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Capítulo 4. A utilização da informação para o planejamento e a programação em saúde bucal

Samuel Jorge Moysés; Paulo Sávio Angeiras de Goes Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

A utilização da informação para o planejamento e a programação em saúde bucal

Paulo Sávio Angeiras de Goes

Samuel Jorge Moysés

Introdução | 55

Sistemas de Informação em Saúde (SIS) no SUS | 57

Informação em saúde bucal: construindo uma matriz de possibilidades | 58

A construção da atenção em saúde bucal – uma análise a partir do Pacto da

Atenção Básica e do Pacto de Gestão do SUS | 59

A construção do perfil da atenção em saúde bucal odontológica na Estratégia de

Saúde da Família (ESF) – Ficha D de Saúde Bucal | 61

A construção do perfil epidemiológico em saúde bucal da população | 64

Considerações finais | 66

�� introdução informação:�conceito,�importância�e�implicações�para�a�consolidação�do� sistema�de�saúde

Independentemente do modelo de atenção ou da forma de financiamento das ações adotadas por um sistema de saúde, seja público ou privado, a informação é instrumento essencial para o planejamento/tomada de decisões.

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Capítulo 19. Auditoria em saúde bucal

Samuel Jorge Moysés; Paulo Sávio Angeiras de Goes Grupo A PDF Criptografado

capítulo 19

Auditoria em saúde bucal

Samuel Jorge Moysés

Introdução | 235

Conceituação | 235

Aplicações da auditoria | 236

Auditoria odontológica | 238

Regulamentação da auditoria operativa odontológica no SUS | 238

Um balanço geral sobre o papel educador da auditoria para a melhoria permanente das práticas odontológicas | 241

Considerações finais | 242

�� Introdução

Avaliação e auditoria são mecanismos amplamente utilizados com a intenção de melhorar a prática profissional em diversas áreas da atividade humana, e o mesmo ocorre no campo da saúde. Surpreendentemente, apesar de sua ampla utilização, verificam-se rotineiramente noções pouco claras dos significados de avaliação e de auditoria.1 Embora a avaliação no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) apresente um referencial teórico e uma prática mais consolidados,2-5 já no que diz respeito à

auditoria, além do limitado número de pesquisas de boa qualidade sobre o tema, é comum também observarmos o uso inadequado dos termos avaliação, controle, auditoria – e, mais recentemente, governança –, muitas vezes utilizados de maneira equivocada.

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Capítulo 15. Avaliação da atenção primária em saúde bucal

Samuel Jorge Moysés; Paulo Sávio Angeiras de Goes Grupo A PDF Criptografado

capítulo 15

Avaliação da atenção primária em saúde bucal

Maria Cristina Marino Calvo

Claudia F. Colussi

Renata de Andrade Cardoso Pinto Rocha

Paulo Sávio Angeiras de Goes

Introdução | 181

Histórico da APS | 182

Atributos da APS | 183

Estudos de avaliação da APS | 184

Estudos de avaliação da APS em saúde bucal | 186

Etapas do processo avaliativo | 187

Outras possibilidades de avaliação da atenção primária | 189

Considerações finais | 191

�� Introdução�

Em 2004, a publicação das diretrizes da

Política Nacional de Saúde Bucal sugeriu mudanças na reorganização da atenção em saúde bucal em todos os níveis. De acordo com esse documento, cabe à atenção básica detectar as necessidades, providenciar os encaminhamentos requeridos em cada caso, monitorar a evolução da reabilitação, bem como acompanhar e manter a reabilitação no período pós-tratamento. As ações que compõem a atenção básica subdividem-se em ações de promoção e

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Capítulo 3. Métodos e técnicas de planejamento em saúde

Samuel Jorge Moysés; Paulo Sávio Angeiras de Goes Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Métodos e técnicas de planejamento em saúde

Adriana Falangola Benjamin Bezerra

Introdução | 45

Métodos e técnicas de planejamento em saúde | 46

O exercício do Planejamento Estratégico Situacional | 48

Institucionalização do planejamento | 51

Considerações finais | 52

�� introdução

O planejamento é um instrumento de grande utilidade para a organização da ação dos atores e agentes, que orienta as iniciativas e gera convergência e articulação das diversas formas de intervenção na realidade. Dessa maneira, o planejamento contribui para a mobilização das energias sociais e constitui uma referência para a implementação das ações que podem desatar o processo de transformação na direção e com os objetivos definidos pela sociedade. Ou seja, o planejamento representa uma maneira de pensar o futuro e de fundamentar as escolhas e prioridades.1

Teixeira,2 menciona a utilização do termo

“planejamento” em vários espaços e instâncias de gestão, seja no campo da esfera pública, seja no campo da esfera privada, no sentido de desenhar, executar e acompanhar ações para intervenção sobre determinada realidade. Vilasbôas3 reforça a ideia de ações com vistas à intervenção realizadas por atores sociais, na perspectiva de mudança, mas também com a possibilidade de manutenção de determinada situação. Matus,4 por sua vez, afirma que “negar o planejamento é negar a possibilidade de escolher o futuro, é aceitá-lo seja ele qual for”.

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Capítulo 13. Conceitos, teorias e métodos da avaliação em saúde

Samuel Jorge Moysés; Paulo Sávio Angeiras de Goes Grupo A PDF Criptografado

capítulo 13

Conceitos, teorias e métodos da avaliação em saúde

Paulo Sávio Angeiras de Goes

Nilcema Figueiredo

Introdução | 157

Avaliação em saúde – conceitos | 158

Métodos empregados na avaliação de serviços e programas de saúde | 159

Modelos de avaliação em saúde | 160

Perspectivas de avaliação de serviços de saúde | 162

Considerações finais | 164

�� Introdução

Desde meados do século XX, vem sendo disseminada a ideia de que a saúde é determinada pela ação da “medicina moderna”. A popularidade dessa ideia pode ser atribuída primeiramente ao extensivo marketing difundido pelos interesses da indústria de insumos e tecnologia da área da saúde, bem como à corporação dos profissionais da saúde e, em segundo, a algumas ações da área que são obviamente eficazes e, portanto, genuinamente desejadas.

No entanto, na última década do século XX, estudos sobre a influência dos determinantes sociais em saúde eclodiram, reconhecendo

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