927 capítulos
Medium 9788527722346

15 - Pescoço e Tronco

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

15

Lippert 15.indd 185

Pescoço e Tronco

CC

Curvaturas da coluna vertebral, 186

CC

Significado dos termos, 186

CC

Movimentos da ar­ticulação, 186

CC

Ossos e pontos de referência, 187

CC

Articulações e ligamentos, 189

CC

Músculos do pescoço e do tronco, 192

CC

Pontos-chave, 203

CC

Autoavaliação, 203

08.11.12 08:56:57

186 

Cinesiologia Clínica e Anatomia

A coluna vertebral constitui e mantém o eixo longitudinal do corpo. Por ser uma haste multiar­ticulada, seus movimentos ocorrem por movimentos combinados das vértebras.

A coluna vertebral ­atua como pivô para o movimento e a sustentação da cabeça na região cervical. O peso da cabeça, do cíngulo do membro superior, dos membros superiores e do tronco é transmitido por meio da coluna vertebral. A coluna vertebral contém a medula espinal e, portanto, é capaz de protegê-la. Além de essa haste multiar­ticulada possibilitar o movimento, a disposição desses segmentos ainda garante a absorção e a transmissão eficaz de choques.

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Medium 9788527722346

20 - Articulações do “Tornozelo” e do Pé

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Lippert 20.indd 267

Articulações do

“Tornozelo” e do Pé

CC

Ossos e pontos de referência, 268

CC

Articulações e movimentos, 270

CC

Ligamentos e outras estruturas, 273

CC

Músculos do “tornozelo” e do pé, 276

CC

Pontos-chave, 287

CC

Autoavaliação, 287

08.11.12 09:01:05

268 

Cinesiologia Clínica e Anatomia

A perna (a parte do membro inferior que se estende do joelho até o “tornozelo”) é formada por dois ossos: tíbia e fíbula.

Uma forte membrana interóssea une os dois ossos e aumenta a superfície para inserções ­muscula­res (Figura 20.1).

CC

Ossos e pontos de referência

A tíbia, o maior dos dois ossos, é o único da perna que realmente sustenta peso. Tem um formato triangular, e sua margem saliente é anterior, como uma crista. A fíbula, longa e delgada, ocupa a posição lateral e mais posterior, alinhada com a face posterior da tíbia (Figura  20.2). Portanto, esses ossos formam um canal, cujo assoalho é a membrana interóssea, o que possibilita a inserção de vários ­músculos sem distorcer o formato da perna. Os pontos de referência da tíbia relacionados com o “tornozelo” são os descritos a seguir (Figura 20.1).

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Medium 9788527733472

Capítulo 20 - Articulações do Tornozelo e do Pé

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Articulações do

Tornozelo e do Pé

JJ

Pontos de referência importantes da tíbia e da fíbula, 326

A perna (a parte do membro inferior que se estende do joelho até o tornozelo)

é formada por dois ossos: tíbia e fíbula. Uma forte membrana interóssea une os dois ossos e aumenta a superfície para inserções musculares (Figura 20.1).

Pontos de referência importantes dos ossos tarsais, 326

CC

Ossos e pontos de referência, 325

Pontos de referência importantes dos ossos metatarsais, 326

Aspectos funcionais do pé, 327

JJ

Articulações e movimentos, 327

Terminologia, 327

Articulações do tornozelo, 328

Movimento nas articulações do tornozelo, 330

Articulações do pé, 331

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 332

Ossos e pontos de referência

A tíbia, o maior dos dois ossos, é o único da perna que realmente sustenta peso. Tem um formato triangular, e sua margem saliente é anterior, como uma crista. A fíbula, longa e delgada, ocupa a posição lateral e mais posterior, alinhada com a face posterior da tíbia (Figura 20.2). A fíbula, em posição lateral à tíbia, forma com esta um canal, cujo assoalho é a membrana interóssea. Isso possibilita a inserção de vários músculos sem distorcer o formato da perna. Os pontos de referência da tíbia e da fíbula relacionados com o tornozelo são listados a seguir (Figura 20.1).

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Medium 9788527733472

Capítulo 15 - Pescoço e Tronco

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

15

Pescoço e Tronco

JJ

Curvaturas da coluna vertebral, 227

JJ

Significado dos termos, 227

JJ

Movimentos da ar­ticulação, 228

JJ

Ossos e pontos de referência, 229

Pontos de referência importantes do crânio, 229

Pontos de referência importantes das vértebras, 230

Vértebras com pontos de referência singulares, 231

JJ

Articulações e ligamentos, 233

Articulações vertebrais atípicas, 233

Articulações vertebrais típicas, 233

JJ

JJ

Outras estruturas de tecidos moles, 235

Músculos do pescoço e do tronco, 235

Músculos da região cervical da coluna vertebral, 236

Músculos do tronco, 239

Relações anatômicas, 245

Resumo da ação dos ­ músculos, 247

Resumo da inervação dos

­músculos, 247

Doenças comuns da coluna vertebral, 247

Pontos-chave, 249

Autoavaliação, 249

15-Lippert - 6ed.indd 227

A coluna vertebral constitui e mantém o eixo longitudinal do corpo. Como se trata de uma haste multiar­ticulada, a mobilização da coluna vertebral é consequente a movimentos combinados das vértebras.

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Medium 9788582711897

Capítulo 1 - Introdução: anatomia e fisiologia da pesquisa clínica

Stephen B. Hulley, Steven R. Cummings, Warren S. Browner, Deborah G. Grady, Thomas B. Newman Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Introdução: anatomia e fisiologia da pesquisa clínica

Stephen B. Hulley, Thomas B. Newman e Steven R. Cummings

Este capítulo introduz a pesquisa clínica sob duas perspectivas distintas, estabelecendo linhas temáticas que andam juntas no decorrer do livro. A primeira é a anatomia da pesquisa – de que ela é feita. Isso inclui os elementos tangíveis do plano de estudo, como questão de pesquisa, delineamento (desenho), sujeitos, medidas, cálculo do tamanho de amostra e assim por diante. A meta do investigador é montar esses componentes de forma que o projeto se torne factível e eficiente.

A outra linha temática é a fisiologia da pesquisa – como ela funciona. Os estudos são

úteis na medida em que possibilitam inferências válidas, primeiro sobre o que ocorreu na amostra do estudo e então sobre a generalização desses eventos para indivíduos externos ao estudo. Assim, a meta é minimizar erros, aleatórios ou sistemáticos, que ameacem as conclusões advindas dessas inferências.

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