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Capítulo 20 - Articulações do Tornozelo e do Pé

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Articulações do

Tornozelo e do Pé

JJ

Pontos de referência importantes da tíbia e da fíbula, 326

A perna (a parte do membro inferior que se estende do joelho até o tornozelo)

é formada por dois ossos: tíbia e fíbula. Uma forte membrana interóssea une os dois ossos e aumenta a superfície para inserções musculares (Figura 20.1).

Pontos de referência importantes dos ossos tarsais, 326

CC

Ossos e pontos de referência, 325

Pontos de referência importantes dos ossos metatarsais, 326

Aspectos funcionais do pé, 327

JJ

Articulações e movimentos, 327

Terminologia, 327

Articulações do tornozelo, 328

Movimento nas articulações do tornozelo, 330

Articulações do pé, 331

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 332

Ossos e pontos de referência

A tíbia, o maior dos dois ossos, é o único da perna que realmente sustenta peso. Tem um formato triangular, e sua margem saliente é anterior, como uma crista. A fíbula, longa e delgada, ocupa a posição lateral e mais posterior, alinhada com a face posterior da tíbia (Figura 20.2). A fíbula, em posição lateral à tíbia, forma com esta um canal, cujo assoalho é a membrana interóssea. Isso possibilita a inserção de vários músculos sem distorcer o formato da perna. Os pontos de referência da tíbia e da fíbula relacionados com o tornozelo são listados a seguir (Figura 20.1).

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Capítulo 15 - Pescoço e Tronco

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

15

Pescoço e Tronco

JJ

Curvaturas da coluna vertebral, 227

JJ

Significado dos termos, 227

JJ

Movimentos da ar­ticulação, 228

JJ

Ossos e pontos de referência, 229

Pontos de referência importantes do crânio, 229

Pontos de referência importantes das vértebras, 230

Vértebras com pontos de referência singulares, 231

JJ

Articulações e ligamentos, 233

Articulações vertebrais atípicas, 233

Articulações vertebrais típicas, 233

JJ

JJ

Outras estruturas de tecidos moles, 235

Músculos do pescoço e do tronco, 235

Músculos da região cervical da coluna vertebral, 236

Músculos do tronco, 239

Relações anatômicas, 245

Resumo da ação dos ­ músculos, 247

Resumo da inervação dos

­músculos, 247

Doenças comuns da coluna vertebral, 247

Pontos-chave, 249

Autoavaliação, 249

15-Lippert - 6ed.indd 227

A coluna vertebral constitui e mantém o eixo longitudinal do corpo. Como se trata de uma haste multiar­ticulada, a mobilização da coluna vertebral é consequente a movimentos combinados das vértebras.

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Capítulo 1 - Introdução: anatomia e fisiologia da pesquisa clínica

Stephen B. Hulley, Steven R. Cummings, Warren S. Browner, Deborah G. Grady, Thomas B. Newman Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Introdução: anatomia e fisiologia da pesquisa clínica

Stephen B. Hulley, Thomas B. Newman e Steven R. Cummings

Este capítulo introduz a pesquisa clínica sob duas perspectivas distintas, estabelecendo linhas temáticas que andam juntas no decorrer do livro. A primeira é a anatomia da pesquisa – de que ela é feita. Isso inclui os elementos tangíveis do plano de estudo, como questão de pesquisa, delineamento (desenho), sujeitos, medidas, cálculo do tamanho de amostra e assim por diante. A meta do investigador é montar esses componentes de forma que o projeto se torne factível e eficiente.

A outra linha temática é a fisiologia da pesquisa – como ela funciona. Os estudos são

úteis na medida em que possibilitam inferências válidas, primeiro sobre o que ocorreu na amostra do estudo e então sobre a generalização desses eventos para indivíduos externos ao estudo. Assim, a meta é minimizar erros, aleatórios ou sistemáticos, que ameacem as conclusões advindas dessas inferências.

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Medium 9788527733472

Capítulo 5 - Sistema Muscular

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Sistema Muscular

JJ

Inserções musculares, 37

JJ

Nomes dos músculos, 38

JJ

Disposição das fibras musculares, 39

JJ

Características funcionais do tecido muscular, 40

JJ

Teoria do filamento deslizante, 41

JJ

Correlação comprimento-tensão no tecido muscular, 42

Comprimento ótimo, 42

Insuficiências ativa e passiva, 44

Encurtamento e alongamento adaptativos do tecido muscular, 46

CC

Inserções musculares

Um músculo é um feixe de tecido elástico com capacidade de contração e produção de movimento ou manutenção de uma parte do corpo. Como foi descrito no Capítulo 3, os músculos se conectam com os ossos por tendões.

O tendão é formado por tecido conjuntivo fibroso que conecta músculos a ossos, enquanto um ligamento (também formado por tecido conjuntivo) conecta osso a osso. Com frequência, quando se fala de patologia muscu­ loesquelética, o ponto em que o músculo encontra o tendão é denomina­ do junção musculotendinosa, e o ponto em que o tendão encontra o osso, junção tenoperiosteal (Figura 5.1)

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Capítulo 18 - Articulação do Quadril

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

18

Articulação do Quadril

JJ

Estrutura e movimentos da articulação, 283

Artrocinemática, 284

JJ

Ossos e pontos de referência, 285

Pontos de referência importantes do ílio, 285

Pontos de referência importantes do ísquio, 286

Pontos de referência importantes do púbis, 286

Pontos de referência importantes do fêmur, 286

Pontos de referência importantes da tíbia, 287

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 287

O membro inferior abrange a pelve, a coxa, a perna e o pé (Figura 18.1). Os ossos da pelve são os dois ossos do quadril, o sacro e o cóccix. O osso do quadril é formado pela fusão de três ossos (ílio, ísquio e púbis). A coxa contém o fêmur e a patela. A perna compreende a tíbia e a fíbula, e o pé tem sete ossos tarsais, cinco ossos metatarsais e 14 falanges. A Tabela 18.1 apresenta um resumo dos ossos do membro inferior.

CC

Estrutura e movimentos da articulação

A articulação do quadril é a mais proximal do membro inferior. É muito importante nas atividades com sustentação de peso e na marcha. Assim como a do ombro, é uma articulação sinovial esferóidea. A cabeça do fêmur, arredondada ou convexa, encaixa-se no acetábulo côncavo e articula-se com ele (Figura 18.2). A cabeça do fêmur, convexa, desliza em sentido oposto ao movimento da coxa. Ao contrário do ombro, o quadril é uma articulação muito estável, e, por isso, sua amplitude de movimento é um pouco menor.

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