen‑ tantes da gerência de enfermagem. Todos têm participação ativa na logística das tarefas relacionadas com a readequação de ambientes e com o descarte de materiais, equipamentos e mobiliário.

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Capítulo 52 - Importância dos Microrganismos Multirresistentes no Controle de Infecções Relacionadas com a Assistência à Saúde e no Stewardship de Antimicrobianos

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Capítulo

52

Importância dos Microrganismos

Multirresistentes no Controle de Infecções

Relacionadas com a Assistência à Saúde e no Stewardship de Antimicrobianos

Sylvia Lemos Hinrichsen

Importância da resistência antimicrobiana

Estima-se que pelo menos 25.000 pessoas morram anualmente na União Europeia por infecções causadas por bactérias multirresistentes e, nos EUA, apenas um microrganismo, o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), causa a morte de cerca de 19.000 pessoas por ano, mais do que enfisema, AIDS, doença de Parkinson e homicídio combinados.

Há uma importante lacuna entre a atual disseminação mundial de bactérias multirresistentes e o desenvolvimento de novos fármacos antimicrobianos. Também se observa atividade in vitro contra bactérias gram-negativas resistentes a antibióticos. Há, ainda, uma diminuição do arsenal de antimicrobianos devido ao desaparecimento e/ou indisponibilidade temporária de medicamentos mais antigos, forçando os prescritores a optar por fármacos de amplo espectro, sem um gerenciamento de uso, o que influencia negativamente as políticas de uso racional destes.

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